O MAIS GRANDE DO MUNDO

Friday 19 july 2013 5 19 /07 /Jul /2013 18:34

 

Comparando junio de 2013 con junio de 2012, según el Sistema de Alerta de Desforestación (SAD) de Imazon, el aumento de destrucción de la Amazonía se ha disparado en un 437%.

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Según la ambientalista Marina Silva quien será rival de Dilma en las próximas presidenciales, y que es una de las heroínas internacionales de la defensa del medio ambiente, ese recrudecimiento de la destrucción de la selva amazónica se deberse sobretodo a dos factores: el aumento de precio de la soja y la laxitud del nuevo Código Forestal, recientemente aprobado y sancionado por la presidenta Rousseff.

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"Desmatamento de Brasil alcanzó una extensión mayor que Francia"  Miriam Letão

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La Amazonia brasileña vuelve a sangrar gravemente

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Por: Juan Arias | 19 de julio de 2013

Si es cierto el refrán popular de que a río revuelto, ganacia de pescadores, en Brasil, con el mar revuelto de las protestas callejeras contra la corrupción política y el deterioro de los servicios públicos, quienes se han aprovechado son los verdugos de la selva amazónica, que recoge la mayor biodiversidad del planeta y el 22% del agua potable de la Tierra.

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Contrariando los índices de los últimos años en los que la curva de destrucción había empezado a descender gracias a las políticas severas del gobierno contra los desbastadores de la selva, este junio pasado, comparado con el mismo mes e 2012, el aumento de destrucción en esa región ya martirizada por la especulación agropecuaria se ha disparado en un 437%.

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En el pasado meses de junio fueron destruidos 184 kilómetros cuadrados de selva. Los datos son del Sistema de Alerta de Desforestación (SAD) de Imazon, una institución del gobierno que opera con modernísimos satelites que revelan la situación de la Amazonia en tiempo real.

La desforestación total desde agosto de 2012 a junio de 2013 ha aumentado de un 103%, con un total de selva destruida de 1.838 kilómetros cuadrados.

En este periodo no sólo ha sido observada una destrucción total de la selva, con la corta de árboles rasos para dar paso a pastos para la ganadería o plantación de soja, sino también la llamada “degradación forestal” que es el primer paso para su destrucción total. Se trata de la tala de la madera noble que va enflaqueciendo la vitalidad de la selva.

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“Los números son espantosos", escribe la economista, Miriam Letão, una de las periodistas con mayor sensibilidad ecológica del país, quién añade que ver de cerca las imágenes de destrucción, enviadas por los satélites, dan la sensación de que Brasil “ha optado por la insensatez”. Ver esas imágenes desoladoras, concluye Letão “es una escena imposible de olvidar".

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Hasta ahora, el gobierno se conformaba con que cada año “disminuyera la destrucción” de la selva. Llegar un año a decir que la Amazonia se ha destruido cero kilómetros, ni siquiera era considerado como una meta posible.

Ahora, con las nuevas heridas abiertas en la piel de esa selva virgen, la única esperanza es reverter la curva de la destrucción para poder decir el año próximo que la Amazonia se ha desforestado “menos” que al año pasado.

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Según la ambientalista Marina Silva que piensa disputar las presidenciales con la presidenta Dilma Rousseff, y que es una de las heroínas internacionales de la defensa del medio ambiente, ese recrudecerse de la destrucción de la selva amazónica ha podido deberse a dos factores: el aumento de precio de la soja y la laxitud del nuevo Código Forestal, recientemente aprobado y sancionado por la presidenta Rousseff aunque con el veto de algunos artículos y que fue una especie de amnistía a los viejos destructores de aquel paraíso ambiental.

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El sueño de Brasil de llegar un día a la destrucción anual cero de la Amazonia, de la que ya ha sido destruida una extensión mayor que Francia, parece, según los expertos y ambientalistas, como eso, un sueño cada vez más lejano e imposible.

 

 

AGO 2009 http://www.agenciabrasil.gov.br/media/imagens/2009/10/14/imazon.jpg/view

 

SNUC (Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza) contém várias unidades de conservação nos estados ocupados pela Amazônia. Entre as de proteção integral existem dez Parques Nacionais (além do Jaú) e oito reservas biológicas, entre outros.

Entre as unidades de uso sustentável, estão as reservas extrativistas. Os programas de uso sustentável são em grande número, desenvolvidos por ONGs em parceria com o poder público e com as próprias populações tradicionais, acostumadas ao uso sustentado dos recursos naturais. Surgem iniciativas como a Escola da Floresta, no Acre, para formar técnicos em floresta e agrofloresta.

 

Ficheiro:Queimada ABr 02.jpg

 

SET 2007 Incêndio no Parque Nacional de Brasília; queimada e destruição ambiental.

 

Ficheiro:Jardim São José, Goiânia, 2010 - Queimada 3.JPG

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Jardim São José em abril de 2010, região oeste de Goiânia durante época de queimadas. 3 de abril de 2010

http://pt.wikipedia.org/wiki/Queimada

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DILMA ROUSSEFF: 30% APROBACIÓN

 

 

 

VER VIDEO http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/04/alerta-de-desmatamento-na-amazonia-aumenta-mt-e-o-estado-mais-atingido.html

 

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Alerta de desmatamento na Amazônia aumenta; MT é o estado mais atingido .

Pesquisadores do Inpe detectaram alertas em 615 km² da Amazônia, área quase do tamanho da cidade de Salvador, capital da Bahia.

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01/04/2013 - O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o Inpe, divulgou que o alerta de desmatamento na Amazônia aumentou. Os retratos feitos por satélite mostram as áreas mais afetadas e ajudam a fiscalização. Veja a íntegra do relatório.

Os pesquisadores do Inpe detectaram alertas de desmatamento em 615 quilômetros quadrados da Amazônia entre novembro do ano passado e fevereiro desse ano. A área é quase do tamanho da cidade de Salvador, capital da Bahia.

O estado que emitiu mais alertas foi Mato Grosso, seguido do Pará e de Rondônia. O monitoramento é feito por satélites, que captam as imagens da floresta. As informações, como local e tamanho da área degradada, são transmitidas para equipes de fiscalização.

“Estamos com sucesso muito grande no controle de desmatamento e que é muito fruto dessa harmonia de produção de informação a partir de dados de sensoriamento remoto e a utilização desses dados pelo aparelho de fiscalização e controle em campo”, afirma Dalton Valeriano, coordenador do programa.

O Inpe possui dois sistemas com informações de desmatamento. O Deter é para alertas rápidos. O outro é o Prodes, que é um sistema que cruza informações e resulta em um relatório mais preciso, que deve ser divulgado nos próximos meses.

Entre novembro e abril, época de chuvas na Amazônia, a observação por satélites fica mais complicada por causa das nuvens que cobrem a região. Mesmo assim, o sistema do Inpe envia diariamente os dados de desmatamento ao Ibama e ao Ministério do Meio Ambiente.

“Hoje, por exemplo, está em andamento a Operação Onda Verde, que em pleno período de chuva apreendeu 65 mil metros cúbicos de madeira em tora”, afirma o coordenador do programa.

Em Mato Grosso, a área com alerta desmatamento, identificada pelo satélite Deter, chegou a 734 quilômetros quadrados. As regiões mais atingidas são as de Juína e Sinop, no norte do estado.

Os números incluem desmatamento parcial e o corte raso, quando há o desmatamento total da área e o solo fica exposto. Na maioria dos casos isso é feito para dar espaço à agricultura e pecuária.

Segundo o superintendente do Ibama em Mato Grosso, Markus Santos Lima, desde o início do ano estão sendo intensificadas as operações na região. Em 40 dias foram quatro mil hectares de áreas embargadas e R$ 18 milhões em multas aplicadas.

Novas frentes de fiscalização vão ser montadas nos próximos dias no estado com o apoio de policiais da Força Nacional para coibir o avanço do desmatamento na Amazônia.

No Pará, o segundo estado no ranking, o grande problema é o pasto. O desmatamento ilegal é relacionado também à indústria do carvão e da madeira. O Ibama detectou um fato novo no estado: o desmate da floresta no período de chuvas. Essa foi uma tentativa dos desmatadores driblarem a fiscalização, por isso o instituto antecipou as operações.

Só no mês de março o Ibama apreendeu mais madeira do que em todo o ano passado. A Secretaria Estadual de Meio Ambiente disse que ainda está analisando o levantamento, e que já investiu em um sistema de alta resolução na floresta para ajudar nas operações.

 

http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/04/alerta-de-desmatamento-na-amazonia-aumenta-mt-e-o-estado-mais-atingido.html

 

 

22 de setembro de 2010

Este foi o ano que triplicaram as queimadas no Brasil...óbvio que tem a ver com as mudanças climáticas...mas não há dúvida que só em pensar a mudança do CÓDIGO FLORESTAL tem contribuido.

Sobretudo depois da anistia aos ruralistas. Penso que vale muito olhar de perto este grande desastre socioambiental.

Este caos e desespero foram acionados num toque de botão! São Paulo parou! Este é o grande "modelo de desenvolvimento". Pensar? Parecemos gado abestalhados!!!!

 

 

22 de septiembre 2010

Este fue el año en que las quemas de la foresta se dispararon tres veces en Brasil ... obviamente que tiene que ver con el cambio climático ... pero no hay duda de que el Código Forestal a contribuido.

Especialmente después de la amnistía a los grandes agricultores. Creo que vale la pena mirar muy de cerca este gran desastre ambiental.

Este caos y la desesperación se activaron con el toque de un botón! ... ¿Este es el gran "modelo de desarrollo"?.

 

http://contextolivre.blogspot.com/2010/09/enquanto-o-brasil-queima-cidade-de-sao.html

 

 

http://routenews.com.br/index/?p=3888

 

É estarrecedora a notícia veiculada na sexta-feira (20/08), pela Agência Brasil, dando conta de que o número de focos de incêndios (em várias regiões do país) somados entre 1° de janeiro e 19 de agostoaumentou 100% em relação ao mesmo período de 2009. Segundo a matéria, editada por Juliana Andrade, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) registrou 33.177 mil focos de incêndios em todo o Brasil, o dobro de 2009.

Em outro informe da mesma agência, o coordenador do Monitoramento de Queimadas do INPE, Alberto Setzer, explicou que em 2009 essa região do Brasil Central chegou a ter 10 milímetros de chuva em agosto. Este ano, até agora, não caiu uma gota d’água. Em partes de Minas e Goiás e no Tocantins não chove há mais de três meses.

O pesquisador alertou para o fato de que o problema não está restritamente ligado à questão climática:Nenhuma dessas queimadas é natural. Sempre começam porque alguém fez o que não devia, agindo contra as leis florestais. Não são incêndios naturais, o clima seco ajuda a expandir, mas alguém começou o fogo.

http://routenews.com.br/index/?p=3888

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Friday 19 july 2013 5 19 /07 /Jul /2013 18:33

     O governo petista vive hoje um de seus maiores desafios desde que subiu o Planalto, em 2003. 

 

Gigante dormindo à força    

 

 

  
  
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Cabral e Globo juntos contra o povo do Rio de Janeiro  

 

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La popularidad de Dilma Rousseff y las elecciones de 2014

http://www.tijolaco.com.br/index.php/a-popularidade-da-presidente-e-as-eleicoes-de-2014/

18 de julio 2013 - Las encuestas son herramientas importantes para el análisis de políticas. Más que eso, las mismas fuerzas políticas, las utilizan a menudo, en el juego político y en la busqueda de apoyo y aliados, que caracteriza a la democracia representativa. Las cifras indican una disminución sustancial en la popularidad de la presidenta Dilma y una mayor número y distribución de alternativas en función del 2014. Partidos, cuadros y donadores, están siempre en busca de para donde soplan los vientos del poder.

El gobierno del PT, el gobierno del "Partido de los Trabajadores", está viviendo uno de sus mayores desafíos desde que llegó a ocupar el gobierno en 2003. En cifras absolutas, la popularidad del gobierno y de lal presidenta son razonables: aún son positivas, por lo menos. El gobierno tiene una aprobación del 31% y una desaprobación del 29,5%. El 38,7% de los encuestados lo califica de regular. El desempeño de la presidenta, a su vez, es aprobado por el 49% de los encuestados frente al 47% que la desaprueba.

 

 

Dilma e Guidinho Mantega
Dilma e Guido Mantega
  
Dilminha e Guidinho

A popularidade da presidente e as eleições de 2014

http://www.tijolaco.com.br/index.php/a-popularidade-da-presidente-e-as-eleicoes-de-2014/

Pesquisas eleitorais são importantes instrumentos para análise política. Mais que isso, as próprias forças políticas costumam usá-las no jogo de apoios e exigências que caracteriza a democracia representativa. Os números apontam uma queda substancial da popularidade da presidenta Dilma e um acirramento do quadro eleitoral para 2014. Partidos, quadros e doadores estão sempre de olho para onde sopram os ventos do poder.

O governo petista vive hoje um de seus maiores desafios desde que subiu o Planalto, em 2003.  Considerados absolutamente, a popularidade do governo e da presidenta são razoáveis: ainda estão no positivo, ao menos.  O governo tem 31% de avaliação positiva e 29,5% de negativa; mais 38,7% de regular. O desempenho da presidenta, por suavez, é aprovado por 49%, contra 47% que não aprovam.

ScreenHunter_2089 Jul. 18 11.56

 

 

Dilma escorregando na popularidade

http://www.humorpolitico.com.br/page/3/

 

 

ScreenHunter_2092 Jul. 18 11.58

Bem melhor do que a situação de Obama, nos EUA, de Hollande, na França, de Cristina Kirchner, na Argentina.

O que surpreende na pesquisa é a velocidade da queda, de um mês para outro, sugerindo uma brusca oscilação de fundo principalmente emocional, pois só emoções conseguem se espalhar de maneira tão rápida e homogênea no corpo social.

O lado bom é que a revelação de que a política está viva, e nenhum candidato, por mais favorito que seja, ganhará as eleições de 2014 apenas com operações de marketing, mesmo que faça um bom governo. É preciso combater o bom combate, no campo político. E para isso, é necessário entender a comunicação do governo como um instrumento democrático de luta política.

Não se trata de “antecipar” o debate eleitoral. Isso é papo udenista. O exercício da luta política ajuda a aprimorar a gestão do Estado, porque obriga o administrador a intensificar os esforços de mostrar à população as coisas que estão sendo realizadas. E não tiver nada de bom sendo realizado, perderá a luta política. A democracia brasileira atingiu um estágio em que o custo de iludir o povo com propaganda enganosa cresceu um bocado. Às vezes é mais fácil, para um governante, fazer alguma coisa concreta, e faturar politicamente com isso, do que não fazer nada e gastar tempo, energia e recursos para fingir que fez.

Fernando Henrique Cardoso encerrou seu governo com desaprovação de 54%, e um governo avaliado negativamente por 34% da população, segundo o mesmo instituto de pesquisa. Lula terminou seu mandato com aprovação de 87% do eleitorado, e um governo avaliado positivamente por 83%.

Os serviços públicos ao final de 2010 não estavam muito melhores do que hoje. Em vários casos, estavam piores. Estamos diante de uma mudança de mentalidade do eleitorado, o que deflagrou uma nova campanha midiática para conduzir a transição para o campo conservador. Mas esse movimento foi detectado, e há tempo para revertê-lo.

As intenções de voto ainda asseguram uma margem de vitória razoável para DIlma Rousseff, talvez não num primeiro turno, mas num segundo.

A íntegra da pesquisa do CNT/MDA está aqui.

http://www.tijolaco.com.br/index.php/a-popularidade-da-presidente-e-as-eleicoes-de-2014/

 

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Políticos fazendo de tudo para manter privilégios

 

 

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Brasil
Brasil
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Dilma explodindo
DILMATÓNICA
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Dilma perde metade da popularidade em 1 mêsA segurança do Papa Francisco no Brasil  
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Friday 19 july 2013 5 19 /07 /Jul /2013 18:33

DILMA ROUSSEFF 30% APROBACIÓN

 

 La aprobación de Dilma Rousseff cae 24 puntos en un mes

 16/Julio/2013 

La aprobación de Dilma Rousseff cae 24 puntos en un mes

La aprobación de la presidenta de Brasil, Dilma Rousseff, cayó más de 24 puntos porcentuales tras las protestas que acontecieron en el país durante junio, según una encuesta difundida hoy por el instituto MDA.

El sondeo confirma la gran bajada constatada a finales de junio por otro sondeo, de la empresa Datafolha.

En estudio de MDA, realizado del 7 al 10 de julio, el índice de aprobación del "desempeño personal" de Rousseff al frente del Gobierno pasó del 73,7% de junio al 49,3% actual.

Además, la valoración positiva del Gobierno descendió más de 20 puntos, del 54,2% de junio al 31,3% actual.

Un 38,7% de los brasileños creen que el trabajo de Rousseff es regular, mientras que un 24,5% opina que es bueno y solo un 6,8% opina que es óptimo, según ese sondeo.

Además, la valoración negativa del Gobierno de Brasilia subió del 9% de junio al 29,5% actual.

Aún así, Rousseff es la candidata presidencial con una mayor intención de voto para las elecciones de 2014, con un 39,6% en el primer turno, frente al 20,7% de la exministra Marina Silva y un 15,2% de Aecio Neves, líder del principal partido de la oposición, el PSDB y muy probable candidato por esta formación en los próximos comicios.

El estudio del instituto MDA, encargado por la Confederación Nacional de Transportes (CNT), fue realizada a 2.002 personas de 134 municipios de Brasil, con un margen de error del 2,2%.

Esta es la segunda encuesta que documenta la caída de popularidad de Rousseff tras las protestas de junio, que llevaron a millones de brasileños a las calles de las principales ciudades del país para protestar por la corrupción política, mayor inversión en salud y educación públicas y los gastos en los megaeventos como la Copa de las Confederaciones y el Mundial de Fútbol.

La primera, difundida por el instituto Datafolha a finales de junio, mostraba un descenso del apoyo del 575 al 30%, el nivel más bajo de aprobación de su gestión.

Esa caída fue la mayor de un presidente brasileño desde 1990, cuando el entonces mandatario Fernando Collor de Mello confiscó los ahorros de los brasileños y su popularidad entre marzo y junio de ese año pasó del 71% al 36%, porcentaje que aun así supera el actual de Rousseff, según la encuesta de Datafolha. (EFE)

 

Avaliação positiva do governo Dilma cai de 54,2% para31,3%, diz pesquisa

 

Globo.com ‎

 

 

Estadão‎ -

Avaliação positiva do governo cai para 31,3%, mostra CNT - A Tarde

atarde.uol.com.br/.../1518639-avaliacao-positiva-do...

http://amigo-leitor.blogspot.com/

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Avaliação positiva do governo Dilma cai de 54,2% para 31,3%, diz pesquisa

 

Pesquisa foi encomendada pela CNT e realizada pelo instituto MDA.

Avaliação pessoal de Dilma caiu de 73,7%, em junho, para 49,3%.

 

 

Nathalia Passarinho Do G1, em Brasília

 

 

A avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff caiu de 54,2%, em 11 de junho, para 31,3% nesta terça-feira (16), segunda pesquisa encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) e realizada pelo instituto MDA. É a primeira pesquisa encomendada pela instituição depois da onda de protestos que atingiu o país.

 

A pesquisa, divulgada nesta terça, ouviu 2.002 pessoas entre os dias 7 e 10 deste mês. As entrevistas foram realizadas em 134 municípios de 20 unidades da federação nas cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

 

De acordo com o levantamento, 6,8% dos entrevistados disseram considerar o governo da presidente Dilma “ótimo”, enquanto 24,5% o avaliam como “bom”. Consideram o governo “regular” 38,7%. O percentual dos que acham a gestão “ruim” é de 13,9%. Consideram o governo “péssimo” 15,6% dos entrevistados.

 

Desse modo, a avaliação “positiva” do governo, conforme os cálculos da pesquisa, atingiu 31,3%. A maioria considera a gestão “regular”- 38,7%. E 29,5% têm uma avaliação “negativa”.

 

O percentual de aprovação pessoal da presidente passou de 73,7%, em junho, para 49,3% em julho. Esta é a terceira vez que a CNT realiza a pesquisa com o instituto MDA.

 

A metodologia utilizada segue o seguinte critério, conforme a CNT: “As entrevistas são feitas de forma proporcional ao tamanho das cinco regiões e 20 unidades da federação, com sorteio aleatório de 134 municípios, com probabilidade de seleção proporcional ao tamanho considerando cotas em função do porte do município”.

 

Eleições 2014

A pesquisa MDA fez uma simulação da disputa da eleição presidencial de 2014. Conforme a pesquisa, num cenário em que concorressem Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB), Marina Silva (Rede Sustentabilidade) e Eduardo Campos (PSB), a atual presidente teria vantagem, mas menor que a verificada no levantamento de junho. Diferentemente da pesquisa anterior, a presidente não venceria no primeiro turno.

 

Pelo levantamento deste mês, Dilma obteria 33,4% dos votos. Marina Silva avançou nas intenções de voto e ultrapassou Aécio Neves. Ela ficaria, pelo levantamento, em segundo lugar, com 20,7%. Já o tucano ficaria em terceiro, com 15,2%. Eduardo Campos alcançaria 7,4%. Votariam em branco ou nulo 17,9% dos entrevistados. Outros 5,4% não responderam. Num segundo turno entre Dilma e Marina Silva, a atual presidente obteria 38,2% dos votos, contra 30,5% da ex-ministra do Meio Ambiente, conforme a pesquisa.

 

De acordo com a pesquisa, num cenário de segundo turno entre Dilma e Aécio Neves, a presidente teria vantagem, com 39,6%. O tucano receberia 26,2%. O restante dos entrevistados disse que votaria branco, nulo ou não respondeu. O levantamento mostra ainda que, se Dilma disputasse o segundo turno com Eduardo Campos, ela receberia 42,1% dos votos, contra 17,7% do atual governador de Pernambuco. Na simulação feita em junho, Dilma obteria, no primeiro turno, 52,8% votos. Aécio Neves ficaria em segundo lugar, com 17%, seguido por Marina Silva (12,5%) e Eduardo Campos (3,7%).

 

O levantamento MDA deste mês também fez uma pesquisa "espontânea" de intenção de voto, quando não é apresentada uma lista taxativa de candidatos. Pelos resultados, Dilma receberia 14,8% dos votos, seguida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (10,5%), Marina Silva (5,9%), Aécio Neves (4,9%), Eduardo Campos (1,4%) e José Serra (1,2%). Pela pesquisa, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, receberia 0,7% dos votos.

 

Manifestações

A pesquisa MDA também fez perguntas aos entrevistados sobre as manifestações que tomaram as ruas do país neste mês. De acordo com o levantamento, 84,3% aprovam os protestos, contra 13,9% que desaprovam. Pela pesquisa, a maioria dos participantes das manifestações tomou conhecimento dos movimentos pelo Facebook (60,7), outros 38,5% souberam por sites de notícia.

 

Grande parte dos entrevistados (40,3%) disseram que a presidente Dilma atuou de forma "regular" frente às manifestações. 21,2% consideraram a resposta de Dilma "boa", 3,4% acharam "ótima". Outros 14,3% consideraram a atuação "ruim" e 16,4% acharam "péssima".

 

A maioria dos entrevistados- 49,7%- disse que os protestos de dirigem principalmente “aos políticos em geral”. Outros 21% afirmaram que as manifestações são contra o “sistema político no Brasil”. Quase 16% dos entrevistados disseram protestar contra a presidente da República. Outros 5,9% afirmaram que os protestos se dirigem aos governadores e prefeitos, e 2,1% disseram que são contra deputados e senadores.

 

Para a maioria dos entrevistados no levantamento- 40,3%- a reivindicação mais importante das manifestações é o fim da corrupção, seguida por melhorias na saúde, com 24,6%, e a reforma política, com 16,5%. Melhorias na educação foram citadas como foco dos protestos por 7,8%, e melhorias no transporte público, por 4,6%. A segurança pública foi mencionada por 3,7%.

 

Plebiscito e médicos 

Pela pesquisa, a proposta de Dilma de realizar um plebiscito para a reforma política é apoiada por 67,9% dos entrevistados, contra 26,1% que acham que as mudanças na legislação podem avançar mais rapidamente sem esse tipo de consulta popular.

 

A opinião está mais dividida, contudo, com relação à ideia do governo de contratar médicos estrangeiros para atuar nas regiões pobres do país. São a favor da proposta 49,7% dos entrevistados contra 47,4% que responderam ser contra.

 

Indicadores sociais e econômicos

A pesquisa aponta uma piora na expectativa do brasileiro com relação aos indicadores econômicos e melhora no tocante a alguns indicadores sociais, como saúde e educação.

 

Pelo levantamento, o percentual da população que acreditava que o emprego melhoraria em seis meses passou de 39,6% em junho deste ano para 32% em julho. A expectativa positiva com relação ao aumento de renda passou de 35,8% para 29,6%. As duas quedas superam a margem de erro de dois pontos percentuais.

 

Já a expectativa sobre a situação da saúde melhorou- 31,5% acreditam que o setor terá melhoras nos próximos seis meses. Em junho, a expectativa positiva era de 26,2%. O levantamento revela ainda que 34,7% dos brasileiros acreditam em melhoras na educação, contra 33,1% na última pesquisa.

 

Quanto à segurança pública, houve queda na expectativa positiva- 31,6% esperam avanços nos próximos seis meses, contra 39,1% em junho.

 

 

 

http://tribunadonorte.com.br/noticia/avaliacao-positiva-do-governo-cai-23-pontos/255826

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Thursday 11 july 2013 4 11 /07 /Jul /2013 21:33

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 Han sido las ocho mayores centrales sindicales del país, del Gobierno y de la oposición las que han organizado la huelga general de hoy. Dichas centrales pertenecen a diez partidos, del gobierno y de la oposición, y suman 7.165 sindicatos.

 

Durante el gobierno del expresidente y exsindicalista Lula da Silva, los sindicatos recibieron el regalo de un día de trabajo obligatorio de cada trabajador. Las centrales pueden disponer de esa financiación sin tener que rendir cuentas.

 

El total recibido por los sindicatos anualmente es de 142 millones de reales (70 millones de dólares).

 

Los sindicatos decidieron antes de la convocación de la huelga que no sería “ni contra Dilma ni a favor de ella”. Sin embargo, dado que a la huelga se han sumado otras organizaciones políticas y sociales como el Partido de los Trabajadores (PT) y la Unión Nacional de los Estudiantes (UNE), los responsables de las centrales sindicales han advertido que no podrán evitar que singularmente los militantes puedan aparecer con pancartas a favor o en contra de la mandataria y de su gobierno.

 

El mayor sindicato, el de la Central Única de Trabajadores (CUT) del PT, ha presentado un video a los militantes para incitarles a participar a la huelga de los trabajadores. El video había sido realizado con motivo de la elección de la presidenta Dilma Rousseff. En él aparece, el líder de la CUT, Wagner Freitas, tapando la imagen de la mandataria a la derecha, mientras queda visible el expresiden te Lula a la izquierda.

 

Una parte del Partido de los Trabajadores trabaja, en efecto, a favor de una vuelta al gobierno del exsindicalista dadas las dificultades que Dilma presenta para reanimar la economía y para un mayor entendimiento con la base aliada y el Congreso.

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Brasil asistirá este jueves a protesta nacional

 

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Los sindicatos alzan la voz con una huelga general en Brasil

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El gigante sudamericano vive su primera huelga general en 22 años

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Los cortes de carreteras y las protestas afectan a grandes ciudades de una decena de Estados

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 11 JUL 2013 - JUAN ARIAS - Río de Janeiro

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Los sindicatos salen a la calle tras las protestas civiles

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La primera huelga general en Brasil en 22 años, la segunda desde la recuperación de la democracia, en 1985, supone un claro llamamiento de los trabajadores. Exigen recibir una mayor tajada de la bonanza económica del gigante sudamericano. El paro, convocado por el grueso de las grandes centrales sindicales brasileñas, se sintió con fuerza en más de 20 grandes ciudades en más de una decena de Estados. Las organizaciones convocantes, que incluían desde la poderosa Central Única de Trabajadores (CUT) —afín al gobernante Partido de los Trabajadores (PT) de la presidenta Dilma Rousseff—, hasta el Movimiento de los Sin Tierra (MST), no solo reivindican mejoras laborales, sino también más inversión en educación, sanidad, y una reforma agraria en un país de grandes latifundistas.

 

La huelga sin duda sigue la estela de las manifestaciones que mantuvieron en vilo al país y en especial a su corazón económico, São Paulo, a mediados de junio. Aunque la movilización no ha logrado reunir a tanta gente en la calle como aquellas manifestaciones de los sin partido, ha impedido sobre todo el funcionamiento del transporte público en muchas urbes. Los huelguistas llegaron a cortar 38 carreteras nacionales. Y, en algunas ciudades donde los trenes y autobuses pretendieron funcionar, los vehículos fueron obligados a parar a pedradas. También tres de los principales puertos, entre ellos el mayor, el de Santos (São Paulo), fueron paralizados por los huelguistas.

 

Los sindicatos decidieron no incluir entre sus lemas el de “Fuera Dilma”, pero las manifestaciones en bastiones del PT, como las de São Bernardo do Campo, en la periferia de São Paulo —capital de la industria automotriz brasileña y el lugar donde el expresidente Lula saltó a la fama como líder sindical—, se interpretan como un mensaje de descontento desde las filas de un sector del partido y sus aliados. En el paro están participando ocho de las mayores centrales sindicales, que reúnen a más de 7.000 gremios, y que están vinculadas a nueve partidos políticos, tanto del Gobierno como de la oposición.

 

 

El líder de la segunda mayor central sindical, Paulo Pereira (alias Paulinho da Força), de Fuerza Sindical, llegó a calificar la huelga de este jueves como un “calentar motores” para una “verdadera huelga general” que debería producirse en agosto, si el Gobierno de Dilma Rousseff no aceptara sus reivindicaciones. Ante un millar de metalúrgicos, Pereira les preguntó si estarían dispuestos a ir a una “huelga general”, como si la de este jueves no hubiese sido convocada como tal.

 

En la mayor ciudad del país, São Paulo, un juez ordenó servicios mínimos de metro a las horas punta, pero después los empleados votaron no sumarse al paro. Los manifestantes bloquearon varias vías de acceso a la capital económica del país y dentro de ella. Una marcha recorrió la calle 25 de Marzo, una de las principales arterias comerciales del casco viejo, y los piquetes ordenaron a los comerciantes que cerraran. Otra manifestación, de mensajeros en moto, cortó la avenida Bandeirantes, cercana al área de negocios de la zona sur.

 

A pesar de que los transportes públicos no se sumaron a la huelga, en Río de Janeiro cerraron las puertas muchas escuelas públicas y privadas, bancos y oficinas de correos. El comercio, sin embargo, funcionó normalmente. Los dirigentes sindicales esperaban mayor afluencia de trabajadores a las manifestaciones durante la mañana. La actuación de los piquetes para impedir trabajar a todo tipo de empleados fue más eficaz en crear entusiasmo en la población por la huelga.

 

En Belo Horizonte, en el estado de Minas Gerais, la huelga afectó al transporte público: el metro no tenía previsto reestablecer el servicio hasta este viernes. La huelga también paralizó de forma parcial las escuelas (cerró en torno a un 20%) y los centros sanitarios, aunque en este último caso la atención de urgencias discurrió con normalidad, según fuentes médicas.

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En ciudades como Salvador de Bahía y Porto Alegre, los autobuses y el metro dejaron de funcionar desde la mañana. En esta última ciudad, capital de Río Grande do Sul, los trenes urbanos tuvieron que parar porque los que habían salido de cocheras fueron apedreados por los manifestantes.

 

Algunos analistas destacaron la diferencia entre las manifestaciones de la huelga general de este jueves y las protestas callejeras del pasado mes de junio que, convocadas mediante las redes sociales, llevaron a las calles a más de un millón de personas y que se caracterizaron estar protagonizadas por gentes “sin partido, sin líderes y sin banderas”.

 

Mientras los de las protestas callejeras, fundamentalmente jóvenes de clase media, centraron sus quejas en la condena de la corrupción política y en la reivindicación de mejores servicios públicos como escuelas, hospitales y transportes, en la huelga de este jueves no hubo una sola pancarta contra la corrupción ni contra los políticos.

 

En los comentarios de los lectores en las ediciones digitales de los grandes diarios y en las redes sociales se ironizó con preguntas sobre dónde estaban este jueves los antidisturbios cuando los huelguistas apedreaban autobuses o encendían hogueras para cortar carreteras, en contraste con la dureza exhibida contra los manifestantes las semanas pasadas. La huelga se ve como un intento de quitarle la calle al movimiento espontáneo de protesta, dirigido fundamentalmente contra los partidos políticos.

 

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http://internacional.elpais.com/internacional/2013/07/11/actualidad/1373560655_881358.html

 

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Por cinabrio - Publicado en: O MAIS GRANDE DO MUNDO
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Monday 24 june 2013 1 24 /06 /Jun /2013 22:34

Se iniciaron las marchas fue en contra de PEC 37, una enmienda constitucional que está siendo estudiada por el Congreso para reducir los poderes de investigación del Ministerio Publico, la cual es vista como algo que favorecería la impunidad.

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Protestan 4 mil brasileños contra enmienda constitucional "de la impunidad"

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La concentración de los inconformes se dio en la playa de esta zona visitada anualmente por millones de turistas, desde donde avanzaron para dejar en claro que su lucha no ha terminado solo con haber parado el aumento al precio del pasaje.

dom 23 jun 2013 21:28

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Río de Janeiro, Bra., 23 Jun. (Notimex).- Unas cuatro mil personas se manifestaron este domingo en la zona de Copacabana en contra de una enmienda constitucional llamada PEC 37 o "PEC de la impunidad", sin que se registraran hechos violentos hasta el momento.

 

La concentración de los inconformes se dio en la playa de esta zona visitada anualmente por millones de turistas, desde donde avanzaron para dejar en claro que su lucha no ha terminado solo con haber parado el aumento al precio del pasaje.

 

Este domingo, la marcha fue en contra de PEC 37, una enmienda constitucional que está siendo estudiada por el Congreso para reducir los poderes de investigación del Ministerio Publico, la cual es vista como algo que favorecería la impunidad.

 

Conforme las horas pasaron el número de personas fue aumentando hasta un estimado de cuatro mil, quienes avanzaron hacia las playas de Ipanema y Leblon, donde el objetivo era la casa del gobernador de Río de Janeiro, Sergio Cabral.

 

Ahí, en el cruce de la calles Delfim Moreira y Arístides Espindola, sitio donde habita Cabral, la gente se reunió para gritar consignas y unirse a un grupo pequeño que acampa desde el pasado viernes en este sitio.

 

En el lugar ya había presencia policial, la cual con vallas, impedía el paso de las personas, pero éstas, contrario a otras ocasiones, no entraron en confrontación directa, al contrario, inclusive algunos platicaban con los representantes de la ley de manera amistosa.

 

 

http://www.sdpnoticias.com/internacional/2013/06/23/protestan-4-mil-brasilenos-contra-enmienda-constitucional-de-la-impunidad

 

 

Manifestações em 80 cidades do Brasil após redução da tarifa do transporte

 

  IRA EN LAS CALLES DEL BRASIL: el fútbol dejó de ser el engaña-muchachos nacional

 

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 Yo voto por Alí Babá; él sólo tiene 40 ladrones”

 

Crónica

 

Lunes 24 de junio de 2013   José Vales Enviado | El Universal

 

RÍO DE JANEIRO.— “En el 2014, yo voto por Alí Babá. Él sólo tiene 40 ladrones”. Esta fue una de las primeras pancartas en aparecer ayer en las manifestaciones que ayer alteraron la placidez dominical en la Avenida Atlántica, en Copacabana, donde turistas y vecinos van adquiriendo una dinámica propia ante la inminencia de las protestas, que amenazan con quedarse por mucho tiempo.

Como en otros puntos de Río de Janeiro, y del país, donde las protestas ayer se repitieron, aunque con menor asistencia que otros días, en Copacabana comercios y supermercados se apuraban a cerrar sus puertas antes del mediodía. Justo la hora para la que las redes sociales habían convocado una la marcha contra la PEC 37, la enmienda presidencial para restarle atribuciones investigativas al Ministerio Público.

El frente de los supermercados cubierto con maderas; panaderías despachando por la ventana con las persianas bajas y policías por doquiera que se dirigiera la mirada, era el panorama en la Rua Toneleroo. Lo mismo en la Avenida Barata Ribeiro y por la calle Siqueira Campos, donde la gente, a diferencia de cualquier domingo, se apuraba para llegar al supermercado o su casa ante el temor de disturbios.

Un par de horas después de iniciada la manifestación, que reunió a unas cuatro mil personas, la tensión y el miedo, la bronca y las ganas de gritar a los cuatro vientos “basta de corrupción” se trasladó a la Avenida Atlántica. Más precisamente en el puesto 4, de donde arrancó la manifestación sin olvidarse de nadie, ni de Renan Calheiros, el presidente del Senado, ni de Sergio Cabral, el gobernador, a cuya casa se dirigieron los brasileños para confluir con el grupo que acampa desde hace 72 horas en frente, y hasta contra la cadena Globo de Televisión. “La verdad es dura, la red Globo apoyó la dictadura…” , fue una de las consignas preferidas.

En Ceará y en Bahía también se realizaron marchas, que igual que en Río terminaron pacíficamente, mientras en el gobierno la presidenta Dilma Rousseff se preparaba para enfrentar una semana más que dura. Las versiones de que le pediría la renuncia al ministro Guido Mántega, ministro de Fianzas, para designar en su lugar al ex banquero Henrique Meirelles, ex presidente del Banco Central, no paraban de crecer. Pero intuye la presidenta que con eso no alcanzará para apagar el fuego de las protestas.

“Queremos que dejen de robar, que dejen de buscar impunidad, que dejen de mentir y de prometer. Usted lo ve aquí. El pueblo unido no necesita de partidos”, resumía Alexandre Binis, 26 años y estudiante de Farmacia, con una pancarta en la que pide “No a la impunidad, No al PEC 37”.

Una compañera de manifestación, Roseana Alves de Oliveiram 45 años, casada y contadora pública, bajó por un momento su pancarta con el pedido “Ven a la calle!!!” para contradecir a Binis. “No existe democracia sin partidos. En todo caso pueden surgir nuevas expresiones, porque las protestas seguirán. Puede evolucionar o no pero van a seguir, al menos hasta que lofremos una reforma política que frene la corrupción”.

La marcha recorrió tres kilómetros con el mismo ímpetu con el que comenzó. La festejaban desde los balcones y hasta los empleados de los hoteles. Los manifestantes iban “recordando” a Fernando Henrique Cardoso, a la presidenta Dilma...

Los manifestantes, expresiones variopintas de la clase media brasileña están cada vez más lejos de los políticos y de los partidos. Tal vez la pancarta que mejor resume lo que pasa en el Brasil es la que llevaba Clarisa Rodrigues, de 27 años, asistente en un juzgado, quien asegura haber votado al Partido de los Trabajadores las primeras dos veces que lo hizo. No encontró mejor forma que pedir el divorcio de la política que esta: “Lula, se acabó el amor; quiero mis bienes…”.

 

 

 

 

  

Prepara Brasil nuevas protestas contra la PEC 37

 

Brasilia / Agencias / Hace sólo una semana era impensable que decenas de miles de brasileños salieran a manifestarse en Brasil contra la Propuesta de Enmienda Constitucional 37 (PEC 37).

Una cosa es protestar contra la subida en el billete del transporte público y otra es hacerlo contra algo como la PEC 37. O sea, contra el proyecto de ley que pretende limitar los poderes de investigación de la fiscalía general.

Sin embargo, a pesar de la supuesta complejidad de los vericuetos legales, unas 30 mil personas marcharon el sábado en São Paulo contra la PEC 37, cuyo proyecto será sometido a votación en la Cámara de Diputados en los próximos días. Detrás de esa norma, los convocantes ven un terreno abierto a la impunidad y también a la corrupción.

Después de las rebajas en las tarifas del transporte y del discurso pronunciado por la presidenta Dilma Rousseff el pasado viernes, las protestas se han vuelto más minoritarias y fragmentadas. Pero no han cesado.

Se preparan protestas esta semana contra un proyecto que pretende “curar” a los homosexuales y contra otro que concederá subsidios a las mujeres violadas que declaren su intención de no abortar.

Las redes sociales siguen echando humo. Un usuario de Facebook ha convocado una huelga general para el próximo lunes 1 de julio que cuenta ya con más de 700 mil adhesiones. “Vamos a demostrar al Gobierno que quien hace un país es el pueblo, no los políticos. (…) Basta de impunidad, basta de dinero del pueblo siendo usado por los gobernantes de las formas más absurdas. ¡O el Gobierno nos escucha o todo para!”, señala su página.

 

http://heraldodepuebla.com.mx/2013-06-24/internacional/prepara-brasil-nuevas-protestas-contra-la-pec-37

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