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15 julio 2014 2 15 /07 /julio /2014 21:15

Reuters Brasil ‎-

 

 Líderes dos Brics reunidos no México, em 2012. Na ocasião, a Índia foi representada pelo então primeiro-ministro Manmohan Singh.

Líderes dos Brics reunidos no México, em 2012. Na ocasião, a Índia foi representada pelo então primeiro-ministro Manmohan Singh

 

Los Brics firman acuerdo para Nuevo Banco de Desarrollo

La presidenta Dilma Rousseff dijo que los Brics están comprometidos "a una sólida asociación".

15/7/2014 - Los líderes de los Brics -Brasil, Rusia, India, China y Sudáfrica- reunidos en Fortaleza, Brasil, firmaron un acuerdo para la creación de un fondo de reservas de emergencia y de un banco de desarrollo.
Los ministros de Hacienda de los cinco países firmaron el tratado constitutivo del Nuevo Banco de Desarrollo y del Acuerdo de Reservas de Contingencia.

La presidenta Dilma Rousseff indicó que tanto el banco como las reservas son "pasos importantes para la remodelación de la arquitectura financiera global".
Rousseff agregó que los Brics "están comprometidos a una sólida asociación".

Se espera que los Brics aporten al banco un desembolso inicial de US$50.000 millones, cada uno aportando una quinta parte.

El fondo estará dotado con US$100.000 millones, de los que China aportará US$41.000 millones, Rusia, Brasil e India, US$18.000 millones y Sudáfrica los US$5.000 millones restantes.

 

 

 

clic Lea: Los Brics desafían al sistema financiero con un nuevo banco

http://www.bbc.co.uk/mundo/ultimas_noticias/2014/07/140715_ultnot_brics_acuerdo_reservas_emergencia_men.shtml

 

 

Dilma e Putin participam de cúpula dos Brics

http://noticias.r7.com/economia/lideres-dos-brics-assinam-hoje-criacao-de-novo-banco-de-desenvolvimento-15072014

 

Dilma Rousseff y Vladimir Putin 

Criação do banco dos Brics pauta cúpula que começa hoje ...

veja.abril.com.br/.../brics-iniciam-encontro-que-dev...
hace 1 día - Líderes dos Brics reunidos no México, em 2012. ... de um banco de desenvolvimento dos Brics e de um fundo emergencial de reservas ... Eu creio que a emergência de novas fontes é positiva, ajuda a enfrentar um problema.
O grupo de cinco países formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul dá início nesta segunda-feira à VI Cúpula dos Brics, em Fortaleza, Ceará. O evento, que se estenderá até quarta-feira, em uma etapa que será realizada em Brasília, tem na pauta, entre outros pontos, a criação de um banco de desenvolvimento dos Brics e de um fundo emergencial de reservas – instituições que devem concorrer com os tradicionais Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional (FMI), respectivamente.

Os presidentes do Brasil, Dilma Rousseff; da Rússia, Vladimir Putin; da China, Xi Jinping; e da África do Sul, Jacob Zuma, além do primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, abordarão aspectos como a inclusão social e o desenvolvimento sustentável e finalizarão os detalhes para a criação do banco dos Brics.

A formação do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), como os países batizaram a instituição, vem sendo discutida pelo bloco há dois anos e só agora a instituição deve ser oficializada. O banco deverá contar com um capital inicial de 50 bilhões de dólares, valor que será dividido igualmente pelos cinco países.

Leia também:
Com banco, Brics querem desafiar grandes financiadores internacionais
Antes de pousar no Brasil, Putin passa por Argentina e Cuba
Putin irá à final da Copa antes de encontro dos Brics


Para o economista Otaviano Canuto, que atua como conselheiro do Banco Mundial, a criação do banco é importante na atual conjuntura econômica. "Na economia mundial, principalmente nos países em desenvolvimento, há uma carência enorme de financiamento de longo prazo. Eu creio que a emergência de novas fontes é positiva, ajuda a enfrentar um problema. Todo mundo tem a ganhar com isso", comenta. Canuto lembra que muitas das fontes de financiamento para investimentos complexos, como em infraestrutura, foram esgotadas desde a eclosão da crise de 2008.

Nos encontros anteriores, os Brics já vinham tentando aumentar sua influência no FMI – sem sucesso. A ideia de criar um banco paralelo de desenvolvimento e um outro fundo emergencial surgiu durante a IV Cúpula dos Brics, em 2012, realizada em Nova Délhi, na Índia. O questionamento do grupo é de que os poderes de voto dos Brics no Fundo não refletem sua recente ascensão econômica. De acordo com o FMI, os cinco países juntos equivalem a quase um quinto do Produto Interno Bruto (PIB) global e sustentam 40% da população do mundo.

Sobre a possível rivalidade do NBD com o Banco Mundial, Canuto vê a iniciativa como uma instituição complementar. "O que estão dizendo é que vai complementar o trabalho do Banco Mundial. É assim que eu vejo. Tem carência demais, tem espaço demais, será muito bem-vinda a expansão de fontes de financiamento de longo prazo na economia mundial", comenta.

A realização do evento será também uma oportunidade para empresários dos países emergentes fecharem acordos e negócios. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) vai promover, paralelamente ao encontro, uma rodada de negociações entre empresários desses países. De acordo com a CNI, a expectativa é de que 700 empresas participem do encontro e que haja uma movimentação de 3,9 bilhões de dólares.

Na agenda do evento estão previstos encontros dos presidentes dos Bancos Centrais e dos ministros da Fazenda dos Brics na segunda-feira. A criação do NBD deve ser anunciada ao fim do encontro dos chefes de Estado, na terça. Uma outra etapa no evento é prevista para quarta-feira, no prédio do Itamaraty, em Brasília.

Geopolítica — Além da pauta econômica, o evento deve ter como um de seus temas centrais as divergências entre Rússia e Ucrânia pelo território da Crimeia, anexado por Moscou em março. Este será o primeiro encontro do grupo desde o surgimento dos conflitos na região.

O termo Brics foi cunhado em 2001 pelo economista do Goldman Sachs Jim O'Neill, como uma maneira de se referir ao grupo de mercados emergentes com grande potencial econômico. Em 2009, os líderes desses países abraçaram o acrônimo e começaram a realizar cúpulas anuais com o objetivo de aumentar sua influência coletiva global.

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  • Biólogo desde hace más de treinta años, desde la época en que aún los biólogos no eran empleados de los abogados ambientalistas. Actualmente preocupado …alarmado en realidad, por el LESIVO TRATADO DE(DES)INTEGRACIÓN ENERGÉTICA CON BRASIL
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