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12 junio 2011 7 12 /06 /junio /2011 01:15

Após anos, neste último dia 1º, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e de Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) concedeu a licença de instalação para a construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte

 

 

 

el proyecto se ha suspendido y retomado en varias ocasiones por órdenes judiciales concedidas a ecologistas y pobladores nativos que se oponen a la construcción del dique... pero finalmente se ha impuesto el lobby de Norte Energia, el consorcio que ganó la licitación para construir y operar Belo Monte y está formado por el holding estatal Eletrobras , el segundo mayor fondo de pensiones de Brasil, Petros, y constructoras locales.

Originalmente concebido hace 30 años, el progreso de Belo Monte ha sido lento en los últimos años, debido a las protestas: los críticos sostienen que el embalse afectará al medio ambiente y a miles de personas que habitan la región. La represa de 6 kilómetros de extensión desplazará a por lo menos 30.000 moradores de la zona, reducirá el volumen de agua del río Xingu en una extensión de 100 kilómetros, inundará grandes áreas de bosques y tierras y asentará una puñalada mortal al Amazonas.

 

 

 

LAS MANIOBRAS DE LULA PARECEN HABER LLEVADO LAS COSAS AL PUNTO DE NO RETORNO EN LA COLOSAL HIDROELECTRICA DEL RÍO XINGÚ…  LA FARAÓNICA REPRESA DE BELO MONTE … IMPUESTA POR LULA DA SILVA … EN COMBINACIÓN DE ARDIDES QUE INCLUYÓ DESHACERSE DE MINISTROS, PISOTEAR COMPROMISOS, AMENAZAR JUECES, COMPRAR CONCIENCIAS Y VIOLAR O SALTAR A LA GARROCHA LEYES FEDERALES Y ESTADUALES

 

...EN LA FOTO CON SU NUEVO PUPILO ... EL PERUANITO OLLANTA ...

 

 

http://estadodedesinformacion.com/wp-content/uploads/2011/06/m_ter.jpg

 

Autoridades ambientales brasileras aprobaron central hidroeléctrica Belo Monte

Se trata de la tercera mayor represa hidroeléctrica del mundo después de Three Gorges, en China, e Itaipu, en la frontera entre Brasil y Paraguay.

por Reuters - 01/06/2011

El regulador ambiental de Brasil dio su aprobación definitiva el miércoles 1 de junio de 2011 para la construcción de la represa hidroeléctrica Belo Monte, un controversial proyecto de US$17.000 millones en la región del Amazonas que generó criticas entre los ecologistas.

El regulador Ibama concedió licencias al consorcio encargado de Belo Monte para construir el enorme embalse en el río Xingu, un afluente del Amazonas.

El gobierno ha referido que el proyecto de 11.200 megavatios, que empezaría a generar electricidad en el 2015, es crucial para proveer energía a la economía de rápido crecimiento de Brasil.

Se trata de la tercera mayor represa hidroeléctrica del mundo después de Three Gorges, en China, e Itaipu, en la frontera entre Brasil y Paraguay.

En enero, Ibama concedió una licencia preliminar que permitía determinar el lugar de construcción del embalse.

Desde entonces el proyecto se ha suspendido y retomado en varias ocasiones por órdenes judiciales concedidas a ecologistas y pobladores nativos que se oponen a la construcción del dique.

Norte Energia, el consorcio que ganó la licitación para construir y operar Belo Monte, está formado por el holding estatal Eletrobras , el segundo mayor fondo de pensiones de Brasil, Petros, y constructoras locales.

Originalmente concebido hace 30 años, el progreso de Belo Monte ha sido lento en los últimos años, debido a protestas que incluyen un incidente en el 2009 con indígenas, que armados de garrotes y machetes atacaron a un funcionario estatal de energía.

Los críticos sostienen que el embalse afectará al medio ambiente y a miles de personas que habitan la región.

La represa de 6 kilómetros de extensión desplazará a 30.000 moradores de la zona, reducirá el volumen de agua del río Xingu en una extensión de 100 kilómetros e inundará grandes áreas de bosques y tierras.

 

 

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Energia na Amazônia

Publicado em junho 10, 2011

 

Luana Copini para o EcoDebate]

 

Após anos, neste último dia 1º, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e de Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) concedeu a licença de instalação para a construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no Pará. Desenvolvimento para a Amazônia e conflitos ambientais em território nacional e internacional. 

A construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte em Altamira, região oeste do Pará, é uma das mais importantes obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal. E segundo diretrizes do PAC é a segunda obra com relação ao volume de investimentos, ficando atrás apenas do trem-bala que ligará São Paulo ao Rio de Janeiro, orçado em R$ 34 bilhões. 

Belo Monte será a segunda maior usina hidrelétrica do Brasil, visto que a maior é a binacional Itaipu, e custará pelo menos R$ 19 bilhões, segundo o Governo Federal. A usina está prevista para começar a operar em 2015. Apesar de ter capacidade para gerar 11,2 mil MW de energia, Belo Monte não deve operar com essa potência, pois tal potência só pode ser obtida com a sua capacidade de armazenamento de água atingindo o nível máximo. Na seca, a geração pode ficar abaixo de mil MW. 

Para críticos da obra, a relação custo-benefício não compensa, mas para defensores do projeto e do modelo energético aplicado, o potencial hídrico favorece a aplicação de tais usinas, tidas como energia limpa. 

Adendos sobre o potencial energético brasileiro 

É de senso comum afirmar que o Brasil é rico em recursos naturais, principalmente com relação à fauna, flora e recursos hídricos. Há também grande vantagem com relação ao posicionamento geográfico do país, a demografia e geografia do território nacional, rios e mananciais, o que proporcionam a viabilidade para construção de usinas hidrelétricas. 

Cerca de 95% da energia brasileira provém das usinas hidrelétricas, em decorrência dos grandes mananciais de água existentes em território nacional. Para o especialista em política energética do país, José Goldemberg, em entrevista concedida à Revista ÉPOCA (2011), o preconceito envolto às grandes barragens, é resultado de uma fraca política de assistência aos povos das regiões afetadas, e as barragens não só são importantes, como também necessárias para o desenvolvimento de todo o território nacional. 

Considerada uma fonte de energia limpa, a usina hidrelétrica é o modelo adotado pelo Governo Federal para acentuação do desenvolvimento econômico e tecnológico. Ao contrário de outras fontes de energia, como a eólica, solar ou nuclear, as hidrelétricas ainda saem na frente quando se trata de estrutura, pois há forte investimento no setor e aparatos para a viabilidade de projetos.

Causas e conseqüências

A aprovação da construção da UHE Belo Monte tem sido cercada por polêmicas. Elas apontam para a ausência de estudos adequados para avaliar a viabilidade, a incerteza dos reais impactos sobre a biodiversidade e as populações locais, seu elevado custo, a ociosidade da usina durante o período de estiagem do Rio Xingu, e a falta de informação e de participação efetiva das populações afetadas, sendo elas ribeirinhas ou povos indígenas.

Para o Fundo Mundial para a Natureza (WWF – Brasil), um dos problemas deste empreendimento é o fato do Estudo de Impactos Ambientais (EIA) e do Relatório de Impactos Ambientais (RIMA)  não considerarem alguns pontos que ambientalistas consideram importantes, tais como: os riscos de insegurança alimentar, provocados pela escassez de pescado; a insegurança hídrica que ocorrerá com a diminuição da qualidade da água e com prováveis problemas para o deslocamento de barcos e canoas; a saúde pública, com o aumento na incidência de diversas epidemias, como malária, leishmaniose e outras; e a intensificação do desmatamento, com a chegada de novos migrantes, que afetarão toda a bacia. 

Ainda segundo estudos desenvolvido pela organização WWF – Brasil em parceria com o HSBC Climate Partnership, a usina de Belo Monte poderá perder até 80% de sua receita anual até 2050, como resultado da diminuição da vazão do Rio Xingu, acarretada pelas mudanças climáticas. Sendo assim, do ponto de vista técnico e financeiro, Belo Monte será a mais cara e menos produtiva usina hidrelétrica do Brasil.

Orçada inicialmente em R$ 9 bilhões, atualmente é avaliada em R$ 19 bilhões, e dados das empreiteiras envolvidas no projeto apontam para não menos de R$ 30 bilhões até a conclusão de Belo Monte. 

Mas a maior preocupação ainda é quanto à população residente do local, ribeirinhos e povos indígenas que dependem do rio para sua sobrevivência, e que, segundo dados Verena Glass, assessora do Movimento Xingu Vivo para Sempre, não foram consultados sobre a elaboração e implantação do projeto, nem tampouco estão sendo informados sobre o andamento do processo. 

Especialistas do Instituto Socioambiental (ISA) alertam para o risco do fluxo migratório superior a 85 mil pessoas para a região. Com o aumento da população, os atuais povoados seriam forçados a se engajar em um novo sistema sócio-político, em outras palavras, todo o status quo seria modificado. Há preocupação com aumento da violência na região, prostituição infantil, aumento da criminalidade, insegurança alimentar e hídrica e aumento do desemprego com o fluxo do grande contingente de pessoas e famílias de outros lugares. 

Além do fluxo migratório em função da obra as populações afetadas diretamente pelos impactos da usina também deverão ser realocadas, provocando assim uma extensão da área urbana, podendo interferir nas condições climáticas, culturais, econômicas e até naturais, devido à parte afetada pela usina pertencer à Área de Preservação Permanente (APP). 

Para a professora de gestão ambiental da USP, Neli Aparecida de Mello – Théry, o problema não está na construção de hidrelétricas, mas no modelo adotado. “Não é uma questão de acabar com o modelo. Deveríamos repensá-lo, construir hidrelétricas menores seria uma alternativa. Hidrelétricas locais também, para atender determinada região”. 

Levando em conta que grandes projetos de usinas hidrelétricas estão na Amazônia, como a de Belo Monte, a pesquisadora frisa ainda que devem ser considerados o impacto ambiental e a questões ligadas a logística. “Além de serem monstruosas, elas são inviáveis com relação à localização, teremos um grande problema de logística para controlar as linhas de transmissão que trarão a energia para o Sudeste”. 

A pesquisadora que trabalhou na região de Altamira, afirma que a região precisa de investimentos e de desenvolvimento, mas a cautela quanto às escolhas são primordiais para o futuro da Amazônia. 

Para pesquisadores que trabalham com questão do desenvolvimento e da conservação ambiental, ainda faltam políticas públicas e aplicação das legislações que já existem. “Tem muita gente que vem de todos os cantos do país, do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, do Parará e da Paraíba, por exemplo. Porém falta consciência do que irão encontrar lá” afirma a pesquisadora. 

Para especialistas formas alternativas de geração de energia como a eólica e a energia solar podem ajudar no desenvolvimento sustentável do país. “O Nordeste brasileiro tem um grande potencial eólico, tem muito vento lá, mas mudar o modelo implicaria investimentos do governo, e mudança de equipamentos” afirma a professora concluindo ainda que os hábitos das pessoas também devem ser repensados “adquirir produtos biodegradáveis e que consomem menos energia, mudar hábitos domésticos com relação a produtos industrializados e a quantidade de eletrodomésticos também ajudam”.

*As informações foram retiradas de conferências realizadas na Universidade de São Paulo durante o mês de maio deste ano, apresentadas ao Projeto Repórter do Futuro. O projeto visa à interação de alunos de jornalismo e da sociedade civil sob estudos e experiências com relação à Amazônia e ao meio ambiente.

EcoDebate, 10/06/2011

 

 

Autoridades ambientales brasileras aprobaron central ...

1 Jun 2011 ... El regulador ambiental de Brasil dio su aprobación definitiva el miércoles para la construcción de la represa hidroeléctrica Belo Monte, ... 1 hora; 24 horas; 1 semana; 1 mes. La Tercera - LOS + 1 hora ... 11:27 Intendencia responderá el miércoles si autoriza marcha de Confech y profesores ...
latercera.com/.../2011/.../655-370069-9-autoridades-ambientales-brasileras-aprobaron-central-hidroelectrica-belo-monte.shtml - En caché
 
 

 

 

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Amazônia

Una nueva megapresa, que podrá ser la tercera más grande del mundo, pone en peligro la supervivencia de los pueblos indígenas de la Amazonia

 

3 junio, 2011 (13:03) | SALUD Y NATURALEZA | By: Platón
Un tribunal de Brasil anuló una orden que suspendía la construcción de un gran proyecto hidroeléctrico, la represa de Belo Monte (que se está construyendo en el río Xingú en el estado de Pará).
La construcción de la represa, calificada como la tercera más grande del mundo (con una capacidad máxima de 11.233 megavatios), se enfrenta a una fuerte crítica por parte de diferentes grupos indígenas y ecologistas que temen por la degradación del río Xingú, uno de los principales afluentes del Amazonas.
La semana pasada, un juez bloqueó la construcción de la presa de Belo Monte, aduciendo que no cumplía con las normas ambientales.
Sin embargo, este jueves un tribunal comentó que no había necesidad de que todas las condiciones se cumplieran para comenzar con el proyecto. Los críticos dicen que el plan pone en peligro la vida silvestre y hará que miles de personas (mayoritariamente indígenas) queden sin hogar.
La presa de Belo Monte es una piedra angular del plan de la presidenta de Brasil, Dilma Rousseff, para mejorar la infraestructura energética de la nación.
Antecedentes
El consorcio brasileño de nueve compañías Norte Energía ganó la licitación para la construcción de la gigante hidroeléctrica de Belo Monte en pleno corazón de la selva amazónica de Brasil.
La construcción de la represa, calificada como la tercera más grande del mundo, se enfrenta a una fuerte crítica por parte de diferentes grupos indígenas y ecologistas. Mientras que las autoridades brasileñas explicaron que la represa es crucial para el desarrollo del país, los críticos argumentan que miles de personas tendrán que ser desplazadas y que ocasionará graves daños al ecosistema.
Según las estimaciones preliminares, cerca de 500 kilómetros de selva amazónica serán inundados y 50.000 indios y campesinos se verán desplazados de sus hogares antes de la construcción de la presa. Esto ya provocó protestas masivas en la capital brasileña, donde unos 500 activistas sociales, campesinos e indígenas se reunieron en las inmediaciones de las oficinas de la Agencia Reguladora de la Electricidad (Aneel) para protestar en contra de la licitación.
La organización medioambiental Greenpeace derramó varias toneladas de estiércol a las puertas de Aneel con un mensaje que decía que ése era “el legado que el Gobierno de Lula está dejando” al insistir en este proyecto. Algunos famosos comprometidos con el medio ambiente, como el cineasta James Cameron o la actriz Sigourney Weaver, visitaron Brasil hace una semana para expresar sus protestas.
Sin embargo, el Gobierno del país asegura que se hizo todo lo necesario para dañar lo menos posible el medio ambiente y a la vez sostiene que esa hidroeléctrica resulta clave para el desarrollo futuro de Brasil. Según los datos del Ejecutivo, la represa generará un promedio de 4.571 megavatios por hora y alcanzará un máximo de 11.233 megavatios en las épocas de máxima crecida del río Xingú, uno de los principales afluentes del Amazonas. El coste oficial de la construcción está estimado en unos 11.000 millones de dólares.
La nueva hidroeléctrica será construida en el municipio de Altamira en el estado amazónico de Pará, al norte de Brasil. Se espera que empiece a operar en una primera fase en 2015 y a pleno rendimiento en 2019. Sólo dos represas existentes en el mundo superarán la de Belo Monte: Tres Gargantas en China e Itaipú de Brasil y Paraguay./RT y Natura -

 

natura-medioambiental.com

 

http://estadodedesinformacion.com/wp-

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  • Biólogo desde hace más de treinta años, desde la época en que aún los biólogos no eran empleados de los abogados ambientalistas. Actualmente preocupado …alarmado en realidad, por el LESIVO TRATADO DE(DES)INTEGRACIÓN ENERGÉTICA CON BRASIL
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