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2 septiembre 2014 2 02 /09 /septiembre /2014 16:45

 

http://noticiajato.com.br/wp-content/uploads/2014/03/SANTO-ANTONIO-BARRAGEM.jpg

 

 

 

Represa hidroeléctrica se rompe en Laranjal do Jari (Amapá)

Accidente ocurrió alrededor de las 2 am del sábado 29 de marzo de 2014.
Buzos del Departamento de Bomberos fueron desplegados para realizar el rescate de los desaparecidos.

29/03/2014 John Pacheco De G1 AP

El Departamento de Bomberos de Amapá (Estado de Brasil fronterizo con la Guayana Francesa) informó que alrededor de las 14:00 hrs del sábado 29 de marzo de 2014, la rotura de una abrazadera de construcción de la represa secundaria de la Hidrelétrica de Santo Antônio, en el município de Laranjal do Jari, a 265 kilometros de Macapá. También, de acuerdo con los bomberos, cuatro personas que trabajan en las instalaciones en el momento del accidente, estaban desaparecidas.
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Trecho de 15 metros de profundidade foi inundado no Amapá (Foto: John Pacheco/G1)
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La inundación empozó 15 metros de profundidad de agua en Amapá (Foto: John Pacheco / G1)

La represa rota es de tierra (barragem ou represa de aterro) y desvía las aguas del Río Jari. La fuerza del agua tras el colapso también dañó una grúa utilizada en los trabajos de construcción en la ciudad. Se solicitó la presencia del equipo de buzos de la Comandancia General de Bomberos de Macapá.
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Imagem
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Anegamiento en Hidrelétrica de Santo Antônio, en Laranjal do Jari 

Hidroeléctrica
La construcción de la represa de Santo Antônio do Jari comenzó en agosto de 2011. De acuerdo con  EDP (Energias de Portugal), empresa responsable de la obra, la central hidroeléctrica tendrá una capacidad instalada de 373,4 MW, con inicio de operaciones previsto para el 2014. La generación de energía es suficiente para mantener un Estado 5 veces más grande que el Estado de Amapá, que tiene una población de 669 526 habitantes (censo 2010).
El proyecto incluye una línea de transmisión propia de unos 20 kms que interconectará Amapá al sistema nacional a través del circuito Tucuruí-Macapá-Manaus.

 

 

 

 

Barragem de hidrelétrica se rompe em Laranjal do Jari

Acidente aconteceu por volta de 2h da madrugada deste sábado, 29.
Mergulhadores do Corpo de Bombeiros foram acionados para buscas no local.

29/03/2014  John Pacheco Do G1 AP


O Corpo de Bombeiros do Amapá informou que por volta de 2h deste sábado (29) houve o rompimento de uma braçadeira da construção da barragem secundária da Hidrelétrica de Santo Antônio, no município de Laranjal do Jari, a 265 quilômetros de Macapá. Ainda de acordo com os bombeiros, quatro pessoas que trabalhavam no local na hora do acidente estão desaparecidas.
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Trecho de 15 metros de profundidade foi inundado no Amapá (Foto: John Pacheco/G1)

A barragem rompida é feita de aterro e é necessária para o desvio das águas do Rio Jari. A força da água também danificou um guindaste usado na construção da obra no município. Houve a solicitação da equipe de mergulhadores do Comando Geral dos Bombeiros em Macapá, que já se deslocou para a cidade.
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Local do alagamento na Hidrelétrica de Santo Antônio, em Laranjal do Jari (Foto: Francisco Pilha/Arquivo Pessoal)
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Local do alagamento na Hidrelétrica de Santo Antônio, em Laranjal do Jari (Foto: Francisco Pilha/Arquivo Pessoal)

Hidrelétrica
A construção da hidrelétrica de Santo Antônio do Jari iniciou em agosto de 2011. Segundo a EDP, empresa responsável pela obra, a usina terá capacidade instalada de 373,4 MW, com início de operação previsto para 2014. A geração de energia é suficiente para manter um estado 5 vezes maior que o Amapá, que tem população de 669.526 habitantes (Censo 2010).

O projeto contempla uma linha de transmissão própria de cerca de 20 quilômetros, e interligará o Amapá ao sistema nacional através do circuito Tucurui-Macapá-Manaus.

 

 

G1 - Barragem de hidrelétrica se rompe em Laranjal do Jari ...

g1.globo.com/.../barragem-de-hidreletrica-se-rompe...

29/3/2014 -

 

 

Rio Jari: energia para celulose

Por Telma Monteiro

A barragem da UHE Santo Antônio do Jari rompeu hoje (29/3/2014) no município de Laranjal do Jari, no Amapá. Há vítimas e ainda não se tem ideia das implicações ambientais do acidente. É importante conhecer a história desse projeto desde sua concepção. Publiquei o artigo em 2008 e o reproduzo agora, atualizado. Estudos da Aneel projetam a construção de mais três hidrelétricas no rio Jari. 

http://racismoambiental.net.br/2014/03/29/

Jari é uma variação da palavra indígena airi. Significa “rio da castanha”. O rio Jari é afluente na margem esquerda do rio Amazonas e limita os estados do Pará e Amapá.

O município de Laranjal do Jari (Amapá) tem aproximadamente 37 mil habitantes às margens do rio e que vivem em palafitas de até dois andares. Laranjal do Jari já foi a campeã em prostituição infantil. A hidrelétrica no rio Jari acabaria com a exuberante Cachoeira de Santo Antônio e só beneficiaria a empresa Jari Celulose e sua indústria poluente de papel.

Famílias extrativistas da Reserva do Cajari insistem que é possível um desenvolvimento sustentado utilizando a floresta de maneira equilibrada e sem necessidade de se construir uma hidrelétrica no rio Jari. Continue lendo… 'Hidrelétrica Santo Antônio do Jari: energia para produzir celulose no coração da Amazônia, por Telma Monteiro'»

 

Famílias extrativistas da Reserva do Cajari insistem que é possível um desenvolvimento sustentado utilizando a floresta de maneira equilibrada e sem necessidade de se construir uma hidrelétrica no rio Jari. 

A Jari Celulose ocupa 1.734.606 hectares distribuídos em terras nos Estados do Pará (55%) e do Amapá (45%), cortadas pelo rio Jari, que faz a divisa entre os dois estados. Na região do Jari vivem hoje cerca de 100.000 habitantes, distribuídos pelas cidades de Monte Dourado (Pará), Laranjal do Jari (Amapá), Vitória do Jari (Amapá) e Almeirim (Pará).

A hidrelétrica Santo Antônio do Jari, da Jari Celulose, do Grupo Orsa, foi licenciada pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (IBAMA) e aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O projeto prevê uma usina a fio d’água e, curiosamente, “sem alagamento da área”. Qual é o milagre? Ainda, segundo a empresa, “não trará danos ao meio ambiente, nem irá alterar a estrutura atual da Cachoeira de Santo Antônio” e “seu funcionamento irá evitar futuras pressões sobre a floresta nativa”.

O engenheiro Marcos Drago, da Eletronorte, em entrevista ao Diário do Amapá, em 26 de Março de 2008, alertou para o fato de que a geração prevista para a Hidrelétrica Santo Antônio do Jarí não poderia ser mantida o ano todo, pois no período da estiagem não haveria vazão suficiente para funcionar as turbinas e seria preciso acionar a termelétrica ou mesmo buscar energia da usina de Tucuruí. Mesmo assim, a Eletronorte aceitou ser parceira da Jari Celulose nesse empreendimento. Nós já vimos esse filme em Belo Monte. A história se repete.

O projeto da Hidrelétrica Santo Antônio do Jari terá potência instalada de 100 MW e a localização nos municípios de Almeirim e Mazagão para aproveitar o local das quedas d’água da Cachoeira de Santo Antônio, um dos 15 sítios da região tombados pelo patrimônio histórico.

O Senador José Sarney anunciou, em Dezembro de 2007, em Macapá, Amapá, que o Governo Federal tinha autorizado (?) a concessão para construção da Hidrelétrica Santo Antônio do Jari, no rio Jari. O senador eleito pelo Amapá já havia comunicado, em Junho do mesmo ano, que “nenhum entrave mais existe para a consolidação do consórcio que irá construir no rio Jari a hidrelétrica de Santo Antônio, uma usina prevista para gerar algo em torno de 100 megawatts de energia elétrica, mas que novos estudos projetam algo bem perto dos 200 megawatts”.

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O “rio” de dinheiro público

Segundo a revista Isto É de julho de 2002, “…A agonia da Jari se prolongou até 2000, quando a Fundação Orsa abocanhou parte da empresa que fabrica celulose, por simbólico R$ 1 e assumiu uma dívida de US$ 415 milhões.” Dessa dívida considerada impagável pelos “compradores”, US$ 100 milhões são devidos ao BNDES e US$ 50 milhões ao Banco do Brasil. Na época, a Jari Celulose recusou investir US$ 32 milhões para impedir que a fumaça preta e o mal cheiro contaminasse o ar da região. A prioridade da empresa seria a construção da hidrelétrica para aumentar sua competitividade.

A Jari Celulose nasceu da frustrada tentativa do excêntrico empresário e bilionário americano Daniel Keith Ludwig que, na década de 70, queria substituir a mata nativa por florestas de eucaliptos e alimentar o mercado mundial de celulose com a produção no Jari e a destruição da Amazônia. Enfiou US$ 1,3 bilhão em 16 mil quilômetros da mata. Destruindo-a.

Mais de US$ 200 milhões de dinheiro público dos contribuintes brasileiros foram enfiados para cobrir as dívidas deixadas por Ludwig e o Banco do Brasil acabou comprando mais US$ 180 milhões em ações preferenciais.

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O ataque silencioso contra o rio Jari 

Como disse o Senador José Sarney, nada poderia atrapalhar a construção da Hidrelétrica Santo Antônio do Jari, sobre a tombada Cachoeira de Santo Antônio. Então, em 21 de Julho, agora, de 2008, o Ibama emitiu o documento de vistoria técnica na região do Jari onde pretendem fazer a hidrelétrica. No dia 27 de Julho saiu o Termo de Referência com a “liturgia” para a elaboração do EIA/RIMA que confirma o processo de licenciamento e a aprovação dos estudos de viabilidade pela Annel. E, a sopesar as últimas notícias, o licenciamento deverá transcorrer célere enquanto os ambientalistas tentam evitar o desastre no rio Madeira.

O reservatório do projeto da Hidrelétrica Santo Antônio do Jari vai afetar diretamente os municípios de Laranjal do Jari (Amapá) e Almerim (Pará). A área foi classificada pelos técnicos que realizaram a vistoria, como de excepcional beleza cênica, fonte de abastecimento de água potável da região e área de preservação permanente. Não há menção das terras indígenas na bacia do rio Jaru.

Mais uma das mais belas cachoeiras do Brasil, a Cachoeira Santo Antônio do rio Jari, está sendo exterminada. A luta continua.

 

 

 

Encontrado o primeiro corpo de vítima desaparecida no acidente em hidrelétrica no Jari

1/4/2014 - Mergulhadores do Corpo de Bombeiros do Amapá encontraram, por volta de 13h20 desta segunda-feira, 31, o primeiro corpo de uma das quatro vítimas desaparecidas no acidente ocorrido na barragem na Hidrelétrica de Santo Antônio, no município de Laranjal do Jari, região Sul do Estado

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Un dique de contención de tierra y/o roca es un tipo de represa  muy diferente a una represa de hormigón, ya que por lo general se construye en amplios valles donde las fundaciones o cimientos de concreto son intrínsicamente débiles o dificiles de establecer.  Estas represas de tierra y/o roca (barragem ou represa de aterro) se adaptan mejor a terrenos arcillosos o arenosos y su fundación con mayor área de base, se traduce en una mejor distribución de las cargas transmitidas a los cimientos.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Barragem_de_aterro

Uma barragem ou represa de aterro é um tipo de barragem de terra e/ou rocha que funciona de modo a reter a água. Estas barragens são muito diferentes relativamente às barragens de betão pois são normalmente construídas em vales largos onde ocorrem fundações piores, nomeadamente em solos argilosos ou solos arenosos. Esta melhor adaptação ao tipo de terreno da fundação deve-se à maior área da base que tem como consequência uma melhor distribuição das cargas transmitidas às fundações.
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Paramento montante da Barragem de Odeleite  (Portugal).

 

 En el caso de las represas de tierra, todo el relleno está compuesto de material de baja permeabilidad y tiene enrocamiento al pie para mayor protección. Un dique de tierra y roca tiene núcleo de arcilla y muros de contención de escollera están hechos de. En el caso de diques de tierra y taludes de roca, además lleva dispositivo de drenaje que permiten el control de la saturación de la estructura.
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Estabilidad
La estabilidad de este tipo de represa debe estar garantizado por la inclinación correcta de la pendiente y el control de la saturación en el interior del cuerpo de la presa. La pendiente de los terraplenes debe ser estudiada en relación con el material utilizado, teniendo en cuenta la percolación. El almacenamiento máximo es generalmente la prueba de verificación de la estabilidad de estas represas, combinado o no con acciones sísmicas. En el caso de las represas de tierra, el rápido vaciado también debe ser considerado y puede afectar el paramento montante
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Paramento jusante da Barragem de Beliche.


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No caso das barragens de terra, o aterro é todo constituído por material pouco permeável e um enrocamento de pé a jusante que pode proteger a barragem. Numa barragem de terra-enrocamento, existe um núcleo argiloso e os taludes são constituídos por enrocamentos. No caso de barragens de terra e terra-enrocamento dispositivos drenantes permitem controlar a superfície de saturação, a qual não pode atingir o paramento de jusante.
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Estabilidade
A estabilidade da barragem deve ser assegurada através da inclinação adequada dos taludes e pelo controlo da superfície de saturação no interior do corpo da barragem. A inclinação dos taludes deve ser estudada em relação ao material utilizado, tendo em atenção a percolação. O pleno armazenamento é geralmente a situação a utilizar na verificação da estabilidade das barragens de aterro, conjugada ou não com acções sísmicas. No caso de barragens de terra, a situação de esvaziamento rápido deve também ser analisada, podendo afectar o paramento montante

 

* Malcolm Allison H  2014 

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1 septiembre 2014 1 01 /09 /septiembre /2014 16:50

Organic Acerola Juice Unfiltered

 

Alternative Treatments for Cancer

Alternative treatments or home remedies that have been listed in various sources as possibly beneficial for Cancer may include:

http://www.rightdiagnosis.com/c/cancer/intro.htm 

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acerola (Malpighia emarginata)

 

La contextura de la acerola es jugosa y suave, el gusto -sin el añadido de azúcar- es agridulce-ácido, lo que revela su alto contenido de vitamina C; en efecto es tras el fruto del Terminalia ferdinandiana, la fruta comestible con más ácido ascórbico que se conoce. Mientras las naranjas poseen de 500 a 4000 ppm de vitamina C, la acerola natural llega a tener entre 16.000 y 172.000 ppm (ppm: parte por millón) es decir de 1000 mg a 2000 mg/100 g. En otras palabras: un fruto de acerola posee entre 20 a 30 veces más vitamina C que una naranja. Es tan acre, y deja la boca tan áspera, que se suele comer cuando ya está muy madura.

También es rica en vitamina B6, vitamina B1, vitamina A, flavonoides y minerales esenciales (hierro, calcio, fósforo, potasio, magnesio).

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Además de su consumo como golosina o en mermeladas, la acerola es utilizada en la medicina tradicional para facilitar la recuperación de astenias o de estados de mucha debilidad (por ejemplo los derivados de una hambruna), también se usa para coadyuvar en el tratamiento de diarreas y problemas hepáticos.

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Acerola is native to South America, southern Mexico, and Central America, but is now also being grown as far north as Texas and in subtropical areas of Asia, such as India. It is known for being extremely rich in vitamin C, almost as much as camu camu, although it also contains vitamins A, B1, B2, and B3, as well as carotenoids and bioflavonoids, which provide important nutritive value and have antioxidant uses.[4] The vitamin C produced by the fruit is better absorbed by humans than synthetic ascorbic acid.[5]

It is one of three ingredients in a proprietary herbal medicine for allergic rhinitis.[19]

Acerola berry has been found to be a powerful antioxidant and have anti-cancer potential.

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Acerola fruit is a traditional remedy for scurvy, a disease caused by vitamin C deficiency.

According to the University of Maryland Medical Center, vitamin-C rich diets help to reduce your risk of cancers, especially of the breast, skin and cervix. Such plentiful concentrations of vitamin C make it an excellent preventative for heart disease. acerola cherry benefits

Acerola regulates cholesterol levels, protects against atherosclerosis (hardening of the arteries) and stops blood clots from forming. The anthocyanins in acerola (responsible for the fruit’s red hue) also help treat the common cold, gum infections, sore throat and hay fever.

Anthocyanins have proven anti-inflammatory properties, and can relieve headaches and fever as well as ibuprofen or aspirin do.

Acerola cherry benefits provides a highly absorbable form of vitamin C because it contains bioflavonoids, which help the body more readily assimilate antioxidants.

 

The few studies have been conducted so far on acerola cherry have provided some impressive findings. One study published in 2011 in Plant Foods for Human Nutrition proved that the acerola fruit protects against oxidative stress, which causes premature aging and disease.

The Journal of Nutritional Science and Vitaminology published a study that found that acerola cherry extract helped stop the growth and spread of lung cancer.

 

Acerola Cherry Powder

SuperOrganicFoods.com

 

 

It's a well-known fact that Vitamin C helps build a strong immune system and fights infection. But did you know that people who consume Vitamin C rich foods also benefit from a healthy liver, improved skin quality, and lower stress?

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65 Times the Vitamin C as an Orange
The Acerola cherry is one of the best sources of Vitamin C available in natural form. Just one cherry has 65 times the Vitamin C content of an orange and meets the body’s daily requirement for this essential nutrient. Studies have shown that an adequate to high intake of Vitamin C can ward off colds and flues, rejuvenate the body’s tissue and collagen, and prevent the mutation of cells. Our Premium Acerola Powder is one of the most potent sources Vitamin C available in food form, and with just one serving a day you will be on the road to optimal health!

Vitamin C acts as an antioxidant in the body, protecting against free radicals that destroy healthy cells and cause abnormal production of diseased cells. Our Premium Acerola Power contains a powerful composition of carotenoids and flavonoids that work to build a strong defense against internal and environmental stressors, which weaken the body’s ability to remain in balanced and optimal health. The Vitamin C found in our Premium Acerola Power helps the body to produce anti-stress hormones that bring it back to a state of homeostasis. Researchers are finding that Vitamin C has positive effects all of the body’s systems, preventing hair loss, improving dental health, and healing wounds and burns.

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Nutrient-Rich and Full of Antioxidant Power
Our Acerola Cherry Powder is rich in many vitamins and minerals that work together to create allover wellbeing. Acerola cherries contain high amounts of Vitamin A, which promotes good eye health and also neutralizes free radicals in the body. The large amounts of potassium found in our Premium Acerola Powder help to regulate blood pressure, balance mood, and maintain healthy heart function.

Pregnant women know the importance of getting a proper supply of Folate, a nutrient that aids in the development of the fetus and helps to prevent birth defects. Our Premium Acerola Power is a great source of Folic Acid, which assists in healthy cell growth and works to prevent heart disease.

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Fight Inflammation, Disease, and Infections
Medical professionals at Michigan State University say the anthocyanins found in Acerola cherries are beneficial for reducing pain in the head and body. Our Acerola Cherry Powder acts as an anti-inflammatory, reducing swelling throughout in the body’s systems. Acerola cherries have also been effective in treating sore throats, fever, constipation, scurvy, and diarrhea.

This bright red fruit, which looks very similar to a regular cherry, has been used in ancient medicine to relieve headaches combat dysentery, fight infections, and cure liver problems. The Acerola cherry is native to the West Indies, where it is known as the Barbados cherry. It is also cultivated in Central and Latin America, and its juice is as common in Brazil as orange juice is in the U.S.

Our Acerola Cherry Powder is gently ground from the entire acerola cherry, including the skin and the pulp of the cherry, in order to retain all of the fruits wonderful nutrients. Our Acerola Cherry Powder makes a tasty addition to smoothies and raw desserts. Try a little sprinkled over oatmeal or yogurt for a super boost to start your day.

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Acerola standarized dry extract at 25% in Vitamin C ( Malpighia Glabra L.). 30 monodose 500 mg bags per pack.

 

Possible Benefits

Our Premium Acerola Cherry Powder has the following possible benefits:

  • Enhancing the immune system
  • Helps to prevent colds and infections
  • Helps in preventing hair loss
  • Protects against dental problems
  • Promotes health and vitality
  • Helps fight chronic fatigue
  • Prevents excessive bleeding and bruising
  • Helps protect your skin and organs against premature aging
  • Helps the growth and repair of tissue
  • Aids in the production of anti-stress hormones
  • May help your body fight cancer
  • Protects against infection
  • Increases the absorption of iron
  • Helps normalize cholesterol levels
  • Regulates blood pressure
  • May be beneficial in preventing atherosclerosis
  • Helps relieve sore throats, fever, constipation, scurvy, diarrhea and liver disorders
  • Aids in collagen formation
  • Protects against blood clotting and bruising
  • Promotes the healing of wounds and burns

 

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1 septiembre 2014 1 01 /09 /septiembre /2014 16:50

Dada la terrible situación por la mayor inundación de los últimos 30 años en el norte y el noroeste de la región de Rio Grande do Sul y el oeste de Santa Catarina en Brasil, no podemos ni debemos culpar sólo a las represas ya construidas en la cuenca del río Uruguay por la situación en la que se encuentra la población, pero exigimos que las empresas nunca más recurran al discurso y a la justificación de que las represas se construyen con el objetivo de regular el flujo de agua de nuestros ríos evitando posibles inundaciones. La construcción de represas se ha convertido en una mercancía que está al servicio del lucro de sus propietarios. En este sentido, reafirmamos nuestra posición contraria a la construcción de las represas Garabí, Panambí e Itapiranga proyectadas para el río Uruguay y de la represa Paiquerê diseñada para el río Pelotas.

Porto_Maua_inundado

Porto Maua inundado
Municipio de Puerto Mauá (Foto: Vilson Vinkler)

 

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Manifiesto de solidaridad con las familias afectadas por las inundaciones en Río Grande Do Sul y Santa Catarina

julio 3, 2014
http://mesanoalasrepresas.org.ar/2014/07/manifiesto-de-solidaridad-con-las-familias-afectadas-por-las-inundaciones-en-rio-grande-do-sul-y-santa-catarina/

 

La mayor inundación de los últimos treinta años en el norte y el noroeste de la región de Rio Grande do Sul y el oeste de Santa Catarina hace que informes de este tipo sean cada vez más comunes. Datos de Defensa Civil ya incluyen setenta municipios afectados en el lado gaúcho, con cerca de nueve mil familias fuera de sus hogares. En Santa Catarina son treinta y nueve municipios afectados y cerca de dos mil familias lejos de sus viviendas.

Frente a esta grave situación social, nosotros, movimientos sindicales, sociales e iglesias, queremos, en primer lugar, llevar una palabra de consuelo y solidaridad a las familias afectadas. Su dolor es nuestro dolor.

Pero sabemos que la solidaridad sola no basta. Es necesario pensar en la “reconstrucción de la vida”, en su sentido más amplio, de las familias y las comunidades afectadas. Incluso en medio del dolor y la desesperación, confiamos en la capacidad del pueblo para superar esta dificultad.

Nuestra trayectoria y experiencia demuestra que tanto en el rescate y los primeros auxilios de las familias afectadas, como en buscar y lograr medidas que mejoren la vida en el corto y mediano plazo, es necesario ser capaces de tener unidad y organización.

Dada la terrible situación, no podemos ni debemos culpar sólo las represas ya construidas en la cuenca del río Uruguay por la situación en la que se encuentra la población, pero exigimos que las empresas nunca más recurran al discurso y a la justificación de que las presas se construyen con el objetivo de regular el flujo de agua de nuestros ríos evitando posibles inundaciones. La construcción de presas se ha convertido en una mercancía que está al servicio del lucro de sus propietarios. El cierre o la apertura de sus puertas siempre estará en primer lugar al servicio de este objetivo. En este sentido, reafirmamos nuestra posición contraria a la construcción de las represas Garabí, Panambí e Itapiranga proyectadas para el río Uruguay y de la presa Paiquerê diseñada para el río Pelotas. (*)

Confiando en esto, hemos orientado a nuestros líderes, de forma individual y/o colectiva, a escuchar y hablar con las familias sobre cuáles son sus principales reivindicaciones. Como dice el gaúcho, saber “dónde aprieta más el callo” en este momento.

Abajo mencionamos algunas de las propuestas que han surgido en la discusión con las familias.

Pero sostenemos que más importante que apresurarnos en apuntar soluciones, es ayudar a asegurar un proceso de participación con la mayor cantidad de familias, organizaciones, gobiernos federal, estadual y local. Nadie mejor que las propias familias afectadas, de manera organizada, para saber sus necesidades. Por lo tanto, es necesario llevar a cabo reuniones, las más representativas posibles, para identificar las necesidades, y a través de ellas, encaminar las negociaciones junto a los gobiernos.

Finalmente, queremos comprometernos a ayudar a construir un gran proceso de lucha por la defensa de los derechos de las familias afectadas en el estado de Rio Grande do Sul y Santa Catarina.

 

Algunas de las propuestas sugeridas por la población:

 

1) Plan de prevención de desastres y defensa civil;

2) Suspensión del pago de la factura de electricidad y de agua a las familias afectadas por las inundaciones durante 6 meses;

4) Crédito de emergencia de 15.000 reales, con un período de gracia de 2 años y 10 años para pagar con un 60% de descuento;

5) Amnistía en las cuotas de financiación y las deudas con organismos públicos con vencimiento en los próximos 6 meses;

6) Plan para la recuperación y reestructuración económica y social de las familias y las comunidades;

7) Plan para la reconstrucción de la infraestructura (puentes, carreteras, accesos, redes de agua, electricidad);

8) Plan de emergencia de salud pública y apoyo psico-social;

9) Canasta básica de alimentos por 6 meses para todas las familias.

 

Firman esta carta:

 

Movimiento de Afectados por Represas (MAB)

Sínodo Noroeste Riograndense (IECLB)

Diócesis de Santo Angelo

Movimiento de los Trabajadores Rurales Sin Tierra (MST)

Movimiento de Pequeños Agricultores (MPA)

Vía Campesina RS

Levantamiento Popular de la Juventud

Santa Rosa, 01 de julio 2014

 

 

http://2012ultimasnoticias.blogspot.com/2014/06/sur-de-brasil-y-paraguay-evacuados-inundaciones.html

 

 

Por las inundaciones, más de 50.000 personas debieron ...

www.infobae.com/.../1576960-por-las-inundaciones-mas-50000-persona...

29/6/2014 -

 

 

 

La construcción de la nueva represa Panambí sobre el río Uruguay, entre la provincia de Misiones, Argentina, y el Estado de Río Grande del Sur, Brasil, llevaría a la extinción de muchas especies de peces, debido a la interrupción de migraciones ligadas a la reproducción.

El proyecto no contempla ningún sistema de transferencia de peces.7

 

Uno de los efectos más temidos por quienes objetan este tipo de obras es el efecto de la instalación de gran cantidad de trabajadores, que puedan causar un colapso de los servicios básicos, tales como salud, educación o seguridad, que afectaría a la población residente. Si bien estos efectos desaparecerían en el momento en que termine la construcción, una obra de esta magnitud atrae también a personas y familias para ofrecer servicios indirectos a los empleados. Se teme la instalación de caseríos improvisados, que llevarían a un aumento de la prostitución, los delitos y los índices de alcoholismo y drogadicción; por otro lado, esta fracción de la población no abandonaría la región tras el final de la obra, con lo que se agregaría también la desocupación y sus efectos.7

 

Otro factor que podría tener graves consecuencias es el de la circulación de personas y vehículos, ya que el tránsito continuo de vehículos pesados por rutas y caminos podrían causar el colapso de la red vial existente y generaría enormes cantidades de polvo ambiental. Igualmente, la instalación de canteras de materiales pétreos y arcillas sobre la región circundante generaría gran cantidad de polvo ambiental y expodría amplias zonas a la erosión hídrica.7

 

Panambí es el nombre de un projecto de represa, embalse y central hidroeléctrica que sería construido sobre el río Uruguay, entre la provincia de Misiones, Argentina, y el Estado de Río Grande del Sur, Brasil. Estaría ubicado unos 10 km aguas arriba de la localidad argentina de Puerto Panambí.

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Poster-Marcha-Por-los-Ríos-Libres

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Organizaciones ecologistas argentinas, brasileñas y uruguayas se oponen a la construcción de la nueva represa Garabí proyectada sobre el río Uruguay porque, aducen, provocaría daños irreparables. Realizan una campaña de firmas para impedir su ejecución.

Los ecologistas se oponen a la construcción de la central hidroeléctrica binacional Garabí Panambí, aduciendo múltiples problemas causados por las represas en los ríos, alterando sus cauces normales, inundando, afectando y desplazando a las personas de sus comunidades, destruyendo lugares históricos y causando la muerte de los ecosistemas y su biodiversidad. Por su parte organizaciones ecologistas, asociaciones de productores rurales, iglesias de Misiones, Entre Ríos y Santa Fe, así como movimientos de Brasil y de Uruguay, manifestaron su rechazo al Protocolo aduciendo que intenta avanzar con grandes obras hidroeléctricas sin respetar la Constitución Nacional de la Nación Argentina, que establece en su artículo 41 que todos los habitantes deben gozar de un ambiente sano.

Según Raúl Orlando Grupo Ecologista Cuña Pirú de Misiones:

"Este proyecto aumentaría la humedad de la región eliminando las heladas, que regulan naturalmente las plagas. También la descomposición de la materia vegetal inundada, produce gases que aumentan el efecto invernadero."

Actualmente en la Provincia de Misiones se está ejecutando un proyecto llamado No a Garabí que junta firmas de los habitantes. Para que dicha represa no se construya, ya que ésta será la provincia más afectada como ocurrió con la Represa Yacyretá.

 

http://es.wikipedia.org/wiki/Proyecto_de_represa_de_Garab%C3%AD

http://www.losquesevan.com/puerta-repudia-apertura-de-sobres-de-licitacion-para-construir-garabi-y-panambi.1509c

http://2012ultimasnoticias.blogspot.com/2014/06/sur-de-brasil-y-paraguay-evacuados-inundaciones.html

 

Brasil: represa se rompe en "Hidrelétrica Laranjal do Jari" y cobra 4 vidas

Japón: lluvias y aluviones sin precedentes matan decenas en Hiroshima

La cultura hidraúlica en el Reino Anuradhapura de la antigua Ceilán

La loca carrera para represar el Brahmaputra de China e India amenazan los medios de vida de más de 100 millones

 

 


* Malcolm Allison H  2014

 

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1 septiembre 2014 1 01 /09 /septiembre /2014 16:50

The best places to live according to The Economist

 

 

 

 

 Toronto, entre los mejores lugares para vivir, según The Economist


Tres ciudades de Canadá: Toronto, Vancouver y Calgary, han sido nombradas como algunos de los mejores lugares para vivir en el mundo, según un informe de The Economist.

August 22, 2014 elcentronews.ca     


En la encuesta anual, la Unidad de Inteligencia de la revista clasificó a Vancouver como la tercera ciudad más habitable del mundo; seguida por Toronto en el número cuatro y Calgary empatada en quinto lugar con Adelaide, Australia.

Melbourne, Australia, encabezó la lista de 140 ciudades por cuarto año consecutivo, con Viena (Austria) en segundo lugar a nivel general.

The Economist clasifica las ciudades en 30 factores a través de varias categorías, como la estabilidad, la salud, la cultura, el medio ambiente, la educación y la infraestructura.

Completan los 10 primeros puestos Sydney (Australia), Helsinki (Finlandia), Perth (Australia), y Auckland (Nueva Zelanda).

El informe señaló que las ciudades más habitables del mundo eran a menudo ciudades medianas de países ricos con baja densidad de población.

“Esto puede fomentar una serie de actividades recreativas sin llegar a niveles altos de delincuencia o sobrecargados de infraestructura”, dice el informe. “Ocho de las 10 ciudades mejor puntuadas se encuentran en Australia y Canadá, con la densidad de población de 2.88 y 3.40 habitantes por kilómetro cuadrado, respectivamente”, apuntó.

Asimismo, señaló que si bien las tasas de criminalidad pueden estar en aumento en algunas de las ciudades de primer nivel, ese no era el caso en todas las 10 mejores ciudades. Vancouver es un ejemplo donde la delincuencia ha ido disminuyendo de manera constante después de que la ciudad alcanzó una década récord en las tasas de homicidio en 2012.

En el extremo opuesto del espectro, violaciones de los derechos humanos y los conflictos fueron responsables de muchas de las razones para la parte inferior de 10 ciudades en la lista.

Damasco (Siria) ocupó el puesto como la ciudad menos habitable en el mundo, seguida por Dhaka (Bangladesh), Port Moresby (Papua Nueva Guinea), Lagos (Nigeria) y Karachi (Pakistán).

 

 

 

 

NOT New York nor Paris nor Tokyo. Urbanites in Britain’s former dominions should count themselves lucky, according to data from the Economist Intelligence Unit, our corporate cousin. Its annual “liveability index” puts eight of the ten most comfortable places in Australia, Canada or New Zealand. The index crunches 30 factors related to things like safety, healthcare, educational resources, infrastructure and environment in 140 cities. Over the past five years urban life has deteriorated somewhat: liveability has declined in 51 places and improved in 31 places. During that time, the index average has dropped 0.7 percentage points (skewed by cities in conflict areas where survival, rather than living well, is the priority). Interestingly, the top cities have not changed much over time. The EIU notes that they “tend to be mid-sized cities in wealthier countries with a relatively low population density.” Hence those of us in London, San Francisco and Shanghai must endure the rat-race, and dream of dwelling amid Viennese coffee houses or Vancouver’s sailing and skiing.

 

http://www.economist.com/blogs/graphicdetail/2014/08/daily-chart-13

 

 

 

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1 septiembre 2014 1 01 /09 /septiembre /2014 16:49

 

Daily Mail

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Grabado tallado por neandertales descubierto en la cueva de Gprham. 

 

 

Nasty, Brutish And Artsy? Neanderthal Hashtag Engraving ...

www.businessinsider.com/r-nasty-brutish-and-artsy-...

hace 2 horas - Neanderthal Hashtag Engraving Found ... Researchers from 11 European institutions reported that deep in Gorham's Cave in Gibraltar, overlooking the Mediterranean Sea, they found carvings that resemble nothing so much

 

 

 

A map depicting the range of the extinct Homo neanderthalensis

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El hombre de Neandertal 1 (Homo neanderthalensis) es una especie extinta del género Homo que habitó Europa y partes de Asia occidental desde hace 230 000 hasta 28 000 años atrás, durante el Pleistoceno medio y superior y culturalmente integrada en el Paleolítico medio. En un periodo de aproximadamente 5000 años se cree convivió paralelamente en los mismos territorios europeos con el Hombre de Cro-Magnon, primeros hombres modernos en Europa. Esta convivencia se ha demostrado por fósiles hallados en las cuevas de Châtelperron.2

 

 

 

A series of photos of a reconstruction of a Neanderthal woman.

 

 

 

La cueva de Gorham, en Gibraltar, donde se descubrió el grabado hace dos años.


 Un grabado tallado por neandertales en una cueva de Gibraltar

 

 

 

El hallazgo muestra que la capacidad de pensamiento simbólico no era exclusiva de los 'sapiens'

1/09/2014 - elmundo.es - Una cueva de Gibraltar alberga el primer diseño abstracto realizado de manera intencionada por los neandertales que ha sido encontrado hasta ahora. Se trata de un sencillo grabado tallado en la roca de pequeño tamaño, unos 300 centímetros cuadrados: varias líneas cruzadas y paralelas en ángulo recto trazadas en el suelo de una cueva que estuvo habitada por los neandertales, una especie extinta de homínido que convivió con el Homo sapiens. Cuándo dejó de habitar el planeta sigue siendo objeto de debate entre los científicos, que sitúan su desaparición hace entre 41.000 y 24.000 años.


El hallazgo de este grabado supone una nueva prueba de que las capacidades cognitivas de los neandertales han sido minusvaloradas por los paleontólogos durante décadas de estudio de los yacimientos donde se han encontrado restos fósiles de homínidos y de los instrumentos que fabricaban.

Los trazos de la cueva gibraltareña de Gorham mostrarían, según los autores de este estudio con participación española publicado en la revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), que la capacidad de pensamiento simbólico no era exclusiva del Homo sapiens. «Fue un grabado intencional y simbólico, aunque nunca llegaremos a comprender su significado», explica a EL MUNDO Juan José Negro, ecólogo de la Estación Biológica de Doñana (CSIC) y coautor del estudio.

Se muestran convencidos de ello porque han descartado la posibilidad de que las marcas, de hasta seis milímetros de profundidad, fueran realizadas de forma accidental, por ejemplo, mientras cortaban carne o piel con instrumentos líticos. Para averiguarlo, imitaron y repitieron distintos procesos utilizando herramientas originales de los neandertales.
Pensamiento abstracto

Su conclusión es que «para hacer el grabado, hace entre 40.000 y 45.000 años, hicieron falta varias horas de trabajo. Tuvo que pasar la herramienta cientos de veces», dice Negro. «Es un trabajo ex profeso, realizado con un objetivo, por alguien que ya había hecho algo así más veces», añade Joaquín Rodríguez -Vidal, catedrático de Geodinámica de la Universidad de Huelva y autor principal. «Los neandertales eran capaces de pensar, de abstraerse y de representar ese pensamiento», asegura.

Según relata por teléfono el geólogo, el grabado fue descubierto hace dos años. Desde entonces han realizado un estudio exhaustivo para confirmar que su firma es neandertal, una tarea a la que ha contribuido la naturaleza, pues estaba cubierto por sedimentos acumulados en época neandertal: «Los procesos químicos de disolución de sedimento han formado una pátina química de mineral sobre el grabado, que lo ha conservado como si fuera un barniz. Es una circunstancia excepcional», dice Rodríguez -Vidal.

Los paleontólogos creen que neandertales y sapiens convivieron durante varios milenios. Según una investigación publicada en agosto en Nature que examinó fósiles y herramientas de 40 yacimientos europeos, la convivencia duró entre 2.600 y 5.400 años dependiendo de la región. Según sostiene ese reciente estudio, los neandertales se extinguieron hace entre 41.000 y 39.000 años. Sin embargo, otros autores establecen que los neandertales vivieron en Gibraltar hasta hace hace unos 25.000 años. Juan José Negro se muestra convencido de que los neandertales vivieron en Gibraltar, al menos, hasta hace 30.000 años.
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Muy parecidos a los 'sapiens'
Tanto Negro como Rodríguez-Vidal subrayan que cada vez hay más pruebas de que los neandertales se parecían mucho a los sapiens, pese a la creencia tan extendida en el mundo académico de que nuestra especie era intelectualmente superior.
Recientemente se hallaron, también en la misma cueva de Gorham, que se excava desde mediados del siglo pasado, restos de palomas calcinadas que sugieren que los neandertales ya tenían la capacidad de cazar aves y cocinarlas usando fuego. 

Asimismo, recuerda Negro, se ha documentado en distintos yacimientos el uso que hacían del fuego, el empleo de pieles para vestirse, la utilización de plumas de grandes aves y garras de águilas reales para ornamentación o la manera en que enterraban a sus muertos, hallazgos que denotan «que tenían comportamientos elaborados y ciertas capacidades intelectuales».

«Con este descubrimiento hemos abierto la puerta a que se reinterpreten hallazgos pasados, evidencias que han podido pasar desapercibidas, que no han sido publicadas o han sido publicadas en revistas secundarias, sobre sus capacidades cognitivas», dice el ecólogo de Doñana.


El territorio que hoy es Gibraltar fue hogar de los neandertales durante los aproximadamente 200.000 años que habitaron la Tierra. Allí y en Bélgica se hallaron los primeros fósiles de esta especie. Pero los alemanes que posteriormente encontraron más restos de este homínido en el valle de Neander fueron más rápidos en publicar su descubrimiento y por eso se bautizó como Homo neanderthalensis. Recuerda la anécdota el ecólogo Juan José Negro, que subraya que Gibraltar fue «un refugio para los neandertales», pues su clima se mantuvo estable gracias a su cercanía al mar y a su latitud. «Hemos demostrado que la fauna neandertal era muy similar a la que hay ahora en Doñana».

 

The art, discovered inside Gorham's Cave in Gibraltar (marked) is believed to have been made by Neanderthals because experts have previously found Neanderthal artefacts there in the overlaying layers of the cave

 

 

 

  Illustration of a Neanderthal woman.

 

 

Los neandertales vivían en grupos sociales organizados, formados por alrededor de unos treinta miembros casi todos con parentesco (clanes), dominaban el fuego y podían fabricar herramientas rústicas que incluían huesos y piedras. Los neandertales fueron una especie bien adaptada al frío extremo congruente con la cuarta y última glaciación. El estilo de herramientas líticas utilizadas en el Paleolítico medio por los neandertales se conoce como la cultura Musteriense, así llamada por haber sido encontradas por primera vez en el yacimiento arqueológico Le Moustier. La cultura musteriense está caracterizada por la utilización de la técnica de talla Levallois. Estas herramientas fueron producidas usando martillos de percusión blandos, de hueso o madera. En los últimos tiempos de los neandertales aparece en el registro arqueológico el estilo Châtelperroniense, considerado como más "avanzado" que el musteriense.

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http://theratzingerforum.yuku.com/topic/892/SOULS?page=6#.VATKIKOOpkg

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1 septiembre 2014 1 01 /09 /septiembre /2014 16:49

 

americalatina-rusia

 

Tras vetar la importación de alimentos de los países que sancionaron a Rusia, Moscú coopera con América Latina, recordó el presidente ruso, Vladímir Putin, quien aseguró que  para los “productores tradicionales” podría ser difícil volver al mercado ruso.

“Ahora estamos trabajando con otros productores, países de América Latina, Brasil, Ar­gen­tina, Chile, y otros socios orientales como Chi­na”, dijo el presidente ruso en declaraciones a la cadena estatal Perviy Kanal.

“Resultaba extraño oír que los colegas europeos se dirigen a ellos (a los países orientales y de América Latina) para que no suministren a Rusia sus productos alimenticios, eso es sencillamente ridículo. Es difícil de imaginar que los representantes del negocio no van a aprovechar esta oportunidad de entrar en nuestro mercado”, dijo citado por RT.

“Después será difícil mover a los suministradores que se consoliden en nuestro mercado o será casi imposible”, advirtió Putin, en relación a los proveedores europeos, que, según él, lo entienden y se sienten decepcionados por sus gobiernos.

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RUSIA Y KIEV ACUERDAN EL ENVÍO DE CARGA HUMANITARIA POR TREN

Putin ha subrayado también que él y su homólogo ucraniano han acordado “el plan propuesto por el presidente Petro Poroshenko de suministro de ayuda”, que será trasladada al este de Ucrania a través de ferrocarril.

“Predecir cuándo terminará la crisis ucraniana es imposible. Todo depende de la voluntad política de las autoridades de este país”, dijo Putin en declaraciones a la televisión rusa Perviy kanal, citadas por la agencia RIA Novosti.

Putin también subrayó la necesidad de “suspender inmediatamente las acciones militares y empezar a restaurar la infraestructura” en el sureste de Ucrania. “Sería ilusorio esperar que las autodefensas se van a quedar tranquilas esperando las negociaciones que les han prometido, viendo cómo las ciudades en el sureste de Ucrania son destruidas”, aclaró.

 

Fuente: Periódico Granma

 

 

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1 septiembre 2014 1 01 /09 /septiembre /2014 16:49

http://www.senckenberg.de/files/content/presse_joerdens/das_in_messel_gefundene_skelett_des_blutenbestaubenden_vogels_c_senckenberg.jpg

 

 

Paleogene Fossil Birds

books.google.com.pe/books?isbn=3540896287 -  
Gerald Mayr - 2009 - ‎Nature
The original description of the rhea-sized Eremopezus eocaenus Andrews, 1904 was based on the distal end of a tibiotarsus (Andrews 1904). Subsequently

 

 

 

 

The book is the first detailed review of the Paleogene avian fossil record on a worldwide scale. Numerous well-preserved fossil bird remains from this geological period, which covers the time span from the end of the Mesozoic era to the beginning of the Miocene, have been described in the past two decades. Some of these not only provide information on morphological transformations in the evolutionary history of the extant avian taxa, but are also of great significance for an understanding of their historical biogeography. Others represent extinct taxa which sometimes show a bizarre morphology not found in modern birds, such as the giant pseudo-toothed birds which reached wingspans up to six meters.The reader is introduced to basic morphological features of the various groups which, as far as possible, are placed into a phylogenetic context in the light of current hypotheses on the interrelationships of extant birds. In a concluding chapter the biogeographical significance of Paleogene fossil birds and possible reasons for faunal changes during the Paleogene are detailed. As such, the book not only aims at providing an overview for specialists, but may also help students of other fields of vertebrate paleontology to better understand Paleogene ecosystems.

 

Gerald Mayr is a German palaeontologist who is Curator of Ornithology at the Senckenberg Research Institute in Frankfurt am Main, Hesse. He has published extensively on fossil birds, especially the Paleogene avifauna of Europe. He is an expert on the Eocene fauna of the Messel pit.[1][2]

 

28/05/2014 - Age-old: Relationship between Birds and Flowers

 

Frankfurt, 05/28/2014. Scientists of the Senckenberg Research Institute in Frankfurt have described the oldest known fossil of a pollinating bird. The well-preserved stomach contents contained pollen from various flowering plants. This indicates that the relationship between birds and flowers dates back at least 47 million years. The fossil comes from the well-known fossil site “Messel Pit.” The study was published today in the scientific journal “Biology Letters.” 

 

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Das in Messel gefundene Skelett des blütenbestäubenden Vogels © Senckenberg

 

The skeleton of the flower-visiting bird
found in Messel  © Senckenberg

 

They fly from flower to flower, and with their long, slender bills they transfer the pollen required for the plants’ reproduction. Particularly in the tropics and subtropics, birds, besides insects, serve as the most important pollinators.

“While this process is well known and understood in the present, geological history has offered very little evidence of pollination through birds,” says Dr. Gerald Mayr, head of the Ornithological Section at the Senckenberg Research Institute in Frankfurt. He adds, “there have been occasional hints, such as characteristic bill shapes, that nectarivorous birds occurred in the past, but, so far, there existed no conclusive evidence.”
 
Now, however, the ornithologist from Frankfurt and his colleague, paleobotanist Dr. Volker Wilde, have found this evidence. In the well-preserved stomach contents of a fossil bird unearthed in the Messel Pit, the scientists discovered fossilized pollen grains.“This is another discovery that underlines the unique significance of the Messel fossil site,” exclaims a delighted Dr. Wilde. “Not only does the presence of pollen offer direct evidence of the bird’s feeding habits, but it shows that birds already visited flowers as long as 47 million years ago!”

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Der fossile Vogel mit seinem aufschlussreichen Mageninhalt (Ausschnitt) © Senckenberg

 

The fossil bird from Messel with its revealing
stomach contents (insert)  © Senckenberg

 

Fossil evidence for the existence of pollinating insects dates back to the Cretaceous period. Until now, however, there had been no information at what time pollination through vertebrates, and birds in particular, came into existence. To date, the oldest indication of an avian pollinator came from the early Oligocene, about 30 million years ago. “But this hummingbird fossil only offers indirect evidence of the existence of nectarivorous birds,” explains Mayr. “Thanks to the excellent state of preservation of the Messel bird, we were able to identify two different types of pollen, which is the first conclusive proof of nectarivory.”Large numbers of differently sized pollen grains were found in the stomach contents of the completely preserved avian fossil. “Along with the bird’s skeletal anatomy, this indicates that we indeed have the fossil of a nectarivorous bird” explains Wilde.

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Fluoreszenz-Aufnahme der im Magen gefundenen fossilen Pollenkörner © Senckenberg
Fluorescence-induced image of the fossilized pollen
found in the stomach © Senckenberg© Senckenberg

 

And the spectacular discovery also suggests another conclusion: If a pollinating bird lived as much as 47 million years ago, it must be assumed that some representatives of the flora at that time had already adapted to this mode of pollination.
“To date, there are no fossil plants from this geological era that offer proof of the existence of ornithophily – i.e., the pollination of flowers through birds,” adds paleobotanist Wilde.
“However, the characteristic traits of bird-pollinated plants, such as red flowers or a lack of scent, do not fossilize,” elaborates Mayr. This lends an even greater importance to discoveries such as the Messel bird to understand the interactions between birds and flowers through geological time.

Contact
Dr. Gerald Mayr
Senckenberg Forschungsinstitut
und Naturmuseum Frankfurt
Ornithological Section
Phone: 069- 7542 1348

Priv.-Doz. Dr. habil. Volker Wilde
Senckenberg Forschungsinstitut
und Naturmuseum Frankfurt
Paleobotanical Section
Phone 069 / 97075-1160

Judith Jördens
Press Office
Senckenberg Gesellschaft für Naturforschung
Phone 069- 7542 1434

Publication
Mayr G, Wilde V. 2014
Eocene fossil is earliest evidence of flower-visiting by birds. Biol. Lett. 20140223.
http://dx.doi.org/10.1098/rsbl.2014.0223

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The press images may be used at no cost for editorial reporting, provided that the original author’s name is published, as well. The images may only be passed on to third parties in the context of current reporting.

To study and understand nature with its limitless diversity of living creatures and to preserve and manage it in a sustainable fashion as the basis of life for future generations – this has been the goal of the Senckenberg Gesellschaft für Naturforschung for almost 200 years. Through its exhibits and museums Senckenberg showcases and shares the current results of its natural history research with the public and offers insights into the past and present changes in nature, their causes and effects. Additional information is available at www.senckenberg.de.

 

http://www.senckenberg.de/root/index.php?page_id=5210&PHPSESSID=40jmnvnn4ll8ukqo6coa6mcdag3fjb1l&year=2014&kid=2&id=3165

 

Picozapato: rareza evolutiva

cinabrio.over-blog.es/article-plumifero-buceador-japones-de-hace-25-millones-de-a-os-copepteryx-

La Guía de Dinosaurios de Princeton de Gregory S. Paul

Pato mallard amenaza a otros patos silvestres / contaminación genética

* Malcolm Allison H 2014

 

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1 septiembre 2014 1 01 /09 /septiembre /2014 16:49

Vampyravus fate by batworker

In the early Oligocene in Faiyum, Egypt, young shoe-billed stork (Goliathia aendrewsi) found dead Vampyravus orientalis, floating on the water surface. From time to time bats occasionally fell into water and, though most of them can swim for some distance, part of those bats die out.

http://www.deviantart.com/morelikethis/collections/412777983?view_mode=2

 

Goliathia is an extinct genus of shoebill. The holotype is an ulna recovered from lower beds of the Jebel Qatrani Formation in Faiyum Governorate in Egypt. Initially thought to be a heron, an additional bone, a tarsometatarsus, showed this bird to be closely related to the living shoebill. Its full name is Goliathia andrewsii, but may be closely related enough to be classed within the same genus as the living species. The ancient habitat was likely a thickly vegetated freshwater swamp, with this species and a fossil jacana, as well as lungfish and catfish recovered from it. The same size as the living shoebill, it likely ate lungfish and catfish.[1]

 

 

 

La reciente breve incursión, en territorio del ave picozapato (shoebill) me lleva a consignar esta entrega (este post) y amerita utilizar algunas otras imágenes de los archivos Tet Zoo (Tetrapod Zoology blog).
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Destaca la solidez del hueso yugal (la gruesa barra osea ventral de la cuenca del ojo). También es interesante la posición dorsoposterior de la fosa nasal ósea. En las aves, la fosa nasal está cubierta por una de las placas de queratina del pico y, por tanto, no es obvia: este es también el caso en fragatas, pelícanos, alcatraces y anhingas y es uno de los varios caracteres morfológicos que se han utilizado para indicar que estos todos estos pájaros son parientes cercanos del picozapato (Mayr 2003) - una hipótesis que contradice la interpretación 'más tradicional' de que los picozapatos (shoebill) son miembros raros de las aves Ciconiiformes, el grupo que incluye a las cigüeñas y aliados, un orden de aves neognatas cuya amplitud y composición ha sido muy discutida durante años. En realidad, de 'más tradicional' no tiene nada en absoluto, pero es sin duda la visión que se ha presentado con mayor frecuencia en la literatura ornitológica popular y semi-técnica (un muy interesante, y no del todo infrecuente, fenómeno).
La punta agudamente curvada en gancho del premaxilar del picozapato, también se ha sugerido como carácter compartido con fragatas, pelícanos, cormoranes y alcatraces * (Cottam 1957, Mayr 2003) [otras topologías están disponibles, sin embargo: Hackett et al. (2008) encontraron que picozapatos, avemartillos (hammerkops) y pelícanos forman un clado que es el grupo hermano del clado-garza ibis; un clado que contiene fragatas, alcatraces, cormoranes y anhingas era la hermana taxón a este pelícano-hammerkop-shoebill + clado garza-ibis].

 

 

 

You can never have too many shoebills

 

 

The recent, brief foray into Shoebill territory made now a sensible time to use a few other Shoebill-based images I have here in the Tet Zoo archives. That, and I haven’t been able to finish anything more substantive due to other commitments. We begin with a lateral view of a skull I once photographed – sorry about the crazy colours, once again my fantastic photographic skills have done me proud (this image is a scan of a piece of special paper featuring the image… I think it’s called a photograph [thanks to Victor for providing modified versions]).

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i-bb80a6b3d7f6a6965d1cdc77aafb0c08-Balaeniceps-skull-1859-6-11-6-lateral-Oct-2010-less-saturated.jpg
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Note how robust the jugal is (the thick bar ventral to the eye socket). Also interesting is the dorsoposterior position of the bony nostril: obvious evidence that Balaeniceps has a trunk. No, just kidding, ha ha. In life, the nostril is covered by one of the keratinous plates of the bill and hence is not obvious: this is also the case in frigatebirds, pelicans, gannets and anhingas and is one of several morphological characters that have been used to indicate that these birds are close relatives (Mayr 2003) – a hypothesis that contradicts the ‘more traditional’ interpretation of the Shoebill as a weird member of Ciconiiformes, the group that includes storks and allies. Actually, it’s not ‘more traditional’ at all, but it’s definitely the view that’s been most frequently presented in the popular and semi-technical ornithological literature (a very interesting, and not at all uncommon, phenomenon). The sharply hooked tip of the Shoebill premaxillae has also been suggested to be a shared derived character of shoebills, frigatebirds, pelicans, cormorants and gannets* (Cottam 1957, Mayr 2003) [other topologies are available, however: Hackett et al. (2008) found shoebills, hammerkops and pelicans to form a clade that is the sister-group to a heron-ibis clade; a clade containing frigatebirds, gannets, cormorants and anhingas was the sister-taxon to this pelican-hammerkop-shoebill + heron-ibis clade].

* It’s present in newly hatched chicks but lost during growth.

I don’t know what that hole is on the side of the rostrum: it might be a bullet hole, and I think it is, because if you look at the dorsal view of the same specimen below, a possible exit hole is apparent on the left side (there are two holes on the left side, actually, so I’m not sure what’s happened here). Also neat is that the lacrimal and maxilla are fused, so the antorbital fenestra is reduced to a tiny aperture. I didn’t only photograph this specimen, I also took time to draw part of the palate…

i-71f3ea3f97403822221cf612c7ac285a-Balaeniceps-skull-palate-dorsal-view-1859.6.11.6-Oct-2010-less-saturated.jpg

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The most noteworthy thing about the Shoebill palate is that the palatines are completely fused along the midline. This is unusual, seen elsewhere only in such birds as toucans, hornbills and frogmouths (where the maxillae are fused along the midline as well, forming an extensive bony palate). On this occasion I was more interested in the fact that the palatines of this individual are strangely asymmetrical, with the right-side bone possessing a posteriorly projecting growth. I have no idea what this is and don’t know what difference it made to the bird when it was alive. This reminds me: one day I’ll publish a short article on neornithine palates. Anyone who’s anyone knows that the two great groups of crown-birds – palaeognaths and neognaths – are classically distinguished on the basis of palatal anatomy, but the key differences are hardly ever explained usefully in the literature. I’ll come back to this, be patient.

Finally, a masterpiece. I discovered the picture below by chance recently while clearing out a desk drawer: it was done in 1993, while I was at college, and comes from my brief phase of depicting poorly known fossil birds as interesting garish cartoons. The scene depicts animals preserved in the Jebel Qatrani Formation (deposited during the Late Eocene and Early Oligocene) of Egypt: the extinct shoebill Goliathia andrewsi is putting the smack down on the substantially larger Eremopezus eocaenus. Eremopezus (most recently analysed by Rasmussen et al. (2001)) is of uncertain affinities; a few similarities with palaeognaths have been mentioned on occasion, but (unlike a palaeognath) it seems to have been able to manipulate things with its toes, and superficial similarities with secretarybirds and…. shoebills were suggested by Rasmussen et al. (2001).

And, no, this is not meant to be a rigorously accurate bit of palaeontographic art: Goliathia is known only from an ulna (a partial shoebill tarsometatarsus from the Jebel Qatrani (Rasmussen et al. 1987) may also belong to it) and we have no real idea of what it looked like, while Eremopezus (looking here like a gastornithid) is known only from hindlimb elements and is also of unknown appearance (aaand I screwed up here in showing it lacking a hallux, whereas it definitely had one). As for the pigeon, err…

i-504d7f13c568b91d770e983902b8400d-Goliathia-andrewsi-giving-Eremopezus-a-good-kicking-Oct-2010.jpg

Having mentioned Goliathia, other fossil shoebill specimens are on record: the first is a partial distal end of a tarsometatarsus from the Upper Miocene of Tunisia, recognised as that of a shoebill by Rich (1972). Harrison & Walker (1982) later described a very similar fossil (also a partial distal end of a tarsometatarsus) from the Upper Miocene of Pakistan and suggested that it and the Tunisian fossil represented the same species, Paludiavis richae. If they’re right, then shoebills once inhabited Asia as well as Africa. And, for the sake of google, let me note here that Balaeniceps has conventionally been given its own ‘family’, Balaenicipitidae, and – sometimes – its own ‘order’ too, Balaenicipitiformes.

Incidentally, for more cartoons depicting obscure fossil birds, check out the Talpanas article here. For more on the Shoebill, see…

And for more on other Cenozoic fossil birds, and on neornithine birds probably closely related to the Shoebill, see…

Refs – -

Cottam, P. A. 1957. The pelecaniform characters of the skeleton of the Shoebill Stork Balaeniceps rex. Bulletin of the British Museum (Natural History), Zoology 5, 51-72.

Hackett, S. J., Kimball, R. T., Reddy, S., Bowie, R. C. K., Braun, E. L., Braun, M. J., Cjojnowski, J. L., Cox, W. A., Han, K.-L., Harshman, J., Huddleston, C. J., Marks, B., Miglia, K. J., Moore, W. S., Sheldon, F. H., Steadman, D. W., Witt, C. C. & Yuri, T. 2008. A phylogenomic study of birds reveals their evolutionary history. Science 320, 1763-1768.

Harrison. C. J. O. & Walker, C. A. 1982. Fossil birds from the Upper Miocene of northern Pakistan. Tertiary Research 4, 53-69.

Mayr, G. (2003). The phylogenetic affinities of the Shoebill (Balaeniceps rex) Journal of Ornithology, 144 (2), 157-175 DOI: 10.1007/BF02465644

Rasmussen, D. T., Olson, S. L. & Simons, E. L. 1987. Fossil birds from the Oligocene Jebel Qatrani Formation, Fayum Province, Egypt. Smithsonian Contributions to Paleobiology 62, 1-20.

- ., Simons, E. L., Hertel, F. & Judd, A. 2001. Hindlimb of a giant terrestrial bird from the upper Eocene, Fayum, Egypt. Palaeontology 44, 325-337.

Rich, P. V., 1972. A fossil avifauna from the Upper Miocene Beglia Formation of Tunisia. Notes du Service géologique 35, 29-66.

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So far, two fossil relatives of the shoebill have been described: Goliathia from the early Oligocene of Egypt and Paludavis from the Early Miocene of the same country. It has been suggested that the enigmatic African fossil bird Eremopezus was a relative too, but the evidence for that is unconfirmed. All that is known of Eremopezus is that it was a very large, probably flightless bird with a flexible foot, allowing it to handle either vegetation or prey.

 

 

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The jugal is a skull bone found in most reptiles, amphibians and birds. In mammals, the jugal is often called the malar or Zygomatic. It is connected to the quadratojugal and maxilla, as well as other bones, which may vary by species.

 

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The Pelecaniformes is a (possibly invalid) order of medium-sized and large waterbirds found worldwide. As traditionally—but erroneously—defined, they encompass all birds that have feet with all four toes webbed. Hence, they were formerly also known by such names as totipalmates or steganopodes. Most have a bare throat patch (gular patch), and the nostrils have evolved into dysfunctional slits, forcing them to breathe through their mouths. They feed on fish, squid or similar marine life. Nesting is colonial, but individual birds are monogamous. The young are altricial, hatching from the egg helpless and naked in most. They lack a brood patch.

In the all-encompassing "steganopode" circumscription, the Pelecaniformes had some 50 to 60 living species. However, modern opinion considers the apparent similarities the result of convergent evolution, and based on a wealth of evidence splits the classically defined "Pelecaniformes" into several groups. Most lineages—frigatebirds, gannets, cormorants and anhingas—do indeed constitute a natural group, for which the names Suliformes or Phalacrocoraciformes have been proposed. Tropicbirds are of unclear relationships, but appear to be a quite distinct lineage; they are typically placed in their own order, the Phaethontiformes. The pelicans (Pelecanidae), meanwhile, are linked to the storks (Ciconiidae) by two bizarre monotypic families, the hamerkop (Scopidae) and the shoebill (Balaenicipitidae). Indeed, they may be more closely related to storks than these are to herons. To overcome this confusion, it has been proposed to merge the "core" Pelecaniformes into the Ciconiiformes.

 

 

http://slybird.blogspot.com/2008/07/avian-relationships-what-do-we-know.html

 

 

The five orders in the class Aves. The Balaeniceps rex is in the order Ciconiiformes, which you can see is a sister taxa to the Pelecaniformes. These are the two orders that scientists are debating which to correctly put the Shoebill into (Kahl 1972). This picture on the right shows multiple species in that are similar to the Balaeniceps rex. These are all birds in the order Pelecaniformes. Some scientists think that this should be the correct phylogeny of the Shoebill rather than putting it with the Ciconiiformes (Smith 2010). Now follow this link to find out more about the Habitat  of the Balaeniceps rex!

 

 

 

 

Tetrapod Zoology - Scientific American Blog Network

blogs.scientificamerican.com/tetrapod-zoology/
 - Check out the Tet Zoo podcast at tetzoo.com! Follow on Twitter ... Origins of the Yeti, Nessie, and Other Famous Cryptids; the Tet Zoo review.

 

 

Shoebill picks up a duck

Shoebill picks up duck

Shoebill picks up duck

This duck got himself all in a flap after inadvertently straying into the path of a giant Shoebill while heading towards water.

But it was all water off a duck's back for the imposing 4ft tall bird which instead of eating his smaller friend, carefully picked him up in his beak and moved him aside.

Despite its fearsome reputation as a predator around water, the Shoebill seemed more concerned with completing its journey than tucking into a feathered snack.


Read more: http://www.dailymail.co.uk/news/article-1225223/Dont-forget-duck-Giant-Shoebill-picks-feathered-friend-blocks-path.html#ixzz3ELgsVw3w
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Picozapato: rareza evolutiva

Paleogene Fossil Birds /// Gerald Mayr 2009

 

* Malcolm Allison H  2014

 

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1 septiembre 2014 1 01 /09 /septiembre /2014 16:48

 Living Dinosaurs: the Evolutionary History of Modern Birds (2011) Gareth Dyke & Gary Kaiser

 

 

Dinosaurios vivientes: la historia evolutiva de las aves modernas (2011)

Sorprendentemente, hay pocos buenos libros sobre la evolución e historia fósil de las aves: entre los que yo recomiendo: Glorified Dinosaurs: The Origin and Early Evolution of Birds de Luis Chiappe (2007); The Inner Bird: Anatomy and Evolution de Gary Kaiser (2007) , y Paleogene Fossil Birds de Gerald Mayr (2009). En vista de esto, el libro de Gareth Dyke y Gary Kaiser: Living Dinosaurs: the Evolutionary History of Modern Birds (2011) es una adición muy bienvenida.

Un volumen atractivo, muy técnicamente versado y con numerosos y excelentes diagramas y fotos, contiene 16 contribuciones independientes sobre evolución de las aves, que van de los orígenes de las aves y su diversificación en la Era Mesozoica y en la Era Cenozoica temprana, a la conservación y el papel de cambio climático en la conformación de la diversidad y distribución de las aves en el futuro. Es un libro pensado para los investigadores especializados y no para el público en general.

Como firme defensor de la inclusión de las aves dentro de la radiación de dinosaurios terópodos, personalmente estoy más que feliz de ver que en " Living Dinosaurs: the Evolutionary History of Modern Birds" se refieren a las aves como "dinosaurios vivientes". Sin embargo, en este caso particular, siento que el título del volumen es engañoso, ya que crea la impresión de que el libro se centra en los orígenes de aves y en su lugar dentro de Dinosauria, cuando abarca mucho más.

El volumen no está, de hecho, dedicado a la transición evolutiva entre dinosaurios y aves, ni a la diversidad y la evolución de las aves del Mesozoico; sólo tres de los artículos del volumen cubren estos temas. Más bien, es una recopilación muy muy completa de artículos que cubren la totalidad de la historia de aves, la mayoría de los trabajos incluidos son sobre aves fósiles del Cenozoico y aves modernas.

 

 

 

 

 

 

Living dinosaurs the evolutionary history of modern birds

 

August 2012

 

There are surprisingly few good books on the evolution and fossil history of birds: among those I recommend are Luis Chiappe’s Glorified Dinosaurs: The Origin and Early Evolution of Birds (Chiappe 2007), Gary Kaiser’s The Inner Bird: Anatomy and Evolution (Kaiser 2007), and Gerald Mayr’s Paleogene Fossil Birds (Mayr 2009). In view of this, Gareth Dyke and Gary Kaiser’s multi-authored Living Dinosaurs: the Evolutionary History of Modern Birds (published in 2011) is a most welcome addition.

An attractive volume with high production values and numerous excellent diagrams and photos (including a colour plate section), Living Dinosaurs contains 16 separate contributions on bird evolution, ranging in topic from bird origins and their Mesozoic and early Cenozoic diversification to conservation and the role of climate change in shaping the diversity and distribution of birds in the future. It is a technical book, intended for specialist researchers and not for a general audience.

As a strong proponent of the well supported inclusion of birds within the theropod dinosaur radiation, I’m personally more than happy to see people referring to birds as ‘living dinosaurs’. However, in this particular case I feel that the volume’s title is misleading, since it creates the impression that the book focuses on bird origins and on their place within Dinosauria more than it does. The volume is not, in fact, devoted to the evolutionary transition between non-avialan dinosaurs and birds, nor to the diversity and evolution of Mesozoic birds; just three of the volume’s articles cover these issues. Rather, it’s a very well rounded compilation of articles that cover the whole of bird history, the majority of included papers being on Cenozoic fossil birds and modern ones. Hopefully then, the title will not discourage those interested in birds but not necessarily in other dinosaur groups.

 

http://blogs.scientificamerican.com/tetrapod-zoology/2012/08/26/dyke-kaiser-living-dinosaurs-the-evolutionary-history-of-modern-birds/

 

 

 

i-c2a8eaec4efe42d4f569a632ab656830-Chiappe-Glorified-Dinosaurs-cover-Jan-2011.jpg

 

http://scienceblogs.com/tetrapodzoology/2011/01/12/luis-chiappes-glorified-dinosaurs/

http://scienceblogs.com/tetrapodzoology/2011/01/12/luis-chiappes-glorified-dinosaurs/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

http://blogs.scientificamerican.com/tetrapod-zoology/files/2014/06/Katrina-van-Grouw-Unfeathered-Bird-cover-350-px-tiny-June-2014-Darren-Naish-Tetrapod-Zoology.jpg

Katrina van Grouw’s The Unfeathered Bird, a unique inside look

 

 

 

 

 

Dyke & Kaiser’s Living Dinosaurs: the Evolutionary History of Modern Birds

http://blogs.scientificamerican.com/WSS/post.php?blog=33&post=4315

http://blogs.scientificamerican.com/WSS/post.php?blog=33&post=4315

 

* Malcolm Allison H  2014

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1 septiembre 2014 1 01 /09 /septiembre /2014 16:47

La militante Alíia Magda Elmahdy es conocida por sus llamativos actos en contra de la explotación de la mujer en los regímenes fundamentalistas islámicos. Sus acciones despiertan la indignación de los más altos referentes musulmanes, quienes la consideran una hereje.

El último es todo un símbolo de humillación contra uno de los más sangrientos grupos terroristas de la actualidad: el Estado Islámico, también conocido como ISIS por sus siglas en inglés.
Ahora, Elmahdy ha publicado una fotografía en su cuenta de Facebook en la que se la ve totalmente desnuda defecando y menstruando sobre la bandera de esta banda terrorista islámica que denigra a la mujer hasta considerarla un objeto.
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En la fotografía también se ve cómo una compañera de Elmahdy se sienta de espaldas a la cámara y también defeca sobre la inscripción negra característica de los yihadistas que ocupan parte de Siria e Irak y que realizaron masacres en cada una de sus incursiones.
En otro de sus posteos, puede verse a la militante feminista totalmente desnuda con una inscripción en su cuerpo que dice: "Sharia no es una Constitución", haciendo referencia a la ley islámica que desprecia a la mujer y la somete a todo tipo de restricciones a su libertad.
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Luego de tener que abandonar Egipto en 2012 por su pensamiento en contra del radicalismo religioso, Elmahdy -de 23 años- se presenta como "feminista secular, liberal, individualista y vegetariana". Ahora forma parte de Femen, un grupo feminista que denuncia los atropellos a las mujeres por todo el mundo, sobre todo en el árabe. Recientemente participó en una manifestación a las puertas del Louvre, en París, por el Día Internacional de la Mujer, donde protestó junto a otras militantes de Túnez e Irán totalmente desnudas.
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Published by cinabrio - en PSICOLOGÍA
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  • : Ecología y sostenibilidad socioambiental, énfasis en conservación de ríos y ecosistemas, denuncia de impacto de megaproyectos. Todo esto es indesligable de la política y por ello esta también se observa. Ecology, social and environmental sustainability, emphasis on conservation of rivers and ecosystems, denounces impact of megaprojects. All this is inseparable from politics, for it, the politics is also evaluated.
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  • Malcolm Allison H malcolm.mallison@gmail.com
  • Biólogo desde hace más de treinta años, desde la época en que aún los biólogos no eran empleados de los abogados ambientalistas. Actualmente preocupado …alarmado en realidad, por el LESIVO TRATADO DE(DES)INTEGRACIÓN ENERGÉTICA CON BRASIL
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