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16 enero 2013 3 16 /01 /enero /2013 23:21
Museu do Índio: ¿lugar uma referência vital da história da cidade e do Brasil?. Fala-se tanto em sustentabilidade: como não ver o potencial educativo, cultural, antropológico, e até turístico?

 

 Aldeia Maracana RESISTE

 

 

 

 

¿Por qué resiste Aldeia Maracaná?

Encendido el fuego de la movilización, aparecieron activistas, mujeres, negros, hackers. Nadie acepta reemplazar edificio histórico, el centro político y cultural por un gris vacío.
16/1/2013 - Por Bruno Cava, Quadrado dos loucos

http://ponto.outraspalavras.net/2013/01/16/por-que-a-aldeia-maracana-resiste/

El predio del Museo de la Indio (1865 Museu do Índio) es 83 años más viejo que el Maracaná (1948). Tiene más del doble de la edad del estadio. Esto significa que cuando el Maracaná fue construido, el edificio del museo, que en su momento albergó el Servicio de Protección del Indio (Serviço de Proteção ao Índio), ya existía por más tiempo que el que tiene el Maracaná (65 años).
Allí trabajaron investigadores, antropólogos y brasilianistas prominentes como el soñador Darcy Ribeiro, que soñaba con la primera Universidad Indígena . Eso por sí solo, en cualquier gobierno inteligente del mundo, sería suficiente para poner fin a décadas de abandono y hacer del lugar una referencia vital de la historia de la ciudad y del país. Se habla muchísimo de sostenibilidad: ¿cómo no ver su potencial educativo, cultural, antropológico, e incluso turístico?
 
La dignidad de la cuestión es mayor. Desde 2006, los indios llenaron de historia viva un hito del pasado brasileño. Los indios ocupan un espacio que nadie quería y erigieron alrededor sus casas, transformando el paisaje. Como expresión del movimiento indígena, reclamaron un derecho en un sistema político que los comparaba con niños, o especuladores, y en cualquier caso, les negaba legitimidad y derecho a crear su propia historia. ALDEIA MARACANÁ se convierte así en un laboratorio de la política en el corazón de Rio do Janeiro. Un indígena de la Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) golpea la mesa y declara que están asimilando la cultura blanca y no al revés.
Los gobiernos sólo "recuerda" el Museu do Índio y los indios, para demoler lo edificado y desalojar a los nativos. Otra pedazo de Río de Janeiro, pasado y presente, se vende a los conglomerados de intereses inmobiliarios, financieros, mediático/periodísticos y de construcción, que gobiernan la ciudad. La cantaleta justificatoria de “el progreso” opone el futuro al pasado, lo moderno a lo atrasado, el brillo de la planificación a la oscuridad del caos de la pobreza y de las "razas inferiores".  
Hoy, la dignidad de la cuestión es inmensa. Los grupos indígenas de ALDEIA MARACANÁ se multiplican y organizan. Se encendió el fuego de la resistencia. Un campamento echó raíces en el suelo del Museo, produciendo su discurso, medios y cultura de resistencia. Apareció el negro, la mujer, el activista, el hacker. Los mundos se mixturaron y se transformaron, transformando la imagen misma de lo que es la ocupación y el movimiento. Los colectivos y movimientos sociales, activistas y representantes de medios libres, de blogs independientes, estudiantes, abogados y punks se reunieron para defender la memoria viva de esta ciudad hermosa e insumisa. Todos ellos decididos a resistir el poder público, cuyo norte es “El Mercado” y "las oportunidades de mercado". No sólo para resistir, para construir su espacio y su tiempo. Se prepara otro desalojo como el del asentamiento de Pinheirinho, otra masacre de Pinheirinho, dos mil Pinheirinhos donde las "razas inferiores" siguen proliferando por los Brasiles, en un contexto de campaña de Estado de higienización urbana y desarrollismo.
 
La amenaza de una incursión policial batuteada por el gobernador se cierne sobre ALDEIA MARACANÁ, mientras que el Departamento de Justicia parece irremediablemente atrapado por los formalismo que amparan a los poderosos. Sin embargo, en este caso, ni las razones formales justifican el desplazamiento y la destrucción.La FIFA no exige la toma del predio. El Órgano Federal de Preservación (IPHAN Órgão Federal de Preservação) tiene un punto de vista opuesto. La agencia estatal (InePac), a su vez, pidió derribar el edificio. Los jueces ya fallaron  a favor de la permanencia del Museo, aunque rápidamente sus sentencias fueron anuladas por los tribunales superiores, más próximos a las esferas de negociación del gobierno. Líderes como Renato Cinco y Remoint Otoni, entre otros -, así como Marcelo Freixo, el derrotado candidato a prefecto con el 27% de los votos - trabajan dentro del sistema representativo buscando una solución pacífica al problema.
Un defensor público, exasperado, preguntó: "¿Por qué va a demoler el edificio, entonces?" De acuerdo con el propio gobierno y el proyecto de ingeniería, esa área no es esencial para cualquier estructura o instalación de nuevo estadio Maracaná, y no afecta de manera significativa el calendario de obras para la Copa del Mundo. Serviría simplemente de "área de circulación" para el movimiento de los visitantes. En otras palabras, se pretende sustituir un edificio histórico, una aldea indígena y un naciente polo cultural y político de la ciudad viva, por, nada menos, que un plano horizontal de concreto, vacío, gris y ceniciento. Esa es “La razón de Estado”: sorda y desmemoriada.
Cómo diría el viejo maestro Darcy Ribeiro: “nunca ha sido tan desagradable estar del lado de los que están "venciendo".

 

File:MDI St.jpg
Statue of mother and child at the Museu do Índio (2008)

Por que a Aldeia Maracanã resiste


Acendeu-se a fogueira da mobilização. Apareceram negros, mulheres, militantes, hackers. Ninguém aceita substituir prédio histórico e polo político-cultural por vazio cinzento
16 DE JANEIRO DE 2013 Por Bruno Cava, no Quadrado dos loucos
O prédio do Museu do Índio (1865) é 83 anos mais antigo que o Maracanã (1948). Tem mais do que o dobro da idade do estádio. Isto significa que, quando o Maracanã foi construído, o prédio do Museu, que à época abrigava o Serviço de Proteção ao Índio, existia há mais tempo do que a idade atual do estádio (65 anos). Ali trabalharam pesquisadores, antropólogos e brasilianistas de destaque, como o sonhador Darcy Ribeiro, que sonhava com a primeira Universidade Indígena. Isso por si só, em qualquer governo inteligente do mundo, já bastaria para por um ponto final em décadas de descaso e fazer do lugar uma referência vital da história da cidade e do país. Fala-se tanto em sustentabilidade: como não ver o potencial educativo, cultural, antropológico, e até turístico?
 
A dignidade da questão é maior. Desde 2006, indígenas preencheram de história viva um marco do passado brasileiro. Os índios ocuparam um espaço que ninguém queria e erigiram suas casas nos arredores, transformando a paisagem. Expressão do movimento indigenista, afirmaram um direito num sistema político que ou os nivela a crianças, ou a aproveitadores; em qualquer caso incapazes de direito e despidos de legitimidade para criar sua própria história. A aldeia Maracanã se torna assim um laboratório de política no coração do Rio. Um indígena cotista da UERJ bate na mesa e declara que está assimilando a cultura branca e não o inverso.
Os governos só “lembraram” do Museu e dos índios para demolir o primeiro e remover os últimos. Outro pedaço do Rio de Janeiro, passado e presente, é vendido ao aglomerado de interesses imobiliários, financeiros, midiático-jornalísticos e empresariais da construção civil, que mandam na cidade. A justificativa do progresso opõe o futuro ao passado, o moderno ao atraso, o brilho ebúrneo da razão planejadora à escuridão do caos, da pobreza e das “raças inferiores”. Estas todavia falam do subsolo da história, seu rumor convoca outros espectros que rondam as Américas.
Hoje, a dignidade da questão é imensa. Os grupos indígenas na Aldeia Maracanã se multiplicaram e se organizaram. Acendeu-se a fogueira da resistência. Um acampamento fincou raízes pelo assoalho do Museu, produzindo seu discurso, mídia e cultura de resistência. Apareceu o negro, a mulher, o militante, o hacker. Os mundos se misturaram e se transformaram, transformando a própria imagem do que é fazer ocupação e movimento. Coletivos e movimentos sociais, ativistas e representantes, mídias livres e blogues independentes, estudantes, advogados e punks se juntaram para defender a memória vida desta cidade linda e insubmissa. Todos eles determinados a resistir à indesejada “lembrança” pelo poder público, cujo norte maior tem sido o mercado e suas “novas oportunidades”. Não só a resistir, mas a constituir seu espaço e seu tempo. Mais um Pinheirinho, dos mil que as “raças inferiores” continuam proliferando pelos Brasis, num contexto de higienização urbana e desenvolvimentismo.
 
A ameaça de uma invasão policial ordenada pelo governador paira sobre as atividades na Aldeia, enquanto a Justiça brasileira parece irremediavelmente presa ao formalismo que ampara os poderosos. Contudo, neste caso, nem mesmo as razões formais justificam a remoção e demolição. A FIFA não exige a retomada. O órgão federal de preservação (Iphan) é de parecer contrário. O órgão estadual (InePac), por sua vez, pediu o tombamento do prédio. Juízes já concederam decisões favoráveis pela permanência do Museu, embora rapidamente cassadas pelas instâncias superiores, mais próximas da esfera de barganha dos governos. Mandatários como Renato Cinco e Remoint Otoni, entre outros, — assim como o candidato a prefeito derrotado com 27% dos votos Marcelo Freixo, — trabalham por dentro do sistema representativo atrás de soluções pacíficas para o problema.
Um defensor público, exasperado, perguntou: “Por que vai demolir o prédio então?!” Segundo o próprio governo e o projeto de engenharia, aquela área não é essencial para qualquer estrutura ou instalação do novo estádio do Maracanã, e não impacta significativamente o calendário das obras para a Copa. Ela serviria, simplesmente, de “área de circulação”, para a movimentação dos visitantes. Noutras palavras, pretende-se substituir um prédio histórico, uma aldeia indígena e um nascente polo cultural e político da cidade viva por, nada mais nada menos, que um plano horizontal concretado, vazio, cinzento. Eis a razão de estado: mortiça e desmemoriada.
Como diria o velho mestre Darcy, nunca foi tão detestável estar do lado de quem está “vencendo”.

http://ponto.outraspalavras.net/2013/01/16/por-que-a-aldeia-maracana-resiste/

 

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El Museo del Indio es un organismo cultural y científico de la Fundación Nacional del Indio (FUNAI)  . Fue creado por Darcy Ribeiro, en Río de Janeiro, Brasil, en 1953. Como la única institución oficial en Brasil exclusivamente dedicado a las culturas indígenas, el museo tiene el objetivo de promover una imagen precisa de ellos, Al mismo tiempo tradicional y moderna, ayudando a evitar una visión sesgada y peyorativa de estas sociedades .
En 1978, el museo se trasladó a una mansión construida en la década de 1880, en el barrio Maracanã del distrito de Botafogo. Casona construida por John Rodrigues Teixeira, un empresario implicado en las primeras industrias de Río de Janeiro, para la residencia de su familia. La mansión fue adquirida posteriormente por el Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional or IPHAN. El estilo arquitectónico de su construcción es muy representativo de este período de crecimiento dentro de Maracanã.
El rico patrimonio del museo, incluye la mayoría de las sociedades indígenas integradas, su etnografía se compone de 14.000 piezas. En la Biblioteca Marechal Rondon, hay 16,000 publicaciones nacionales y extranjeras especializadas en la etnología y otras áreas relacionadas, además de 50,000 imágenes en ambientes diversos, incluyendo 3,000 fotografías digitales en CD-ROM, cerca de 200 películas, videos y grabaciones de audio, así como 500.000 documentos de valor histórico de los diversos grupos indígenas en relación a su situación política en Brasil desde finales del siglo XIX hasta el presente.
En los once habitaciones del edificio principal, el Museo del Indio organiza exhibiciones temporales, muestras de pinturas y fotografías de su material de archivo. En los jardines de la institución hay cinco ambientes diferentes, incluyendo una hacienda guaraní, y también la cocina y la casa de los nativos Xingu para el ritual Quarup 

http://en.wikipedia.org/wiki/Museu_do_%C3%8Dndio

 

www.museudoindio.org.br/.../default.asp?ID_S...  A Loja Artíndia do Museu do Índio comercializa produtos indígenas produzidos nas aldeias, visando incentivar a manutenção de padrões de cultura indígena
23 de Julho, 2012 - 
Servidores da Funai em greve exigem valorização de carreira indigenista

A Fundação Nacional do Índio (Coordenação Regional de Cuiabá, Centro Cultural Ikuiapá e Loja Artíndia) completa 20 dias em greve nesta segunda-feira (23). A greve é um movimento nacional e os aproximados 100 servidores da Funai no Estado reivindicam, principalmente, efetividade das atividades da Fundação, com foco no cumprimento da missão institucional da Funai.

 

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sábado, 12 de janeiro de 2013

Brasil- Índios lutam contra desapropriação e demolição de antigo museu no Rio.

Policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar cercavam o antigo Museu do Índio, no Maracanã, Zona Norte do Rio, na manhã deste sábado (12). O grupo indígena que fica no local será removido para as obras de modernização do estádio.
Segundo o líder dos índios, José Urutao Guajajara, caso a polícia invada o local para retirar o grupo, eles vão atacar com arco e flecha. “O governo quer fazer qualquer coisa aqui, um shopping, um estacionamento, menos deixar para os índios. A gente não quer guerra, mas, caso a gente precise, vamos guerrear”, destacou Guajajara.
O defensor público federal Daniel Macedo, que está no local, afirmou que se não for expedido um mandado judicial para a PM entrar no museu, eles não podem invadir. “Sem esse ofício a Polícia Militar está determinantemente proibida de invadir. Esse documento pode chegar a qualquer momento, mas, até isso acontecer, as coisas têm que permanecer do jeito que estão”, afirmou Macedo.
O defensor também questiona o argumento do governo sobre o imóvel atrapalhar a mobilidade urbana para a Copa. "Isso não é verdade. Este imóvel nunca atrapalhou a cidade do Rio de Janeiro. A situação atual é que a PM não pode adentrar o prédio. Temos que entender que, para o índio, ter um pedaço de terra é essencial. Na ótica deles, este prédio está em bom estado”.
Por volta das 12h, o presidente da Empresa de Obras Públicas do Estado do RJ (Emop), Ícaro Moreno Junior, responsável pelas obras no Maracanã, chegou ao local para tentar conversar com os indígenas. Houve princípio de tumulto e ìcaro precisou ser escoltado para o interior do estádio. No local, ele se reuniu com o cacique Carlos Tucano.
O deputado estadual Marcelo Freixo também chegou ao museu por volta das 13h. "Este prédio tem um valor histórico para o Rio de Janeiro. Se a decisão judicial chegar, vamos ter que ter muito diálogo para que não saiam famílias feridas do local", disse Freixo.

 



 

 

Funai leva artesanato de 60 povos em Feira Internacional no Paraná - 18h00

17/5/2007 - A 18ª Feira Internacional de Artesanato, maior e mais tradicional feira do segmento no Brasil, apresenta trabalhos de artesãos de 30 países e de 17 estados brasileiros. Um dos destaques é a participação da Fundação Nacional do Índio (Funai), que, por meio da loja Artíndia, leva para a capital paranaense pela sexta vez o trabalho de diferentes povos indígenas de várias regiões do Brasil.

Segundo a Coordenação Geral de Artesanato da Funai, o Programa Artíndia tem como objetivo divulgar e comercializar o artesanato de índios e promover a diversidade cultural deste povo. Toda a renda das vendas é revertida para a aquisição de novas peças. Além de peças de decoração, colares, anéis e utensílios, quem visitar este estande poderá conhecer um pouco mais da história destes grupos por meio de vídeos e músicas da cultura indígena.

Atrações

Este ano, a feira terá como novidade expositores de países que nunca estiveram na feira: Zimbábue, Uganda, Tunísia, Ruanda, Tanzânia, Iêmen e região da Palestina. “Acompanhamos as feiras internacionais de artesanato pelo mundo e percebemos que os artesãos desses países têm trabalhos lindos, que representam bem sua cultura e tradição. Certamente encantarão ainda mais os visitantes da feira”, aponta Jackson Hara, gerente de Marketing da Diretriz, organizadora do evento.

Também confirmaram presença artesãos da África (África do Sul, Quênia, Egito, Marrocos), da Ásia (Indonésia, Líbano, China, Índia, Síria, Paquistão, Taiwan, Nepal e Irã), da Europa (Itália, Rússia, Turquia e Portugal) e das Américas (Brasil, Bolívia, Peru, Colômbia, Equador e México). Os estados brasileiros representados são: Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

São 200 expositores apresentando trabalhos de 1.200 artesãos como pulseiras, tapetes, enfeites, porta-chaves, móveis, roupas, porta-retratos, quadros, colares, luminárias, esculturas e uma infinidade de outras opções para usar, decorar e presentear. Além de fazer compras, os visitantes poderão conhecer as culturas e histórias sobre o significado e característica de cada produto, como, por exemplo, a produção das pashiminas indianas, feitas com pêlo do peito de cabras selvagens; as máscaras quenianas em madeira ébano, uma das mais raras e resistentes do mundo; as bolsas em capim dourado, espécie só encontrada na região do Jalapão, no Tocantins, e por aí afora.

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  • Biólogo desde hace más de treinta años, desde la época en que aún los biólogos no eran empleados de los abogados ambientalistas. Actualmente preocupado …alarmado en realidad, por el LESIVO TRATADO DE(DES)INTEGRACIÓN ENERGÉTICA CON BRASIL
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