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7 abril 2015 2 07 /04 /abril /2015 17:32

III Semana da Cultura Indígena começa nesta terça, em Ji-Paraná, Rondônia
7 de abril de 2015

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Mapa do Parque Nacional de Pacaás Novas
Mapa do Parque Nacional de Pacaás Novas

 

III Semana de la Cultura Indígena comienza el martes en Ji-Paraná, Rondônia

La valorización de los pueblos indígenas se discutirá con los líderes nativos. El evento es abierto al público; la comunidad estudiantil recibirá certificados

La programación de la III Semana de la Cultura Indígena, que comienza el martes (7 de abril 2015), y analizan las políticas indígenas, fue definida por la Fundación Cultural de Ji-Paraná (Rondônia RO), una ciudad situada a 374 kilometros de Porto Velho. Las jornadas son el resultado de una colaboración entre el Ayuntamiento prefeitura) y la Universidad Federal de Rondonia (Unir), a través del Departamento de Educación Intercultural y el Consejo de la Misión entre los Pueblos Indígenas (Comin), de la Iglesia Evangélica de Confesión Luterana en el Brasil.

El martes por la mañana, se discutirá el valor de los pueblos indígenas y el espacio ganado en la sociedad. Asistirán al evento representantes de varias aldeas, como Heliton Xijavabãh Gavião, Pedro Agamenon Arara, Armando Djeoromitxi, Tiago Zoro y Jap Vera Met oro Mon.

Por la tarde, el coordinador de Profesores Indígenas de Rondônia y Mato Grosso del noroeste, Uruaan Anderson Surui, responsable de la coordinación de los Pueblos Indígenas de la Secretaría de Estado de Desarrollo Ambiental (Sedam Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental), Heliton Xijavabáh Gavião y el cacique de la Aldea Pajgap, Pedro Agamenón Arara, hablarán sobre los conocimientos indígenas y harán reflexiones antropológicas, junto con Irán Kav Sona Gavião, que hablará sobre las festividades tradicionales del Pueblo Ikólóéhj Gavião.

Quien también asistirá a la III Semana de la Cultura Indígena será la doctora Aparecida Vilaça, con experiencia concentrada en Etnologia Indígena. Ella tiene 26 años de investigación sobre los indios Wari '(Pakaa Nova) de Rondônia, y el material recogido por ella reúne datos de la organización social del pueblo, la guerra, las teorías nativas de cuerpo, el canibalismo y otras cuestiones, todo tratado en el estudio "30 años de experiencia con mis maestros Wari " (“30 anos de experiência com os meus professores Wari”).


El primer día del evento se cerrará con el lanzamiento de materiales de la Semana de los Pueblos Indígenas 2015, Cultura Viva do Povo Ikólóéhj – Comin e Povo Ikólóéhj Gavião. El evento está abierto a la comunidad y emitirá certificado a los estudiantes.

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Meninos com queixada. Aldeia Rio Negro Ocaia, Rondônia. Foto: Beto Barcelos, 1987

http://pib.socioambiental.org/pt/povo/wari/865

 

ANTROPOFAGIA RITUAL

Los Wari de Rondönia  no sólo se comían a los enemigos que mataban, sino también a los muertos del grupo. El rito empezaba con la enfermedad grave, cuando el moribundo era llorando por parientes consanguíneos y parientes políticos. Desde entonces, se iniciaba un canto en el que todos se referían al doliente/muerto en términos de consanguinidad, y relataban los hechos vividos con él. Antes de la muerte, el llanto se intensificaba. Los parientes cercanos, llamados "parientes verdaderos' pasaban entonces a diferenciarse de los "parientes distantes", una categoría que incluye especialmente a aquellos relacionados por el matrimonio. Los primeros organizaban el funeral, y los segundos lo llevaban a cabo.

El coro ritual de los co-residentes comenzaba con el reconocimiento del sujeto como moribundo.

Antes de que el cadáver se pudiese preparar, se debía esperar la llegada de familiares cercanos de otros pueblos, que recibían el aviso de la muerte de afines. Durante este período, de alrededor de dos a tres días, el cadáver se descomponía, y en ese estado era cortado y asado en brasas (moqueado) por la parentela

Los íntimos deshilachaban la carne y la colocaban sobre una esterilla con papilla de maíz, donde era consumida por los consanguineos. La etnóloga Aparecida Vilaça comenta que el consumo de carne se debía hacer con moderación y sufrimiento, que se veía agravado por su podredumbre previa ..

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Homens Wari dançando Tamaiá. Foto: Aparecida Vilaça, 1986

http://pib.socioambiental.org/pt/povo/wari/865

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http://es.wikipedia.org/wiki/Pueblos_ind%C3%ADgenas_de_Brasil#/media/File:Indigenous_brazil.jpg

 

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III Semana da Cultura Indígena começa nesta terça, em Ji-Paraná, Rondônia

7 de abril de 2015

Valorização dos indígenas será debatida com lideranças de tribos. Evento é aberto à população; comunidade estudantil receberá certificados

Samira Lima – Do G1 RO

Foi definido pela Fundação Cultural de Ji-Paraná (RO), cidade localizada a 374 quilômetros de Porto Velho, o cronograma da III Semana da Cultura Indígena, que tem início nesta terça-feira (7), e visa discutir políticas indígenas. As ações começam às 8h30, no Teatro Dominguinhos. A ideia é fruto de uma parceira da prefeitura com a Universidade Federal de Rondônia (Unir), por meio do Departamento de Educação Intercultural e do Conselho de Missão entre Povos Indígenas (Comin), da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil.

Nesta terça, no período da manhã, será debatida a valorização dos povos indígenas e o espaço conquistado na sociedade. Participarão do evento vários representantes de aldeias, como Heliton Xijavabãh Gavião, Pedro Agamenon Arara, Armando Djeoromitxi, Tiago Zoro e Jap Vera Met oro Mon.

Durante a tarde, o coordenador da Organização dos Professores Indígenas de Rondônia e Noroeste do Mato Grosso, Uruaan Anderson Suruí, o responsável pela Coordenadoria dos Povos Indígenas da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Heliton Xijavabáh Gavião e o cacique da Aldeia Pajgap, Pedro Agamenon Arara, falarão sobre os conhecimentos indígenas e reflexões antropológicas, juntamente com Iran Kav Sona Gavião, que discursará sobre as festividades tradicionais do povo Ikólóéhj Gavião.

Quem também vai participar da III Semana da Cultura Indígena será a doutora Aparecida Vilaça, com experiência concentrada na área de Etnogolia Indígena. Aparecida tem 26 anos de pesquisa sobre os índios Wari’ (Pakaa Nova), de Rondônia, e o material recolhido por ela passa pela organização social do povo, guerra, teorias nativas do corpo, canibalismo e outros temas, todos abordados na pesquisa “30 anos de experiência com os meus professores Wari”.

O primeiro dia do evento será encerrado com o lançamento do material da Semana dos Povos Indígenas 2015, Cultura Viva do Povo Ikólóéhj – Comin e Povo Ikólóéhj Gavião. O evento é aberto à comunidade e emitirá certificados para estudantes.

 

http://racismoambiental.net.br/

G1 – Rondônia: notícias e vídeos da Rede Amazônica

g1.globo.com/ro/rondonia/

 

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VILAÇA, Aparecida. 2006. Quem somos nós: os Wari encontram os brancos. Rio de Janeiro: EdUFRJ. 608 pp.

Como uma tese de doutorado com mais de 600 páginas, de inspiração estruturalista, transforma-se em um livro de leitura extremamente agradável, daqueles que não se consegue largar, que se carrega debaixo do braço para os lugares mais estranhos, como um bom romance? Durante vinte anos, Aparecida Vilaça, sob a orientação de Eduardo Viveiros de Castro, trabalhou (e ainda trabalha) junto aos Wari, povo falante da língua da família txapakura, cujas aldeias se acham no estado de Rondônia. Neste contexto, destaca-se a relação da antropóloga com Paletó que, ao adotá-la como filha ["não somos parentes de mentira" (:19), ele costuma dizer], inseriu-a em uma generosa rede de informações. O resultado desse duplo convívio, digamos, na Academia e no campo, pode ser notado na precisão da seleção dos dados que resultaram na construção das questões apresentadas sem subterfúgios na introdução: "Por que, afinal, decidiram viver junto dos brancos? E por que dizem que estão, eles mesmos, virando brancos?" (:51).

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-93132007000100014

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The Chapacuran languages (Txapakura languages) are a nearly extinct Native American language family of South America. There are three living Chapacuran languages, which are spoken in the southeastern Amazon Basin of Brazil and Bolivia. They may be further related to the extinct Wamo language.

 

Os Wari' constituem um dos poucos remanescentes da família lingüística Txapakura, dado que a maior parte dos falantes de línguas dessa família encontrava-se extinta já no início do século XX.

Atualmente, existem somente quatro grupos Txapakura: os Wari', os Torá, os Moré ou Itenes, que vivem na margem esquerda do rio Guaporé, um pouco acima da confluência com o Mamoré, em território boliviano, e os OroWin. Os últimos, encontrados em 1963 na região das cabeceiras do rio Pacaas Novos, foram exterminados por dois ataques dos brancos, restando não mais do que doze indivíduos adultos e algumas crianças, aldeados hoje no Posto Indígena São Luis, no alto rio Pacaas Novos. Existem ainda alguns indivíduos dispersos entre a aldeia de Sagarana, o PI Sotério e a cidade de Guajará-Mirim, que se dizem Cujubim, e que de sua língua falam apenas alguns vocábulos, o bastante, entretanto, para sabermos que se trata de língua dessa família.

http://pib.socioambiental.org/pt/povo/wari/860

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Localização de Ji-Paraná

 

 

No município de Ji-Paraná, está localizada a Terra Indígena Igarapé Lourdes, território das etnias Arara-Karo e Gavião-Ikolen. A Terra Indígena Igarapé Lourdes possui uma extensão territorial de 185 534 hectares, a data de sua demarcação corresponde ao ano de 1976 conforme Decreto de homologação de número 88 609 de 1983. O povo indígena Arara, com uma população aproximada de 200 pessoas, está distribuído em duas aldeias: a Pajgap e a Iterap. Falam a língua tupi, família Ramarama. Este local sempre foi seu ambiente de perambulação. O povo indígena Gavião-Ikolen fala a língua Tupi, família Mondé. São cerca de 500 pessoas organizadas em seis aldeias: Ikolen, Igarapé Lourdes, Cacoal, Castanheira, Tucumã e Nova Esperança. Antes do contato com os não indígenas, moravam em outros lugares mais para o Mato Grosso. Na maioria das aldeias de ambos os povos, há escolas, cujo ensino é bilíngue, em uma perspectiva intercultural. Os docentes são indígenas habilitados pelo Projeto Açaí ministrado pela Secretaria de Estado da Educação e coordenado pela Representação de Ensino de Ji-Paraná.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ji-Paran%C3%A1

Seu início remonta a antes do marechal Cândido Rondon chegar onde hoje está a cidade, com a corrente migratória estimulada pela grande seca que assolou a Região Nordeste do Brasil entre 1877 e 1880, tendo os rios servido de estrada, como o principal deles, o Rio Machado. Os nordestinos enfrentaram várias dificuldades, como a densa Floresta Amazônica e as cachoeiras que dificultavam sua marcha. Eles se estabeleceram formando a primeira povoação na confluência do Rio Urupá, tomando, portanto, o nome de Urupá. Eram, principalmente, seringueiros e garimpeiros, atraídos pela extração de matéria-prima da floresta nativa e pedras preciosas como o diamante, respectivamente.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ji-Paran%C3%A1

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"Antropofagia de Guerra dos Índios Wari" por Aparecida Vilaça - PARTE 1 - Subido el 22/12/2009 Conferência de Aparecida Vilaça durante o ENCONTRO INTERNACIONAL DE ANTROPOFAGIA. Sesc Pompéia, São Paulo, dezembro de 2005. EIA! Direção Zé Celso Martinez Correa. Curadoria e Direção Artística Beatriz Azevedo.

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In the first CUSAS seminar this term, on Thursday 23rd January, Dr. Aparecida Vilaça presented her paper titled ‘Do Animists become Naturalists when Converting to Christianity? Discussing an Ontological Turn'.Aparecida Vilaça is currently Associate Professor in the Postgraduate Program in Social Anthropology, Museu Nacional/Universidade Federal do Rio de Janeiro, and a researcher for the National Science Research Council (CNPq). Since 1986 she has worked among the Wari' Indians of Southwestern Amazonia, Brazil. Fieldwork has been financed by the Ford Foundation, the Wenner-Gren Foundation for Anthropological Research (predoctoral grant and international collaborative grant), and Finep. She was Professor Invité at the Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales in Paris in 1999, Directeur d'Etudes Invité at the Ecole Pratique des Hautes Etudes in the same city in 2000, Visiting Professor of the Centre of Latin American Studies of the University of Cambridge in 2001, and Visiting Scholar in the Department of Social Anthropology at the same university in 2004. She is a visiting fellow at CRASSH during Lent term this year 2014.

 

http://cambridgesocialanthropology.blogspot.com/2014/02/cusas-seminar-with-dr-aparecida-vilaca.html

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Published by Malcolm Allison H malcolm.mallison@gmail.com - en O MAIS GRANDE DO MUNDO GENOCIDIO ETNICO
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  • : Ecología y sostenibilidad socioambiental, énfasis en conservación de ríos y ecosistemas, denuncia de impacto de megaproyectos. Todo esto es indesligable de la política y por ello esta también se observa. Ecology, social and environmental sustainability, emphasis on conservation of rivers and ecosystems, denounces impact of megaprojects. All this is inseparable from politics, for it, the politics is also evaluated.
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  • Malcolm Allison H malcolm.mallison@gmail.com
  • Biólogo desde hace más de treinta años, desde la época en que aún los biólogos no eran empleados de los abogados ambientalistas. Actualmente preocupado …alarmado en realidad, por el LESIVO TRATADO DE(DES)INTEGRACIÓN ENERGÉTICA CON BRASIL
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