HIDROELECTRICAS

Tuesday 2 september 2014 2 02 /09 /Set /2014 16:45

 

http://noticiajato.com.br/wp-content/uploads/2014/03/SANTO-ANTONIO-BARRAGEM.jpg

 

 

 

Represa hidroeléctrica se rompe en Laranjal do Jari (Amapá)

Accidente ocurrió alrededor de las 2 am del sábado 29 de marzo de 2014.
Buzos del Departamento de Bomberos fueron desplegados para realizar el rescate de los desaparecidos.

29/03/2014 John Pacheco De G1 AP

El Departamento de Bomberos de Amapá (Estado de Brasil fronterizo con la Guayana Francesa) informó que alrededor de las 14:00 hrs del sábado 29 de marzo de 2014, la rotura de una abrazadera de construcción de la represa secundaria de la Hidrelétrica de Santo Antônio, en el município de Laranjal do Jari, a 265 kilometros de Macapá. También, de acuerdo con los bomberos, cuatro personas que trabajan en las instalaciones en el momento del accidente, estaban desaparecidas.
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Trecho de 15 metros de profundidade foi inundado no Amapá (Foto: John Pacheco/G1)
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La inundación empozó 15 metros de profundidad de agua en Amapá (Foto: John Pacheco / G1)

La represa rota es de tierra (barragem ou represa de aterro) y desvía las aguas del Río Jari. La fuerza del agua tras el colapso también dañó una grúa utilizada en los trabajos de construcción en la ciudad. Se solicitó la presencia del equipo de buzos de la Comandancia General de Bomberos de Macapá.
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Anegamiento en Hidrelétrica de Santo Antônio, en Laranjal do Jari 

Hidroeléctrica
La construcción de la represa de Santo Antônio do Jari comenzó en agosto de 2011. De acuerdo con  EDP (Energias de Portugal), empresa responsable de la obra, la central hidroeléctrica tendrá una capacidad instalada de 373,4 MW, con inicio de operaciones previsto para el 2014. La generación de energía es suficiente para mantener un Estado 5 veces más grande que el Estado de Amapá, que tiene una población de 669 526 habitantes (censo 2010).
El proyecto incluye una línea de transmisión propia de unos 20 kms que interconectará Amapá al sistema nacional a través del circuito Tucuruí-Macapá-Manaus.

 

 

 

 

Barragem de hidrelétrica se rompe em Laranjal do Jari

Acidente aconteceu por volta de 2h da madrugada deste sábado, 29.
Mergulhadores do Corpo de Bombeiros foram acionados para buscas no local.

29/03/2014  John Pacheco Do G1 AP


O Corpo de Bombeiros do Amapá informou que por volta de 2h deste sábado (29) houve o rompimento de uma braçadeira da construção da barragem secundária da Hidrelétrica de Santo Antônio, no município de Laranjal do Jari, a 265 quilômetros de Macapá. Ainda de acordo com os bombeiros, quatro pessoas que trabalhavam no local na hora do acidente estão desaparecidas.
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Trecho de 15 metros de profundidade foi inundado no Amapá (Foto: John Pacheco/G1)

A barragem rompida é feita de aterro e é necessária para o desvio das águas do Rio Jari. A força da água também danificou um guindaste usado na construção da obra no município. Houve a solicitação da equipe de mergulhadores do Comando Geral dos Bombeiros em Macapá, que já se deslocou para a cidade.
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Local do alagamento na Hidrelétrica de Santo Antônio, em Laranjal do Jari (Foto: Francisco Pilha/Arquivo Pessoal)
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Local do alagamento na Hidrelétrica de Santo Antônio, em Laranjal do Jari (Foto: Francisco Pilha/Arquivo Pessoal)

Hidrelétrica
A construção da hidrelétrica de Santo Antônio do Jari iniciou em agosto de 2011. Segundo a EDP, empresa responsável pela obra, a usina terá capacidade instalada de 373,4 MW, com início de operação previsto para 2014. A geração de energia é suficiente para manter um estado 5 vezes maior que o Amapá, que tem população de 669.526 habitantes (Censo 2010).

O projeto contempla uma linha de transmissão própria de cerca de 20 quilômetros, e interligará o Amapá ao sistema nacional através do circuito Tucurui-Macapá-Manaus.

 

 

G1 - Barragem de hidrelétrica se rompe em Laranjal do Jari ...

g1.globo.com/.../barragem-de-hidreletrica-se-rompe...

29/3/2014 -

 

 

Rio Jari: energia para celulose

Por Telma Monteiro

A barragem da UHE Santo Antônio do Jari rompeu hoje (29/3/2014) no município de Laranjal do Jari, no Amapá. Há vítimas e ainda não se tem ideia das implicações ambientais do acidente. É importante conhecer a história desse projeto desde sua concepção. Publiquei o artigo em 2008 e o reproduzo agora, atualizado. Estudos da Aneel projetam a construção de mais três hidrelétricas no rio Jari. 

http://racismoambiental.net.br/2014/03/29/

Jari é uma variação da palavra indígena airi. Significa “rio da castanha”. O rio Jari é afluente na margem esquerda do rio Amazonas e limita os estados do Pará e Amapá.

O município de Laranjal do Jari (Amapá) tem aproximadamente 37 mil habitantes às margens do rio e que vivem em palafitas de até dois andares. Laranjal do Jari já foi a campeã em prostituição infantil. A hidrelétrica no rio Jari acabaria com a exuberante Cachoeira de Santo Antônio e só beneficiaria a empresa Jari Celulose e sua indústria poluente de papel.

Famílias extrativistas da Reserva do Cajari insistem que é possível um desenvolvimento sustentado utilizando a floresta de maneira equilibrada e sem necessidade de se construir uma hidrelétrica no rio Jari. Continue lendo… 'Hidrelétrica Santo Antônio do Jari: energia para produzir celulose no coração da Amazônia, por Telma Monteiro'»

 

Famílias extrativistas da Reserva do Cajari insistem que é possível um desenvolvimento sustentado utilizando a floresta de maneira equilibrada e sem necessidade de se construir uma hidrelétrica no rio Jari. 

A Jari Celulose ocupa 1.734.606 hectares distribuídos em terras nos Estados do Pará (55%) e do Amapá (45%), cortadas pelo rio Jari, que faz a divisa entre os dois estados. Na região do Jari vivem hoje cerca de 100.000 habitantes, distribuídos pelas cidades de Monte Dourado (Pará), Laranjal do Jari (Amapá), Vitória do Jari (Amapá) e Almeirim (Pará).

A hidrelétrica Santo Antônio do Jari, da Jari Celulose, do Grupo Orsa, foi licenciada pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (IBAMA) e aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O projeto prevê uma usina a fio d’água e, curiosamente, “sem alagamento da área”. Qual é o milagre? Ainda, segundo a empresa, “não trará danos ao meio ambiente, nem irá alterar a estrutura atual da Cachoeira de Santo Antônio” e “seu funcionamento irá evitar futuras pressões sobre a floresta nativa”.

O engenheiro Marcos Drago, da Eletronorte, em entrevista ao Diário do Amapá, em 26 de Março de 2008, alertou para o fato de que a geração prevista para a Hidrelétrica Santo Antônio do Jarí não poderia ser mantida o ano todo, pois no período da estiagem não haveria vazão suficiente para funcionar as turbinas e seria preciso acionar a termelétrica ou mesmo buscar energia da usina de Tucuruí. Mesmo assim, a Eletronorte aceitou ser parceira da Jari Celulose nesse empreendimento. Nós já vimos esse filme em Belo Monte. A história se repete.

O projeto da Hidrelétrica Santo Antônio do Jari terá potência instalada de 100 MW e a localização nos municípios de Almeirim e Mazagão para aproveitar o local das quedas d’água da Cachoeira de Santo Antônio, um dos 15 sítios da região tombados pelo patrimônio histórico.

O Senador José Sarney anunciou, em Dezembro de 2007, em Macapá, Amapá, que o Governo Federal tinha autorizado (?) a concessão para construção da Hidrelétrica Santo Antônio do Jari, no rio Jari. O senador eleito pelo Amapá já havia comunicado, em Junho do mesmo ano, que “nenhum entrave mais existe para a consolidação do consórcio que irá construir no rio Jari a hidrelétrica de Santo Antônio, uma usina prevista para gerar algo em torno de 100 megawatts de energia elétrica, mas que novos estudos projetam algo bem perto dos 200 megawatts”.

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O “rio” de dinheiro público

Segundo a revista Isto É de julho de 2002, “…A agonia da Jari se prolongou até 2000, quando a Fundação Orsa abocanhou parte da empresa que fabrica celulose, por simbólico R$ 1 e assumiu uma dívida de US$ 415 milhões.” Dessa dívida considerada impagável pelos “compradores”, US$ 100 milhões são devidos ao BNDES e US$ 50 milhões ao Banco do Brasil. Na época, a Jari Celulose recusou investir US$ 32 milhões para impedir que a fumaça preta e o mal cheiro contaminasse o ar da região. A prioridade da empresa seria a construção da hidrelétrica para aumentar sua competitividade.

A Jari Celulose nasceu da frustrada tentativa do excêntrico empresário e bilionário americano Daniel Keith Ludwig que, na década de 70, queria substituir a mata nativa por florestas de eucaliptos e alimentar o mercado mundial de celulose com a produção no Jari e a destruição da Amazônia. Enfiou US$ 1,3 bilhão em 16 mil quilômetros da mata. Destruindo-a.

Mais de US$ 200 milhões de dinheiro público dos contribuintes brasileiros foram enfiados para cobrir as dívidas deixadas por Ludwig e o Banco do Brasil acabou comprando mais US$ 180 milhões em ações preferenciais.

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O ataque silencioso contra o rio Jari 

Como disse o Senador José Sarney, nada poderia atrapalhar a construção da Hidrelétrica Santo Antônio do Jari, sobre a tombada Cachoeira de Santo Antônio. Então, em 21 de Julho, agora, de 2008, o Ibama emitiu o documento de vistoria técnica na região do Jari onde pretendem fazer a hidrelétrica. No dia 27 de Julho saiu o Termo de Referência com a “liturgia” para a elaboração do EIA/RIMA que confirma o processo de licenciamento e a aprovação dos estudos de viabilidade pela Annel. E, a sopesar as últimas notícias, o licenciamento deverá transcorrer célere enquanto os ambientalistas tentam evitar o desastre no rio Madeira.

O reservatório do projeto da Hidrelétrica Santo Antônio do Jari vai afetar diretamente os municípios de Laranjal do Jari (Amapá) e Almerim (Pará). A área foi classificada pelos técnicos que realizaram a vistoria, como de excepcional beleza cênica, fonte de abastecimento de água potável da região e área de preservação permanente. Não há menção das terras indígenas na bacia do rio Jaru.

Mais uma das mais belas cachoeiras do Brasil, a Cachoeira Santo Antônio do rio Jari, está sendo exterminada. A luta continua.

 

 

 

Encontrado o primeiro corpo de vítima desaparecida no acidente em hidrelétrica no Jari

1/4/2014 - Mergulhadores do Corpo de Bombeiros do Amapá encontraram, por volta de 13h20 desta segunda-feira, 31, o primeiro corpo de uma das quatro vítimas desaparecidas no acidente ocorrido na barragem na Hidrelétrica de Santo Antônio, no município de Laranjal do Jari, região Sul do Estado

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Un dique de contención de tierra y/o roca es un tipo de represa  muy diferente a una represa de hormigón, ya que por lo general se construye en amplios valles donde las fundaciones o cimientos de concreto son intrínsicamente débiles o dificiles de establecer.  Estas represas de tierra y/o roca (barragem ou represa de aterro) se adaptan mejor a terrenos arcillosos o arenosos y su fundación con mayor área de base, se traduce en una mejor distribución de las cargas transmitidas a los cimientos.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Barragem_de_aterro

Uma barragem ou represa de aterro é um tipo de barragem de terra e/ou rocha que funciona de modo a reter a água. Estas barragens são muito diferentes relativamente às barragens de betão pois são normalmente construídas em vales largos onde ocorrem fundações piores, nomeadamente em solos argilosos ou solos arenosos. Esta melhor adaptação ao tipo de terreno da fundação deve-se à maior área da base que tem como consequência uma melhor distribuição das cargas transmitidas às fundações.
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Paramento montante da Barragem de Odeleite  (Portugal).

 

 En el caso de las represas de tierra, todo el relleno está compuesto de material de baja permeabilidad y tiene enrocamiento al pie para mayor protección. Un dique de tierra y roca tiene núcleo de arcilla y muros de contención de escollera están hechos de. En el caso de diques de tierra y taludes de roca, además lleva dispositivo de drenaje que permiten el control de la saturación de la estructura.
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Estabilidad
La estabilidad de este tipo de represa debe estar garantizado por la inclinación correcta de la pendiente y el control de la saturación en el interior del cuerpo de la presa. La pendiente de los terraplenes debe ser estudiada en relación con el material utilizado, teniendo en cuenta la percolación. El almacenamiento máximo es generalmente la prueba de verificación de la estabilidad de estas represas, combinado o no con acciones sísmicas. En el caso de las represas de tierra, el rápido vaciado también debe ser considerado y puede afectar el paramento montante
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Paramento jusante da Barragem de Beliche.


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No caso das barragens de terra, o aterro é todo constituído por material pouco permeável e um enrocamento de pé a jusante que pode proteger a barragem. Numa barragem de terra-enrocamento, existe um núcleo argiloso e os taludes são constituídos por enrocamentos. No caso de barragens de terra e terra-enrocamento dispositivos drenantes permitem controlar a superfície de saturação, a qual não pode atingir o paramento de jusante.
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Estabilidade
A estabilidade da barragem deve ser assegurada através da inclinação adequada dos taludes e pelo controlo da superfície de saturação no interior do corpo da barragem. A inclinação dos taludes deve ser estudada em relação ao material utilizado, tendo em atenção a percolação. O pleno armazenamento é geralmente a situação a utilizar na verificação da estabilidade das barragens de aterro, conjugada ou não com acções sísmicas. No caso de barragens de terra, a situação de esvaziamento rápido deve também ser analisada, podendo afectar o paramento montante

 

* Malcolm Allison H  2014 

Por cinabrio - Publicado en: HIDROELECTRICAS
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Monday 1 september 2014 1 01 /09 /Set /2014 16:50

Dada la terrible situación por la mayor inundación de los últimos 30 años en el norte y el noroeste de la región de Rio Grande do Sul y el oeste de Santa Catarina en Brasil, no podemos ni debemos culpar sólo a las represas ya construidas en la cuenca del río Uruguay por la situación en la que se encuentra la población, pero exigimos que las empresas nunca más recurran al discurso y a la justificación de que las represas se construyen con el objetivo de regular el flujo de agua de nuestros ríos evitando posibles inundaciones. La construcción de represas se ha convertido en una mercancía que está al servicio del lucro de sus propietarios. En este sentido, reafirmamos nuestra posición contraria a la construcción de las represas Garabí, Panambí e Itapiranga proyectadas para el río Uruguay y de la represa Paiquerê diseñada para el río Pelotas.

Porto_Maua_inundado

Porto Maua inundado
Municipio de Puerto Mauá (Foto: Vilson Vinkler)

 

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Manifiesto de solidaridad con las familias afectadas por las inundaciones en Río Grande Do Sul y Santa Catarina

julio 3, 2014
http://mesanoalasrepresas.org.ar/2014/07/manifiesto-de-solidaridad-con-las-familias-afectadas-por-las-inundaciones-en-rio-grande-do-sul-y-santa-catarina/

 

La mayor inundación de los últimos treinta años en el norte y el noroeste de la región de Rio Grande do Sul y el oeste de Santa Catarina hace que informes de este tipo sean cada vez más comunes. Datos de Defensa Civil ya incluyen setenta municipios afectados en el lado gaúcho, con cerca de nueve mil familias fuera de sus hogares. En Santa Catarina son treinta y nueve municipios afectados y cerca de dos mil familias lejos de sus viviendas.

Frente a esta grave situación social, nosotros, movimientos sindicales, sociales e iglesias, queremos, en primer lugar, llevar una palabra de consuelo y solidaridad a las familias afectadas. Su dolor es nuestro dolor.

Pero sabemos que la solidaridad sola no basta. Es necesario pensar en la “reconstrucción de la vida”, en su sentido más amplio, de las familias y las comunidades afectadas. Incluso en medio del dolor y la desesperación, confiamos en la capacidad del pueblo para superar esta dificultad.

Nuestra trayectoria y experiencia demuestra que tanto en el rescate y los primeros auxilios de las familias afectadas, como en buscar y lograr medidas que mejoren la vida en el corto y mediano plazo, es necesario ser capaces de tener unidad y organización.

Dada la terrible situación, no podemos ni debemos culpar sólo las represas ya construidas en la cuenca del río Uruguay por la situación en la que se encuentra la población, pero exigimos que las empresas nunca más recurran al discurso y a la justificación de que las presas se construyen con el objetivo de regular el flujo de agua de nuestros ríos evitando posibles inundaciones. La construcción de presas se ha convertido en una mercancía que está al servicio del lucro de sus propietarios. El cierre o la apertura de sus puertas siempre estará en primer lugar al servicio de este objetivo. En este sentido, reafirmamos nuestra posición contraria a la construcción de las represas Garabí, Panambí e Itapiranga proyectadas para el río Uruguay y de la presa Paiquerê diseñada para el río Pelotas. (*)

Confiando en esto, hemos orientado a nuestros líderes, de forma individual y/o colectiva, a escuchar y hablar con las familias sobre cuáles son sus principales reivindicaciones. Como dice el gaúcho, saber “dónde aprieta más el callo” en este momento.

Abajo mencionamos algunas de las propuestas que han surgido en la discusión con las familias.

Pero sostenemos que más importante que apresurarnos en apuntar soluciones, es ayudar a asegurar un proceso de participación con la mayor cantidad de familias, organizaciones, gobiernos federal, estadual y local. Nadie mejor que las propias familias afectadas, de manera organizada, para saber sus necesidades. Por lo tanto, es necesario llevar a cabo reuniones, las más representativas posibles, para identificar las necesidades, y a través de ellas, encaminar las negociaciones junto a los gobiernos.

Finalmente, queremos comprometernos a ayudar a construir un gran proceso de lucha por la defensa de los derechos de las familias afectadas en el estado de Rio Grande do Sul y Santa Catarina.

 

Algunas de las propuestas sugeridas por la población:

 

1) Plan de prevención de desastres y defensa civil;

2) Suspensión del pago de la factura de electricidad y de agua a las familias afectadas por las inundaciones durante 6 meses;

4) Crédito de emergencia de 15.000 reales, con un período de gracia de 2 años y 10 años para pagar con un 60% de descuento;

5) Amnistía en las cuotas de financiación y las deudas con organismos públicos con vencimiento en los próximos 6 meses;

6) Plan para la recuperación y reestructuración económica y social de las familias y las comunidades;

7) Plan para la reconstrucción de la infraestructura (puentes, carreteras, accesos, redes de agua, electricidad);

8) Plan de emergencia de salud pública y apoyo psico-social;

9) Canasta básica de alimentos por 6 meses para todas las familias.

 

Firman esta carta:

 

Movimiento de Afectados por Represas (MAB)

Sínodo Noroeste Riograndense (IECLB)

Diócesis de Santo Angelo

Movimiento de los Trabajadores Rurales Sin Tierra (MST)

Movimiento de Pequeños Agricultores (MPA)

Vía Campesina RS

Levantamiento Popular de la Juventud

Santa Rosa, 01 de julio 2014

 

 

http://2012ultimasnoticias.blogspot.com/2014/06/sur-de-brasil-y-paraguay-evacuados-inundaciones.html

 

 

Por las inundaciones, más de 50.000 personas debieron ...

www.infobae.com/.../1576960-por-las-inundaciones-mas-50000-persona...

29/6/2014 -

 

 

 

La construcción de la nueva represa Panambí sobre el río Uruguay, entre la provincia de Misiones, Argentina, y el Estado de Río Grande del Sur, Brasil, llevaría a la extinción de muchas especies de peces, debido a la interrupción de migraciones ligadas a la reproducción.

El proyecto no contempla ningún sistema de transferencia de peces.7

 

Uno de los efectos más temidos por quienes objetan este tipo de obras es el efecto de la instalación de gran cantidad de trabajadores, que puedan causar un colapso de los servicios básicos, tales como salud, educación o seguridad, que afectaría a la población residente. Si bien estos efectos desaparecerían en el momento en que termine la construcción, una obra de esta magnitud atrae también a personas y familias para ofrecer servicios indirectos a los empleados. Se teme la instalación de caseríos improvisados, que llevarían a un aumento de la prostitución, los delitos y los índices de alcoholismo y drogadicción; por otro lado, esta fracción de la población no abandonaría la región tras el final de la obra, con lo que se agregaría también la desocupación y sus efectos.7

 

Otro factor que podría tener graves consecuencias es el de la circulación de personas y vehículos, ya que el tránsito continuo de vehículos pesados por rutas y caminos podrían causar el colapso de la red vial existente y generaría enormes cantidades de polvo ambiental. Igualmente, la instalación de canteras de materiales pétreos y arcillas sobre la región circundante generaría gran cantidad de polvo ambiental y expodría amplias zonas a la erosión hídrica.7

 

Panambí es el nombre de un projecto de represa, embalse y central hidroeléctrica que sería construido sobre el río Uruguay, entre la provincia de Misiones, Argentina, y el Estado de Río Grande del Sur, Brasil. Estaría ubicado unos 10 km aguas arriba de la localidad argentina de Puerto Panambí.

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Poster-Marcha-Por-los-Ríos-Libres

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Organizaciones ecologistas argentinas, brasileñas y uruguayas se oponen a la construcción de la nueva represa Garabí proyectada sobre el río Uruguay porque, aducen, provocaría daños irreparables. Realizan una campaña de firmas para impedir su ejecución.

Los ecologistas se oponen a la construcción de la central hidroeléctrica binacional Garabí Panambí, aduciendo múltiples problemas causados por las represas en los ríos, alterando sus cauces normales, inundando, afectando y desplazando a las personas de sus comunidades, destruyendo lugares históricos y causando la muerte de los ecosistemas y su biodiversidad. Por su parte organizaciones ecologistas, asociaciones de productores rurales, iglesias de Misiones, Entre Ríos y Santa Fe, así como movimientos de Brasil y de Uruguay, manifestaron su rechazo al Protocolo aduciendo que intenta avanzar con grandes obras hidroeléctricas sin respetar la Constitución Nacional de la Nación Argentina, que establece en su artículo 41 que todos los habitantes deben gozar de un ambiente sano.

Según Raúl Orlando Grupo Ecologista Cuña Pirú de Misiones:

"Este proyecto aumentaría la humedad de la región eliminando las heladas, que regulan naturalmente las plagas. También la descomposición de la materia vegetal inundada, produce gases que aumentan el efecto invernadero."

Actualmente en la Provincia de Misiones se está ejecutando un proyecto llamado No a Garabí que junta firmas de los habitantes. Para que dicha represa no se construya, ya que ésta será la provincia más afectada como ocurrió con la Represa Yacyretá.

 

http://es.wikipedia.org/wiki/Proyecto_de_represa_de_Garab%C3%AD

http://www.losquesevan.com/puerta-repudia-apertura-de-sobres-de-licitacion-para-construir-garabi-y-panambi.1509c

http://2012ultimasnoticias.blogspot.com/2014/06/sur-de-brasil-y-paraguay-evacuados-inundaciones.html

 

Brasil: represa se rompe en "Hidrelétrica Laranjal do Jari" y cobra 4 vidas

Japón: lluvias y aluviones sin precedentes matan decenas en Hiroshima

La cultura hidraúlica en el Reino Anuradhapura de la antigua Ceilán

La loca carrera para represar el Brahmaputra de China e India amenazan los medios de vida de más de 100 millones

 

 


* Malcolm Allison H  2014

 

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Tuesday 26 august 2014 2 26 /08 /Ago /2014 19:16

 

Aplicación del método de irradiación tridimensional para el monitoreo de represas

 

SciELO - Scientific Electronic Library Online

 

Aplicação do método de irradiação tridimensional no monitoramento de barragens

 

Application of the three-dimensional radiation method for monitoring dams

 

 

Alyne Raminelli SiguelI; Pedro Luis FaggionII; Luís Augusto Koenig VeigaII; Carlos Aurélio NadalII; Marcelo da Silva MattosII; Marcos Alberto SoaresIII

IUniversidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR Curitiba - Paraná - Brasil E-mail: alynesiguel@utfpr.edu.br
IIUniversidade Federal do Paraná - UFPR Curitiba - Paraná - Brasil  E-mail: faggion@ufpr.br; kngveiga@ufpr.br; cnadal@ufpr.br; marcelo@areaexata.com.br
IIICompainha Paranaense de Energia Elétrica - COPEL Curitiba - Paraná - Brasil E-mail: marcos.asoares@copel.com

 

 

 


 

 SciELO - Scientific Electronic Library Online


RESUMO

Com a finalidade de verificar a estabilidade de pontos de monitoramento previamente selecionados e materializados a jusante da barragem da usina hidrelétrica Mauá, localizada no rio Tibagi, entre os municípios de Ortigueira e Telêmaco Borba, estado do Paraná, aplicou-se o método de irradiação topográfica tridimensional para determinar suas coordenadas. O estudo do comportamento se dá pela comparação das coordenadas dos pontos obtidas entre duas ou mais épocas distintas. Para isso, estabeleceu-se uma rede geodésica materializada por meio de pilares de concreto, dotados de um sistema de centragem forçada e construídos de forma que a fundação alcançasse a rocha da região. Estes, foram monitorados através de técnicas GNSS onde constatou-se sua estabilidade, servindo então como referência para o monitoramento dos pontos irradiados. Após distintas campanhas de levantamentos, realizadas antes e durante a formação do reservatório, utilizou-se um aplicativo em ambiente MatLab, desenvolvido para as finalidades deste projeto, onde são feitas análises e correções nos dados obtidos. Posteriormente, são calculadas as coordenadas tridimensionais dos pontos monitorados. Como resultados apresentam-se a variação das coordenadas utilizando-se a primeira campanha de levantamento, efetuada antes do início da formação do reservatório, como referência.

Palavras-chave: Monitoramento de Estruturas; Levantamentos Geodésicos; Irradiação Tridimensional.


SciELO - Scientific Electronic Library Online

 

ABSTRACT

In order to check the stability of monitored points previously selected and materialized downstream of the Mauá hydroelectric plant dam, located in Tibagi river, between the cities of Ortigueira and Telêmaco Borba, state of Paraná, the 3D irradiation topographic method was held to determine the coordinates of these points. The study of the monitored point behavior is given by the comparison of their coordinates, between two or more distinct epochs. For this, it was established a geodetic network materialized by concrete pillars, equipped with a system of forced centering and constructed so that the foundation reached the rocks of the region. These were monitored using GNSS techniques where it was found stability, then serving as reference for monitoring points irradiated. After different surveys campaigns carried out before and during the formation of the reservoir, it was used an application in MatLab environment, developed for the purpose of this project, where analyses and corrections were done in the data obtained. Thereafter, the three-dimensional coordinates from monitored points were calculated. The results show the variation of the coordinates using the first campaign of surveying, made before the reservoir formation, as a reference.

Keywords: Monitoring Structures; Geodesic Surveys; Three-dimensional Irradiation.

 

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Boletim de Ciências Geodésicas

On-line version ISSN 1982-2170

Bol. Ciênc. Geod. vol.19 no.3 Curitiba July/Sept. 2013

http://dx.doi.org/10.1590/S1982-21702013000300003 

 

 

 

A Usina Hidrelétrica Mauá é uma usina hidrelétrica brasileira localizada no Rio Tibagi, entre os municípios de Telêmaco Borba e Ortigueira, no Estado do Paraná. Sua construção teve início no ano de 2008 e foi inaugurada em 2012. É controlada pelo CECS (Consórcio Energético Cruzeiro do Sul), com participação societária de 51% da Copel e 49% da Eletrosul.2 É a 6ª maior hidrelétrica em potência instalada em território paranaense, ficando atrás apenas das cinco usinas localizadas no rio Iguaçu.3

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Usina_Hidrel%C3%A9trica_Mau%C3%A1

 

 

http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_conventional_hydroelectric_power_stations

 

This article lists hydroelectric power stations that generate power using the conventional dammed method. This list includes power stations that are larger than 1,000 MW in maximum net capacity, and are operational or under construction. Those power stations that are smaller than 1,000 MW, or those that are only at a planning/proposal stage may be found in regional lists, listed at the end of the page.

 

 

Mauá Hydroelectric Plant is located in Brazil
Mauá Hydroelectric Plant

...................................................................................Location of Mauá Dam

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Monday 18 august 2014 1 18 /08 /Ago /2014 20:22

 

Contra la construcción de las represas Garabí, Panambí e Itapiranga proyectadas para el río Uruguay y la represa Paiquerê diseñada para el río Pelotas.

 

 

La construcción de la nueva represa Panambí sobre el río Uruguay, entre la provincia de Misiones, Argentina, y el Estado de Río Grande del Sur, Brasil, llevaría a la extinción de muchas especies de peces, debido a la interrupción de migraciones ligadas a la reproducción.

El proyecto no contempla ningún sistema de transferencia de peces.7

 

Uno de los efectos más temidos por quienes objetan este tipo de obras es el efecto de la instalación de gran cantidad de trabajadores, que puedan causar un colapso de los servicios básicos, tales como salud, educación o seguridad, que afectaría a la población residente. Si bien estos efectos desaparecerían en el momento en que termine la construcción, una obra de esta magnitud atrae también a personas y familias para ofrecer servicios indirectos a los empleados. Se teme la instalación de caseríos improvisados, que llevarían a un aumento de la prostitución, los delitos y los índices de alcoholismo y drogadicción; por otro lado, esta fracción de la población no abandonaría la región tras el final de la obra, con lo que se agregaría también la desocupación y sus efectos.7

 

Otro factor que podría tener graves consecuencias es el de la circulación de personas y vehículos, ya que el tránsito continuo de vehículos pesados por rutas y caminos podrían causar el colapso de la red vial existente y generaría enormes cantidades de polvo ambiental. Igualmente, la instalación de canteras de materiales pétreos y arcillas sobre la región circundante generaría gran cantidad de polvo ambiental y expodría amplias zonas a la erosión hídrica.7

 

Panambí es el nombre de un projecto de represa, embalse y central hidroeléctrica que sería construido sobre el río Uruguay, entre la provincia de Misiones, Argentina, y el Estado de Río Grande del Sur, Brasil. Estaría ubicado unos 10 km aguas arriba de la localidad argentina de Puerto Panambí.

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Poster-Marcha-Por-los-Ríos-Libres

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Organizaciones ecologistas argentinas, brasileñas y uruguayas se oponen a la construcción de la nueva represa Garabí proyectada sobre el río Uruguay porque, aducen, provocaría daños irreparables. Realizan una campaña de firmas para impedir su ejecución.

Los ecologistas se oponen a la construcción de la central hidroeléctrica binacional Garabí Panambí, aduciendo múltiples problemas causados por las represas en los ríos, alterando sus cauces normales, inundando, afectando y desplazando a las personas de sus comunidades, destruyendo lugares históricos y causando la muerte de los ecosistemas y su biodiversidad. Por su parte organizaciones ecologistas, asociaciones de productores rurales, iglesias de Misiones, Entre Ríos y Santa Fe, así como movimientos de Brasil y de Uruguay, manifestaron su rechazo al Protocolo aduciendo que intenta avanzar con grandes obras hidroeléctricas sin respetar la Constitución Nacional de la Nación Argentina, que establece en su artículo 41 que todos los habitantes deben gozar de un ambiente sano.

Según Raúl Orlando Grupo Ecologista Cuña Pirú de Misiones:

"Este proyecto aumentaría la humedad de la región eliminando las heladas, que regulan naturalmente las plagas. También la descomposición de la materia vegetal inundada, produce gases que aumentan el efecto invernadero."

Actualmente en la Provincia de Misiones se está ejecutando un proyecto llamado No a Garabí que junta firmas de los habitantes. Para que dicha represa no se construya, ya que ésta será la provincia más afectada como ocurrió con la Represa Yacyretá.

 

http://es.wikipedia.org/wiki/Proyecto_de_represa_de_Garab%C3%AD

http://www.losquesevan.com/puerta-repudia-apertura-de-sobres-de-licitacion-para-construir-garabi-y-panambi.1509c

http://2012ultimasnoticias.blogspot.com/2014/06/sur-de-brasil-y-paraguay-evacuados-inundaciones.html

 

Brasil: represa se rompe en "Hidrelétrica Laranjal do Jari" y cobra 4 vidas

Japón: lluvias y aluviones sin precedentes matan decenas en Hiroshima

La cultura hidraúlica en el Reino Anuradhapura de la antigua Ceilán

La loca carrera para represar el Brahmaputra de China e India amenazan los medios de vida de más de 100 millones

 

Represas son responsables de inundaciones históricas en Rio Grande do Sul y Santa Catarina (Brasil)  

Dada la terrible situación por la mayor inundación de los últimos 30 años en el norte y el noroeste de la región de Rio Grande do Sul y el oeste de Santa Catarina en Brasil, no podemos ni debemos culpar sólo a las represas ya construidas en la cuenca del río Uruguay por la situación en la que se encuentra la población, pero exigimos que las empresas nunca más recurran al discurso y a la justificación de que las represas se construyen con el objetivo de regular el flujo de agua de nuestros ríos evitando posibles inundaciones. La construcción de represas se ha convertido en una mercancía que está al servicio del lucro de sus propietarios.

 

 

Por cinabrio - Publicado en: HIDROELECTRICAS
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Monday 11 august 2014 1 11 /08 /Ago /2014 16:19

By engaging in a race to dam the Brahmaputra as quickly as possible, China and India will cause cumulative environmental impacts beyond the limits of the river's ecosystem, and will threaten the livelihoods of more than 100 million

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Map of Brahmaputra river.

 

'Los ríos nos unen, pero las represas nos dividen ", dice Peter Bosshard, de International Rivers Network
Bosshard critica a la India por ignorar los derechos de Bangladesh: "al participar en una carrera para represar el Brahmaputra lo más rápidamente posible, China e India causarán impactos ambientales acumulativos más allá de los límites del ecosistema del río, y amenazan los medios de vida de más de 100 millones de personas que dependen del río."

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 Megarepresas: Batalla en el Brahmaputra

China e India tienen sus ojos puestos en el potencial energético del gran río Brahmaputra. ¿Una nueva ola de "megarepresas" traerá energía a los pueblos o pondrá a millones en riesgo?

20 de marzo 2014 - El reportero de medio ambiente de BBCWorld, Navin Singh Khadka informa desde Assam, India.

Estando en las orillas del Brahmaputra, es difícil tener una idea de donde comienza y termina el río. Nace como un arroyo en las remotas montañas tibetanas.

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Brahmaputra river

 

En las llanuras de inundación del Estado de Assam, sus aguas se extienden hasta donde alcanza la vista, fundiéndose con el horizonte y el cielo. El río continúa por el noreste de India y entra a Bangladesh, donde se une con el Ganges, formando un poderoso delta fluvial.
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Durante siglos, el Brahmaputra ha fertilizado la tierra, y ha dado de comer y beber a la gente en sus orillas. Hoy, sin embargo, para las economías en crecimiento de China e India, el río es visto, cada vez más, como una fuente de energía. Ambos países están planeando grandes represas en sus aguas.

El río, conocido como Yarlung Zangbo en China y como Brahmaputra en la India, comienza sus 2840 kilometros de recorrido en el Monte Kailash, en la región del Tíbet, en los Himalayas.

China está construyendo la Represa Zangmu para generación hidroeléctrica . El proyecto comenzó en 2009 y ha causado preocupación en la India. Otras tres represas se han previsto cerca. Antes de que el río Yarlung Zangbo deje China para fluir hacia la región de Arunachal Pradesh en el N.E. de India y convertirse en el Brahmaputra, hace un giro dramático hacia el sur, conocido como el Gran Giro (Great Bend).
India también está construyendo represas en el río, muchas más que China. La obra de la Represa del Bajo Subansiri (Lower Subansiri Dam), en un afluente del Brahmaputra, está paralizada por varios años por las protestas.
    
En Guwahati, la mayor ciudad de Assam, el sentimiento anti-chino está creciendo y algunos dicen que el nivel del río ha bajado en los últimos años.

En Assam, los planes de construcción de represas están siendo recibidos con escepticismo y cierto temor.
Se teme que las represas aguas arriba, den a China un gran poder sobre sus vidas. Y muchos se preguntan en Assam si China tiene intenciones honorables.

Después de un deslizamiento de tierra en China, en 2000, el río fue bloqueado por varios días. El hecho era desconocido aguas abajo, en territorio indio. Cuando el agua se abrió paso por la zona del bloqueo, el Estado de Assam se enfrentó a un torrente aluvional muy dañino. No hubo ninguna advertencia previa. Existe la preocupación de que esto podría suceder con más frecuencia.

Algunos también creen que China podría desviar el río a sus norteños y resecos territorios, cosa que ya ha hecho con otros ríos del sur.

Sin embargo, el gobierno central de la India dice que China les ha dado seguridades y garantías respecto a las nuevas represas tibetanas.
"Nuestro Ministerio de Relaciones Exteriores ha conversado con China y se nos ha dicho que el flujo del  Brahmaputra no se verá afectado, y nos aseguraremos de que las vidas de las personas no se verán afectadas por las represas", dijo Paban Singh Ghatowar, Ministro de Desarrollo del Noreste India, en marzo de 2014, a la BBC.


Tea Garden-3
 

Muchos de los jardines de té del Estado de Assam (India) son regados por el Brahmaputra y son vulnerables a las inundaciones y la erosión fluvial.

"Al participar en una carrera para represar el Brahmaputra lo más rápidamente posible, China y la India causarán impactos ambientales acumulativos más allá de los límites del ecosistema del río"
Peter Bosshard (International Rivers Network)

Posted Image

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¿Las grandes represas siempre tienen sentido?

Pekín dice que las represas hidroeléctricas que está construyendo en el tramo tibetano del río, aliviarán la escasez de energía para la gente de esa región.
"Todos los nuevos proyectos serán sometidos a planificación científica y los estudios de viabilidad y de impacto socioambiental, tanto aguas arriba, como aguas abajo, serán considerados al detalle", dijo a la BBC el Ministerio de Relaciones Exteriores de China. Dijo que tres nuevas represas en Dagu, Jiacha y Jeixu, eran proyectos a pequeña escala: "No habrá inundaciones y el entorno ecológico de las zonas bajas está asegurado".

A pesar de las declaraciones, no hay acuerdo oficial binacional para compartir el agua del Brahmaputra entre la India y China, sólo un acuerdo para compartir los datos de las inundaciones del monzón.
Los expertos y los grupos de interés (los lobistas) siguen siendo tan escépticos como los residentes locales.

'Los ríos nos unen, pero las represas nos dividen ", dice Peter Bosshard, de International Rivers Network (una importante ONG especializada en gestión de ríos a nivel planetario).
Bosshard critica a la India por ignorar los derechos de Bangladesh: "al participar en una carrera para represar el Brahmaputra lo más rápidamente posible, China e India causarán impactos ambientales acumulativos más allá de los límites del ecosistema del río, y amenazan los medios de vida de más de 100 millones de personas que dependen del río."
Es difícil saber dónde está la verdad. Las represas están ocultas, lejos de la mirada de los curiosos, en valles remotos y en las gargantas de montañas profundas. Es allí donde ahora se libra la inacabable tensión entre política, desarrollo y medio ambiente. 

 

 

 

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map

 

 

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China quake reignites debate on country's rush to build ...

www.washingtonpost.com/.../china...dams/.../9f72a0...
De Simon Denyer - hace 4 días - China quake reignites debate on country's rush to build large dams ... The official Xinhua News Agency reported this week that a huge lake has ...

 

Three Gorges Probe | Probe International

journal.probeinternational.org/.../three-gorges-probe...Traducir esta página

hace 3 días - Posts about Three Gorges Probe written by Other news sources, Lisa ... China quake reignites debate on country's rush to build large dams

 

Shanghai will be hurt most by Three Gorges Dam project ...

www.scmp.com/news/china/.../shanghai-will-be-hurt...
17/7/2014 - An aerial view of the Three Gorges Dam, on the middle reaches of the ... Hazards and Environment under the Chinese Academy of Sciences. ... SCMP.com SCMP Tablet Edition SCMP Mobile Edition 10-year news archive.

 

 

map

 

 

Megadams: Battle on the Brahmaputra


China and India have their eye on the energy potential of the vast Brahmaputra river. Will a new wave of "megadams" bring power to the people - or put millions at risk?

20 March 2014  - The BBC World Service environment reporter Navin Singh Khadka reports from Assam, India.
http://www.bbc.com/news/world-asia-india-26663820
On the banks of the Brahmaputra it is hard to get a sense of where the river starts and ends. It begins far away as a Tibetan mountain stream. On the floodplains of Assam, though, its waters spread as far as the eye can see, merging with the horizon and the sky.
From here it continues through north-eastern India into Bangladesh, where it joins with the Ganges to form a mighty river delta.

For centuries the Brahmaputra has nourished the land, and fed and watered the people on its banks.
Today, though, India and China's growing economies mean the river is increasingly seen as a source of energy. Both countries are planning major dams on long stretches of the river.
The river, known as the Yarlung Zangbo in China and as the Brahmaputra in India, starts its 1,760 mile (2,840 km) journey beneath Mount Kailash, high in the Tibet region of the Himalayas.

China is constructing the Zangmu dam to provide hydro-electric power. The project began in 2009 and has caused concern downstream in India. Three other dams are planned nearby.
    Before the Yarlung Zangbo leaves China to flow into the Arunachal Pradesh region of India and become the Brahmaputra, it makes a dramatic turn to the south, known as the Great Bend.
    Many of Assam's tea gardens are irrigated by the Brahmaputra. They are vulnerable to flooding and erosion by river water.


 

Photo retrieved from: www.internationalrivers.org

 

   India is also building dams on the river – many more than China. The Lower Subansiri Dam, on a tributary of the Brahmaputra, has been stalled by protests for several years.
    In Guwahati, Assam's biggest city, anti-China sentiment is growing and some say the river level has dropped in recent years.
In Assam the plans are being greeted with scepticism and some fear.
The fear is that dams upstream could give China great power over their lives. And many in Assam worry whether China has honourable intentions.

After a landslide in China in 2000, the river was blocked for several days, unknown to those downstream.

When the water forced its way past the blockage Assam faced an oncoming torrent. There was no advance warning. There are concerns this could happen more frequently.
Some also believe that China may divert water to its parched north - as it has done with other southern rivers.
India's central government says China has given them assurances about the new Tibetan dams.
"Our foreign ministry has checked with China and we have been told that the flow will not be affected, and we will make sure that the people's lives are not affected by the dams," Paban Singh Ghatowar, minister for the development of north-eastern India, told the BBC.

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    "By engaging in a race to dam the Brahmaputra as quickly as possible, China and India will cause cumulative environmental impacts beyond the limits of the river's ecosystem”
Peter Bosshard International Rivers Network
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Do massive dams ever make sense?
Beijing says the dams it is building on the Tibetan stretch of the river will ease power shortages for people in that region.
"All new projects will go through scientific planning and feasibility studies and the impact to both upstream and downstream will be fully considered," China's foreign ministry told the BBC.
It said three new dams at Dagu, Jiacha, and Jeixu were small-scale projects: "They will not affect flood control or the ecological environment of downstream areas," the foreign ministry said.
Despite the statements, there is no official water-sharing deal between India and China - just an agreement to share monsoon flood data.
Experts and interest groups remain as sceptical as local residents.
'Rivers unite us, but dams divide us," says Peter Bosshard, of the International Rivers Network.
He criticises India for ignoring the rights of Bangladesh even as it deals with China's claim on the river.
"By engaging in a race to dam the Brahmaputra as quickly as possible, China and India will cause cumulative environmental impacts beyond the limits of the river's ecosystem, and will threaten the livelihoods of more than 100 million people who depend on the river."
It is hard to know where the truth lies. The dams are hidden from view, on remote valleys and in deep mountain gorges. It is there that the never-ending tension between politics, development and environment is now being played out.

 

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http://www.tibetsun.com/news/2014/07/02/india-china-agree-to-share-flood-data-on-brahmaputra

 

 

Burmese protest China-backed dam project - Yahoo News

news.yahoo.com/burmese-protest-china-backed-dam...
23/3/2014 - From Yahoo News: YANGON, Myanmar (AP) — Dozens of ... calling for the cancellation of a Chinese-backed hydroelectric dam project over ...

 

BBC News - Megadams: Battle on the Brahmaputra - BBC.com

www.bbc.com/news/world-asia-india-26663820
20/3/2014 - China and India are both attempting to tap the water resources of the ... Both countries are planning major dams on long stretches of the river.

 

China Mekong Dam Project Generates Growing Controversy

www.voanews.com/.../china...dam.../1859964.html

26/2/2014 - China has the greatest number of dams in the world, though its plan to construct a dam on the cross-border Mekong River is increasingly ..

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The politics of dam-building: Opening the floodgates | The ...

www.economist.com/news/china/21586538-great-ri...
21/9/2013 - CHINA has many good reasons not to build the $5.2 billion ... an expert on Chinese dams at Hobart and William Smith Colleges in New York .... Subscribe to The Economist and get the week's most relevant news and analysis.

China's dam boom is an assault on its great rivers | Charlton ...

www.theguardian.com/.../china-dam-hydropower-b...
4/11/2013 - Yet the Three Gorges is only a fraction of China's current dam .... Our editors' picks for the day's top news and commentary delivered to your ...

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* Malcolm Allison H  2014 

 

 

Por cinabrio - Publicado en: HIDROELECTRICAS
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