Overblog
Edit post Seguir este blog Administration + Create my blog
2 septiembre 2014 2 02 /09 /septiembre /2014 16:45

 

http://noticiajato.com.br/wp-content/uploads/2014/03/SANTO-ANTONIO-BARRAGEM.jpg

 

 

 

Represa hidroeléctrica se rompe en Laranjal do Jari (Amapá)

Accidente ocurrió alrededor de las 2 am del sábado 29 de marzo de 2014.
Buzos del Departamento de Bomberos fueron desplegados para realizar el rescate de los desaparecidos.

29/03/2014 John Pacheco De G1 AP

El Departamento de Bomberos de Amapá (Estado de Brasil fronterizo con la Guayana Francesa) informó que alrededor de las 14:00 hrs del sábado 29 de marzo de 2014, la rotura de una abrazadera de construcción de la represa secundaria de la Hidrelétrica de Santo Antônio, en el município de Laranjal do Jari, a 265 kilometros de Macapá. También, de acuerdo con los bomberos, cuatro personas que trabajan en las instalaciones en el momento del accidente, estaban desaparecidas.
.
Trecho de 15 metros de profundidade foi inundado no Amapá (Foto: John Pacheco/G1)
.
La inundación empozó 15 metros de profundidad de agua en Amapá (Foto: John Pacheco / G1)

La represa rota es de tierra (barragem ou represa de aterro) y desvía las aguas del Río Jari. La fuerza del agua tras el colapso también dañó una grúa utilizada en los trabajos de construcción en la ciudad. Se solicitó la presencia del equipo de buzos de la Comandancia General de Bomberos de Macapá.
.

Imagem
.
Anegamiento en Hidrelétrica de Santo Antônio, en Laranjal do Jari 

Hidroeléctrica
La construcción de la represa de Santo Antônio do Jari comenzó en agosto de 2011. De acuerdo con  EDP (Energias de Portugal), empresa responsable de la obra, la central hidroeléctrica tendrá una capacidad instalada de 373,4 MW, con inicio de operaciones previsto para el 2014. La generación de energía es suficiente para mantener un Estado 5 veces más grande que el Estado de Amapá, que tiene una población de 669 526 habitantes (censo 2010).
El proyecto incluye una línea de transmisión propia de unos 20 kms que interconectará Amapá al sistema nacional a través del circuito Tucuruí-Macapá-Manaus.

 

 

 

 

Barragem de hidrelétrica se rompe em Laranjal do Jari

Acidente aconteceu por volta de 2h da madrugada deste sábado, 29.
Mergulhadores do Corpo de Bombeiros foram acionados para buscas no local.

29/03/2014  John Pacheco Do G1 AP


O Corpo de Bombeiros do Amapá informou que por volta de 2h deste sábado (29) houve o rompimento de uma braçadeira da construção da barragem secundária da Hidrelétrica de Santo Antônio, no município de Laranjal do Jari, a 265 quilômetros de Macapá. Ainda de acordo com os bombeiros, quatro pessoas que trabalhavam no local na hora do acidente estão desaparecidas.
.

.
Trecho de 15 metros de profundidade foi inundado no Amapá (Foto: John Pacheco/G1)

A barragem rompida é feita de aterro e é necessária para o desvio das águas do Rio Jari. A força da água também danificou um guindaste usado na construção da obra no município. Houve a solicitação da equipe de mergulhadores do Comando Geral dos Bombeiros em Macapá, que já se deslocou para a cidade.
.
Local do alagamento na Hidrelétrica de Santo Antônio, em Laranjal do Jari (Foto: Francisco Pilha/Arquivo Pessoal)
.
Local do alagamento na Hidrelétrica de Santo Antônio, em Laranjal do Jari (Foto: Francisco Pilha/Arquivo Pessoal)

Hidrelétrica
A construção da hidrelétrica de Santo Antônio do Jari iniciou em agosto de 2011. Segundo a EDP, empresa responsável pela obra, a usina terá capacidade instalada de 373,4 MW, com início de operação previsto para 2014. A geração de energia é suficiente para manter um estado 5 vezes maior que o Amapá, que tem população de 669.526 habitantes (Censo 2010).

O projeto contempla uma linha de transmissão própria de cerca de 20 quilômetros, e interligará o Amapá ao sistema nacional através do circuito Tucurui-Macapá-Manaus.

 

 

G1 - Barragem de hidrelétrica se rompe em Laranjal do Jari ...

g1.globo.com/.../barragem-de-hidreletrica-se-rompe...

29/3/2014 -

 

 

Rio Jari: energia para celulose

Por Telma Monteiro

A barragem da UHE Santo Antônio do Jari rompeu hoje (29/3/2014) no município de Laranjal do Jari, no Amapá. Há vítimas e ainda não se tem ideia das implicações ambientais do acidente. É importante conhecer a história desse projeto desde sua concepção. Publiquei o artigo em 2008 e o reproduzo agora, atualizado. Estudos da Aneel projetam a construção de mais três hidrelétricas no rio Jari. 

http://racismoambiental.net.br/2014/03/29/

Jari é uma variação da palavra indígena airi. Significa “rio da castanha”. O rio Jari é afluente na margem esquerda do rio Amazonas e limita os estados do Pará e Amapá.

O município de Laranjal do Jari (Amapá) tem aproximadamente 37 mil habitantes às margens do rio e que vivem em palafitas de até dois andares. Laranjal do Jari já foi a campeã em prostituição infantil. A hidrelétrica no rio Jari acabaria com a exuberante Cachoeira de Santo Antônio e só beneficiaria a empresa Jari Celulose e sua indústria poluente de papel.

Famílias extrativistas da Reserva do Cajari insistem que é possível um desenvolvimento sustentado utilizando a floresta de maneira equilibrada e sem necessidade de se construir uma hidrelétrica no rio Jari. Continue lendo… 'Hidrelétrica Santo Antônio do Jari: energia para produzir celulose no coração da Amazônia, por Telma Monteiro'»

 

Famílias extrativistas da Reserva do Cajari insistem que é possível um desenvolvimento sustentado utilizando a floresta de maneira equilibrada e sem necessidade de se construir uma hidrelétrica no rio Jari. 

A Jari Celulose ocupa 1.734.606 hectares distribuídos em terras nos Estados do Pará (55%) e do Amapá (45%), cortadas pelo rio Jari, que faz a divisa entre os dois estados. Na região do Jari vivem hoje cerca de 100.000 habitantes, distribuídos pelas cidades de Monte Dourado (Pará), Laranjal do Jari (Amapá), Vitória do Jari (Amapá) e Almeirim (Pará).

A hidrelétrica Santo Antônio do Jari, da Jari Celulose, do Grupo Orsa, foi licenciada pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (IBAMA) e aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O projeto prevê uma usina a fio d’água e, curiosamente, “sem alagamento da área”. Qual é o milagre? Ainda, segundo a empresa, “não trará danos ao meio ambiente, nem irá alterar a estrutura atual da Cachoeira de Santo Antônio” e “seu funcionamento irá evitar futuras pressões sobre a floresta nativa”.

O engenheiro Marcos Drago, da Eletronorte, em entrevista ao Diário do Amapá, em 26 de Março de 2008, alertou para o fato de que a geração prevista para a Hidrelétrica Santo Antônio do Jarí não poderia ser mantida o ano todo, pois no período da estiagem não haveria vazão suficiente para funcionar as turbinas e seria preciso acionar a termelétrica ou mesmo buscar energia da usina de Tucuruí. Mesmo assim, a Eletronorte aceitou ser parceira da Jari Celulose nesse empreendimento. Nós já vimos esse filme em Belo Monte. A história se repete.

O projeto da Hidrelétrica Santo Antônio do Jari terá potência instalada de 100 MW e a localização nos municípios de Almeirim e Mazagão para aproveitar o local das quedas d’água da Cachoeira de Santo Antônio, um dos 15 sítios da região tombados pelo patrimônio histórico.

O Senador José Sarney anunciou, em Dezembro de 2007, em Macapá, Amapá, que o Governo Federal tinha autorizado (?) a concessão para construção da Hidrelétrica Santo Antônio do Jari, no rio Jari. O senador eleito pelo Amapá já havia comunicado, em Junho do mesmo ano, que “nenhum entrave mais existe para a consolidação do consórcio que irá construir no rio Jari a hidrelétrica de Santo Antônio, uma usina prevista para gerar algo em torno de 100 megawatts de energia elétrica, mas que novos estudos projetam algo bem perto dos 200 megawatts”.

.

O “rio” de dinheiro público

Segundo a revista Isto É de julho de 2002, “…A agonia da Jari se prolongou até 2000, quando a Fundação Orsa abocanhou parte da empresa que fabrica celulose, por simbólico R$ 1 e assumiu uma dívida de US$ 415 milhões.” Dessa dívida considerada impagável pelos “compradores”, US$ 100 milhões são devidos ao BNDES e US$ 50 milhões ao Banco do Brasil. Na época, a Jari Celulose recusou investir US$ 32 milhões para impedir que a fumaça preta e o mal cheiro contaminasse o ar da região. A prioridade da empresa seria a construção da hidrelétrica para aumentar sua competitividade.

A Jari Celulose nasceu da frustrada tentativa do excêntrico empresário e bilionário americano Daniel Keith Ludwig que, na década de 70, queria substituir a mata nativa por florestas de eucaliptos e alimentar o mercado mundial de celulose com a produção no Jari e a destruição da Amazônia. Enfiou US$ 1,3 bilhão em 16 mil quilômetros da mata. Destruindo-a.

Mais de US$ 200 milhões de dinheiro público dos contribuintes brasileiros foram enfiados para cobrir as dívidas deixadas por Ludwig e o Banco do Brasil acabou comprando mais US$ 180 milhões em ações preferenciais.

.

O ataque silencioso contra o rio Jari 

Como disse o Senador José Sarney, nada poderia atrapalhar a construção da Hidrelétrica Santo Antônio do Jari, sobre a tombada Cachoeira de Santo Antônio. Então, em 21 de Julho, agora, de 2008, o Ibama emitiu o documento de vistoria técnica na região do Jari onde pretendem fazer a hidrelétrica. No dia 27 de Julho saiu o Termo de Referência com a “liturgia” para a elaboração do EIA/RIMA que confirma o processo de licenciamento e a aprovação dos estudos de viabilidade pela Annel. E, a sopesar as últimas notícias, o licenciamento deverá transcorrer célere enquanto os ambientalistas tentam evitar o desastre no rio Madeira.

O reservatório do projeto da Hidrelétrica Santo Antônio do Jari vai afetar diretamente os municípios de Laranjal do Jari (Amapá) e Almerim (Pará). A área foi classificada pelos técnicos que realizaram a vistoria, como de excepcional beleza cênica, fonte de abastecimento de água potável da região e área de preservação permanente. Não há menção das terras indígenas na bacia do rio Jaru.

Mais uma das mais belas cachoeiras do Brasil, a Cachoeira Santo Antônio do rio Jari, está sendo exterminada. A luta continua.

 

 

 

Encontrado o primeiro corpo de vítima desaparecida no acidente em hidrelétrica no Jari

1/4/2014 - Mergulhadores do Corpo de Bombeiros do Amapá encontraram, por volta de 13h20 desta segunda-feira, 31, o primeiro corpo de uma das quatro vítimas desaparecidas no acidente ocorrido na barragem na Hidrelétrica de Santo Antônio, no município de Laranjal do Jari, região Sul do Estado

-------------

 

 

Un dique de contención de tierra y/o roca es un tipo de represa  muy diferente a una represa de hormigón, ya que por lo general se construye en amplios valles donde las fundaciones o cimientos de concreto son intrínsicamente débiles o dificiles de establecer.  Estas represas de tierra y/o roca (barragem ou represa de aterro) se adaptan mejor a terrenos arcillosos o arenosos y su fundación con mayor área de base, se traduce en una mejor distribución de las cargas transmitidas a los cimientos.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Barragem_de_aterro

Uma barragem ou represa de aterro é um tipo de barragem de terra e/ou rocha que funciona de modo a reter a água. Estas barragens são muito diferentes relativamente às barragens de betão pois são normalmente construídas em vales largos onde ocorrem fundações piores, nomeadamente em solos argilosos ou solos arenosos. Esta melhor adaptação ao tipo de terreno da fundação deve-se à maior área da base que tem como consequência uma melhor distribuição das cargas transmitidas às fundações.
.

.

Paramento montante da Barragem de Odeleite  (Portugal).

 

 En el caso de las represas de tierra, todo el relleno está compuesto de material de baja permeabilidad y tiene enrocamiento al pie para mayor protección. Un dique de tierra y roca tiene núcleo de arcilla y muros de contención de escollera están hechos de. En el caso de diques de tierra y taludes de roca, además lleva dispositivo de drenaje que permiten el control de la saturación de la estructura.
.
Estabilidad
La estabilidad de este tipo de represa debe estar garantizado por la inclinación correcta de la pendiente y el control de la saturación en el interior del cuerpo de la presa. La pendiente de los terraplenes debe ser estudiada en relación con el material utilizado, teniendo en cuenta la percolación. El almacenamiento máximo es generalmente la prueba de verificación de la estabilidad de estas represas, combinado o no con acciones sísmicas. En el caso de las represas de tierra, el rápido vaciado también debe ser considerado y puede afectar el paramento montante
.

Paramento jusante da Barragem de Beliche.


.
No caso das barragens de terra, o aterro é todo constituído por material pouco permeável e um enrocamento de pé a jusante que pode proteger a barragem. Numa barragem de terra-enrocamento, existe um núcleo argiloso e os taludes são constituídos por enrocamentos. No caso de barragens de terra e terra-enrocamento dispositivos drenantes permitem controlar a superfície de saturação, a qual não pode atingir o paramento de jusante.
.
Estabilidade
A estabilidade da barragem deve ser assegurada através da inclinação adequada dos taludes e pelo controlo da superfície de saturação no interior do corpo da barragem. A inclinação dos taludes deve ser estudada em relação ao material utilizado, tendo em atenção a percolação. O pleno armazenamento é geralmente a situação a utilizar na verificação da estabilidade das barragens de aterro, conjugada ou não com acções sísmicas. No caso de barragens de terra, a situação de esvaziamento rápido deve também ser analisada, podendo afectar o paramento montante

 

* Malcolm Allison H  2014 

Compartir este post

Repost0

Comentarios

Présenta

  • : cinabrio blog
  • : Ecología y sostenibilidad socioambiental, énfasis en conservación de ríos y ecosistemas, denuncia de impacto de megaproyectos. Todo esto es indesligable de la política y por ello esta también se observa. Ecology, social and environmental sustainability, emphasis on conservation of rivers and ecosystems, denounces impact of megaprojects. All this is inseparable from politics, for it, the politics is also evaluated.
  • Contacto

Perfil

  • Malcolm Allison H malcolm.mallison@gmail.com
  • Biólogo desde hace más de treinta años, desde la época en que aún los biólogos no eran empleados de los abogados ambientalistas. Actualmente preocupado …alarmado en realidad, por el LESIVO TRATADO DE(DES)INTEGRACIÓN ENERGÉTICA CON BRASIL
  • Biólogo desde hace más de treinta años, desde la época en que aún los biólogos no eran empleados de los abogados ambientalistas. Actualmente preocupado …alarmado en realidad, por el LESIVO TRATADO DE(DES)INTEGRACIÓN ENERGÉTICA CON BRASIL

Recherche

Liens