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22 marzo 2012 4 22 /03 /marzo /2012 19:29

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Nueva bandera del Brasil desertificado

Desertificação no Brasil
Mau uso da terra agrava fenômeno no país
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Ronaldo Decicino*
Especial para Página 3 Pedagogia & Comunicação
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O Brasil é um dos países no mundo que sofrem com a desertificação dentro de seu território. O fenômeno é causado pelo desmatamento desenfreado e pelas práticas erradas de uso do solo para atividades econômicas que extrapolam a capacidade de suporte e de sustentabilidade de uma área.
No país, os efeitos da desertificação podem ser mais visíveis nas ASDs (Áreas Suscetíveis à Desertificação) localizadas no Nordeste e em uma pequena área do Sudeste. Atualmente mais de 1.480 municípios dos nove Estados que compõem o Nordeste já são atingidos por este fenômeno segundo o Ministério do Meio Ambiente. E não é somente nesta região que o fenômeno ocorre, já que algumas cidades do norte de Minas e do Espírito Santo também são atingidas.
Dentre essas áreas há outras em que a situação é mais grave. São os chamados núcleos de desertificação, onde o processo está bem mais avançado, como Seridó (RN), Irauçuba (CE), Gilbués (PI) e Cabrobó (PE). Em alguns Estados do Nordeste, o modelo de produção baseado em intenso desmatamento, provocou mudanças climáticas que evoluíram para um tipo de desertificação somente visto no continente africano. O problema avança também para os entornos das regiões semi-áridas e subúmidas secas.
Problema aumenta
A área total de desertificação brasileira aumentou de cerca de 900 mil km2 (2003) para mais de 1,30 milhão de km2 em 2007, o que equivale a 15,7% do território nacional. Segundo informações do Programa de Combate à Desertificação do Ministério do Meio Ambiente, se essa situação continuar, as regiões semi-áridas do Brasil podem se transformar em áridas ou semi-desertos, num prazo de 60 anos. Assim como as subúmidas secas se transformarão em semi-áridas e serão as áreas que mais sofrerão os impactos do aquecimento global no Brasil.
No Brasil temos a também a presença de grandes espaços aparentemente sem sinal de vida ou água, mas que não se enquadram na categoria de deserto, embora sejam denominados como áreas de atenção especial. São os chamados areais ou regiões de arenização, que aparecem no Rio Grande do Sul e na região Centro-Oeste, área conhecida geologicamente como formação Botucatu – um solo pobre, com muita areia em sua composição. Embora um fenômeno já bastante antigo nessa área, foi agravado pelo uso inadequado do solo.
Atualmente, vêm sendo desenvolvidos estudos e ações que estão ajudando a mudar a realidade das regiões atingidas pelo problema. Mas sociedade e dirigentes ainda não se perguntaram o quanto e o que é efetivamente necessário para garantir o suprimento de alimentos, tendo em vista evitar os crescentes desastres causados ao meio ambiente e a necessidade de garantir uma população longe da miséria e da fome.

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DESERTIFICAÇÃO AMEAÇA 2.300 ESPÉCIES ANIMAIS NO BRASIL

A desertificação ameaça de 10% a 20% das terras áridas em todo o mundo. No Brasil, é especialmente preocupante entre os 32 milhões de habitantes do Nordeste. Mas a falta de sistemas eficientes de bancos de dados e de um monitoramento de longo prazo impedem distinguir se hoje as causas são a intervenção humana direta ou, indiretamente, por causa das mudanças climáticas. Além do homem, 2.300 espécies estão ameaçadas nas terras secas pela desertificação.

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Poluição, alteração dos cursos dágua com barragens, drenagens e irrigação para agricultura estão comprometendo nossos rios.

Em 1993, a ONU definiu o dia 22 de março como o Dia Mundial da Água. A data ficou destinada à discussão sobre os diversos temas relacionados a este importante bem natural. Cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E, como sabemos, grande parte de suas fontes  (rios, lagos e represas) está sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. O Dia Mundial da Água tem como objetivo principal criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema. Leia no Sul21 um artigo de Alice Marcondessobre as trocas que a selva amazônica realiza com a água da região e as alterações que têm sido verificadas na região.

Baixe e leia o artigo RIOS COMO ARTÉRIAS DE VIDA, MAS ATÉ QUANDO?, de Paulo Brack, do INGÁ e da Coordenação da APEDEMA/RS : utf-8”rios como arterias de vida mas até quando

Recomendamos também a leitura de um artigo de Antônio Soler, disponibilizado em 2007 sobre o tema, e resgatado hoje pelo CEA, ONG filiada à APEDEMA, juntamente com essa foto extremamente ilustrativa da poluição hídrica, no caso, entre os banhados dos municípios em Pelotas e Rio Grande/RS. A imagem é de Laureano Bittencourt (http://www.fotolaureano.com.br/laureano-bittencourt/), fotógrafo atento as questões ambientais, que há anos colabora com CEA.

http://apedemars.wordpress.com/


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Estados avançam na elaboração dos planos de combate à desertificação

Gleiceani Nogueira – Asacom

15/06/2011

Nesta sexta-feira (17), comemora-se o Dia Mundial de Combate à Desertificação. Segundo a Convenção das Nações Unidas desertificação é “a degradação da terra nas regiões áridas, semiáridas e subúmidas secas, resultante de vários fatores, entre eles as variações climáticas e as atividades humanas”.

No Brasil, as áreas suscetíveis à desertificação, com índice de aridez entre 0,05 e 0,65, são as regiões de clima semiárido ou subúmido seco, encontrados no Nordeste e norte de Minas Gerais. São quatro os núcleos de desertificação intensa, que abrangem uma área de 18.743,5 km²: Gilbués (PI), Irauçuba (CE), Seridó (RN) e Cabrobó (PE).

Para combater essa problemática, o Brasil elaborou conjuntamente com os nove estados do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo, o Plano Nacional de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAN-Brasil). Em nível estadual também foram criados planos específicos com o objetivo de trabalhar a temática da desertificação na realidade de cada estado. Além disso, alguns estados, como Pernambuco, criaram leis que respaldam as ações relacionadas à prevenção e ao combate dessa problemática.

Para falar sobre o andamento dos Programas Estaduais de Combate à Desertificação, que vão ser executados através dos planos de ações, a jornalista da Assessoria de Comunicação da ASA (Asacom), Gleiceani Nogueira, conversou com a pesquisadora da Fundação Joaquim Nabuco e doutoranda na área de recursos hídricos pela Universidade Federal de Pernambuco, Edneida Rabêlo Cavalcanti. Ela vem acompanhando essa discussão nos estados e participou ativamente da elaboração dos programas em Pernambuco e na Bahia. Confira a entrevista!

Asacom – Que questões você destaca no processo de elaboração dos Programas Estaduais de Combate à Desertificação?

Edneida – Eu acho que é o processo nos quais esses programas estaduais foram construídos é um dado muito importante a se colocar. Eu digo o processo porque nos estados se buscou trabalhar na perspectiva da participação direta da sociedade civil e das diversas institucionalidades, tanto do governo federal como do governo estadual. Houve efetivamente um investimento, inclusive financeiro, porque colocar em prática propostas e intenções faz com que tenha, muitas vezes, que haver também uma priorização da alocação de recursos. Então houve uma priorização e um esforço para que as discussões relacionadas aos programas fossem descentralizadas e de caráter mais participativo. Os documentos refletem o envolvimento de diversos atores sociais.

Asacom – Cada plano de ação é composto por um conjunto de propostas pensadas a partir da realidade de cada estado. Fazendo uma leitura geral, quais são as propostas comuns?

Edneida – A gente consegue identificar alguns eixos que mesmo sendo apresentados com nomenclaturas diferentes em cada plano, guardam uma relação muito próxima. Por exemplo: a importância da extensão e educação para o Semiárido brasileiro, a conservação e o uso sustentável dos recursos da Caatinga, a perspectiva da agricultura com base sustentável, a necessidade de ter programas ligados à pesquisa e ao monitoramento. Alguns programas também criaram áreas temáticas específicas para relacionar com a questão dos recursos hídricos.

Asacom – Quais as principais dificuldades que os estados enfrentam para implementar os programas?

Edneida – Um desafio, que ao mesmo tempo, se bem trabalhado, pode sinalizar para uma boa implementação dos programas é estabelecer um processo de participação como aconteceu na elaboração das propostas. Então, além de garantir uma governança e uma maior possibilidade de execução efetiva das ações, isso também pode significar a identificação de interfaces dos Programas de Combate à Desertificação com outras políticas e projetos existentes. E isso é importante porque a desertificação é fruto de um processo multifacetado, complexo, e é assim que ela precisa ser tratada. O outro desafio é a definição de recursos. Como o processo é multifacetado e vários órgãos têm ações que agregam iniciativas em prol da desertificação, um caminho é os estados perceberem isso e orquestrarem recursos para que haja uma convergência. Além disso, é necessário também ter a definição clara de recursos dentro dos órgãos que vão gerir esses programas. Mas, eu acredito que existe hoje um contexto favorável em termos de recursos e de certos fundos para a temática da desertificação.

Asacom – Apesar de serem recentes, esses programas já possuem algum resultado concreto?

Edneida – O simples fato de ter elaborado os programas e de alguns estados terem dado um passo além, instituindo leis, pra mim isso já é um ganho. Outro destaque é o fato da temática ter entrado de maneira mais permanente na agenda das políticas públicas. Não é de forma alguma suficiente e não significa que a gente partiu para um estado de acomodação. Muito pelo contrário, eles [os programas] são instrumentos importantes, mas estamos defasados do ponto de vista do tempo. Mesmo assim, a elaboração das propostas e a forma como elas foram construídas é um ganho político.

Asacom – A aprovação do novo Código Florestal pode comprometer os resultados das ações previstas nos planos?

Edneida – Eu acho que são questões que dialogam. Eu não acompanhei com olhos mais atentos toda a discussão, mas o tema do Dia Mundial de Combate à Desertificação deste ano está diretamente relacionado à importância das florestas para que haja disponibilidade de trabalho nas terras secas porque existe uma relação direta entre a questão do desmatamento e a exposição dessas áreas a processos de degradação. Então, na verdade, as florestas acabam sendo o primeiro passo pra que a derrubada da vegetação nativa, no nosso caso, a Caatinga, seja usada para a instalação de atividades produtivas. No caso específico do Semiárido o uso dessa vegetação é para gerar energia. Você tem várias cadeiras produtivas importantes, todas dependentes do uso da lenha.

http://sosriosdobrasil.blogspot.com/2011/06/dia-mundial-de-combate-desertificacao.html

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Preocupação oficial com áreas ameaçadas de desertificação se restringe ao semiárido do Nordeste
Especialistas, porém, enxergam problemas similares na Amazônia, em Goiás e no Sul
Vinicius Sassine
Publicação: 10/08/2010
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O sistema de alerta de desertificação, anunciado ontem pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), vai ignorar áreas desertificadas fora do Nordeste brasileiro. Os alertas de períodos secos que se avizinham e de formação de bancos de areia por causa da exploração intensa do solo devem começar a ser emitidos no início de 2011, exclusivamente para a região do semiárido. É essa região onde, conceitual e oficialmente, estão as áreas desertificadas no Brasil. Mas, nas regiões Centro-Oeste e Sul, centros de pesquisa independentes do governo já confirmaram ocorrências de desertificação. Em Goiás, os bancos de areia somam 7,5 mil hectares. No Rio Grande do Sul, chegam a 6,5 mil hectares.
Somente os areais nos dois estados, formados em terrenos de solo frágil e altamente explorados pela soja, em Goiás, e pelo eucalipto, no Rio Grande do Sul, equivalem a área de 875 estádios de futebol de porte médio. Nos dois estados, pesquisadores, governos e produtores rurais buscam uma solução para essas terras, que se tornaram improdutivas depois de décadas de monocultura.
A suscetibilidade dos pampas gaúchos e do cerrado à desertificação não aparece no mapa oficial das áreas vulneráveis no Brasil, concluído em 2007 pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). Fazem parte desse mapa os nove estados do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo. Ao todo, 30 milhões de brasileiros vivem nesses locais e podem enfrentar escassez de água, períodos de seca severa e dificuldades econômicas em decorrência dos processos de desertificação.

Preocupação oficial com áreas ameaçadas de desertificação se restringe ao semiárido do NordesteEspecialistas, porém, enxergam problemas similares na Amazônia, em Goiás e no Sul
Vinicius SassinePublicação: 10/08/2010 07:00 Atualização:O sistema de alerta de desertificação, anunciado ontem pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), vai ignorar áreas desertificadas fora do Nordeste brasileiro. Os alertas de períodos secos que se avizinham e de formação de bancos de areia por causa da exploração intensa do solo devem começar a ser emitidos no início de 2011, exclusivamente para a região do semiárido. É essa região onde, conceitual e oficialmente, estão as áreas desertificadas no Brasil. Mas, nas regiões Centro-Oeste e Sul, centros de pesquisa independentes do governo já confirmaram ocorrências de desertificação. Em Goiás, os bancos de areia somam 7,5 mil hectares. No Rio Grande do Sul, chegam a 6,5 mil hectares.
Somente os areais nos dois estados, formados em terrenos de solo frágil e altamente explorados pela soja, em Goiás, e pelo eucalipto, no Rio Grande do Sul, equivalem a área de 875 estádios de futebol de porte médio. Nos dois estados, pesquisadores, governos e produtores rurais buscam uma solução para essas terras, que se tornaram improdutivas depois de décadas de monocultura.
A suscetibilidade dos pampas gaúchos e do cerrado à desertificação não aparece no mapa oficial das áreas vulneráveis no Brasil, concluído em 2007 pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). Fazem parte desse mapa os nove estados do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo. Ao todo, 30 milhões de brasileiros vivem nesses locais e podem enfrentar escassez de água, períodos de seca severa e dificuldades econômicas em decorrência dos processos de desertificação.

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2010/08/10/interna_brasil,206881/index.shtml

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  1. BrasilDesertificación afecta a más de 50% del territorio del 

    www.rel-uita.org/agricultura/ambiente/desertificacion_brasil.htm

    La desertificacióncontinúa siendo uno de los problemas más graves enfrentados por el medio rural de la región nordeste brasileña. La cuestión fue debatida 

  2. Brasil acuerda el primer Plan Nacional de Lucha contra la 

    www.iica.int/Esp/prensa/IICAConexion/…/2010/…/secundaria12.aspx

    Brasilacuerda el primer Plan Nacional de Lucha contra la Desertificación. El IICA apoya encuentro donde se aprobó el plan. Representantes de 12 ministerios 

  3. Brasil discute sobre desertificación

    www.iica.int/Esp/prensa/IICAConexion/…/2010/…/secundaria05.aspx

    Brasildiscute sobre desertificación. Realizan encuentro nacional. Brasilcelebró este 3 de febrero el I Encuentro Nacional para Enfrentar la Desertificación(I 

  4. Choike - Desertificación

    www.choike.org/nuevo/informes/215.html

    El Instituto es el punto focal de RIOD en Brasil. Contiene información sobredesertificaciónen Brasil, América Latina y el Caribe, y el mundo. Sitio en portugués.

  5. Ganado “pé duro” ¿Un instrumento contra la desertificación en el 

    www.agriculturesnetwork.org/…desertificacion/ganado-pe-duro-un-…

    El nordeste brasileñocuenta con grandes áreas en riesgo de desertificacióny zonas en las que el fenómeno ya es un hecho grave. El sobrepastoreo agudiza y 

  6. [PDF]

    Pobreza, desertificación y degradación de los recursos naturalees

    www.eclac.org/publicaciones/xml/8/24268/lcg2277e_Cap_I.pdf

    Formato de archivo: PDF/Adobe Acrobat - Vista rápida
    de C Morales - Citado por 3Artículos relacionados
    desertificación. En Brasil, en la región del nordeste, donde vive una parte significativa de su población, también el territorio padece de problemas similares.

  7. DESERTIFICACION: DESERTIFICACIONBrasil implementará 

    desertificacionchile.blogspot.com/…/desertificacion-brasil-implement…

    7 Dic 2010 – Brasilimplementará un Sistema de Alerta Precoz de Sequías yDesertificación(SAP) a partir de 2011, con el objetivo de generar políticas 

  8. Presentación de los resultados del Proyecto de Desertificación para 

    www.cepal.org/cgi-bin/getProd.asp?xml=/ddpe/…/3/…

    Presentación de los resultados del Proyecto de Desertificaciónpara BrasilDescripción. Seminario de expertos Nacionales sobre la desertificaciónen Brasil.

  9. Brasil, Portugal y Mozambique vigilarán desertificación con 

    spanish.china.org.cn › Internacional › Países hispanohablantes

    19 Nov 2009 – Los gobiernos de Brasil, Portugal y Mozambique pretenden desarrollar un sistema conjunto de medición del avance de la desertificaciónen 

  10. Pobreza, desertificación y degradación de los recursos naturales – Resultado de la Búsqueda de libros de Google

    books.google.com.pe/books?isbn=9213227906César Morales, Soledad Parada, United Nations. Economic Commission for Latin America and the Caribbean– 2005 – Nature – 267 páginas
    Cuadro I.1 ARGENTINA, BRASILY CHILE: UNIDADES PRODUCTIVAS, SUPERFICIE Y POBLACIÓN EN ÁREAS AFECTADAS POR LA DESERTIFICACIÓN

receta casera para destruir la Amazonía  - malcolmallison - La Mula

malcolmallison.lamula.pe/tag/receta-casera-para-destruir-la-amazonia

30 Ene 2012 – O lançamento foi na sede da Ordem dos Advogados do Brasil …… NO A LA DESERTIFICACIÓN AMAZÓNICAaberrante ley de desvío

Ley Corina: último zarpazo contra la Amazonía - malcolmallison

malcolmallison.lamula.pe/…/2?…http%3A%2F%2Fmalcolmallison.la
14 Oct 2011 – NO A LA DESERTIFICACIÓN AMAZÓNICAaberrante ley de desvíode aguas de ríos  Del mismo modo, presidentes regionales de la zona amazónica y las propias ….. malcolmallison – La Mula …..En EEUU y Europa las convocatorias se cuentan por cientos y, en Latinoamérica, Brasil será la que vea 
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Hidroeléctricas en la amazonía NO son energía limpia / CSA_UPCH 

malcolmallison.lamula.pe/2011/10/…amazonia…/malcolmallison

17 Oct 2011 – Los ríos amazónicos son ecosistemas, no son canales de agua. . . ¿Humala o Fujimori? …desde el 1500 × 1073 – 1198 k – jpg malcolmallison.lamula.pe NO A LA DESERTIFICACIÓN AMAZÓNICAaberrante ley de desvío … hace 2 días  Hace más de un año Ollanta Humala fue a Brasil y se reunió …

Ley Corina: último zarpazo contra la Amazonía - malcolmallison

malcolmallison.lamula.pe/…/2?…http%3A%2F%2Fmalcolmallison.la
14 Oct 2011 – NO A LA DESERTIFICACIÓN AMAZÓNICAaberrante ley de desvíode aguas de ríos  Del mismo modo, presidentes regionales de la zona amazónica y las propias ….. malcolmallison – La Mula …..En EEUU y Europa las convocatorias se cuentan por cientos y, en Latinoamérica, Brasil será la que vea 
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  • : Ecología y sostenibilidad socioambiental, énfasis en conservación de ríos y ecosistemas, denuncia de impacto de megaproyectos. Todo esto es indesligable de la política y por ello esta también se observa. Ecology, social and environmental sustainability, emphasis on conservation of rivers and ecosystems, denounces impact of megaprojects. All this is inseparable from politics, for it, the politics is also evaluated.
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  • Malcolm Allison H malcolm.mallison@gmail.com
  • Biólogo desde hace más de treinta años, desde la época en que aún los biólogos no eran empleados de los abogados ambientalistas. Actualmente preocupado …alarmado en realidad, por el LESIVO TRATADO DE(DES)INTEGRACIÓN ENERGÉTICA CON BRASIL
  • Biólogo desde hace más de treinta años, desde la época en que aún los biólogos no eran empleados de los abogados ambientalistas. Actualmente preocupado …alarmado en realidad, por el LESIVO TRATADO DE(DES)INTEGRACIÓN ENERGÉTICA CON BRASIL

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