Saturday 28 january 2012 6 28 /01 /Ene /2012 22:45

Banco do Brasil confirma mudança em 13 diretorias

Banco de Brasil cesa algunos de sus directores más importantes y cambia un total de trece. El grupo encabezado por el vicepresidente Ricardo Oliveira gana fuerza y elimina focos de resistencia.

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Banco do Brasil confirma remoción de 13 directores

El Banco de Brasil confirmó la noche del viernes 27 de enero el cambio de 13 directores de la institución. En un comunicado, la institución dijo que “los cambios son naturales y responden a la jubilación de cuatro directores y a las necesidades de distribución de más directores en Sao Paulo, que era deficiente.” La institución rechaza la posibilidad de problemas en la gestión o influencia políticas tras los cambios. “Además de llenar los puestos vacantes, BB promovió la rotación de directores, en busca de la formación multidisciplinaria de sus ejecutivos.”

Entre los directores que fueron sustituidos están los de las áreas de micro y pequeña empresa, de reestructuración de activos, del área comercial, de gestión de personas, de agronegocios, de marketing y comunicación, de gestión de riesgos, de finanzas, de crédito, de mercados de capitales, de banca privada, de contraloría y distribución en Sao Paulo.

A la vuelta del año, el 27 de diciembre de 2011, el entonces vicepresidente de negocios mayoristas e internacionales y banca privada del banco BB, Allan Simões Toledo, fue despedido por el Consejo de Administración a petición del presidente del banco, Aldemir Bendine.

Toledo habría sido despedido por haber adoptado posiciones abiertamente contrarias a Bendine y a la mayoría de directores. También habría explicitado preocupación por las evaluaciones de riesgos del directorio en algunas operaciones de gran envergadura. Por lo tanto, habría sido aislado por el presidente del banco y un número de consejeros. Y estos, descontentos, se habrían quejado ante el Ministro de Hacienda, Guido Mantega, y el secretario ejecutivo del Ministerio de Hacienda, Nelson Barbosa, del comportamiento de Allan Simões Toledo.

Oficialmente, el Banco de Brasil informó que la salida de Toledo fue un “acto de gestión de la junta directiva” del banco. Tanto la salida de Toledo como el intercambio del viernes fueron aprobados por el Secretario Ejecutivo Nelson Barbosa, el hombre de confianza del ministro Mantega y el presidente de la Junta del Banco de Brasil.

01/28/2012

http://talesvale.blogspot.com/

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Banco do Brasil confirma mudança em 13 diretorias

O Banco do Brasil confirmou na noite desta sexta-feira (27) mudança de 13 diretores na instituição. Em comunicado, a instituição diz que “as mudanças são naturais e decorrem da aposentadoria de quatro diretores e da necessidade de preenchimento da diretoria de distribuição São Paulo, que estava vaga”. A instituição rechaça a hipótese de problemas na gestão ou influência política na troca. “Além do preenchimento dos cargos vagos, o BB promoveu o rodízio de diretores, buscando a formação multidisciplinar de seus executivos”.
Entre os diretores que foram trocados, estão os das áreas de micro e pequenas empresas, de reestruturação de ativos, comercial, gestão de pessoas, agronegócios, marketing e comunicação, gestão de riscos, finanças, crédito, mercado de capitais, private banking, controladoria e distribuição São Paulo.
Na virada do ano, em 27 de dezembro de 2011, o então vice-presidente de atacado, negócios internacionais e private bank do BB, Allan Simões Toledo, foi demitido pelo Conselho de Administração do banco após solicitação feita pelo presidente da casa, Aldemir Bendine.
Toledo teria sido demitido porque adotara posições frontalmente contrárias às de Bendine e da maioria dos diretores. Além disso, teria explicitado preocupação com as avaliações de risco da diretoria em algumas grandes operações. Por isso, teria sido isolado pelo presidente do banco e por um conjunto de diretores. E estes, descontentes, teriam se queixado ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, e ao secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, do comportamento de Toledo.
Oficialmente, o Banco do Brasil informou que a saída de Toledo foi um “ato de gestão do conselho de administração” do banco. Tanto a saída de Toledo como a troca desta sexta-feira foram aprovadas pelo secretário-executivo Nelson Barbosa, homem de confiança do ministro Mantega e presidente do Conselho de Administração do BB.

28/1/2012

http://talesvale.blogspot.com/

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Guerra interna produz strike no comando do BBFoto: Agência Brasil
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Guerra interna produz strike no comando do BB

BANCO DO BRASIL, COMANDADO POR ALDEMIR BENDINE (FOTO), APOSENTA ALGUNS DE SEUS EXECUTIVOS MAIS IMPORTANTES E TROCA 13 DIRETORES; COM A MUDANÇA, GRUPO LIDERADO PELO VICE-PRESIDENTE RICARDO OLIVEIRA GANHA FORÇA E ELIMINA FOCOS DE RESISTÊNCIA

28 de Janeiro de 2012 às 07:37

247 – O Banco do Brasil promoveu um strike inédito em sua diretoria. Foi uma mudança agressiva que derrubou vários diretores. Caíram, nessa mexida, algumas das mais importantes lideranças da instituição, como o diretor de marketing, Armando Medeiros, o diretor da controladoria, Renato Donatello Ribeiro, e o diretor de gestão de riscos, Paulo Roberto Evangelista de Lima. Medeiros, que era querido em Brasília, administrava um orçamento de R$ 240 milhões. Donatello, entre outras atribuições, validava o balanço do banco. Evangelista avaliava todos os negócios da instituição.

Este movimento ousado, que não foi discutido com a presidente Dilma Rousseff, é reflexo da intensa guerra interna que havia na instituição. De um lado, a trinca formada pelo presidente Aldemir Bendine e dois vice-presidentes: Paulo Rogério Caffarelli e Ricardo Oliveira. De outro, o grupo que tentava resistir. Ricardo Oliveira, próximo ao ministro Gilberto Carvalho, tem sido o grande artífice das mudanças na maior instituição financeira do País. Ele, por exemplo, esteve envolvido no afastamento do vice-presidente Alan Toledo, há um mês, noticiado em primeira mão pelo Brasil 247 (leia mais aqui).

Todos os presidentes que foram afastados no movimento desta sexta-feira, de um modo ou de outro, demonstravam insatisfação com os atuais rumos do BB. Ao promover o strike, a direção do banco tentou garantir o domínio sobre uma das máquinas mais poderosas da economia brasileira. Leia, abaixo, o noticiário fornecido pela Agência Estado, que reproduz nota oficial do BB, falando em rodízio, e não revela os bastidores das mudanças, que prometem novos desdobramentos nos próximos dias:

BRASÍLIA – O Banco do Brasil (BB) decidiu fazer uma troca de cadeiras em treze diretoriais da instituição. O banco aproveitou que precisava preencher uma das diretorias que estava vaga e quatro outras por motivos de aposentadoria para fazer um rodízio entre os outros diretores.

O banco diz que a troca dos diretores faz parte de “uma formação multidisciplinar” que busca preparar os executivos para assumir cargos de vice-presidentes.

Houve alteração nas diretorias de micro e pequenas empresas (assumindo Adilson do Nascimento Anísio), reestruturação de ativos (Adriano Meira Ricci), comercial (Antonio Maurício Maurano), gestão de pessoas (Carlos Alberto de Araújo Netto), agronegócios (Clênio Sevério Teribele), marketing e comunicação (Hayton Jurema da Rocha), gestão de riscos (Ives Cezar Fulber), finanças (José Maurício Pereira Coelho), crédito (Márcio Hamilton Ferreira), mercado de capitais (Osvaldo Cervi), controladoria (Sandro Kohler Marcondes) e distribuição São Paulo (Walter Malieni Junior), além da unidade private banking (Rogério Fernando Lot).

http://www.brasil247.com/pt/247/economia/38585/Guerra-interna-produz-strike-no-comando-do-BB.htm

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A reestruturação no Banco do Brasil atinge os cargos do segundo escalão e fortalece a corrente ligada ao Partido dos Trabalhadores.
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BB troca chefes de 13 diretorias
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A reestruturação no Banco do Brasil atinge os cargos do segundo escalão e fortalece a corrente ligada ao Partido dos Trabalhadores. A direção da empresa afirma que as mudanças são normais entre os servidores de carreira da instituição.
Terremoto no BB
Em meio a rumores de um resultado aquém do esperado em 2011, Banco do Brasil muda 13 diretorias e fortalece a presença do PT
Denise Rothenburg
Victor Martins
Vânia Cristino
Rosana Hessel
A sexta-feira terminou em clima de terrorismo no Banco do Brasil após uma dança das cadeiras sem precedentes no segundo escalão. Treze diretorias mudaram de mãos, sendo quatro por motivo de aposentadoria. Uma delas estava vaga desde dezembro, a de Distribuição de São Paulo, cujo titular, Dan Conrado, foi elevado à condição de vice-presidente de Varejo e Distribuição no mês passado. Nas alterações, o até então presidente da Cassi (plano de saúde do banco), Hayton Jurema da Rocha, se tornou o novo diretor de Marketing e Comunicação. Com as alterações, o presidente do BB, Aldemir Bendine, fortalece o Partido dos Trabalhadores (PT) na casa.
As trocas ocorreram ainda sob fortes suspeitas no mercado financeiro de que o BB teve um resultado aquém do esperado no quarto trimestre de 2011. No acumulado até setembro, o maior banco da América Latina lucrou R$ 9,2 bilhões, num crescimento de 18,9%. O balanço do ano será divulgado em 14 de fevereiro. Até lá, os executivos não podem se pronunciar sobre os dados.
Em nota, a instituição classificou as mudanças como naturais e defendeu que é saudável o rodízio de diretores, todos funcionários de carreira, como estabelecem os estatutos. O banco disse que busca a formação multidisciplinar de seus executivos, por isso mudou alguns de cadeira. O BB alegou ainda que alterações dessa natureza são constantes no mercado financeiro. Um dos seus concorrentes no setor privado, o Bradesco, por exemplo, realizou mexidas de peso em sua diretoria pelo menos três vezes em 18 meses. Da última vez, o Bradesco trocou, de uma tacada só, 17 nomes. Num banco público, como é o caso do BB, é a primeira vez em que há uma reviravolta em tantos cargos expressivos.
“O quadro de funcionários envelheceu”, disse um técnico da instituição para justificar parte da mudança, justamente a provocada pela aposentadoria dos servidores. Pelos menos quatro teriam sido forçados a sair por discordar da política de Bendine e para evitar rebaixamentos. Oito diretores foram substituídos por colegas de carreira. “Tudo o que está acontecendo mostra que o Dida (como Bendine é chamado) está forte”, avaliou um outro funcionário. O Ministério da Fazenda, ao qual o BB está vinculado, não se pronunciou sobre as alterações.
Em dezembro, com a saída do vice-presidente de Atacado e Negócios Internacionais, Allan Simões, demitido por solicitação da diretoria executiva do banco, começaram as mudanças. A diretoria do BB tem mandato de três anos, sendo permitida a reeleição. Na avaliação do sócio da Metrika Consultoria e Pesquisa Euchério Lerner Rodrigues, essa oxigenação inédita na diretoria do BB deverá ser bem recebida pelo mercado. “Ela seria mais bem-vista se, em vez de uma troca de cargos, eles fossem congelados. O BB tem diretor sobrando, se compararmos com qualquer banco do mundo”, comentou.
Golpe envolve Banco Central
O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, virou alvo de golpistas. Fraudadores estavam usando o nome do presidente da instituição para pedir contatos e informações de empresários. Segundo a autoridade monetária, foi identificada uma linha telefônica envolvida na tentativa da fraude. A expectativa é de que existam outros números de telefones envolvidos no golpe. “Trata-se de tentativa de fraude. Esta autarquia informa que as ligações feitas por sua presidência são originadas, única e exclusivamente, dos telefones oficiais da instituição e recomenda que eventuais solicitações da espécie tenham seus números confirmados no Banco Central”, divulgou a instituição. O BC informou ainda que comunicará o fato à Polícia Federal, para apuração.
CORREIO BRAZILIENSE – 28/01/2012
A reestruturação no Banco do Brasil atinge os cargos do segundo escalão e fortalece a corrente ligada ao Partido dos Trabalhadores.BB troca chefes de 13 diretorias A reestruturação no Banco do Brasil atinge os cargos do segundo escalão e fortalece a corrente ligada ao Partido dos Trabalhadores. A direção da empresa afirma que as mudanças são normais entre os servidores de carreira da instituição.

 

Terremoto no BB

Em meio a rumores de um resultado aquém do esperado em 2011, Banco do Brasil muda 13 diretorias e fortalece a presença do PT

Denise RothenburgVictor MartinsVânia CristinoRosana Hessel

A sexta-feira terminou em clima de terrorismo no Banco do Brasil após uma dança das cadeiras sem precedentes no segundo escalão. Treze diretorias mudaram de mãos, sendo quatro por motivo de aposentadoria. Uma delas estava vaga desde dezembro, a de Distribuição de São Paulo, cujo titular, Dan Conrado, foi elevado à condição de vice-presidente de Varejo e Distribuição no mês passado. Nas alterações, o até então presidente da Cassi (plano de saúde do banco), Hayton Jurema da Rocha, se tornou o novo diretor de Marketing e Comunicação. Com as alterações, o presidente do BB, Aldemir Bendine, fortalece o Partido dos Trabalhadores (PT) na casa.

As trocas ocorreram ainda sob fortes suspeitas no mercado financeiro de que o BB teve um resultado aquém do esperado no quarto trimestre de 2011. No acumulado até setembro, o maior banco da América Latina lucrou R$ 9,2 bilhões, num crescimento de 18,9%. O balanço do ano será divulgado em 14 de fevereiro. Até lá, os executivos não podem se pronunciar sobre os dados.

Em nota, a instituição classificou as mudanças como naturais e defendeu que é saudável o rodízio de diretores, todos funcionários de carreira, como estabelecem os estatutos. O banco disse que busca a formação multidisciplinar de seus executivos, por isso mudou alguns de cadeira. O BB alegou ainda que alterações dessa natureza são constantes no mercado financeiro. Um dos seus concorrentes no setor privado, o Bradesco, por exemplo, realizou mexidas de peso em sua diretoria pelo menos três vezes em 18 meses. Da última vez, o Bradesco trocou, de uma tacada só, 17 nomes. Num banco público, como é o caso do BB, é a primeira vez em que há uma reviravolta em tantos cargos expressivos.

“O quadro de funcionários envelheceu”, disse um técnico da instituição para justificar parte da mudança, justamente a provocada pela aposentadoria dos servidores. Pelos menos quatro teriam sido forçados a sair por discordar da política de Bendine e para evitar rebaixamentos. Oito diretores foram substituídos por colegas de carreira. “Tudo o que está acontecendo mostra que o Dida (como Bendine é chamado) está forte”, avaliou um outro funcionário. O Ministério da Fazenda, ao qual o BB está vinculado, não se pronunciou sobre as alterações.

Em dezembro, com a saída do vice-presidente de Atacado e Negócios Internacionais, Allan Simões, demitido por solicitação da diretoria executiva do banco, começaram as mudanças. A diretoria do BB tem mandato de três anos, sendo permitida a reeleição. Na avaliação do sócio da Metrika Consultoria e Pesquisa Euchério Lerner Rodrigues, essa oxigenação inédita na diretoria do BB deverá ser bem recebida pelo mercado. “Ela seria mais bem-vista se, em vez de uma troca de cargos, eles fossem congelados. O BB tem diretor sobrando, se compararmos com qualquer banco do mundo”, comentou.

Golpe envolve Banco CentralO presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, virou alvo de golpistas. Fraudadores estavam usando o nome do presidente da instituição para pedir contatos e informações de empresários. Segundo a autoridade monetária, foi identificada uma linha telefônica envolvida na tentativa da fraude. A expectativa é de que existam outros números de telefones envolvidos no golpe. “Trata-se de tentativa de fraude. Esta autarquia informa que as ligações feitas por sua presidência são originadas, única e exclusivamente, dos telefones oficiais da instituição e recomenda que eventuais solicitações da espécie tenham seus números confirmados no Banco Central”, divulgou a instituição. O BC informou ainda que comunicará o fato à Polícia Federal, para apuração.

CORREIO BRAZILIENSE – 28/01/2012

Banco do Brasil muda 13 diretorias e fortalece a presença do PT 

www.correiobraziliense.com.br/…brasil…/banco- - Traducir esta página

11 horas atrás – Banco do Brasil muda 13 diretorias e fortalece a presença do PT Pelo menos quatro diretores foram forçados a sair por discordar das 

Banco do Brasil promove mudanças em posições da Diretoria 

www.correiobraziliense.com.br/…/banco-do-bras - Traducir esta página

22 horas atrás – O Banco do Brasil promoveu nesta sexta-feira (27/01) alterações em 08:00 - Banco do Brasil muda 13diretorias e fortalece a presença do 

 

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Por cinabrio - Publicado en: GOBIERNO GLOBAL CORPORATIVO
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