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10 junio 2011 5 10 /06 /junio /2011 00:58

O presidente eleito do Peru disse que sua conversa, hoje, com a presidenta Dilma Rousseff, serviu para ele conhecer melhor os programas de inclusão social brasileiro e cuidar do fortalecimento da integração entre os dois países.

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9-6-2011 – Ainda em clima de vitória, Ollanta Humala posa ao lado de Dilma Rousseff em Brasília

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El presidente electo de Perú, dijo hoy que su conversación con la presidenta Dilma Rousseff le sirvió para entender mejor los programas brasileños de inclusión social y para cuidar el fortalecimiento de la integración entre los dos países. Humala también habló sobre la importancia de fortalecer la lucha contra el narcotráfico, pero con respeto a la soberanía de los países. “Estamos muy contentos de nuestro encuentro. Brasil es un socio estratégico importante para el Perú “, afirmó Humala antes de viajar a Sao Paulo, donde tiene una reunión con el ex presidente Lula.

 

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O presidente eleito do Peru disse que sua conversa, hoje, com a presidenta Dilma Rousseff, serviu para ele conhecer melhor os programas de inclusão social brasileiro e cuidar do fortalecimento da integração entre os dois países. Humala  falou ainda sobre a importância de fortalecer o combate ao narcotráfico, mas com respeito à soberania dos países. “Estamos satisfeitos com essa nossa reunião. O Brasil é um sócio estratégico e importante para o Peru”, afirmou Humala,  viajou para São Paulo onde tem um encontro com o ex-presidente Lula.

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BRASÍLIA – O presidente eleito do Peru, Ollanta Humala , se reuniu nesta quinta-feira com a presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Ao chegar para o encontro – com quase meia hora de atraso -, ele sorriu e fez o sinal do “v” da vitória para os fotógrafos e cinegrafistas.

 

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BRASILIA – El presidente electo de Perú, Ollanta Humala, se reunió el jueves con la presidenta Rousseff, en el Palacio del Planalto. Al llegar a la reunión – con casi media hora de retraso – sonrió e hizo la señal en “V” de la victoria para los fotógrafos y camarógrafos.
Brasil es el primer país en recibir la visita de Humala, tras su victoria el domingo pasado. Humala ganó a Keiko Fujimori, la candidata conservadora, hija del ex presidente Alberto Fujimori (1990-2000), en una de las más estrechas elecciones en la historia del Perú.

El 28 de julio, Humala tomará el timón en lugar del presidente Alan García para el período 2011-2016. El presidente electo ganó las dos vueltas de las elecciones, pero en la segunda pasó por momentos de temor cuando las encuestas de opinión indican que Keiko iba al frente.

Considerado fiel a los principios nacionalista y de origen indígena, como el 80% de la población peruana, Humala causó temor en la comunidad financiera y empresarial en el Perú. Los empresarios temen que se vaya a cambiar la política económica del país que promueve un crecimiento del 3% al año.

En las tres veces anteriores se postuló para presidente, Humala dijo que admiraba a los presidentes de Venezuela, Hugo Chávez y Evo Morales de Bolivia. Pero terminó eligiendo a Brasil como el primer país que visitaría como presidente electo. De acuerdo con sus asesores, Humala debe ir a Uruguay y Argentina. Luego, en una segunda etapa visitará Bolivia, Colombia, Venezuela y México.

Presidente eleito do Peru chega
ao Brasil e reúne-se com Dilma

Ollanta Humala iniciou viagem por 5 países sul-americanos após sua vitória nas urnas

O presidente eleito do Peru não conversou com a imprensa na chegada ao Palácio, mas deve conceder algumas declarações após sua reunião com Dilma.

Humala terá em Brasília reuniões com diplomatas brasileiros e depois viajará para São Paulo para reunir-se com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sobre quem disse que considera o modelo a ser seguido na América Latina.

O governante declarou após a eleição que suas duas prioridades em política externa são a Comunidade Andina (CAN), grupo que o Peru integra junto à Bolívia, Equador e Colômbia, e a União de Nações Sul-americanas (Unasul), aliança que reúne a todo o continente sul.

Além da reunião com Dilma, Humala tem programado encontro para esta sexta-feira (10) com o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, e reuniões com os chefes de Estado do Uruguai, José Mujica (segunda-feira, dia 13); Argentina, Cristina Fernández (terça-feira, dia 14), e Chile, Sebastián Piñera (quarta-feira, dia 15).

Fernando Bizerra Jr./09.06.2011/EFE

O Brasil é o primeiro país a ser visitado por Humala, depois de confirmada sua vitória no último domingo. Humala venceu a conservadora Keiko Fujimori, filha do ex-presidente Alberto Fujimori (1990-2000), em uma das eleições mais apertadas da história peruana.

Em 28 de julho, Humala assume o cargo no lugar do presidente Alan García para o período de 2011 a 2016. O presidente eleito venceu os dois turnos das eleições, mas no segundo passou por momentos de apreensão, quando pesquisas de opinião indicaram que Keiko estava na frente.

Considerado fiel aos princípios nacionalistas e de origem indígena, como 80% da população peruana, Humala gerou medo no mercado financeiro e no empresariado do Peru. Os empresários temem que ele mude a política econômica do país que conseguiu promover um crescimento de 3% ano.

Nas três vezes anteriores que concorreu à Presidência da República, Humala indicou admirar os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, e da Bolívia, Evo Morales. Mas ele acabou o escolhendo o Brasil para ser o primeiro país a visitar como presidente eleito. De acordo com assessores, Humala deve ir ainda ao Uruguai e à Argentina. Depois, em uma segunda etapa, ele visitará a Bolívia, Colômbia, Venezuela e o México.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/06/09/presidente-eleito-do-peru-se-reune-com-dilma-no-palacio-do-planalto-924647838.asp#ixzz1Ooz0HTws
© 1996 – 2011. Todos os direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. 

BRASÍLIA – O presidente eleito do Peru, Ollanta Humala , se reuniu nesta quinta-feira com a presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Ao chegar para o encontro – com quase meia hora de atraso -, ele sorriu e fez o sinal do “v” da vitória para os fotógrafos e cinegrafistas.

O Brasil é o primeiro país a ser visitado por Humala, depois de confirmada sua vitória no último domingo. Humala venceu a conservadora Keiko Fujimori, filha do ex-presidente Alberto Fujimori (1990-2000), em uma das eleições mais apertadas da história peruana.

Em 28 de julho, Humala assume o cargo no lugar do presidente Alan García para o período de 2011 a 2016. O presidente eleito venceu os dois turnos das eleições, mas no segundo passou por momentos de apreensão, quando pesquisas de opinião indicaram que Keiko estava na frente.

Considerado fiel aos princípios nacionalistas e de origem indígena, como 80% da população peruana, Humala gerou medo no mercado financeiro e no empresariado do Peru. Os empresários temem que ele mude a política econômica do país que conseguiu promover um crescimento de 3% ano.

Nas três vezes anteriores que concorreu à Presidência da República, Humala indicou admirar os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, e da Bolívia, Evo Morales. Mas ele acabou o escolhendo o Brasil para ser o primeiro país a visitar como presidente eleito. De acordo com assessores, Humala deve ir ainda ao Uruguai e à Argentina. Depois, em uma segunda etapa, ele visitará a Bolívia, Colômbia, Venezuela e o México.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/06/09/presidente-eleito-do-peru-se-reune-com-dilma-no-palacio-do-planalto-924647838.asp#ixzz1Ooz0HTws
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Humala reúne-se com Dilma e diz que terá Brasil como exemplo

Na primeira viagem internacional depois da vitória, presidente eleito do Peru, Ollanta Humala, reúne-se com Dilma Rousseff e diz que adotará exemplo brasileiro de “crescimento, estabilidade e inclusão social” e de “manejo prudente da macroeconomia”. Segundo Marco Aurélio Garcia, há grande “sintonia” entre Brasil e Humalla, e o governo vai ajudar nos programas sociais peruanos.

André Barrocal

BRASÍLIA – O presidente eleito do Peru, Ollanta Humala, disse nesta quinta-feira (09/06), depois de reunir-se com a presidenta Dilma Rousseff, que seu governo terá o Brasil como inspiração e adotará um “manejo prudente da macroeconomia”. “O Brasil é um exemplo de crescimento, estabilidade e inclusão social. Coincide com nossa proposta”, afirmou Humala, em entrevista a jornalistas brasileiros e peruanos, no Palácio do Planalto.

O Brasil é o primeiro país que Humala visista depois da vitória na eleição no último domingo. Ele justificou a escolha dizendo que o Brasil é um “sócio estratégico para o Peru” e “um país muito importante no contexto mundial”.

Na reunião,que durou mais de uma hora, Dilma e Humala conversaram sobre programas sociais, integração sul-americana, narcotráfico e vigilância de fronteiras (o Peru é um dos países com os quais o Brasil tem a maior fronteira, mais de 2 mil quilômetros).

“O Humala quer dar um peso maior aos programas sociais, e o Brasil pode ajudar muito nisso”, disse o assessor especial da Presidência para assuntos externos, Marco Aurélio Garcia, também em entrevista após a reunião, da qual ele participou. De acordo com ele, o Brasil está pronto para oferecer “cooperação técnica” ao Peru na montagem e gestão de programas sociais.

Ainda segundo Marco Aurélio, existe grande “sintonia” entre o governo e Humala, que contou com colaboração brasileira já durante a campanha. Mas ressalvou que o apoio e a inspiração para o Peru não são sinais de que o Brasil quer ter “influência” na América do Sul. “O Brasil tem preocupação com o projeto de integração. Nossa presença no mundo não pode ser separada da América do Sul.”

Uma das próximas viagens de Humala antes da posse, dia 28 de julho, será aos Estados Unidos. O peruano disse que quer “fortalecer” a relação com os EUA, por causa do combate às drogas. Mas, segundo ele, essa relação será com “respeito à soberania peruana”.

O porta-voz de Dilma, Rodrigo Baena, informou que a presidenta deve ir à posse de Humala e o convidou a fazer uma visita oficial, já como presidente de fato, ainda este ano. 

ANALÍSE DE CONJUNTURA: A entrevista de Ollanta Humala no Planalto

9 jun. 2011 com a presidenta Dilma Rousseff, serviu para ele conhecer melhor os Humala falou ainda sobre a importância de fortalecer o combate ao O Brasil é um sócio estratégico e importante para o Peru”, afirmou Humala,
analisedeconjuntura.blogspot.com/…/entrevista-de-ollanta-humala-no.html

Presidente eleito do Peru reúne-se com Dilma em início de giro regional

Após encontros com presidenta brasileira, Lula e diplomatas, Ollanta Humala segue para Paraguai, Uruguai, Argentina e Chile

iG São Paulo | 09/06/2011 11:42 -

O presidente eleito do Peru, Ollanta Humala, reuniu-se nesta quinta-feira em Brasília com a presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, no início de um giro regional que, além do Brasil, inclui Paraguai, Uruguai, Argentina e Chile.

Humala, que venceu o segundo turno das eleições presidenciais do Peru do último domingo, chegou às 10 horas desta quinta-feira ao Palácio do Planalto, ao qual entrou por uma porta lateral.

Foto: EFE

A presidenta brasileira, Dilma Rousseff, recebe o presidente eleito do Peru, Ollanta Humala, no Palácio do Planalto, em Brasília

Após reunião, o presidente eleito no Peru disse que “existem muitos pontos em comum” com a Dilma e ressaltou o fato de o Brasil e o Peru compartilharem uma extensa fronteira na região amazônica, onde deve ser reforçada a segurança contra o narcotráfico e outros delitos transnacionais. “Temos de lutar juntos contra o narcotráfico e contra as ameaças à segurança”, pois esses são problemas comuns”, declarou.

De acordo com o assessor para Assuntos Internacionais da Presidência brasileira, Marco Aurélio Garcia, que esteve na reunião, Dilma adiantou a Humala alguns aspectos de um plano de segurança de fronteira anunciado na quarta-feira pelo Brasil, que propõe maior interação com os países vizinhos.

Humala destacou também a cooperação que o Peru pode receber do governo brasileiro em programas de combate à pobreza, nos quais o Brasil desenvolveu uma importante experiência. Ele lembrou, no entanto, que “a realidade peruana é diferente da brasileira”, o que impossibilitaria a simples cópia dos modelos. “O Brasil é um modelo bem-sucedido, que alcançou crescimento com estabilidade macroeconômica e inclusão social”, reconheceu Humala.

Ao final do encontro, a presidenta brasileira se comprometeu a viajar a Lima para a cerimônia de posse de Humala, em 28 de julho. O porta-voz da Presidência Rodrigo Baena explicou que Dilma também convidou Humala a retornar a Brasília em visita como chefe de Estado antes do fim do ano, para aprofundar a ampla agenda bilateral entre Brasil e Peru.

Giro

O futuro presidente peruano ficará dois dias no Brasil. Além do encontro com Dilma, em Brasília manterá reuniões com diplomatas brasileiros e depois viajará para São Paulo para reunir-se com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que apontou como modelo a ser seguido na América Latina.

A presidenta Dilma foi a primeira chefe de Estado a convidar Humala para uma visita, após cumprimentá-lo por telefone por sua vitória no segundo turno das eleições presidenciais peruanas.

O governante declarou após a eleição que suas duas prioridades em política externa são a Comunidade Andina de Nações (CAN), grupo que o Peru integra juntamente com Bolívia, Equador e Colômbia, e a União de Nações Sul-americanas (Unasul), aliança que reúne todo o continente sul.

Do Brasil, Humala segue na sexta-feira para o Paraguai, onde se encontra com o presidente Fernando Lugo. Na segunda, reúne-se com o presidente do Uruguai, José Mujica; na terça, com a mandatária argentina, Cristina Kirchner; e na quarta-feira com o presidente do Chile, Sebastián Piñera.

 

“Queremos ir aos países do Mercosul e também preciso visitar os Estados Unidos. Tomara que possa fazer essa viagem em breve, eu gostaria de entrar em contato com a Administração americana”, afirmou Humala na quarta-feira.

Humala também expressou seu desejo de que os presidentes da região possam estar presentes na cerimônia de posse que será realizada em Lima, no dia 28 de julho.

Humala disse também que antes da posse pretende viajar “a Venezuela, Equador, Colômbia, Bolívia” e outros países sul-americanos para estabelecer relações de amizade e respeito mútuo com os chefes de Estado que consideraram por bem nos convidar antes do juramento”.

Humala, um ex-militar de esquerda de 48 anos, venceu no domingo passado a eleição presidencial peruana e governará o país até 2016.

Economia

Na quarta-feira, o candidato eleito pela aliança Ganha Peru voltou a repetir que sua prioridade é dar estabilidade econômica ao país e implementar suas propostas sociais com o objetivo de conseguir maior inclusão da população menos favorecida.

Além disso, minimizou a importância da grande queda que a Bolsa de Valores de Lima registrou na segunda-feira, superior a 12%, e afirmou que a incerteza é algo que “normalmente acontece em momentos de eleições”.

“Mas hoje a bolsa já subiu (quase 7 pontos), e os bancos internacionais e as seguradoras de risco assinalam que é momento de investir. A coisa vai bem e é preciso manter a calma”, declarou.

Humala ressaltou que o Peru tem uma economia “real, sólida” – e cresce entre 7% e 8% anualmente – e não pode ser abalado pelas bolsas de valores.

*Com EFE e BBC

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  • : Ecología y sostenibilidad socioambiental, énfasis en conservación de ríos y ecosistemas, denuncia de impacto de megaproyectos. Todo esto es indesligable de la política y por ello esta también se observa. Ecology, social and environmental sustainability, emphasis on conservation of rivers and ecosystems, denounces impact of megaprojects. All this is inseparable from politics, for it, the politics is also evaluated.
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  • Biólogo desde hace más de treinta años, desde la época en que aún los biólogos no eran empleados de los abogados ambientalistas. Actualmente preocupado …alarmado en realidad, por el LESIVO TRATADO DE(DES)INTEGRACIÓN ENERGÉTICA CON BRASIL
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