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15 septiembre 2011 4 15 /09 /septiembre /2011 23:16

Menos papel e mais alimentos: não à expansão da VERACEL no Brasil.

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El caso de la empresa VERACEL Celulose sirve –como tantos otros- para desnudar las falsedades del discurso empresarial sobre “sustentabilidad”. VERACEL es una empresa moderna, propiedad en partes iguales de la sueco-finlandesa Stora Enso y de la noruego-brasileña.
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En su página web, VERACEL asegura “Respetar el medio ambiente, generar empleo y renta, promover la mejoría de la calidad de vida de la población y generar retornos para los accionistas, siguiendo principios de sustentabilidad, son algunos de los compromisos del emprendimiento”. Su compromiso en “Respetar el medio ambiente, generar empleo y renta, promover la mejoría de la calidad de vida de la población” se demuestra a todas luces falso: la empresa ha sido hallada culpable de destruir áreas de Mata Atlântica con cadenas, tractores e incendios a gran escala. En materia de generación de empleos, está más que demostrado que las plantaciones de eucaliptos constituyen la peor opción posible, lo que en los casos de las papeleras Aracruz y Veracel ha sido documentado.

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Menos papel y más alimentos: no a la expansión de VERACEL en Brasil

En muchos países del hemisferio Sur, el pueblo sufre mientras las grandes empresas de celulosa se llenan los bolsillos de dinero. Estos pueblos con toda seguridad no precisan más papel y por eso se oponen rotundamente a la expansión papelera y de su materia prima: los monocultivos de eucalipto.

VERACEL propiedad de Fibria y Stora Enso, ya cuenta con una inmensa fábrica de celulosa en la región Sur del Estado de Bahia en Brasil que alimenta con plantaciones provenientes de las 100.000 hectáreas de eucalipto. Familias indígenas Pataxó y familias de agricultores sin tierras reivindican su acceso a la tierra, mientras los monocultivos de VERACEL ocupan más y más áreas llanas cultivables que amenazan la soberanía y seguridad alimentaria de la región en medio de diversas irregularidades administrativas y procesos judiciales en contra de la multinacional.

Ahora pretende ampliar la capacidad de su fábrica de celulosa y pasar a producir 2.500.000 de toneladas de celulosa/año. Para aumentar a esta capacidad necesitará al menos duplicar el área plantada de monocultivos. Además, hacen uso de agrotóxicos como glifosato y sulfuramida, peligrosos en forma comprobada para la salud humana y medio ambiente en general. Todo esto amenaza la supervivencia de las comunidades locales y de la biodiversidad en la región del Extremo Sur de Bahia, afectando además a la disponibilidad de agua de la que los monocultivos de eucalipto requieren gran cantidad en detrimento de otros usos.

La organización CEPEDES en Brasil ayuda desde hace muchos años a articular la resistencia al avance de las plantaciones de eucalipto y la fábrica de celulosa de la empresa Veracel Celulose.

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Si quieres adherir como organización, envía un mensaje con nombre, país y organización a cepedes@cepedes.org.br con copia a ivonetecepedes@gmail.com

Para adherir de modo individual, completa los datos que desees en el formulario que se encuentra aquí (al pie).

Esta acción estará online hasta el 22 de setiembre inclusive.

¿Qué más puedes hacer tú?

Reduce desde hoy el consumo de productos de celulosa y papel al estrictamente necesario.

Más info:

Montañas de papel, montañas de injusticia, vídeo del Movimiento Mundial por los Bosques sobre el consumo de papel.

Fuente: Salva la Selva

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 El Perezoso de Collar (Bradypus torquatus), especie endémica de la Mata Atlántica, esta en gran peligro de extinción.

p17abril_2007.jpg
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El objetivo del Reserva Zoobotânica del Perezoso es recuperar Perezosos confiscados a los cazadores y traficantes de animales. Con los ejemplares obtenidos, es posible observar y estudiar los aspectos de la bio-ecología, anatomía y fisiología de Bradypus torquatus para ayudar en su preservación para la posterior reintroducción en el Bosque Atlántico.
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El Perezoso Común está invadiendo la zona del Perezoso de Collar debido a la falta de alimento en su área debido a estas plantaciones de eucaliptos que a su vez también están invadiendo la zona del Perezoso de Collar.

Menos papel e mais alimentos: não à expansão da VERACEL no Brasil

setembro 14, 2011

Tradução: ADITAL

Plantaçõesde VERACEL ao fundo

Em muitos países do hemisfério Sul, o povosofre enquanto as grandes empresas de celulose enchem os bolsos de dinheiro.Esses povos, com certeza, não precisam de mais papel e, por isso, se opõemrotundamente à expansão papeleira e de sua matéria prima: os monocultivos deeucalipto.

Veracel, propriedade de Fibria e Stora Enso,já conta com uma imensa fábrica de celulose na região sul do Estado da Bahia,no Brasil, que alimenta com plantações provenientes das 100.000 hectares deeucalipto. Famílias indígenas Pataxó e famílias de agricultores sem terrareivindicam seu acesso à terra, enquanto os monocultivos da Veracel ocupam maise mais áreas cultiváveis, que ameaçam a soberania e segurança alimentar daregião em meio a diversas irregularidades administrativas e processos judiciaiscontra a multinacional.

Agora, pretende ampliar a capacidade de suafábrica de celulose e passar a produzir 2.500.000 de toneladas de celulose/ano.Para aumentar essa capacidade, necessitará pelo menos duplicar a área plantadade monocultivos. Além disso, fazem uso de agrotóxicos como glifosato esulfuramida, perigosos de maneira comprovada para a saúde humana e para o meioambiente em geral. Tudo isso ameaça a sobrevivência das comunidades locais e dabiodiversidade na região do extremo sul da Bahia, afetando a disponibilidade deágua , uma vez que os monocultivos de eucalipto requerem grande quantidade, emdetrimento de outros usos.

A organização Cepedes, no Brasil, há muitosanos, ajuda a articular a resistência ao avanço das plantações de eucalipto e afábrica de celulose da empresa Veracel Celulose.

Se queres aderir como organização, envia umamensagem com nome, país, organização para cepedes@cepedes.org.br com cópia para ivonetecepedes@gmail.com

Para aderir individualmente, preenche os dadosque desejes no formulário.

Essa ação estará online até o dia 22 desetembro de 2011.

Que mais podes fazer?

Reduz, a partir de hoje, o consumo de produtosde celulose e de papel ao estritamente necessário.

Mais informação:

- Montañas de papel, montañas de injusticia, vídeo doMovimento Mundial pelos Bosques sobre o consumo de papel.

- Campanha contra os Monocultivos de Árvores

minutonoticias.com.br/menos-papel-e-mais-alimentos-nao-a-expansao-da-veracel-no-brasil Similares
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Brasil: as plantações da Veracel, a usurpação certificada

Publicado em março 3, 2009

 

Em 1991, a Veracel Celulose, sob o nome Veracruz Florestal, chegou no Extremo Sul da Bahia.

Originalmente, a região, de clima úmido, era coberta por vários tipos de Mata Atlântica, atualmente devastada e substituída por cultivos, pastagens e silvicultura (monocultura de eucalipto).

Um “modelo de desenvolvimento” baseado em desmatamentos, violência, expulsão de população camponesa foi imposto para a região, facilitou o processo de implantação da monocultura de eucalipto e de fábricas de celulose no Extremo Sul do estado.

Em meados de 1991, a Veracruz Florestal, adquiriu 47.140 hectares de terra da empresa Vale do Rio Doce. A partir de novembro de 1992, organizações da sociedade civil receberam denúncias de que a Veracruz Florestal estaria com centenas de caminhões, retirando madeira nativa para plantar eucalipto.

Em 17 de junho de 2008, após 15 anos de tramitação, a Justiça Federal de Eunápolis finalmente julgou a empresa Veracel Celulose culpada pela devastação ambiental cometida nos seus primeiros anos de funcionamento até 1993, multando a empresa em R$ 20 milhões, além de anular as licenças ambientais concedidas para o plantio de eucalipto. A decisão significa que a Veracel terá que arrancar os eucaliptos plantados de acordo com as licenças e replantar essas áreas com espécies da Mata Atlântica.

Em 1997, a então Stora, empresa sueca, se tornou um dos principais donos da Veracel. Depois, em 2000, a Aracruz Celulose tornar-se, junto com a Stora Enso, uma joint venture, cada uma com 50% das ações. Ao expandir suas plantações de eucalipto, a empresa Veracel e também a Aracruz têm se aproximado dos Parques Nacionais na região, tradicionalmente ocupadas pelo Povo Indígena Pataxó.

Dentro da terra identificada pela FUNAI como território Pataxó, há 1.645 hectares de eucalipto da Veracel Celulose. A Frente de Resistência Pataxó afirma que a presença da Veracel Celulose em terras que pertencem ao povo Pataxó (120 mil hectares) alcança cerca de 30 mil hectares.

Os Índios Pataxó denunciam que a Veracel se apropriou de terras griladas por fazendeiros; derrubou mata nativa, envenenou e envenena fontes de água com os agrotóxicos aplicados, matando animais e peixes.

“Chamamos isso, de deserto verde porque essa plantação de eucalipto traz muita poluição para nós, traz muito problema para nós e para nossas crianças. Esse deserto verde não traz saúde para nós, não traz educação para nós, não traz alimento para nós, nem mesmo os passarinhos tem liberdade de viver nessa plantação. Só traz riqueza para o pessoal lá fora, mas para nós não traz nada. E me sinto revoltado que estou aqui debaixo de um deserto verde dentro do território indígena” (Entrevista: cacique Jurandir, aldeia Jitaí, 09/04/2008).

Ao longo dos anos, os Pataxó têm lutado pela demarcação das suas terras e realizado protestos contra o plantio de eucalipto.

Um grande problema para que o poder público fiscalize as ações de uma empresa como a Veracel é sua total falta de estrutura e pessoal tanto a nível federal como estadual.

Recentemente, a própria Diretora do Centro de Recursos Ambientais (CRA) da Bahia (IMA – Instituto do Meio Ambiente) afirmou num Seminário em Porto Seguro em novembro de 2007, que o órgão possui apenas 20 técnicos para avaliar todos os projetos da Bahia, um estado que contém 418 municípios. Para o Extremo Sul da Bahia, há apenas um fiscal do órgão disponível, numa área onde as empresas ocupam nada menos do que 400 mil hectares.

Diante dessas afirmações, diversas entidades do Extremo Sul da Bahia pediram uma moratória do plantio de eucalipto na região até que fosse concluído um zoneamento econômico-ecológico e que o Estado tivesse condições técnicas e humanas para licenciar e fiscalizar as empresas, também para garantir áreas para outros fins como a agricultura familiar:

Porém, mesmo sem poder cumprir com suas funções, o CRA continua a licenciar mais terras para serem convertidas em plantações de árvores. Diante disso, conclui-se que a política ambiental da Bahia favorece os interesses econômicos da Veracel e de outras empresas, em detrimento do bem comum.

A Veracel ocupa hoje com eucaliptos 15,1% da área total e 40% de terras agricultáveis do município de Eunápolis.

Quanto ao emprego, é amplamente sabido que a monocultura de eucalipto e a produção de celulose contribuem pouco para a geração de empregos. Trata-se de um setor altamente mecanizado que com poucos trabalhadores monitorando e conduzindo o processo de produção, consegue alcançar alta produtividade.

A construção da fábrica gerou um número relativamente alto de empregos -em torno de 9.000 empregos- mas com a fábrica de celulose em pleno funcionamento, a empresa empregava na fábrica e nas suas plantações 741 pessoas, em geral bem qualificadas, ou, em termos de quantidade de terras que a Veracel ocupa com eucalipto, 1 emprego direto em 103 hectares de eucalipto.

O fato da empresa não criar milhares e milhares de empregos criou uma revolta muito grande na população regional.

Apesar disso tudo, a empresa Veracel conta com o selo “verde” do FSC, o que tão-somente confirma que o FSC acaba sendo uma ferramenta importante para a propaganda e a expansão prevista das grandes empresas de celulose, passando a idéia que se trata de uma empresa ecologicamente correta e socialmente justa, sendo um estímulo a mais também para as vendas.

Segundo moradores de comunidades rurais e membros de movimentos do campo, a empresa apenas tem promovido a concentração das terras, a monocultura e a expulsão do homem do campo. Restam duas alternativas: deixar o campo ou resistir.

Extraído e adaptado de: “Violações socioambientais promovidas pela Veracel Celulose, propriedade da Stora Enso e Aracruz Celulose: Uma história de ilegalidades, descaso e ganância”. CEPEDES – Centro de Estudos e Pesquisas para o Desenvolvimento do Extremo Sul da Bahia, Eunápolis – Bahia, 2008, http://www.wrm.org.uy/paises/Brasil/CEPEDES_2008.pdf

[EcoDebate, 02/03/2009]

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Papelera Montes del Plata « malcolmallison

2 Jul 2011 Posts Tagged ‘Papelera Montes del Plata’ …. Mosquito modificado ayuda en el
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Cultivos forestales a gran escala,
Cuando los ambientalistas se interesaron en el tema de los cultivos forestales a gran escala, ésto se originó fundamentalmente en las denuncias de los pobladores afectados por los mismos. En los casos en los que se han llevado a cabo investigaciones, éstas han tendido a confirmar la existencia de impactos adversos, lo cual es crecientemente aceptado tanto por los gobiernos como por las empresas.• La Revolución Verde, de la cual el tipo de desarrollo forestal que analizamos forma parte, ha sido analizada y denunciada por muchos ambientalistas, tanto desde una perspectiva ecológica como desde una social. La crítica hacia los cultivos forestales simplemente se enmarca en la crítica más general hacia la Revolución Verde que está, por supuesto, dirigida hacia los cultivos no forestales. Se puede afirmar entonces que, a lo largo del tiempo, los ambientalistas han dedicado por lo menos la misma atención a los problemas generados por los monocultivos no forestales como lo han hecho hacia los monocultivos de árboles.

• Los grandes monocultivos industriales pueden generar, por la propia extensión que ocupan, impactos de gran magnitud, tanto en lo ambiental como en lo social. Dado el impulso que están recibiendo estos cultivos a escala planetaria, la diseminación de información sobre sus impactos potenciales debería ser una importante prioridad.

El río Jequitinhonha separa la zona del Perezoso de Collar, es decir, desde Canavieiras hasta Salvador y Perezoso Común desde Belmonte hasta Teixeira de Freitas, Bahia. La superficie total donde puede vivir el Perezoso de Collar es Bahía, Espírito Santo y Río de Janeiro, sólo unas pocas áreas, porque la deforestación de toda esa zona es desastrosa por causa de las plantaciones de eucalipto y el pastoreo intensivo de ganado.

EUCALYPTUS TAKES MANED SLOTH TO EXTINCTION from alicia pakareu on Vimeo.

http://www.wrm.org.uy/boletin/109/Brasil.html

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Veracel e a Monocultura de Eucalipto

10 jul. 2008 Veracel Condenada a Pagar R$ 20 Milhões por Desmatamento. Uma lógica
mecânica argumenta o processo: “mais plantações, mais fábricas de celulose,
mais papel, livros, ….. homens mulheres e jovens, trabalhadores rurais e urbanos
, índios, …. Comunidade Indígena Pataxó Hã Hã Hã – Pau Brasil.

 

www.vozdetrancoso.com/veracel.htm En cachéSimilares

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  • : Ecología y sostenibilidad socioambiental, énfasis en conservación de ríos y ecosistemas, denuncia de impacto de megaproyectos. Todo esto es indesligable de la política y por ello esta también se observa. Ecology, social and environmental sustainability, emphasis on conservation of rivers and ecosystems, denounces impact of megaprojects. All this is inseparable from politics, for it, the politics is also evaluated.
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  • Malcolm Allison H malcolm.mallison@gmail.com
  • Biólogo desde hace más de treinta años, desde la época en que aún los biólogos no eran empleados de los abogados ambientalistas. Actualmente preocupado …alarmado en realidad, por el LESIVO TRATADO DE(DES)INTEGRACIÓN ENERGÉTICA CON BRASIL
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