MEGANEGOCIOS Y MEGAPROYECTOS

Tuesday 20 may 2014 2 20 /05 /May /2014 20:57

Seminário Nacional da Energia discute projeto energético popular

Las políticas neoliberales implementadas en los años 90s hicieron hincapié en el papel de la energía eléctrica como una mercancía. Después de más de dos décadas, lo que se ve es el aumento de los precios de la luz y la disminución de la calidad del servicio. La privatización provocó miles de despidos y precarizó el trabajo. 

 

Seminario Nacional de Energía analiza proyectos de energía populares

Entidades nacionales e internacionales se unen para construir los próximos pasos de la Plataforma de Trabajadores y Campesinos para la Energía (Plataforma Operária e Camponesa para a Energia)

 

05/19/2014 - Entre el 19 y 20 de mayo , la ciudad de Belo Horizonte (MG) acoge el Seminario Nacional sobre Política Energética de Brasil, a la que asistieron 14 miembros de las entidades nacionales de trabajadores y de la Plataforma Campesina para la Energía y representantes de los trabajadores de la energía de Argentina , Colombia , Venezuela y Costa Rica .

 

El propósito de la reunión es poner al día el actual debate sobre el modelo energético y perseguir una agenda común que trace acciones para los próximos años.

 

El último seminario en 2012 de la Plataforma Operária e Camponesa para a Energia - una organización creada en 2010 por los trabajadores del sector de la energía (petróleo, electricidad e ingeniería), afectados por las represas (atingidos por barragens) y la Vía Campesina - en Brasilia, dio lugar a una serie de propuestas encaminadas a materializar el diálogo entre la Plataforma y el Gobierno, para poner la energía, de hecho, el servicio del pueblo brasileño, especialmente al servicio de los pobres.

 

Las políticas neoliberales implementadas en los años 90s hicieron hincapié en el papel de la energía eléctrica como una mercancía. Después de más de dos décadas, lo que se ve es el aumento de los precios de la luz y la disminución de la calidad del servicio. La privatización provocó miles de despidos y precarizó el trabajo. 

Actualmente , la categoría de los electricistas, es la que muestra más muertes laborales en el Brasil.

 

De la suma de acciones conjuntas llevadas a cabo desde entonces, como la lucha por la renovación de las concesiones de represas estatales y las protestas en defensa del petróleo de Brasil, el seminario tiene por objeto aproximar los trabajadores del campo y de la ciudad con el fin de construir posiciones para contrarrestar el modelito energético.

 

 

 

Seminário Nacional da Energia discute projeto energético popular

 

Entidades nacionais e internacionais se reúnem para construir os próximos passos da Plataforma Operária e Camponesa para a Energia

 

19/05/2014 -Entre os dias 19 e 20 de maio, a cidade de Belo Horizonte (MG) sedia o Seminário Nacional de Política Energética, com a presença de 14 entidades nacionais integrantes da Plataforma Operária e Camponesa para a Energia, além de representantes de trabalhadores da energia da Argentina, Colômbia, Costa Risca e Venezuela.

 

A proposta do encontro é atualizar o debate sobre o atual modelo energético e buscar uma pauta comum que balize as ações para os próximos anos.

 

O último seminário realizado no ano de 2012 pela Plataforma - uma organização criada em 2010 por trabalhadores do setor da energia (petroleiros, eletricitários e engenheiros), atingidos por barragens e Via Campesina –, em Brasília, resultou em um conjunto de proposições que visavam à materialização do diálogo entre a Plataforma e o Governo, para colocar a energia de fato à serviço do povo brasileiro, em especial das populações mais pobres.

 

A política neoliberal implantada nos anos 90 acentuou o papel da energia elétrica enquanto mercadoria. Após mais de duas décadas, o que se constata é o aumento dos preços da luz e o declínio da qualidade. As privatizações causaram milhares de demissões e a precarização do trabalho. Atualmente, a categoria dos eletricitários é a que apresenta mais mortes no país. 

 

A partir do acúmulo de ações conjuntas realizadas desde então, como a luta pela renovação das concessões das hidrelétricas estatais e as mobilizações em defesa do petróleo brasileiro, o seminário busca aproximar os trabalhadores do campo e da cidade a fim de se construir posições para contrapor o modelo energético em vigor. 

 

Hoje, compuseram a mesa de abertura o professor da Universidade Federal do ABC (UFABC), Igor Fuser, e o representante da Federação de Trabalhadores da Energia da República Argentina (FeTERA), Gabriel Martinez, que discutiram a importância da energia na geopolítica mundial.

 

http://www.mabnacional.org.br/noticia/semin-rio-nacional-da-energia-discute-projeto-energ-tico-popular 

 

 

 

 

Energia e geopolítica

O professor Igor Fuser destacou a importância do campo energético na disputa geopolítica internacional e o papel dos EUA no cenário atual. “O petróleo, explorado desde o século XIX, já atingiu seu pico de exploração. E só não está escasso devido à crise, que em 2008 atingiu os EUA desacelerando a demanda pelo petróleo, e à susbstituição deste petróleo tradicional por outro, que nunca antes havia sido explorado, chamado Gás de Xisto. A extração é mais difícil, mais cara e mais poluidora”, afirma Fuser.

As transnacionais, como Exxon e Shell, perderam sua hegemonia mundial após a crise no final da década de 70. No cenário atual, essas empresas possuem grande parte da tecnologia de extração, o poder da distribuição, mas não possuem a matéria-prima. Por isso, o imperialismo vem se articulando e se movimentando para atacar de diversas formas países detentores de grandes reservas estratégicas de energia. As zonas de conflito mundiais, em sua maioria, possuem uma motivação relacionada à questão energética.

 

Nos últimos anos, os EUA aumentaram a produção do Gás de Xisto e propagam a idéia de que essa nova reserva energética pode colocar nos trilhos a economia em decadência dos EUA.

Essa energia é encontrada espalhada no meio das rochas e não em bolsões como o petróleo tradicional. É necessário que a utilização de um jato de água com pressão de 5.000 bar - um pneu utiliza 2 a 3 bar-, misturado com uma série de solventes químicos, que destrói essas rochas e torna possível sua obtenção, procedimento denominado “ fraturamento hidráulico”.

“É uma ideia de que com a maior exploração se diminuiria o preço do gás e, com isso, o custo de energia para a indústria, tornando-a mais competitiva no mercado”, afirma Igor.

 

A questão, segundo Igor, é que não são apenas os EUA que possuem esse petróleo de Xisto. Ele pode ser encontrado, com maiores ou menores dificuldades de extração, em diversos países. Essa possível vantagem dos EUA com o aumento da exploração não é real porque essas reservas são encontradas por todo o mundo e o mercado se equilibra na oferta e procura.

Por isso, o Xisto pode ser uma estratégia dos norte americanos para ganhar tempo até a sua apropriação de novas reservas, como pré-sal brasileiro, e com isso driblar a crise energética. “Eles importam 45% do petróleo que necessitam e não possuem condições de produzir muito mais que isso porque o petróleo é um recurso não renovável. De 2006 a 2013, a produção de barris de petróleo nos EUA saltou de 5 milhões para 7,5 milhões de barris. Em 2020 atingirá o pico de exploração da produção do gás de  Xisto e entrarão em  declínio”, ressalta Fuser.

 

http://www.mabnacional.org.br/noticia/semin-rio-nacional-da-energia-discute-projeto-energ-tico-popular

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Energia para o povo

O representante da FeTERA, Gabriel Martinez, observa como o atual modelo energético tem sido vantajoso apenas para as grandes empresas e como esse lucro não é revertido para melhorias nas condições sociais dos trabalhadores e do povo.

“O capitalismo segue dominante. Segue ganhando a cabeça e os corações de muitos trabalhadores que acham que nesse sistema se pode encontrar soluções para os problemas sociais do mundo”, afirma Gabriel.

 

Martinez aponta que um projeto energético deve, prioritariamente, proporcionar uma sociedade mais igualitária. Um modelo que tenha a “capacidade de gerar uma condição de vida mínima para todos os trabalhadores e não apenas para obtenções de lucro para determinadas classes”.

Outro pressuposto da luta popular colocado por Martinez, tanto na questão energética como na sociedade em geral, é a necessidade de se discutir sobre temas que afetam a todos. “Se não há participação popular para se discutir a quantidade de energia que vai para fora ou fica no país, se não há uma discussão sobre o quanto de alimento tem que ser exportado e quanto tem que abastecer o mercado interno, se não há essa discussão, a capacidade dos trabalhadores, no campo político, é muito limitada.”

 

O ponto mais convergente dos palestrantes é a importância de um maior poder de organização e articulação, que pode permitir que a classe trabalhadora tenha participação efetiva em ações de transformação da vida dos trabalhadores e das estruturas políticas.

A programação do Seminário segue até amanhã (19) à tarde, quando as entidades da Plataforma discutirão desafios para o próximo período.

 

      http://www.mabnacional.org.br/noticia/semin-rio-nacional-da-energia-discute-projeto-energ-tico-popular

 

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Tuesday 20 may 2014 2 20 /05 /May /2014 20:57

Australia's Big Four banks feel the wrath of the fossil fuel ...

350.org/.../australias-big-four-banks-feel-the-wrath-...
 
2/5/2014 - 
Foto: Is your money contributing to climate change? Chances are it is, without you even knowing it. Do you have a bank account? Are you a member of a super fund? If so, your money is probably being used to fund fossil fuel companies and projects that are driving climate change. You are invited to the Melbourne launch of a new report by The Australia Institute, in partnership with 350.org and Market Forces, which looks at the impacts of and steps involved in making your finances fossil free. Register today at: http://bit.ly/1ngpm6E

 Desinvertir en combustibles fòsiles para salvar al planeta‏

 

El 2 y 3 de mayo, cientos de clientes de Cuatro Grandes Bancos de Australia cerrarán sus cuentas en una declaración en contra de las inversiones de los bancos en los nuevos proyectos de carbón y gas. 

Estos clientes van a tomar parte en los primeros 'Días Nacionales de Acción de Desinversión' de Australia, organizado por "Campaigner at Market Forces" y 350.org Australia. 

Desde mayo del año pasado, cientos de clientes han "puesto su banco sobre aviso" y se comprometió a mover más de 100 millones de dólares australianos de los cuatro grandes bancos, a menos que se comprometan a descartar futuros préstamos para proyectos de carbón y gas.

Esta es la primera vez que se ha movilizado a los clientes de los bancos más grandes de Australia para una acción de desinversión de esta escala. Desde 2008, Westpac, ANZ, NAB y el Banco de la Commonwealth han prestado AUD $ 19,000millones a los nuevos proyectos de carbón y gas , incluyendo la polémica terminal de carbón Abbot Point  y la mina de carbón Maules Creek.

 

Julien Vincent , de Campaña en las Fuerzas del Mercado (Campaigner at Market Forces), comentó: "La rápida expansión del carbón y el gas en nuestro país a expensas de las comunidades, otras industrias y el medio ambiente es motivo de preocupación para un gran número de australianos."

 

"Al mover su dinero a los bancos que no financian proyectos de combustibles fósiles, las personas están haciendo la declaración, de que no es socialmente aceptable sacar provecho de la destrucción de nuestro planeta."

 

El objetivo clave de la "Jornadas Nacionales de Acción de Desinversión' es crear un estigma social en torno a las inversiones en combustibles fósiles de una manera similar a los boicots contra el régimen de apartheid de Sudáfrica y la industria tabacalera .

 

Esta es la última fase en el creciente movimiento de desinversión en combustibles fósiles , que ha ganado el apoyo de personas de alto perfil, como el arzobispo Desmond Tutu, el presidente del Banco Mundial Dr. Jim Yong Kim y el Jefe de la CMNUCC, Christiana Figueres.

 

Tim Ratcliffe, Coordinador de Desinversión Europea de 350.org dijo: "Los bancos de todo el mundo están alimentando la crisis climática con inversiones en combustibles fósiles que también se exponen a un riesgo financiero enorme . El movimiento de desinversión global está desafiando esta apuesta que se hace con nuestro dinero y nuestro futuro " .

 

"Para evitar una catástrofe climática, el 80 % de las reservas de combustibles fósiles conocidas tienen que permanecer bajo tierra. Los días en los que era aceptable invertir en combustibles fósiles se han terminado. Hay un movimiento de conciencia, de desinversión de combustibles fósiles, en construcción, que crece como una ola y los bancos necesitan empezar a escuchar ", añadió Ratcliffe .

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Foto: Amazing! Yesterday the Anglican Church in Aotearoa, New Zealand and Polynesia voted to divest! Coupled with the announcement earlier this week that Dunedin City Council will divest, it's been an incredibly inspiring week for moral leadership on climate change and fossil fuels in New Zealand. Join us in celebrating this great leadership - spread the word!

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Las compañías de combustibles fósiles son actualmente groseramente sobrevaluadas . La gran mayoría de sus reservas de carbono es poco probable que sean explotadas, se convertirán en activos bloqueados. Por ejemplo, un informe encargado por el Grupo de los Verdes / Alianza Libre Europea del Parlamento Europeo evaluó el riesgo que plantean los activos altos en carbono para 43 bancos europeos y fondos de pensiones. Llegó a la conclusión de que más de € 1 billón en instituciones financieras europeas se encuentra en riesgo ante la creciente burbuja de carbono.

 

De acuerdo con un estudio realizado por la Universidad de Oxford , el movimiento de desinversión de combustibles fósiles es el movimiento de desinversión de más rápido crecimiento en la historia. Ya se ha visto numerosas instituciones ceder ante su empuje y está haciendo un importante impacto en la comunidad financiera. El Fondo Soberano de Noruega, el fondo de inversión más grande del mundo, anunció recientemente una investigación sobre si debe desprenderse totalmente de los combustibles fósiles. Del mismo modo, esta misma semana, el mayor gestor de fondos del mundo, BlackRock,  se asoció con el Grupo FTSE de Londres para crear un nuevo conjunto de índices de exclusión de las compañías de combustibles fósiles.

 

El informe del mes pasado por el Panel Intergubernamental sobre el Cambio Climático ( IPCC) recomendó también que 30 mil millones de dólares se mueva fuera de los combustibles fósiles cada año, para mantener el calentamiento por debajo del umbral de los 2°C a lo que los gobiernos del mundo se han comprometido.

 

Blair Palese, CEO de 350.org Australia, dijo: "Las empresas son cada vez más sensibles a los riesgos financieros y de reputación asociados con la inversión en combustibles fósiles. Al final, ninguna empresa quiere que su logo aparezca en un arma de destrucción masiva".

 

 

Foto: Amazing news! Today Dunedin City Council voted to divest itself of fossil fuels, becoming the first city in New Zealand to go Fossil Free. Let's congratulate Dunedin City Council for joining 24 other cities around the world that have divested. They're showing us what leadership on climate change looks like - spread the good news!

 

 

 

Más retiro de inversiones de combustibles fósiles en EEUU // Movement to divest from fossil fuels

 

 

  • Australia's Big Four banks Feel the Wrath of the Fossil Fuel ...

    https://www.commondreams.org/newswire/2014/.../0... 
    2/5/2014 - Charlie Wood, Campaigns Director, 350.org Australia Ph: +61427 485 233 ... This is the latest phase in the rapidly growing fossil fuel divestment movement, ... Tutu: “We need an anti-apartheid style boycott to save the planet”.
  • 350.org - Wikipedia, the free encyclopedia

    en.wikipedia.org/wiki/350.org
     
    James Hansen opined that "if humanity wishes to preserve a planet similar to that on .... 350.org launched their Go Fossil Free: Divest from Fossil Fuels! campaign in ... Unitarian Church, Australia) have also committed to fossil fuel divestment.

350.org Australia | Facebook

https://www.facebook.com/350.orgAustralia

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* Malcolm Allison H  2014

 

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Tuesday 20 may 2014 2 20 /05 /May /2014 16:12

 

La planta de gas Castor, al fondo, uno de los días en los que se...

 

La planta de gas Castor, al fondo, uno de los días en los que se produjeron seísmos. 

 

 

Proyecto de depósito de gas Bergemeer

Uno de los depósitos subterráneos de gas que puede compararse con el proyecto Castor se encuentra en fase de construcción en Bergermeer, cerca de la ciudad holandesa de Alkmaar. Bergermeer funcionó entre 1971 y 2006 como un de los pozos de extracción de gas más importantes de Holanda y ahora, una vez agotados los recursos naturales de este hidrocarburo, la empresa TAQA Energy BV ha iniciado el proceso para poner en servicio entre 2014 y 2015 un almacén de gas a 2.500 metros de profundidad.

El proyecto de depósito de gas Bergemeer a diferencia de Castor, ha llevado a cabo tres estudios públicos independientes sobre el riesgo sísmico de esta actividad, uno de ellos realizado por el MIT. 

Además de informar abiertamente de los estudios y del riesgo, la empresa holandesa tiene escrita en su página de internet toda una declaración de principios sobre este problema: “En el caso improbable de se produzca algún terremoto a causa de la producción o almacenamiento de gas y algún daño material, la empresa TAQA Energy BV es legalmente responsable y compensará los daños en cuestión”.

 

 

 

Castor, un gigante que se tambalea

19/05/2014 

En unos días se cumplirán dos años de la finalización de las obras del proyecto Castor. Este gigante de 1.800 millones de euros, en cambio, está ahora mismo lejos de ser lo que estaba previsto que fuera, debido a los más de 500 microseísmos registrados en su entorno. Se las prometían muy felices los promotores de la iniciativa en aquel momento y hoy guardan silencio ante su incierto futuro. Se las prometían muy felices los responsables políticos del Baix Maestrat y hoy han invertido totalmente su discurso. Este macroprograma destinado para garantizar el suministro de gas de todo un país es, en estos momentos, como un gigante herido que se tambalea y cuya caída podría tener consecuencias eeconómicas muy perniciosas para las arcas estatales, si es que antes no se encuentra una solución.

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Las causas

Del gas para el futuro a un presente con más de 500 seísmos

El proyecto Castor estaba ideado para asegurar el suministro de gas de cara al futuro en buena parte de España y en caso de necesidad. En el escenario de una campaña electoral como la que se está viviendo, cada partido intenta echar sobre las espaldas de su rival la responsabilidad de planificar esta iniciativa. Pero nada de esto hubiera pasado si desde el mes de septiembre de 2013 no hubieran cambiado las cosas con la virulencia con que lo hicieron. Y es que la zona del Baix Maestrat comenzó a registrar microseísmos (algunos llegaron a superar el nivel 4 en la escala de Richter). En total fueron más de 500 movimientos y eso obligó a reconducirlo todo. Son estos terremotos los que han logrado desestabilizar a este gigante.

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Las consecuencias

Del apoyo inversor a una posible indemnización mutimillonaria

Este giro inesperado en el argumento del Castor obligó al Ministerio de Industria a comenzar un largo estudio de las consecuencias que nueve meses después aún no ha sido resuelto. Ya hay informes que relacionan el proyecto con los terremotos pero el Gobierno ha preferido recurrir a expertos externos para que certifiquen lo que casi todo el mundo cree que es un secreto a voces. Los alcaldes ya han comenzado a pedir el desmantelamiento de la planta pero según el contrato de concesión firmado en su día por el Estado, echar abajo el Castor supondría seguramente que el Gobierno tuviera que pagar una indemnización multimillonaria. De momento, la única consecuencia de todo lo anterior es que la planta está inactiva mientras se dirime su futuro.

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Las opiniones

De la euforia inicial a la petición de desmantelamiento

Hoy, todos piden el desmantelamiento. Ayer, todos ensalzaban el gran proyecto que se comenzaba a levantar en las costas de Vinaròs. Según puede observarse en algunas frases adjuntas a este texto, destacados líderes políticos de la época lanzaron elogios y previeron grandes beneficios para la zona. Algunos, como Carlos Fabra, sí que fue cauto al matizar que lo más importante era garantizar la seguridad, aunque desde las filas socialistas se llegó a afirmar que «cumplía con todas las condiciones medioambientales». Años después, la oposición ya es total sea cual sea el partido en liza. Los terremotos han hecho cambiar muchas opiniones iniciales y todas aquellas declaraciones han quedado en papel mojado. Informa Emili Fonollosa.

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Las oportunidades

De la posible creación de empleo al aumento del paro en Vinaròs

En los primeros momentos del proyectoCastor, la empresa Escal UGS supo ganarse la confianza de los ayuntamientos de la zona avanzando que tanto las obras como la posterior puesta en funcionamiento iban a generar empleo en el Baix Maestrat, también en sectores auxiliares (sector inmobiliario, hostelero...). Han pasado dos años y si se comparan las cifras de desempleo en la ciudad que acoge el proyecto, Vinaròs, la conclusión no puede ser más negativa: no sólo no ha bajado el paro sino que hay 215 vecinos más en las listas de la desocupación (3.001 en abril de 2012 por 3.216 en abril de 2014).

 

http://www.elmundo.es/comunidad-valenciana/2014/05/19/5379cbe5268e3e00518b456f.html

 

 
 

Human Induced Earthquakes 


http://home.iprimus.com.au/foo7/eqinduced.html

 

Los expertos confirman la relación entre los seísmos y el ...

sociedad.elpais.com/sociedad/2014/05/12/.../1399897547_384101.html
12/5/2014 - 

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Proyecto Castor: confirman que extracción de gas y petróleo hace temblar la Tierra

 

 

Written question - Seismic study on the Doñana gas storage ...

www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?pubRef=-//EP//...

 

 

Spain faces £1bn bill over gas plant linked to earthquakes ...

www.telegraph.co.uk › ... › Europe › Spain
8/10/2013

* Malcolm Allison H  2014

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Friday 16 may 2014 5 16 /05 /May /2014 23:04

 

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INSTALARÁN EQUIPO PARA COMPENSAR INTERMITENCIA

UTE advierte riesgos para gestionar la cantidad de energía eólica que se generará durante el al año próximo, donde la estimación es de 1.200 megavatios, entre proyectos públicos y privados.

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UTE ve riesgos para la gestión de energía eólica

vie may 16 2014

 

El gerente de la división Despacho Nacional de Cargas y planificación de la explotación de UTE, Andrés Tozzo indicó ayer durante la realización de las "V jornadas internacionales de energía eólica" que el año pasado, ante el aumento previsto de generación de esa energía, la empresa realizó un análisis de riesgo.

 

"Identificamos riesgos críticos y, en consecuencia, ajustamos los planes de trabajo que llevamos adelante", explicó el jerarca. Como puntos críticos se manejó el riesgo que conllevará tener la red eléctrica con la presencia de energía eólica, los ensayos para el ingreso de los parques eólicos a esa red o la negociación con actores privados para la concreción de los parques eólicos.

 

Se añadieron como elementos de riesgo, el manejo de las operaciones y la programación de ese nuevo sistema con eólica y otros asociados a la dotación de recursos humanos y de capacitación de personal, especialmente mano de obra para tareas relacionadas a las operaciones.

 

Ante el fuerte aumento de generación eólica y los riesgos asociados, UTE se apresta a implementar un Control Automático de Generación (AGC), con lo que se puede compensar la intermitencia en la generación "Estamos en ese proceso: para poder regular la potencia en el sistema con carga eólica es necesario instalar el AGC", expresó Tozzo.

 

"Es una metodología de análisis de riesgo que UTE está intentando aplicar en todas sus actividades. Se hicieron algunos proyectos pilotos y uno de ellos fue en la unidad de despacho de cargas y planificación de la explotación", informó Tozzo. Para ese análisis, realizado en conjunto con la consultora PwC, se eligió como tema el manejo del sistema eléctrico con la incorporación de tanta energía eólica.

 

APUESTA. La generación de eólica es una de las mayores apuestas del gobierno en materia energética.

 

 

Refiriéndose a ese tema, el director del Área de Energías Renovables de la Dirección Nacional de Energía, Wilson Sierra, afirmó el miércoles, durante la inauguración del evento que fue organizado por la Asociación de Uruguaya de Energía Eólica (Audee) que este año será de concreciones en el sector con la incorporación de proyectos eólicos que, además, tendrán un impacto en las tarifas de electricidad.

 

El jerarca resaltó la "inversión formidable", tanto en el sector público como en el privado que se efectúa en el país para la generación de esta energía y también el 40% de integración de componentes nacionales que tienen algunos de los parques ya construidos.

 

La estimación de la empresa pública es que para este semestre se generen 400 megavatios de eólica. En el segundo semestre de sumarán 566, para alcanzar en el cierre de 2014 una generación de 811 megavatios

 

La previsión para este año es que ya funcionen 14 parques eólicos para alcanzar esa generación.

 

Además, la empresa pública ya tiene otra proyección para la generación hasta fines de 2015. En el primer semestre se pretende llegar a 1.077 MW y a fin de ese año acercarse a los 1.200 megavatios.

 

Menor costo.

Con la incorporación de esa cantidad de eólica, UTE pretende bajar el costo de la generación energética y de abastecimiento de la demanda.

 

Para ello será necesario la puesta en funcionamiento de la planta regasificadora previsto para mediados del año próximo y la central de energía de ciclo combinado de Punta del Tigre que se prevé entre en funcionamiento en el segundo semestre de este año.

 

La intención de UTE es que ese descenso en el costo energético pueda trasladarse a las tarifas, lo que podría traducirse en julio en una rebaja de 5% como ya ha señalado El País.

 

Para 2016 la baja del costo de generación en UTE se estima en un 30% y su traslado a precio -al aplicarle costos de transmisión y distribución, entre otros- alcanzaría a una rebaja tarifaria de 15%.

 

http://www.elpais.com.uy/economia/noticias/ute-ve-riesgos-gestion-energia.html

 

 

 

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Un parque eólico con 25 molinos que generan energía eléctrica y que venden a UTE se instaló en la localidad de Peralta (Tacuarembó). 

Se trata de un parque eólico de 50 MW de potencia con 25 turbinas eólicas de 2 MW cada una. Dicho parque tiene la capacidad de alimentar de energía a una ciudad más grande que la de Tacuarembó. La localidad Peralta fue elegida porque existe una permanencia de viento con valores medios y sin grandes alteraciones que no perturban la velocidad del viento.

http://el-prototipo2.blogspot.com/2010/11/uruguayel-parque-eolico-con-sus-25.html

   

 

 

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Friday 16 may 2014 5 16 /05 /May /2014 16:23

Esta adquisición ayudaría a Abbott a ampliar en más del doble su cartera de medicamentos genéricos

 El cierre de la compra de CFR Pharmaceuticals hacia finales de 2014, convertirá a Abbott en una de las diez mayores farmacéuticas en Latinoamérica, expandiendo así la presencia de la compañía en mercados de rápido crecimiento.

Abbott prevé que el mercado farmacéutico latinoamericano alcance los US$ 73.000 millones este año y podría llegar a US$ 124.000 millones en 2018. CFR Pharmaceuticals era una de las compañía de genéricos líderes en Latinoamérica 

 El acuerdo de compra de CFR Pharmaceuticals, una de las mayores firmas del rubro en América Latina, sería inesperado para el mercado, ya que la firma chilena hasta hace algunos meses se encontraba en un agresivo plan de expansión.

El acuerdo con Abbott ocurre poco después del fallido intento de CFR por adquirir a la fabricante sudafricana de fármacos Adcock Ingram, que no logró convencer con su oferta y enfrentó un extendido conflicto con accionistas que rechazaban la operación.

 

OpenSecrets.org - Center for Responsive Politics

 


Abbott adquiere la chilena CFR Pharmaceuticals por US$ 2.432 millones

El laboratorio estadounidense Abbott ha llegado a un acuerdo definitivo para hacerse con la farmacéutica chilena CFR Pharmaceuticals por un total de 2.900 millones de dólares (2.116 millones de euros), incluyendo 430 millones de dólares (316 millones de euros) en deudas de la compañía latinoamericana, informó la multinacional.

 

   En concreto, Abbott llevará a cabo la compra del holding que controla de forma indirecta alrededor del 73% del accionariado de CFR Pharmaceuticals, tras lo que pretende lanzar una oferta de adquisición en efectivo sobre el resto de acciones de la compañía.

 

   La farmacéutica estadounidense calcula que la adquisición de CFR eleve en 900 millones de dólares (657 millones de euros) sus ventas en 2015, el primer año completo tras la integración de la chilena, y confía en registrar un crecimiento de doble dígito de sus ventas en los siguientes años.

 

   El cierre de la compra de CFR Pharmaceuticals, previsto para finales de 2014, convertirá a Abbott en una de las diez mayores farmacéuticas en Latinoamérica, expandiendo así la presencia de la compañía en mercados de rápido crecimiento.

 

   De hecho, la compañía estadounidense prevé que el mercado farmacéutico latinoamericano alcance los 73.000 millones de dólares (53.284 millones de euros) este año y podría llegar a 124.000 millones de dólares (90.510 millones de euros) en 2018.

 

   "CFR es una de las compañía de genéricos líderes en Latinoamérica", destacó Miles D. White, presidente y consejero delegado de Abbott. "Esta adquisición ampliará y mejorará significativamente la presencia de Abbott en Latianoamérica", añadió.

 

http://www.notimerica.com/economia/noticia-chile-abbott-adquiere-chilena-cfr-pharmaceuticals-2432-millones-20140516143726.html

La compañía chilena  CFR Pharmaceuticals vende alrededor de mil productos en toda América Latina, incluidos medicamentos genéricos. Cuenta con 7 mil empleados y posee instalaciones de investigación, desarrollo y manufactura en Argentina, Chile, Colombia y Perú. Abbott comercializa dispositivos sanitarios y genéricos de marca en 150 países y cuenta con 69 mil empleados.

 

 

 

Competencia del Viagra sería una de las adquisiciones estrella de Abbott

CFR Pharmaceuticals, de origen chileno, distribuye productos en 15 mercados latinoamericanos.
Además, su portafolio de medicamentos se encuentra en áreas de interés de Abbott como enfermedades de la mujer, sistema nervioso central, enfermedades cardiovasculares y respiratorias.
CFR también aporta a Abbott la fuerza laboral de 7.000 trabajadores y fábricas en Chile, Colombia (Lafrancol, entre otras), Perú y Argentina. Entre las marcas propias de Lafrancol están Eroxim (competencia del Viagra), Sevedol, Soy Plus (alimento funcional), Soñax, Finigas y otras de su propia unidad de investigación y desarrollo.
ALTO CRECIMIENTO
Se prevé que el mercado farmacéutico latinoamericano alcance 73.000 millones de dólares en ventas este año, y 124.000 millones en 2018, según las proyecciones de IMS (Firma de estudios farmacéuticos).
Abbott Laboratories Colombia registra ventas anuales por 445.000 millones de pesos y Lafrancol de 463.000 millones de pesos.
CFR Pharmaceuticals también es dueña de Laboratorios Synthesis (Colombia) que vende unos 103.000 millones de pesos anuales.
CFR Pharmaceuticals compró a Lafrancol en 2012, por 562 millones de dólares, incluida la deuda.
La compañía fue creada en 1911, en Barranquilla, por el francés Bernard Pauly, consejero en comercio exterior de su país.
Lafrancol tiene el 30% del mercado colombiano en anticonceptivos (fue la primera en importarlos) y exporta a Centro, Suramérica y El Caribe.

Exclusive: Abbott suspends giving gifts to doctors in India

mobile.reuters.com/.../idUSBRE89F1N820121016?ir... -  
16/10/2012 

CONTROVERSIA

LOS REGALITOS DE ABBOTT A LOS DOCTORES DE LA INDIA

Abbott Laboratories suspendió Programa de Marketing en la India en octubre de 2012 ya que había avivado la controversia con los críticos que afirmaban que la empresa compraba favores de prescripción de los médicos prodigandoles regalos valiosos.
En un correo electrónico obtenido por Reuters, Abbott Healthcare, una filial de su homólogo norteamericano, dijo que a partir de la fecha sólo distribuiría literatura aprobada entre los médicos prescriptores.
Más allá de los aparentemente inocuos "recordatorios de marca" ("brand reminders") se refiere a regalos tales como tostadoras y otros aparatos. A pesar de que es ilegal que los médicos reciban regalos de las compañías farmacéuticas, Reuters señala que la regla se aplica inconsistentemente, a la limón y ha dado lugar a acusaciones de conflictos de intereses que se hacen en contra de los médicos y la industria farmacéutica. 

Under Fire, Abbott Suspends Marketing Program in India

17 October 2012 - Officials with Abbott Laboratories have announced the suspension of a controversial policy that has stoked controversy with critics who claim the company is buying favors from prescribing physicians by lavishing them with valuable gifts, reports Reuters.
In an email obtained by the news organization, Abbott Healthcare, a subsidiary of its North American counterpart, said it would henceforth only distribute approved literature to prescribing physicians.
"No brand reminders or therapy reminders in your possession should be given to any current and potential customer and no further brand reminders or therapy reminders should be ordered," Managing Director Sudarshan Jain wrote in the email.
Despite the innocuous-sounding term, "brand reminders" refers to non-low value gifts such as toasters and other appliances. Though it is illegal for doctors to receive gifts from pharmaceutical companies, Reuters notes the rule is inconsistently enforced and has led to charges of conflicts of interest being leveled against both physicians and the pharmaceutical industry. Therapy reminders refer to low-value objects, such as pens or branded pads of paper.

Por cinabrio - Publicado en: MEGANEGOCIOS Y MEGAPROYECTOS
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