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2 noviembre 2015 1 02 /11 /noviembre /2015 20:30

 

 

Agência de combate à lavagem de dinheiro suspeita de R$ 52,3 milhões em contas de Lula

 

Agencia de lucha contra lavado de dinero sospecha de R $ 52,3 millones en cuentas de Lula


Informe ha sido elaborado por el COAF, organismo dependiente del Ministerio de Hacienda, de Joaquim Levy.


31 de octubre 2015 - Según el COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), la actividad es incompatible con el patrimonio, la actividad económica, la ocupación profesional y la capacidad financiera de Lula. Sólo la compañía de bandera del ex presidente transfiriò 93,7% de los R $ 27 millones que recibió en los últimos cuatro años. También hay transacciones extrañas con el título previsional de pensiones a un costo de R $ 6,2 millones, aumentando las sospechas de lavado de dinero por parte del ex presidente.


El COAF es la agencia oficial del gobierno para combatir el lavado de dinero en Brasil. Subordinada al Ministerio de Finanzas, trabaja facilitando información a los fiscales y la Policía Federal. La revista Época tuvo acceso exclusivo a un Informe de Inteligencia Financiera del cuarteto conformado por Lula, Palocci, Fernando Pimentel y Erenice Guerra, todos estrechamente vinculados a Dilma. Al examinar las cuentas bancarias de 103 personas y 188 empresas vinculadas con el cuarteto, se encontrò movimientos extraños por un total de casi quinientos millones de reales.


Recientemente, Lula andó pidiendo la cabeza de Joaquim Levy, Ministro de Hacienda, que comanda el COAF. Serà que Levy andó preparando informes para proteger la sede del petismo por su cargo?

 

 

Relatório detalha movimentação nas contas de Lula ...

www1.folha.uol.com.br/.../1700923-orgao-da-fazen... - Traducir esta página

 

Lula sabe que será preso. Ex-presidente movimentou R$ 52 ...

sintesenews.blogspot.com/.../lula-sabe-que-sera-pres...

 

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Baseada em relatório do COAF, reportagem de capa da revista Época aborda movimentações milionárias nas contas do ex-presidente Lula, do ex-ministro Antonio Palocci, do governador Fernando Pimentel e da ex-chefe de gabinete Erenice Guerra.

Baseada em relatório do COAF, reportagem de capa da revista Época aborda movimentações milionárias nas contas do ex-presidente Lula, do ex-ministro Antonio Palocci, do governador Fernando Pimentel e da ex-chefe de gabinete Erenice Guerra.

Baseada em relatório do COAF, reportagem de capa da revista Época comenta sobre movimentações financeiras sob suspeita de origem ilícita, envolvendo o ex-presidente Lula, o ex-ministro Antonio Palocci, o governador Fernando Pimentel e a ex-chefe de gabinete da Casa Civil da Presidência da República Erenice Guerra.

Baseada em relatório do COAF, reportagem de capa da revista Época comenta sobre movimentações financeiras sob suspeita de origem ilícita, envolvendo o ex-presidente Lula, o ex-ministro Antonio Palocci, o governador Fernando Pimentel e a ex-chefe de gabinete da Casa Civil da Presidência da República Erenice Guerra.

 

 

O Conselho de Controle de Atividades Financeira (Coaf) analisaram as transações bancárias de quatro petistas e encontraram movimentações milionárias nas contas de Luiz Inácio Lula da Silva, Antonio Palocci, Fernando Pimentel e Erenice Guerra, como foi divulgado pela revista Época deste sábado (31). Foram analisadas aplicações financeiras e contas bancárias de 103 pessoas e 188 empresas, todas ligadas aos petistas. O relatório tem 18.340 páginas foi enviado a CPI do BNDES. As informações vão auxiliar as investigações da Polícia Federal, do Ministério Público e da Receita Federal. A respeito do ex-presidente foram encontradas três operações suspeitas, um título de previdência privada de mais de R$ 1 milhão. Como palestrante Lula recebeu, por meio de sua empresa, em quatro anos a quantia de R$ 27 milhões e transferiu R$ 25,3 milhões. Ficou constatado que Palocci movimentou na conta de sua empresa de consultoria a quantia de R$ 185 milhões. Foram ao todo 11 operações de depósito de valores elevados para a Projeto Consultoria. Fernando Pimentel sacou R$ 150 mil em dinheiro vivo em um banco de Belo Horizonte. Duas empresas ligadas a sua família movimentaram quase R$ 2,5 milhões. Erenice, ex-braço direito da presidente Dilma Rousseff, realizou operações financeiras altas, no valor de R$ 26,3 milhões durante os anos de 2008 e 2015, sendo que a maioria feita em contas de terceiros. Apenas entre o período de agosto de 2011 e abril de 2015, seu escritório somou créditos de R$ 12 milhões. Agora cabe a Polícia Federal, Congresso Nacional e ao Ministério Público trabalhar sobre as informações reveladas pelo Coaf. (Fonte: Claudio Humberto)

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Agência de combate à lavagem de dinheiro suspeita de R$ 52,3 milhões em contas de Lula


Relatório foi preparado pelo COAF, agência subordinada ao Ministério da Fazenda, de Joaquim Levy.


31 DE OUTUBRO DE 2015 - Segundo o COAF, a movimentação é incompatível com o patrimônio, a atividade econômica ou ocupação profissional e a capacidade financeira de Lula. Só a empresa de palestras do ex-presidente transferiu 93,7% dos R$ 27 milhões que recebeu nos últimos quatro anos. Há estranhas transações também com título de previdência ao custo de R$ 6,2 milhões, aumentando as suspeitas de lavagem de dinheiro por parte do ex-presidente.


O COAF é a agência oficial do governo para combate à lavagem de dinheiro no Brasil. Subordinado ao Ministério da Fazenda, trabalha abastecendo de informações o Ministério Público e a Polícia Federal. A revista Época teve acesso exclusivo a um Relatório de Inteligência Financeira sobre Lula, Palocci, Fernando Pimentel e Erenice Guerra, todos estreitamente ligados a Dilma. Ao examinar contas bancárias de 103 pessoas e 188 empresas ligadas ao quarteto, encontrou movimentações estranhas que somam quase meio bilhões de reais.


Recentemente, Lula andou pedindo a cabeça de Joaquim Levy, ministro da Fazenda, pasta que comanda o COAF. Será que Levy andou preparando relatórios do tipo para se proteger da sede do petismo por seu cargo?

http://www.implicante.org/blog/agencia-de-combate-a-lavagem-de-dinheiro-suspeita-de-r-523-milhoes-em-contas-de-lula/?

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Published by Malcolm Allison H malcolm.mallison@gmail.com - en O MAIS GRANDE DO MUNDO
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2 noviembre 2015 1 02 /11 /noviembre /2015 18:45
The European Plain, shaded in dark gray. Light gray indicates the shallow sea floor that surrounds the plain.
The European Plain, shaded in dark gray. Light gray indicates the shallow sea floor that surrounds the plain.
theatlantic.com/international/archive/2015/10/russia-geography-ukraine-syria/413248/

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RUSIA Y LA MALDICIÒN DE LA GEOGRAFÌA

¿Por qué Putin hace lo que hace?

Vladimir Putin dice que él es un hombre religioso, un gran defensor de la Iglesia Ortodoxa Rusa. Si es así, bien podría ir a la cama cada noche, rezar y pedir a Dios poner montañas al este de Ucrania

31 de octubre 2015 Reuters / Tim Marshall

Si Dios hubiera hecho montañas en el este de Ucrania, la gran extensión de Las Llanura de Europa no habría sido atractivo para que desde allì, los invasores hubieran atacado a Rusia repetidamente a través de la historia. Tal como están las cosas, Putin, al igual que los líderes rusos antes que él, probablemente siente que no tiene otra opción que por lo menos tratar de controlar esas llanuras al oeste de Rusia. Lo mismo sucede con la geografìa y los paisajes de todo el mundo, sus rasgos físicos encarcelan a los líderes, limitando sus opciones y margen de maniobra. Estas reglas de la geografía son especialmente claras en Rusia, donde el estado es difícil de defender, y donde durante siglos los líderes han compensado la vulnerabilidad tomando la iniciativa y empujando hacia afuera estrategicamente.


Los líderes occidentales parecen tener dificultades para descifrar las motivaciones de Putin, sobre todo cuando se trata de sus acciones en Ucrania y Siria; el actual líder de Rusia ha sido descrito en términos que evocan la famosa observación de Winston Churchill de 1939 respecto de que Rusia "es un acertijo envuelto en un misterio dentro de un enigma". Pero es útil observar las intervenciones militares de Putin en el extranjero en el contexto de los intentos de larga data de los líderes rusos para hacer frente a la geografía. ¿Qué pasa si los motivos de Putin no son tan misteriosa después de todo? ¿Qué pasa si usted puede verlos claramente en un mapa?


Para Rusia, el país más grande del mundo en masa de tierra, que cabalga Europa y Asia y abarca bosques, lagos, ríos, estepas heladas, y montañas, los problemas y amenazas vienen tanto por tierra como por mar. En los últimos 500 años, Rusia ha sido invadida varias veces desde el oeste.

Los polacos llegaron a través de La Llanura de Europa en 1605, seguido por los suecos bajo Carlos XII en 1707, los franceses de Napoleón en 1812, y los alemanes-en dos ocasiones, en ambas guerras mundiales, en 1914 y 1941. En Polonia, la llanura es de únicamente 300 millas de ancho, desde el Mar Báltico en el norte hasta las montañas de los Cárpatos en el sur, pero después de ese punto la llanura se extiende hasta alcanzar un ancho de cerca de 2.000 millas, cerca de la frontera con Rusia,ofreciendo una ruta plana que lleva directamente a Moscú. Así, los repetidos intentos de Rusia para ocupar Polonia a largo de la historia; responden a que el país representa un corredor plano relativamente estrecho en el que Rusia podría emplazar sus fuerzas armadas para bloquear un avance enemigo hacia su propia frontera, que, por ser más amplia, es mucho más difícil de defender

Por otro lado, la inmensidad de Rusia también la ha protegido; en el momento en que se acerca un ejército a Moscú, sus líneas de suministro estàn insosteniblemente alejadas, lo que hacen cada vez más difícil la ofensiva a medida que se adentran en territorio ruso. Napoleón cometió este error en 1812, y Hitler lo repitió en 1941.


De importancia estratégica, y gran significado para los cálculos de los líderes de Rusia a lo largo de la historia, ha sido la histórica falta de su propio puerto de aguas cálidas con acceso directo a los océanos. Muchos de los puertos rusos del Ártico sufren congelación del durante varios meses al año. Vladivostok, el puerto más grande de Rusia en el Océano Pacífico, está rodeado por el Mar de Japón, que está dominado por los japoneses. Esto no sólo detiene el flujo del comercio dentro y fuera de Rusia; evita que la flota rusa opere como una potencia mundial, ya que no tiene acceso todo el año a las más importantes rutas marítimas del mundo.

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Rusia como concepto se remonta al siglo IX y a una laxa federación de tribus eslavas orientales conocidas como Rus de Kiev, que se emplazaban en Kiev y otras ciudades a lo largo del río Dniéper, en lo que hoy es Ucrania. Los mongoles, expandiendo su imperio, atacaron continuamente la región desde el sur y el este, hasta doblegarlos en el siglo XIII. Para sobrevivir, la incipiente Rusia tuvo que trasladarse al noreste en y alrededor de la ciudad de Moscú. Esta temprana Rusia, conocido como el Gran Principado de Moscú, era indefendible. No había montañas, ni desiertos y pocos ríos.

Iván el Terrible, el primer zar, puso en práctica el concepto de ataque como la mejor defensa, consolidando la posición interna y moviéndose luego hacia fuera. Rusia había comenzado una expansión moderada bajo el abuelo de Iván, pero Ivan la acelerò después de su llegada al poder en el siglo XVI. Extendió su territorio hacia el este hasta los montes Urales, hacia el sur hasta el Mar Caspio, y hacia el norte hasta el Círculo Polar Ártico. Rusia ganó acceso al Caspio, y más tarde el Mar Negro, aprovechando así las montañas del Cáucaso como una barrera parcial ante los mongoles. Iván construyó una base militar en Chechenia para disuadir a cualquier posible atacante, ya se trate de los mongoles de la Horda de Oro, el Imperio Otomano, o los persas.

Ahora los rusos tenían una zona de amortiguamiento parcial y un hinterland -un lugar de repliegue en caso de invasión. Nadie iba a atacarlos con vigor desde el Mar Ártico, ni abrirse camino a travès de los Urales para agredirlos. Su tierra se estaba convirtiendo en lo que hoy se conoce como Rusia, y para invadirla desde el sur o sureste, los enemigos tendrían que tener un gran ejército y una línea de suministro muy larga, y tendrían que luchar y vencer un rosario de posiciones defensivas rusas en el trayecto.

En el siglo XVIII, Rusia, bajo Pedro el Grande -que fundó el Imperio ruso en 1721 - y luego bajo la emperatriz Catalina la Grande, amplió el imperio hacia el oeste, ocupando Ucrania y llegar a las montañas de los Cárpatos. Se apoderò de la mayor parte de lo que hoy conocemos como Lituania, Letonia y Estonia, con lo que podía defenderse de los ataques desde el mar Báltico. Asì se logrò crear un enorme anillo alrededor de Moscú; comenzando en el Ártico, atravesando de la región del Báltico, Ucrania, los Cárpatos, el Mar Negro, el Cáucaso y el Caspio, y circunvalando los Urales, que se extienden hasta el Círculo Polar Ártico.


Al final de la Segunda Guerra Mundial, en 1945, los rusos ocuparon el territorio conquistado de Alemania en Europa Central y del Este, parte del cual se convirtió en parte de la URSS, y comenzó a parecerse al antiguo Imperio Ruso. Esta vez, sin embargo, no estaban los mongoles en sus fronteras; estaba la OTAN. La caída de la URSS en 1991 causó de nuevo la contracciòn del territorio ruso, con sus fronteras europeas terminando en Estonia, Letonia, Bielorrusia, Ucrania, Georgia y Azerbaiyán, incluso la contracciòn llegò màs allà, mientras la OTAN se deslizaba de manera constante más y más cerca, ya que incorporaba más países en Europa del Este.


Dos de las principales preocupaciones de Rusia; su vulnerabilidad por tierra y la falta de acceso a puertos de aguas calientes se minimizaban con la Ucrania de 2014. Mientras un gobierno pro-ruso dominó en la capital ucraniana de Kiev, Rusia podría estar segura de que su zona de amortiguamiento se mantendría intacta y protegido el corredor de acceso por la Llanura Europea.

Incluso una Ucrania neutral, que prometiera no unirse a la Unión Europea o a la OTAN y mantener el contrato de arrendamiento a Rusia del puerto de aguas cálidas en Sebastopol, en Crimea, sería aceptable. Pero cuando las protestas en Ucrania hicieron caer al gobierno pro-Ruso de Viktor Yanukovich y se instaurò un nuevo gobierno, más pro-occidental, Putin se viò en una disyuntiva. Podía respetar la integridad territorial de Ucrania, o podía hacer lo que los líderes de Rusia habìan hecho durante siglos, jugando las cartas geográficas vedadas. Él eligió su propia estrategia de "ataque como defensa", la anexión de Crimea para garantizar el acceso de Rusia a su único puerto de aguas calientes, y un movimiento para evitar que la OTAN se deslice aún más cerca de la frontera rusa.
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UCRANIA COMO AMORTIGUADOR

Las mismas preocupaciones geográficas son visibles ya en la intervención de Rusia en Siria, alegando la alianza de Putin y Bashar al-Assad. Los rusos tienen una base naval en la ciudad portuaria de Tartus, en la costa mediterránea de Siria. Si Assad cae, los nuevos gobernantes de Siria pueden echarlos. Putin cree claramente en el riesgo de enfrentarse a los miembros de la OTAN en otro ámbito geográfico.

Rusia no ha terminado con Ucrania, ni con Siria. Desde el Gran Principado de Moscú, a través de Pedro el Grande, Stalin, y ahora Putin, cada líder ruso se ha enfrentado a los mismos problemas. No importa si la ideología de quienes tienen el control es zarista, comunista o procapitalista, los puertos todavía se congelan, y La Llanura Europea sigue siendo plana

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TRADUCCIÒN MALCOLM ALLISON H 2015

 

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Russia and the Curse of Geography

 

Want to understand why Putin does what he does?


Vladimir Putin says he is a religious man, a great supporter of the Russian Orthodox Church. If so, he may well go to bed each night, say his prayers, and ask God: “Why didn’t you put mountains in eastern Ukraine?”


OCT 31, 2015 Reuters / Tim Marshall


If God had built mountains in eastern Ukraine, then the great expanse of flatland that is the European Plain would not have been such inviting territory for the invaders who have attacked Russia from there repeatedly through history. As things stand, Putin, like Russian leaders before him, likely feels he has no choice but to at least try to control the flatlands to Russia’s west. So it is with landscapes around the world—their physical features imprison political leaders, constraining their choices and room for maneuver. These rules of geography are especially clear in Russia, where power is hard to defend, and where for centuries leaders have compensated by pushing outward.


Western leaders seem to have difficulty deciphering Putin’s motives, especially when it comes to his actions in Ukraine and Syria; Russia’s current leader has been described in terms that evoke Winston Churchill’s famous 1939 observation that Russia “is a riddle wrapped in a mystery inside of an enigma.” But it’s helpful to look at Putin’s military interventions abroad in the context of Russian leaders’ longstanding attempts to deal with geography. What if Putin’s motives aren’t so mysterious after all? What if you can read them clearly on a map?


For Russia, the world’s largest country by landmass, which bestrides Europe and Asia and encompasses forests, lakes, rivers, frozen steppes, and mountains, the problems come by land as well as by sea. In the past 500 years, Russia has been invaded several times from the west. The Poles came across the European Plain in 1605, followed by the Swedes under Charles XII in 1707, the French under Napoleon in 1812, and the Germans—twice, in both world wars, in 1914 and 1941. In Poland, the plain is only 300 miles wide—from the Baltic Sea in the north to the Carpathian Mountains in the south—but after that point it stretches to a width of about 2,000 miles near the Russian border, and from there, it offers a flat route straight to Moscow. Thus Russia’s repeated attempts to occupy Poland throughout history; the country represents a relatively narrow corridor into which Russia could drive its armed forces to block an enemy advance toward its own border, which, being wider, is much harder to defend

On the other hand, Russia’s vastness has also protected it; by the time an army approaches Moscow, it already has unsustainably long supply lines, which become increasingly difficult to protect as they extend across Russian territory. Napoleon made this mistake in 1812, and Hitler repeated it in 1941.


Just as strategically important—and just as significant to the calculations of Russia’s leaders throughout history—has been the country’s historical lack of its own warm-water port with direct access to the oceans. Many of the country’s ports on the Arctic freeze for several months each year. Vladivostok, the largest Russian port on the Pacific Ocean, is enclosed by the Sea of Japan, which is dominated by the Japanese. This does not just halt the flow of trade into and out of Russia; it prevents the Russian fleet from operating as a global power, as it does not have year-round access to the world’s most important sea-lanes.

theatlantic.com/international/archive/2015/10/russia-geography-ukraine-syria/413248/

Russia as a concept dates back to the ninth century and a loose federation of East Slavic tribes known as Kievan Rus, which was based in Kiev and other towns along the Dnieper River, in what is now Ukraine. The Mongols, expanding their empire, continually attacked the region from the south and east, eventually overrunning it in the 13th century. The fledgling Russia then relocated northeast in and around the city of Moscow. This early Russia, known as the Grand Principality of Moscow, was indefensible. There were no mountains, no deserts, and few rivers.

Enter Ivan the Terrible, the first tsar. He put into practice the concept of attack as defense—consolidating one’s position at home and then moving outward. Russia had begun a moderate expansion under Ivan’s grandfather, but Ivan accelerated it after he came to power in the 16th century. He extended his territory east to the Ural Mountains, south to the Caspian Sea, and north toward the Arctic Circle. Russia gained access to the Caspian, and later the Black Sea, thus taking advantage of the Caucasus Mountains as a partial barrier between itself and the Mongols. Ivan built a military base in Chechnya to deter any would-be attacker, be they the Mongol Golden Horde, the Ottoman Empire, or the Persians.

Now the Russians had a partial buffer zone and a hinterland—somewhere to fall back to in the case of invasion. No one was going to attack them in force from the Arctic Sea, nor fight their way over the Urals to get to them. Their land was becoming what’s now known as Russia, and to invade it from the south or southeast you would have to have a huge army and a very long supply line, and you would have to fight your way past defensive positions.

In the 18th century, Russia, under Peter the Great—who founded the Russian Empire in 1721—and then Empress Catherine the Great, expanded the empire westward, occupying Ukraine and reaching the Carpathian Mountains. It took over most of what we now know as Lithuania, Latvia, and Estonia—from which it could defend against attacks from the Baltic Sea. Now there was a huge ring around Moscow; starting at the Arctic, it came down through the Baltic region, across Ukraine, to the Carpathians, the Black Sea, the Caucasus, and the Caspian, swinging back around to the Urals, which stretched up to the Arctic Circle.

At the end of World War II in 1945, the Russians occupied territory conquered from Germany in Central and Eastern Europe, some of which then became part of the U.S.S.R., as it began to resemble the old Russian Empire writ large. This time, though, it wasn’t the Mongols at the gates; after 1949, it was NATO. The fall of the U.S.S.R. in 1991 caused Russian territory to shrink again, with its European borders ending at Estonia, Latvia, Belarus, Ukraine, Georgia, and Azerbaijan, even while NATO crept steadily closer as it incorporated more countries in Eastern Europe.

Two of Russia’s chief preoccupations—its vulnerability on land and its lack of access to warm-water ports—came together in Ukraine in 2014. As long as a pro-Russian government held sway in the Ukrainian capital of Kiev, Russia could be confident that its buffer zone would remain intact and guard the European Plain. Even a neutral Ukraine, which would promise not to join the European Union or NATO and would uphold the lease Russia had on the warm-water port at Sevastopol in Crimea, would be acceptable. But when protests in Ukraine brought down the pro-Russia government of Viktor Yanukovych and a new, more pro-Western government came to power, Putin had a choice. He could have respected the territorial integrity of Ukraine, or he could have done what Russian leaders have done for centuries with the bad geographic cards they were dealt. He chose his own kind of attack as defense, annexing Crimea to ensure Russia’s access to its only proper warm-water port, and moving to prevent NATO from creeping even closer to Russia’s border.

 

 

THE UKRAINE BUFFER

The same geographic preoccupations are visible now in Russia’s intervention in Syria on behalf of Putin’s ally, Bashar al-Assad. The Russians have a naval base in the port city of Tartus on Syria’s Mediterranean coast. If Assad falls, Syria’s new rulers may kick them out. Putin clearly believes the risk of confronting NATO members in another geographic sphere is worth it.

Russia has not finished with Ukraine yet, nor Syria. From the Grand Principality of Moscow, through Peter the Great, Stalin, and now Putin, each Russian leader has been confronted by the same problems. It doesn’t matter if the ideology of those in control is czarist, communist, or crony capitalist—the ports still freeze, and the European Plain is still flat.

 

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2 noviembre 2015 1 02 /11 /noviembre /2015 17:43

El joven ejemplar de lagarto blanco de seis colas. / N. Pelegrin y S.M. Leão

 

Un lagarto de seis colas

A un joven lagarto blanco, tras un profundo corte, le salieron simultáneamente seis colas de diferentes tamaños y desde diferentes puntos

Un joven lagarto blanco ("Salvator meriana"), encontrado en la ciudad de Córdoba (centro de Argentina) y de más medio metro de longitud, se hirió gravemente la cola con un objeto afilado, aunque no llegó a cortársela. Pero la lesión fue lo suficientemente profunda como para iniciar el proceso de regeneración de esta extremidad. En este caso, al lagarto, protagonista de #cienciaalobestia, le salieron simultáneamente seis colas de diferentes tamaños y desde diferentes puntos. Alguna de ellas incluso creció con un ángulo de 90º respecto a la cola original.

Los científicos del Instituto de Diversidad y Ecología Animal (CONICET-UNC) y del Centro de Zoología Aplicada (Argentina) describen el fenómeno de “extremadamente raro”, aunque la bifurcación de la cola en lagartos no es del todo inusual. Sin embargo, es la primera vez que se observa un lagarto de seis colas.

Esta habilidad de regeneración ya era conocida: algunos lagartos pueden volver a crear células nerviosas, parte de su mandíbula y de sus extremidades. De hecho, la estrategia de deshacerse de la cola y volverla a generar es ampliamente usada para escapar de los depredadores. El estudio, publicado en "Cuadernos de Herpetología", recalca que en el caso de este lagarto tener seis colas puede generarle más costes que beneficios.

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Personal de la Patrulla Ambiental encontró en la noche del miércoles una iguana en un domicilio de la ciudad de Córdoba con una particularidad: el animal tenía cinco colas.  

Hallaron una iguana con cinco colas en Córdoba

10/01/2014  El animal fue encontrado en un domicilio de barrio Argüello Norte, en la ciudad capital. Tiene 50 centímetros y cinco extremidades en su cola. Fue capturada y trasladada hacia el Jardín Zoológico.

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El episodio se registró en un domicilio ubicado en calle Ernesto Salas 863 de barrio Argüello Norte. 

El reptil tiene 50 centímetros de largo y cinco extremidades en la cola. La Patrulla Ambiental la capturó y la trasladó hacia el zoológico para examinarla. Daniel Villarreal, del Zoo Córdoba, en diálogo con Cadena 3 aseguró que nunca vio algo igual 

“Dos veces llegaron de dos colas, pero esta es la primera vez que veo algo así. Las iguanas pueden perder esa parte de la cola y se regenera, aunque nunca esta deformidad”, sostuvo, al tiempo que indicó que van a rehabilitar al animal y luego la decisión de liberarlo o no es de Ambiente.

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Germán, el dueño de la casa donde apareció el reptil, relató el insólito hallazgo: “La encontré en el patio. Al principio pensé que era un sapo y cuando la veo bien era una iguana que tenía algo en la cola. Me di cuenta que no era normal”, señaló. 

 

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2 noviembre 2015 1 02 /11 /noviembre /2015 16:28

La utilización de tres recubrimientos con vidrios para controlar la infección alrededor del implante de prótesis articulares , válvulas cardiacas metálicas y catéteres ha sido desarrollada por el Centro de Investigación en Nanomateriales y Nanotecnología (de la Universidad de Oviedo y el Principado de Asturias), el Instituto de Cirugía oral Avanzada de Madrid (ICOA) y el Centro de Cirugía Mínimamente Invasiva Jesús Usón

La utilización de estos recubrimientos en los implantes de uso médico disminuye de modo significativo la colonización bacteriana y las complicaciones por infecciòn. Los detalles se publican en la revista Plos One.

La colonización bacteriana de los dispositivos médicos implantables –como las prótesis articulares (cadera, rodilla, etc), válvulas cardiacas metálicas, catéteres, etc..– es un problema médico de enorme importancia tanto por su prevalencia. De hecho, es la principal causa de fracaso de las artroplastias totales de rodilla y la tercera causa de fracaso en las artroplastias totales de cadera, además del coste que supon.

"También acarrea un gasto para el sistema sanitario retirar estos dispositivos –el coste de cambiar sólo las prótesis de rodilla y cadera en USA creció de los 320 millones de dólares en 2001 a 672 millones en 2010–, y el paciente paga un precio muy elevado en salud, que en ocasiones le supone perder la vida", indica el doctor López-Píriz. "Existen otras múltiples aplicaciones donde aportarían ventajas significativas como son los dispositivos de aire acondicionado en los que el crecimiento de Legionella causa brotes epidémicos que ocasiona numerosas muertes todos los años" subraya López-Píriz.

Pese a que la investigación con estos innovadores materiales biocidas se ha centrado hasta el momento en el campo de la salud, como indica el doctor López Píriz, "existen otras múltiples aplicaciones donde aportarían ventajas significativas como son los dispositivos de aire acondicionado en los que el crecimiento de Legionella causa brotes epidémicos que ocasiona numerosas muertes todos los años".

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Se ha probado un vidrio de sosa y cal (sodalime-glass) que contiene nanopartìculas de plata recubriendo el implante dental  transmucosal de titanio.

La probada alta biocompatibilidad del titanio como material de implatología y en especial de fabricación de implantes dentales resulta asì potenciada por el recubrimiento de vidrio biocida con nanopartìculas de plata , llevando a menos complicaciones por infecciòn.

http://www.lne.es/asturias/2015/10/30/vidrios-infeccion/1834037.html

 
Vidrios contra la infección
Vidrios contra la infección 

Vidrios bioactivos contra las infecciones dentales. Este es el resultado de un reciente estudio del Centro de Investigación de Nanomateriales y Nanotecnología (CINN), centro mixto que integra a investigadores del CSIC, la Universidad de Oviedo y el Principado de Asturias que han podido verificar que este tipo de materiales disminuyen de modo significativo la colonización bacteriana y el progreso de la infección periimplantaria, una enfermedad que afecta a los tejidos que rodean y sostienen a los dientes. Los vidrios bioactivos forman parte de un grupo especial de cerámicas, las biocerámicas o cerámicas bioactivas, que presentan la característica de ser capaces de promover una respuesta biológica específica para facilitar la unión entre los tejidos y el material implantado.

El estudio del CINN, desarrollado en colaboración con el Instituto de Cirugía Oral Avanzada de Madrid y el Centro de Cirugía Mínimamente Invasiva Jesús Usón (Cáceres), pone de manifiesto la capacidad de tres recubrimientos con vidrios desarrollados por el CINN asturiano, con sede en el Parque Tecnológico de Llanera, para controlar la infección y el consecuente desarrollo de la enfermedad periimplantaria. Su uso médico disminuye de modo significativo la colonización bacteriana y el rechazo a los dispositivos médicos implantables, tanto bucales como en otras prótesis articulares como las de cadera, rodilla, válvulas cardiacas metálicas o catéteres. El rechazo al implante representa un problema médico de enorme importancia tanto por su prevalencia como por el gasto que acarrea para el sistema sanitario tener que retirar los dispositivos fallidos, apuntan los expertos.

Una de las principales causas de fracaso de las artroplastias de rodilla y cadera radica precisamente en las infecciones bacterianas que producen un rechazo del implante. En este caso, y a través de un modelo de inducción de enfermedad periimplantaria desarrollado en cinco perros, se ha demostrado que la utilización "in vitro" e "in vivo" de este vidrio bioactivo en forma de recubrimiento sobre implantes logra inhibir la colonización bacteriana y el progreso posterior de la enfermedad. Durante el experimento, a los animales se les extrajeron los premolares y primer molar mandibulares para posteriormente insertar tres implantes en cada hemiarcada mandibular hasta sumar un total de 30 implantes.

Pese a que la investigación con estos materiales se ha centrado en el campo de la salud dental, como indica el doctor Roberto López Píriz, existen "otras múltiples aplicaciones donde aportarían ventajas significativas". Se trata de los dispositivos de aire acondicionado en los que el crecimiento de Legionella causa brotes epidémicos que ocasiona numerosas muertes todos los años. Los nuevos materiales cerámicos lograrían reducir también ese riesgo

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Se ha probado un vidrio de sosa y cal (sodalime-glass) que contiene nanopartìculas de plata recubriendo el implante dental transmucosal de titanio.

La probada alta biocompatibilidad del titanio como material de implatología y en especial de fabricación de implantes dentales resulta asì potenciada por el recubrimiento de vidrio biocida con nanopartìculas de plata , llevando a menos complicaciones por infecciòn.

Figure 2.  Landmarks employed in the histometric study.

 

 

La periimplantitis se ha citado como uno de los factores clave responsables de fracaso del implante. Se define como una enfermedad infecciosa que se caracteriza por pérdidas en la cresta ósea y sangrado al sondaje. Hoy en día es bien aceptado que la periimplantitis es un proceso que involucra microorganismos similares a los encontrados en la periodontitis crónica alrededor de los dientes .


Algunas estrategias se han desarrollado en el tratamiento de la periimplantitis en los últimos años. Nuevos diseños de implantes se han comercializado buscando reducir la remodelación ósea después de la osteointegración y para un mejor implante dental moderno (por ejemplo morse cone-connection) minimizando la filtración bacteriana aunque como es imposible eliminar completamente la contaminación bacteriana, la formación de placa subgingival sigue siendo un problema que a menudo resultan en la periimplantitis; y demanda tratamiento a base de debridación mecánico y tratamiento con antibióticos para posibilitar la regeneración ósea. Sin embargo, parece que la erradicación de la resistencia a antibióticos es imposible y el desarrollo de la resistencia a cualquier antibiótico en particular sigue siendo inevitable.

http://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0086926

Un nuevo enfoque de las infecciones asociadas a dispositivos biomédicos se basa en materiales biocidas. La plata como un agente biocida no específico es capaz de actuar muy efectivamente contra un amplio espectro de especies bacterianas y fúngicas, incluyendo cepas resistentes a los antibióticos. Se cree que las nanopartículas de plata (Ag NPs) son más efectivas que las presentaciones de plata metálica a granel, debido a que presentan más sitios activos que resultan de un àrea de superficie mayor. Hay evidencias de que el sellado del tejido blando en la superficie del implante juega un papel en la prevención de la periimplantitis, aunque es cierto que no existe unanimidad sobre este punto en la literatura. Se cree que los elementos transmucosales deben tener una superficie pulida para evitar la adhesión de biofilm microbiano. En este sentido, el uso de un revestimiento que puede reducir la actividad bacteriana en el tejido peri-implante es un tema interesante, ya que conducen a una mayor estabilidad de la junta gingival.

Se ha probado un vidrio de sosa y cal (sodalime-glass) que contiene nanopartìculas de plata recubriendo el implante dental transmucosal de titanio.

La probada alta biocompatibilidad del titanio como material de implatología y en especial de fabricación de implantes dentales resulta asì potenciada por el recubrimiento de vidrio biocida con nanopartìculas de plata , llevando a menos complicaciones por infecciòn.

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Bone Loss at Implant with Titanium Abutments Coated by Soda Lime Glass Containing Silver Nanoparticles

http://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0086926


Peri-implantitis has been cited as one of the key factors responsible for implant failure [1], [2]. It is defined as an infectious disease characterized by crestal bone (CrB) loss and bleeding on probing with or without deepening on peri-implant pockets [3]. Nowadays it is well accepted that peri-implantitis is a process that involves microorganisms similar to those found in chronic peridontitis as found around teeth [4].


Some strategies have been developed in the peri-implantitis treatment in recent years [5]: i) prevention of bone loss around implants. In this regards new implant designs have been commercialized seeking to reduce bone remodeling after osseointegration as well as modern implant abutment connection (eg. morse cone-connection) minimizing bacterial filtration- although due to the impossibility of completely eliminating bacterial contamination, subgingival plaque formation is still a problem which often result in peri-implantitis; and ii) treatment based on mechanical debridation, antibiotic treatment and osseous regeneration when possible [6]. The use of local antibiotics and antiplaque biocides, in addition to manual debridement seems to be an adequate treatment [7], [8]. However, it seems that the eradication of resistance is impossible and development of resistance to any particular antibiotic is inevitable.


A new approach to biomedical device-associated infections is based on biocide materials [9]. Silver as a nonspecific biocide agent is able to act strongly against a broad spectrum of bacterial and fungal species, including antibiotic-resistant strains. It is believed that silver nanoparticles (Ag NPs) are more reactive than bulk metallic forms because of the more active sites that result from a high specific surface [10], [11]. There is evidence that the sealing of soft tissue on the implant surface plays a role in the prevention of peri-implantitis [12], [13], [14]. While it is true no unanimity exists about this point in the literature. It is believed that the transmucosal elements should have a polished surface to prevent adhesion of biofilm [15], [16], [17]. In this regard the use of a coating that can reduce bacterial activity in peri-implant tissue is an interesting topic, since lead to a greater stability of the gingival seal.


In this investigation, we have tested a sodalime-glass containing Ag NPs-coated titanium healing abutments in an experimental peri-implantitis model. The experimental peri-implantitis, described in the literature, reproduces an infectious process leading to bone loss [18], [19]. The present work focuses on two hypotheses: The null hypothesis (1) is that the transmucosal abutment biocide coating, under experimental peri-implantitis, do not experience dimensional changes while in mouth. The null hypothesis (2) is that the use of the biocidal coating on the surface of the transepithelial abutments does not reduce bone loss or alter tissue response versus experimental peri-implantitis.

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2 noviembre 2015 1 02 /11 /noviembre /2015 15:18

On the morning of October 31, a Russian Kogalymavia passenger jet disappeared from radar. The Airbus A321 was traveling from from Sharm el-Sheikh (an Egyptian city on the southern tip of the Sinai Peninsula) to St. Petersburg. According to reports, the jet's wreckage has been found in a mountainous area of central Sinai.

Solo un problema mecánico que causò graves daños a la estructura pudo provocar la destrucción en el aire del avión A321 siniestrado la víspera, informó el domingo 1 de noviembre el subdirector general de la compañía aérea Kogalymavia, Andréi Averianov. Asimismo desmintió que la catástrofe fue provocada por el factor humano o técnico.

"Antes de iniciar la caída el avión A321, probablemente, sufrió graves daños en la estructura que no le permitieron continuar el vuelo", dijo Andréi Averianov. Esto explica por qué "al inicio de la catástrofe la tripulación perdió la capacidad de trabajar" y "no hubo intentos de informar sobre la situación de emergencia a bordo".

Por su parte, el director de vuelos de Kogalymavia, Alexandr Smirnov, confirmó que un impacto mecánico es la única causa que pudo provocar la destrucción del A321 en el aire.
"El avión no puede destruirse en el aire a causa de un fallo técnico, sino estamos hablando de causas fantásticas; en teoría el aparato puede destruirse cuando sufre graves sobrecargas, pero el A320 es un aparato seguro, dotado de así llamadas protecciones que no permitirían al avión a sufrir sobrecargas incluso en caso de un error técnico de pilotaje", dijo Smirnov.

Russian passenger flight crashes in Sinai carrying ... - Meduza

https://meduza.io/.../russian-passenger-flight-crashes-...

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El presidente ruso Vladímir Putin ha exigido investigar las causas del desastre del A321 de Kogalymavia hasta aclarar todos los detalles de la tragedia, informa RIA Novosti.

"Sin duda alguna hay que hacer todo para recrear una imagen objetiva de lo ocurrido, para que sepamos lo que sucedió y reaccionemos debidamente a ello", subrayó el líder ruso en una reunión con el ministro de Transporte, Maxim Sokolov

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Todo lo que se sabe y no se sabe sobre la catástrofe del Airbus A321 en Egipto

 

Un avión ruso con 224 ocupantes a bordo que cubría la ruta entre Sharm el-Sheij (Egipto) y San Petersburgo (Rusia) se estrelló este sábado en el norte de la península del Sinaí, Egipto. El portal Meduza.io ha recabado toda la información de que disponen los medios de comunicación, para repasar las circunstancias no aclaradas.

 

La ruta de la aeronave. El punto negro indica el punto de partida del vuelo; el punto rojo indica la última posición en la que fue localizado el avión

https://en.wikipedia.org/wiki/Kogalymavia_Flight_9268

Airbus A321-231 MetroJet EI-ETJ.JPG

The aircraft seen with tail number EI-ETJ

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El avión se estrelló pocos minutos después de despegar del aeropuerto de la ciudad egipcia de Sharm el-Sheij

El avión de la compañía aérea Metrojet (Kogalymavia) despegó del aeropuerto egipcio de Sharm el-Sheij a las 6.51 (hora de Moscú) y desapareció de los radares 23 minutos después. En ese momento el avión ya volaba a gran altura, precipitándose casi en picado y destruyéndose casi completamente al estrellarse. Los restos de la aeronave fueron descubiertos el mismo día en el norte de la península de Sinaí a 100 kilómetros del aeródromo de la localidad egipcia de El Arish. Las cajas negras del avión ya han sido localizadas.

A primera hora de la mañana del sábado, varios medios y agencias de información proporcionaban información contradictoria sobre el número de las personas que iban a bordo del aparato, si bien para el 1 de noviembre todas las fuentes oficiales informaban de 224 muertos. La lista completa de los pasajeros fue publicada en la página oficial del Ministerio ruso para las Situaciones de Emergencia. Según los datos del organismo, a bordo del avión iban cuatro ciudadanos de Ucrania y un bielorruso.

No es el primer accidente de Kogalymavia

Kogalymavia es una empresa regional fundada en 1993. Desde 2009 su flota de aviones consta principalmente de modelos А320 y А321 con una edad media de 14 años. En varios casos se detectaron problemas técnicos con algunos aviones, lo que obligó a efectuar aterrizajes de emergencia. En 2011 uno de los motores de un avión se incendió, tres personas murieron y 43 resultaron heridas.

La identificación de cadáveres tendrá lugar en San Petersburgo

La investigación sobre el terreno la efectúa la parte egipcia con la participación del Comité Interestatal de Aviación y la Agencia Federal de Transporte Aéreo de Rusia (Rosaviatsia). En la operación de búsqueda participan más de 80 rescatistas rusos. Los cuerpos de las víctimas son trasladados a El Cairo y Suez. Según los últimos datos, la identificación de los cuerpos tendrá lugar en San Petersburgo el 2 de noviembre.

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QUE NO SE SABE

¿Cuál era el estado técnico del A321?

Representantes de la aerolínea aseguran que el avión se sometió en 2014 al mantenimiento requerido. No obstante, varios medios de comunicación informan que el estado técnico de la aeronave podía no ser del todo satisfactorio. La tripulación del avión estrellado se había quejado varias veces durante esta semana de problemas con el motor.

¿Qué ocurrió exactamente a bordo del А321?

Pocos minutos después de despegar, el capitán de la aeronave solicitó efectuar un aterrizaje de emergencia en el aeropuerto de El Arish ante un posible fallo técnico. Sin embargo, las autoridades egipcias declararon después que no se recibió ningún mensaje del avión. Mientras tanto, el Ministerio ruso de Transporte ha rechazado las informaciones divulgadas por diferentes medios de comunicación, según las cuales, el Estado Islámico habría derribado el avión ruso en Egipto. "En varios medios de comunicación se afirma que el avión ruso fue derribado por misiles antiaéreos lanzados por los terroristas. Esta información no puede considerarse fiable", ha afirmado el ministro de Transporte de la Federación Rusa Maxim Sokolov. 

¿Cuál es la versión principal?

La parte egipcia se inclina a pensar que se trata de un error técnico, mientras Rusia no se ha pronunciado aún oficialmente sobre ninguna versión principal.

 

"Las afirmaciones de que un factor externo causó la catástrofe de A321 no se basan en hechos reales"

Cazas chinos en zonas disputadas, un mensaje para EE.UU."Obama actúa en Siria improvisando"

"Obama actúa en Siria improvisando"

https://es.wikipedia.org/wiki/Anexo:Accidentes_e_incidentes_notables_en_la_aviaci%C3%B3n_civil

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Representantes de la aerolínea Kogalymavia aseguran que el avión se sometió en 2014 al mantenimiento requerido. Pero varios medios de comunicación informan que el estado técnico de la aeronave podía no ser del todo satisfactorio. La tripulación del avión estrellado se había quejado varias veces durante esta semana de problemas con el motor.

Kogalymavia es una empresa regional fundada en 1993. Desde 2009 su flota de aviones consta principalmente de modelos А320 y А321 con una edad media de 14 años. En varios casos se detectaron problemas técnicos con algunos aviones, lo que obligó a efectuar aterrizajes de emergencia. En 2011 uno de los motores de un avión se incendió, tres personas murieron y 43 resultaron heridas.

 “Not only have Russians gone into Crimea and annexed it in illegal fashion … but what they have also done is supported, at minimum, non-state militias in southern and eastern Ukraine…They are not interested in any kind of military confrontation with us, understanding that our conventional forces are significantly superior to the Russians.”
“Not only have Russians gone into Crimea and annexed it in illegal fashion … but what they have also done is supported, at minimum, non-state militias in southern and eastern Ukraine…They are not interested in any kind of military confrontation with us, understanding that our conventional forces are significantly superior to the Russians.”

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TRAGEDIA DEL AIRBUS A321 RUSO ELEVA TENSIÒN GEOPOLITICA Y DESCONFIANZA ENTRE RUSIA Y OCCIDENTE

https://actualidad.rt.com/actualidad/190256-torneo-geopolitico-ajedrez-victoria-rusia

La actual situación en Siria demuestra que la confrontación geopolítica entre EE.UU. y Rusia en el escenario mundial ha terminado con victoria para Moscú, aseguran medios internacionales.

Esta confrontación geopolítica empezó con el golpe de Estado en Ucrania, orquestado por Washington y sus aliados, que desembocó en una guerra civil. Gracias a los esfuerzos de Rusia se logró un acuerdo de paz para Ucrania con ayuda de Alemania, Francia y la propia Kiev. Pero en esas cruciales negociaciones no participaron ni Obama ni ninguno de sus delegados, por lo que podemos concluir que el presidente ruso, Vladímir Putin, ganó esa partida de ajedrez, informa 'Oped News'.

La publicación también hace referencia al histórico acuerdo alcanzado recientemente entre Irán y las potencias mundiales sobre el programa nuclear iraní, que tampoco habría sido posible sin Rusia, aliado de Teherán.

El último campo de batalla es Siria, donde EE.UU. y sus aliados hace más de un año iniciaron una operación antiterrorista pero se han negado contundentemente a negociar con el Gobierno sirio. Pero esta situación ha cambiado con la intervención de Rusia, que ha tomado el control de la situación siria y es la principal figura para una posible paz en ese país árabe. "De esta forma, podemos concluir que Vladímir Putin es el vencedor de este torneo geopolítico de ajedrez", finaliza 'Oped News'.

https://actualidad.rt.com/actualidad/190256-torneo-geopolitico-ajedrez-victoria-rusia

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La Cancillería rusa ha advertido de que los servicios especiales estadounidenses están realizando una auténtica "cacería" contra sus ciudadanos por todo el mundo y anuncia que son ya 15 las personas extraditadas por varios países a EE.UU.

https://actualidad.rt.com/actualidad/175518-rusia-advierte-ciudadanos-caza-eeuu

El Ministerio de Asuntos Exteriores de Rusia ha emitido una nueva advertencia sobre la "cacería" que se los agentes de seguridad y servicios especiales de EE.UU. están llevando a cabo contra sus ciudadanos. Es la tercera advertencia de este tipo que la Cancillería rusa emite desde septiembre de 2013.

Según Exteriores, los ciudadanos rusos corren peligro real de acabar detenidos o incluso arrestados en terceros países debido las solicitudes de extradición emitidas por EE.UU. Pese a que Moscú sigue intentando normalizar sus relaciones con EE.UU., este país prosigue con su práctica "inaceptable" de doblegar a otros estados "cazando" rusos por todo el mundo y despreciando el derecho internacional, reza la nota de la Cancillería en Moscú.

De acuerdo con dicho comunicado, el número de detenciones de ciudadanos rusos asciende ya a 15. El caso más reciente es el de Vladímir Drinkman, extraditado por los Países Bajos a EE.UU. y a quien se le incrimina organizar el mayor robo cibernético de la historia del país. En ocasiones las acciones de EE.UU. pueden ser calificadas de "secuestros", asegura la Cancillería, como en el caso de Román Seleznióv, que fue detenido en las islas Malvinas en julio de 2014.

Los ciudadanos detenidos por EE.UU. sufren especialmente la parcialidad de la Justicia estadounidense. Son forzados a declararse culpables usando amenazas directas, pese a la ausencia de pruebas. Si los detenidos no lo hacen, son condenados a penas muy elevadas, como ocurrió con Víctor But y Konstantín Yaroshenko.

En consecuencia, el Ministerio de Exteriores ruso ha aconsejado a sus ciudadanos "medir los riesgos" antes de ir al extranjero, especialmente a los países que mantienen acuerdos con EE.UU. en materia de extradición.

https://actualidad.rt.com/actualidad/175518-rusia-advierte-ciudadanos-caza-eeuu

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Lea también: El ruso condenado por narcotráfico en EE.UU., “víctima de juegos” de los servicios secretos

Político estadounidense: "EE.UU. carece de poder para luchar contra Rusia"

EE.UU. confirma los planes para desplegar armas cerca de la frontera rusa

https://actualidad.rt.com/actualidad/186271-rusia-arruinar-ambiciones-eeuu-artico-superrompehielos

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2 noviembre 2015 1 02 /11 /noviembre /2015 15:15

 

Expedición Kon Tiki II irá en dos balsas a la isla de Pascua

 

El entusiasmo reina entre los miembros de Kon Tiki II, la expedición que partirá en dos balsas rumbo a la Isla de Pacua desde el Callao a principios del mes entrante. Se trata de 14 tripulantes de Perú, Noruega, Nueva Zelanda, Inglaterra, Rusia, Chile y otras tres naciones que emularán los modos de navegación utilizados por los antiguos peruanos.

Túpac Yupanqui y Rahiti Tane son los nombres de las dos embarcaciones hechas con troncos de madera traídos desde Ecuador y cuya construcción demoró un mes en los astilleros de la empresa Servicios Industriales de la Marina (SIMA), ubicados en la Base Naval del Callao.

La expedición rememora el espíritu aventurero que tuvo la expedición llamada Kon Tiki, que en 1947 zarpó también en balsas desde el Perú hasta la Polinesia. Una de las grandes diferencias de esa experiencia con la que empezará el 1 o 2 de noviembre será que en aquel viaje se usó timón, mientras que en el que está a punto de empezar se utilizarán las denominadas waras, que son como unos tablones de madera que se introducen desde la balsa hacia el mar y, según su giro, marcan la dirección de navegación.

La fecha exacta de zarpe de Kon Tiki II depende de la finalización de los trámites de los implementos que irán a bordo y de las condiciones climáticas, según explicó el Contralmirante César Linares Roca, director general de Intereses Marítimos de la Marina de Guerra del Perú. 

La otra gran diferencia con la expedición de 1947, que fue liderada por el noruego Thor Heyerdahl, es que la actual será de ida y vuelta y no solo de ida. "Navegaremos en total 5 mil millas náuticas, 2 mil de las cuales corresponderán a la travesía hasta la isla de Pascua. En total, toda la expedición demorará entre 4 y 5 meses", detalló Torgeir Higraff, jefe de Kon Tiki II y noruego también.

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Expedición Kon-Tiki revive con viaje en balsa a Isla de Pascua

 

Cada balsa tiene 15 metros de largo y 7 metros de ancho. Están hechas a base de troncos traídos de Ecuador. (Foto: Alonso Chero / El Comercio)

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Para el Contralmirante Linares, Kon Tiki II servirá para redescubrir nuestras raíces como país ligado al mar. "A través de la identidad marítima también se refleja la cultura de un país, y el Perú es un país marítimo. La expedición permitirá comprobar cómo los antiguos peruanos dominaban la navegación", sostuvo Linares.

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TECNOLOGÍA INCORPORADA

En el viaje de ida, en cada balsa irán siete personas. En una de ellas viajarán solo hombres; en la otra la tripulación será mixta. La alimentación será a base de pescado, alimentos secos y chuño. También colectarán agua de lluvia. Para el regreso, la expedición contará con tres miembros más.

Si bien navegarán con la fuerza del viento y la dirección de las waras, las balsas contarán con tecnología: comunicación satelital y radiobaliza para que las autoridades marítimas pueden monitorear el viaje. Linares, de la Marina de Guerra del Perú, explicó que se ha coordinado para que la armada de Chile haga el monitoreo respectivo cuando Kon Tiki II ya esté en aguas de ese país.

Cada balsa tiene 15 metros de largo y 7 metros de ancho, y una capacidad de carga de 20 toneladas. Hoy serán 'bautizadas' colocándolas en el mar.

En la expedición viajarán muchos científicos, especialmente oceanógrafos, quienes tomarán muestras de temperatura del agua y carbono, entre otros variables. "La observación científica de las aguas cobrará relevancia porque se hará en pleno Fenómeno de El Niño", dijo Higraff, jefe de Kon Tiki II.

Entre la tripulación hay cuatro mujeres. Una de ellas es la noruega Kari Dahl, capitana de una de las balsas, quien dijo sentirse muy emocionada por estar a punto de surcar el océano Pacífico. "Pasar varias semanas en el mar es sinónimo de tranquilidad", refirió la navegante.

En el 2006 otra expedición en balsa llamada Tangaroa partió del Callao a la Polinesia.

 

a

¿Cómo fue la expedición en balsa más larga de la historia?

El héroe noruego

El grupo expedicionario lo lideraba el biólogo, etnólogo y geógrafo noruego Thor Heyerdahl (1914-2002), especializado en antropología de la Polinesia. Para concretar su soñado viaje el estudioso debió prepararse al lado de curtidos marinos de su país, con quienes fue descubriendo los secretos de altamar.

Heyerdahl, entonces de 32 años, había realizado algunas visitas a las islas Marquesas y Tahití, entre 1937 y1938; además allí mismo pasó su ‘luna de miel’, y entabló amistad con los jefes indígenas. De esta forma, fue interesándose por la cultura de esos pueblos, surgiendo en él una pregunta clave: ¿Cuál fue el origen de esa civilización?

El noruego comprobó que muchos de los mitos y leyendas polinesias indicaban que sus antepasados provenían del este. Por ello estudió las culturas americanas del sur, y fue verificando la coincidencia de ciertos aspectos, como métodos de cultivo y rasgos comunes en su organización social y religiosa.

Un mito polinesio contaba que un personaje semidivino, llamado ‘Kon Tiki’, había llegado a las islas desde el este para enseñarles nuevas forma de vida. La hipótesis de Heyerdahl fue tomando forma: el origen de los pueblos polinésicos pudo haber sido América, o por lo menos habrían recibido -en tiempos considerados por nosotros preincaicos- gran influencia de esos lejanos pueblos de América del Sur.

La única manera de poder llegar hasta allá para un antiguo peruano era por medio de balsas, recurso de navegación común en aquellos siglos anteriores a la Era Cristiana.

La construcción

Heyerdahl ya podía imaginarse cómo sería su balsa de expedición. Luego de obtener la financiación necesaria para el proyecto, seleccionó a cinco expedicionarios con distintas capacidades y con la suficiente valentía para superar el reto.

Estos fueron, aparte de Heyerdahl, los noruegos Erik Hesselberg (1914-1972), buen navegante y pintor (hizo el dibujo de ‘Kon-Tiki’ en la vela); Knut Haugland (1917-2009), experto en el manejo de la radio y soldado condecorado por los británicos en la Segunda Guerra Mundial (SGM); Torstein Raaby (1920-1964), otro conocedor de las trasmisiones radiales, ex soldado en la SGM y oficial de la marina noruega; y Herman Watzinger (1910-1986), el segundo en mando, ingeniero que trabajó en las mediciones y registro de los reportes meteorológicos e hidrográficos.

Completó el grupo el sueco Bengt Danielsson (1921-1997), de barba rojiza, sociólogo y encargado de las provisiones, además de traductor oficial, pues hablaba perfectamente el español.

Dirigiendo la construcción del ‘Kon Tiki’ estuvo Watzinger. Sin clavos ni alambres, la balsa fue tomando forma, al tiempo que sus tripulantes se preparaban para la aventura.

Fueron nueve troncos de balsa entrelazados por sogas de cáñamo. Medían cada uno 14 metros de largo por 60 cm. de diámetro. Sobre estos, transversalmente, se ajustaron -dejando un metro de espacio- otros troncos de balsa de aproximadamente 6 metros de largo por 30 cm. de diámetro. Tablas anchas de pino reforzaron la estructura de la balsa hacia los lados.

La anécdota fue que cada uno colocó su nombre en uno de los troncos de madera, quizás a modo de amuleto o repitiendo costumbres atávicas. No obstante, para efectos prácticos, la parte más segura para la tripulación sería la pequeña caseta (especie de tambo) colocada sobre un lado de la embarcación, donde se refugiaron de la inclemencia del tiempo.

La partida

Una vela con el dibujo del Dios del Sol flameaba desde muy temprano ese lunes 28 de abril de 1947. Los nórdicos ya estaban a bordo de la famosa balsa; pasado el mediodía, en la tarde chalaca, deberían alistarse para zarpar.

El Comercio de ese mismo día (edición de la tarde) dio cuenta de esos momentos previos a la travesía. Un buque de la Armada peruana, el ‘BAP Guardián Ríos’, remolcó al ‘Kon Tiki’ desde las cinco de la tarde, hasta más de 200 millas mar adentro. Los testigos de entonces dijeron que en los primeros minutos la nave, ya sola, se movía a paso de tortuga; pero luego cogió velocidad y buen viento.

Horas antes, Heyerdahl había asegurado a la prensa limeña que llegarían con seguridad a la cálida isla de Tahití, su destino final. El ambiente en el primer puerto peruano era una mezcla de entusiasmo, admiración y duda.

Y es que eran 4.000 millas las que deberían recorrer en la frágil nave, y en el Pacifico todos sabían de sus fuertes tormentas, inusitadas corrientes, vientos traicioneros, además de la abundancia de tiburones.

El diario Decano advertía, también, el reto de sobrepasar a punto de remo la Corriente de Humbolt, la cual los llevaría naturalmente hacía el norte, y en ese trance tener que encontrar otras corrientes más favorables para su fin.

La tripulación del ‘Kon Tiki’ estaba bien provista de víveres, que habían sido envueltos en ‘material impermeable’, informaba El Comercio. Heyerdahl se dio tiempo aún para contestar una pregunta clave de un periodista:

- ¿Qué les puede suceder?, le interrogó.
- Una balsa no puede hundirse y si se voltea es igualmente plana por ambos lados. Todo lo que tenemos que hacer es volver a encaramarnos y aferrarnos a ella.

-¿Y las tempestades?, inquirió otro reportero.
- Ninguna dura más de dos o tres días, contestó, impávido.

Casi al vuelo, la prensa pudo registrar las últimas frases de la tripulación. El mismo Heyerdahl insistía: “Voy a comprobar mi teoría”. Watzinger, más precavido, “espero que la balsa resista”; y Hesselberg, optimista,“llegaremos a la meta”. Otro tripulante, Haugland, expresó: “Es una aventura interesante”; y Danielsson, “espero obtener buenos resultados”.

Ese día 28, como en los siguientes, la comunicación radial con la nave fue constante con Estados Unidos, Gran Bretaña, Noruega y Suecia, desde donde se monitoreaba las incidencias de la aventura marina.

La llegada

Pasaron más de 100 días en pleno océano Pacífico, soportando grandes tormentas, fuertes vientos, tiburones al acecho; en el peor momento los nórdicos dejaron que el ‘Kon Tiki’ decidiera por dónde ir. Los brazos ya no daban para más.

Y entonces la milagrosa balsa no se hundió, como en algún momento pensaron los tripulantes, y empezó casi a deslizarse por el mar. Heyerdahl y los suyos iban superando el reto. En total fueron tres meses y medio, hasta que la pequeña balsa llegó a tierra.

¿En qué condiciones llegaron los seis hombres del ‘Kon Tiki’? Las versiones indican que lo hicieron en el atolón de Raroia, en el archipiélago de Tuamotu, en la Polinesia francesa; para luego embarcarse a Tahití.

Estaban semidesnudos, con cabellos largos, casi desconocidos. Quienes lo vieron seguramente vivieron una epifanía: esos esmirriados hombres parecían aquellos de sus leyendas y mitos.

¡Fabuloso momento!

Los detalles de la travesía los dejó por escrito el propio Thor Heyerdahl en su libro ‘La expedición de la Kon Tiki’ (1951), que fue un verdadero best-seller, traducido a 66 lenguas, y que inspiró un documental que obtuvo nada menos que un Óscar en 1951.

En ese libro, Heyerdahl describe magistralmente cómo en las noches algunos de ellos subían al pequeño bote de goma que llevaban atado a un costado, para ver la balsa en su vaivén incesante.

“Se levantaban por todas partes olas negras como montañas de carbón y una centelleante miríada de estrellas tropicales arrancaba un desmayado reflejo del plancton en el agua. El mundo era simple: estrellas en la oscuridad. Que fuera el año 1947 antes o después de Cristo, pronto careció de significado alguno”.

La teoría de Heyerdahl sembró dudas, muchos le creyeron en su idea de ver en América el origen del hombre de las Polinesias; pero aunque la ciencia descartó luego esa posibilidad, la historia de ‘Kon Tiki’ perdurará en la memoria de todos.

(Carlos Batalla)
Fotos: Archivo Histórico El Comercio/ Agencias

 

 

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30 octubre 2015 5 30 /10 /octubre /2015 20:23

2015 TB145 is a near-Earth asteroid roughly 280–620 meters in diameter. It will safely pass 1.27 lunar distances from Earth on 31 October 2015 at 17:01 UT.[6]

 

El asteroide Gran Calabaza pasará muy cerca de la Tierra este fin de semana

 

Lo han llamado 'Gran Calabaza' porque pasará cerca de la Tierra el 31 de octubre. Es más sencillo de recordar que 2015 TB145, el nombre técnico del último NEO (por las siglas de Near Earth Object, Objeto Cercano a la Tierra en inglés) divisado por la NASA a través de su telescopio Pan-STARRS-1 de la Universidad de Hawái. Su diámetro es de unos 400 metros y se desplaza a una velocidad de 35 km/s, muy alta para ser un asteroide. Esto, sumado a su órbita excéntrica y resonante con la órbita de Júpiter, sugiere que podría tener naturaleza cometaria. 

El 31 de octubre se presenta una buena oportunidad para estudiar el asteroide y prever mejor sus futuras aproximaciones a nuestro planeta 

El descubrimiento ha suscitado gran interés científico por dos motivos. En primer lugar, debido a la proximidad respecto a nuestro planeta, que será de unos 480.000 kilómetros, es decir, 1,3 veces la distancia a la Luna. 

Esto no supone ningún riesgo para la Tierra, pero el 31 de octubre a las 18:05 (hora peninsular española), momento en el que se producirá el máximo acercamiento, se presenta una buena oportunidad para estudiar el objeto y prever mejor sus aproximaciones y comportamiento futuro. 

Por otro lado, las características de 2015 TB145 apuntan a que podría tratarse de un cometa inactivo. Esto se produce cuando estos cuerpos celestes pierden sus volátiles superficies, que quedan tapadas por una capa de polvo, y no muestran ningún tipo de actividad en forma de cola o coma, debido a sus repetidos viajes al Sol, cuando pasa por el perihelio cada tres años. 

No obstante, esta teoría requiere un análisis de sus propiedades físicas para determinar si se trata realmente de un cometa o de un asteroide. Aclarar esta pregunta es determinante para poder plantear cualquier estrategia con el fin de desviarlo si existiesen probabilidades de una colisión con la Tierra en el futuro. 

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El 31 de octubre de 2015, el asteroide Gran Calabaza pasará a 0,00191 UA (286.000 kilometros) de la Luna y luego pasará a 0,00325 UA (486.000 kilometros) de la Tierra

El último enfoque así de cerca de un objeto de esa magnitud fue el "2004 XP14" que pasò el 3 de julio de 2006 a 1,1 distancias lunares. El siguiente objeto equiparablemente grande conocido que pasarà tan cerca de la Tierra es el "(137.108) 1.999 AN10" que pasará a 1 distancia lunar de la Tierra el 7 de agosto de 2027. Se calcula que hay unos 2.400 asteroides cercanos a la Tierra de 300 a 500 metros de diámetro, de los cuales unos 1.100 han sido descubiertos.

Durante la aproximación más cercana a la Tierra el asteroide 'Gran Calabaza' (asteroide 2015 TB145) alcanzará una magnitud aparente de 10, lo que es demasiado débil para ser visto a simple vista, pero a brillo máximo, el asteroide podrá ser visto, aunque con dificultad, por los astrónomos aficionados con telescopios pequeños, mejor en el hemisferio norte. El resplandor de una Luna menguante al 80% dificultará las observaciones.

A las 11:00 UT el asteroide estará en la constelación de Tauro a unos 9 grados en la Luna y se moverà a un ritmo de 3,4 grados por hora. En el momento de máxima aproximación a las 17:00 UT el asteroide estará en la constelación de la Osa Mayor a unos 56 grados de la Luna y se moverà a una velocidad de 14.7 grados por hora. Después de máxima aproximación se convertirá rápidamente en demasiado débil y demasiado cerca del Sol para ser visto en el cielo

El acercamiento se estudiará con el radar usando el Telescopio Goldstone y el Telescopio de Green Bank. Se espera que sea uno de los mejores blancos del radar del año con una resolución de hasta 2 metros por píxel.

Posible origen cometario
La alta inclinación orbital y su excentricidad sugieren 2015 que el asteroide TB145 puede ser un cometa extinto. Cálculos orbitales por Petrus Jenniskens y Jérémie Vaubaillon muestran que no se espera que produzca meteoros asociados en 2015. Los meteoroides deben pasar a más de 0,0007 UA ( 100.000 kilometros) de la órbita de la Tierra.

Asteroide que pasará cerca de la Tierra el 31 de octubre de 2015

 

 

 

Visión de artista del NEO 2015TB145 camino a su perihelio (máximo acercamiento al Sol).

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El pasado 10 de octubre, el proyecto estadounidense Pan-STARRS(NASA) publicó el hallazgo de un nuevo objeto de nuestro Sistema Solar. Los primeros cálculos de su órbita indicaron que con gran probabilidad se trataba de un NEO (Near Earth Object, objeto cercano a la Tierra) cuyo perigeo [el punto en el cual un objeto se encuentra a su mínima distancia de la Tierra] se produciría a finales de octubre. Era necesaria la colaboración internacional para realizar un cálculo preciso de su órbita y una primera estimación de su tamaño.

El Minor Planet Center, centro mundial para la detección y seguimiento de cuerpos de nuestro Sistema Solar, publicó el objeto en la lista de NEOs por confirmar. Las observaciones no se hicieron esperar, la primera desde la Estación Óptica Terrestre OGS-ESA, en el Observatorio del Teide (Instituto de Astrofísica de Canarias, IAC). Después desde Las Cumbres Observatory, en Cerro Tololo (Chile). Siguieron más de una decena de observatorios. La colaboración internacional ha sido muy eficiente: el nuevo NEO -bautizado como2015 TB145- ha sido observado todos los días desde su descubrimiento, gracias a esto se ha podido precisar su órbita y calcular su tamaño de forma aproximada.

Desde el punto de vista astronómico, 2015 TB145 es doblemente interesante. Por un lado, su tamaño y su acercamiento a la Tierra permitirán su caracterización morfológica. Por otro, sus parámetros orbitales son propios de los cometas. La alta inclinación de su órbita respecto al plano de la eclíptica -plano de traslación de la tierra alrededor del Sol- y un afelio (máximo alejamiento del Sol) situado más allá del cinturón principal de asteroides indican que podría tratarse de un cometa extinto. En términos astronómicos estos se conocen como ACO, Asteroid in Cometary Orbit, asteroide en órbita cometaria.

2015 TB145 podría tratarse entonces de un cometa “jubilado” que ha perdido sus volátiles y no muestra ningún tipo de actividad superficial debido a las sucesivas visitas a nuestra estrella (pasos por el perihelio que se producen cada tres años, que es la duración de su periodo orbital). Varios telescopios de los Observatorios de Canarias realizarán el seguimiento de 2015 TB145 con el objetivo de averiguar su verdadera naturaleza. A pesar de que su proximidad no entraña ninguna amenaza para la Tierra (la influencia gravitatoria del asteroide sobre la Tierra o sobre la Luna es despreciable) es muy importante catalogar y controlar todos los NEOs.

El problema, como comentaba en el blog del Instituto de Astrofísica de Canarias (IAC), radica en que no conocemos la totalidad de NEOs entre 500 metros y 1 kilómetro (tipo Tunguska), con capacidad de tener efectos globales en nuestro planeta en caso de impacto directo. En teoría, no tendremos una visita de un NEO similar hasta el año 2027 (7 de agosto) cuando el asteroide 1999 AN10, de un tamaño de 1 kilómetro más o menos, pasará a 1 distancia lunar. Como demuestra la aparición inesperada de 2015 TB145, es muy probable que se descubra otro NEO, con características parecidas mucho antes. El futuro es incierto.

 

La visita no anunciada de 2015 TB145

EL PAÍS‎

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30 octubre 2015 5 30 /10 /octubre /2015 19:56

 

El broche finalBasta de tonterías

Independencia de Cataluña: Rajoy encuentra en el desafío separatista catalán el discurso político para el 20-D ...

28.10.2015 –

Mariano Rajoy ha puesto en marcha los servicios jurídicos del Estado para adelantar todo lo posible la respuesta legal a la proclama separatista del Parlamento catalán en forma de resolución, incluso antes de que se vote en pleno la próxima semana. El acelerón de Artur Mas, Oriol Junqueras y compañía a sus planes de secesión obliga al presidente del Gobierno a tomar medidas durante la precampaña electoral y a incluir en ella un discurso puramente político, como es la defensa de la unidad de España, frente al previsto y archiconocido de la recuperación económica.

Al echar el cierre a la legislatura, el presidente del Gobierno había dicho el día anterior que tenía todo previsto para frenar al bloque secesionista en Cataluña, aunque esperaba que no fuera necesario aplicar los mecanismos legales correspondientes. No quería adelantar acontecimientos pero Mas, entre la marea de la corrupción y su permanente huida hacia delante, dio el visto bueno al manifiesto para la independencia ayer mismo. Queda por escrito el guion del golpe que el futuro Ejecutivo autonómico debe ejecutar inmediatamente: tomar las competencias en materia de Hacienda y Seguridad Social que corresponden a la Administración central.

En el Gobierno no contaban con esas prisas de Mas, que chocan con cualquier lógica parlamentaria. Los independentistas tienen previsto aprobar su resolución antes de la sesión de investidura del nuevo presidente de la Generalitat, en principio fijada para el 9 de noviembre. CDC, ERC y la CUP marcan las pautas a seguir a un Ejecutivo sin constituir y cuando Mas sigue sin tener cerrada su reelección.

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El timonel

EL GRAN TIMONEL ARTUR MAS ENCAYA CONTRA ICEBERG DEL 3%

'El 3% no cuadra' y otras evasivas de Artur Mas en el ...

www.elmundo.es › España › Cataluña
2 sept. 2015 - "No se muevan de su sitio, que voy a buscar al presidente". Pasadas las cuatro y media de la tarde, Núria de Gispert, presidenta del ...

Comparecencia de Artur Mas en el Parlament por el 'caso 3%'

www.elperiodico.com/.../artur-mas-parlament-caso-tres-por-ciento-direct...
23 oct. 2015 - El 'president' explica ante la Diputación Permanente de la Cámara cómo se adjudica la obra pública, a raíz del registro de la sede de CDC.

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Las diferenciasUna explicaciónLos cuidados y los que no

 

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El hecho de que la resolución secesionista vaya a ser incluida hoy mismo en el orden del día del pleno de la Cámara permite a los grupos de la oposición solicitar su reconsideración y a los servicios jurídicos hacer el preceptivo informe. En ese punto empieza a ganar protagonismo el portavoz del PP catalán, Xavier García Albiol, en defensa del constitucionalismo. Y al Gobierno le permite empezar a estudiar respuestas legales incluso antes de que el texto sea votado. De cualquier forma, una vez la resolución de la Cámara sea aprobada en pleno, en principio la próxima semana, el Ejecutivo central lo recurrirá ante el Tribunal Constitucional.

También en contra de los trámites democráticos al uso en los países occidentales, el Ejecutivo saliente de Mas sostiene que podía aportar proyectos de ley para la 'desconexión' de Cataluña según el mandato de la nueva Cámara, como si no estuviera pendiente de investidura, y saltándose las resoluciones en contra del Tribunal Constitucional. El TC anulará antes la resolución del Parlamento autonómico por su contenido, tan abiertamente anticonstitucional que incluye un punto con la indicación de saltarse lo que diga el propio TC.

Si los independentistas cumplen su calendario, ese primer choque con la ley estará servido en la primera quincena de noviembre y se prolongará hasta las elecciones. Habrá un constante protagonismo de Rajoy como defensor de "la soberanía nacional" y la igualdad de todos los españoles, con todos sus candidatos secundándole con ese discurso y en cada provincia. Ayer dio laprimera respuesta desde La Moncloa.

La novedad después de la reforma del Constitucional es que, planteado el caso de desobediencia ante sus resoluciones, se abre el proceso para suspender en sus funciones (no es inhabilitación) a los responsables. Y todo en plena campaña y con el Gobierno obligado a hacer cumplir la Constitución por indicación del TC.

No obstante, según fuentes gubernamentales, está por ver cómo los separatistas pueden dar nuevos pasos para cumplir sus amenazas de invasión de competencias sin antes investir a un presidente y formar un Gabinete que acometa la misión.

En el Ejecutivo cuentan con parar los pies a Mas y compañía con recursos al Tribunal Constitucional, pero ya no descartan que llegue el momento de aplicar el artículo 155 de la Constitución, que permitiría intervenir (que no suspender) la autonomía catalana. Aunque las Cortes estén disueltas, la Diputación Permanente del Senado está facultada para aprobar la aplicación de esa norma constitucional por mayoría. Es un órgano 'de guardia' compuesto por 39 senadores que se constituye precisamente hoy y en el que más de dos tercios de sus miembros (23 exactamente) son del Grupo Popular.

Las prisas de los secesionistas catalanes van a modificar los debates y los mensajes de los partidos en el periodo preelectoral, sobre todo en el caso de la formación en el poder y de su presidente, Mariano Rajoy. Al PP le aporta discurso político puro añadido al de la recuperación económica, y lo hace en una materia en la que se consideran referente máximo ante los ciudadanos: launidad de España y la defensa de la Constitución.

A LA ESPERA DE ACLARACIÒN DE PEDRO SANCHEZ SOBRE EL TC

En el PP confían en que el desafío separatista les sirva para movilizar a sus bases, dejar en evidencia, por extemporánea, la apuesta genérica del PSOE de Pedro Sánchez por una reforma genérica de la ley de leyes y a Albert Rivera de comparsa por su escaso peso político en el conjunto del país excepto en Cataluña.

La llamada de Rajoy ayer a ambos fue obligada dada la magnitud del desafío. Pero fue para informar de lo que iba a decir en su declaración pública. En el Gobierno siguen muy dolidos con la oposición del PSOE a la reforma del Tribunal Constitucional que ahora se tendrá que aplicar. Sánchez se sumó al bloque de nacionalistas e independentistas en contra de facultar al TC para frenar procesos secesionistas. En La Moncloa están ahora a la espera de confirmar el cambio de actitud de Sánchez.



Leer más: Independencia de Cataluña: Rajoy encuentra en el desafío separatista catalán el discurso político para el 20-D Elecciones Generales 2015 http://goo.gl/HMBWYK

 

Asumir riesgos

 

 
Regiones de España con fuerzas políticas independentistas y sus reclamaciones.

Explorando nuevos formatos

SEPARATISMOS EN ESPAÑA

SEPARATISMO CATALAN

SEPARATISMO VASCO

SEPARATISMO DE LAS ISLAS BALEARES

SEPARATISMO DE LAS ISLAS CANARIAS

SEPARATISMO GALLEGO

SEPARATISMO VALENCIANO

SEPARATISMO ASTURIANO

SEPARATISMO

SEPARATISMO

 

https://es.wikipedia.org/wiki/Regionalismo_y_nacionalismo_en_España

 

En España existen diferentes movimientos nacionalistas, unos defienden la unidad y existencia de la Nación española y otros sostienen que España es un Estado formado por diversas naciones. La mayoría de estos últimos reclaman el derecho de autodeterminaciónpara sus territorios,1 2 3 4 con mayor implantación en las comunidades autónomas de Cataluña, País Vasco, Galicia, Canarias, y Navarra, y en menor medida en Valencia, Baleares, Asturias, Aragón y Andalucía, por ese orden.5 También existe el regionalismo, que defiende la identidad regional sin renunciar por ello al carácter nacional de España, con mayor implantación en las comunidades autónomas de Cantabria,Navarra y La Rioja.

Dependiendo de la implantación de estas ideologías o de la singularidad de la región, en ocasiones no es fácil distinguir entre movimientos regionalistas o nacionalistas, especialmente en aquellas zonas donde dichos movimientos están menos desarrollados o tienen menor presencia política.

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30 octubre 2015 5 30 /10 /octubre /2015 19:37

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Rey de Aragón en el Armorial ecuestre del Toison de Oro, 1433-1435.

 
Expansión de la Corona en el Mediterráneo hacia 1385.

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Se enseña en los colegios que Cataluña y el Reino de Aragón formaban una supuesta "Corona Catalano-Aragonesa" la cual en realidad no existió, sino que los aragoneses se anexaron Cataluña y otros territorios como Sicilia y Cerdeña por diversos medios.

 

Bandera Escudo
Bandera Escudo
Ubicación de Corona de Aragón
Corona de Aragón en 1441

 

El nombre de «Corona de Aragón» se aplica en la historiografía actual a partir de la unión dinástica entre el Reino de Aragón y el Condado de Barcelona,12 aunque no se utilizó históricamente hasta el reinado deJaime II el Justo a finales del siglo XIII, y entre el siglo XII y el XIV la expresión más extendida para referirse a los dominios del rey de Aragón fue la de «Casal d'Aragó».13

Entre los siglos XIII y XV, el conjunto de las posesiones del rey era designado con variados nombres como «Corona regni Aragonum»(Corona del reino de Aragón), «Corona Regum Aragoniae» (Corona de los Reyes de Aragón), «Corona Aragonum» (Corona de Aragón) o«Corona Regia», y Lalinde Abadía señala que no hay muchas más razones para hablar de «Corona de Aragón» que para hacerlo de la «Corona del Reino de Aragón» u otras denominaciones cuyo elemento común es ser el conjunto de tierras y gentes que estaban sometidas a la jurisdicción del Rey de Aragón.14 Otros nombres de fines del siglo XIII son «Corona Real», «Patrimonio Real» y excepcionalmente, y en el contexto del Privilegio de anexión de Mallorca a la Corona de Aragón, de 1286, aparece la expresión «regno, dominio et corona Aragonum et Catalonie», que Ferran Soldevila traduce como Corona d'Aragó i Catalunya ('Corona de Aragón y Cataluña'), si bien solo cinco años más tarde, en 1291, en la renovación de estos privilegios, ya se habla de «Reinos de Aragón, Valencia y condado de Barcelona».15 A partir del siglo XIV se simplificó a «Corona de Aragón», «Reinos de Aragón» o simplemente «Aragón».

Por otra parte, existe un sector de la historiografía que considera la estructura territorial de la Corona de Aragón equivalente a la de una confederación actual.16 Sin embargo, esta concepción es discutida pues aplica conceptos políticos actuales a estructuras políticas de la Edad Media. También es incorrecto, a pesar de los debates surgidos, referirse a la Corona de Aragón como corona catalano-aragonesa,17 puesto que esta denominación fue establecida en el siglo XIX y surge a partir de la renaixença, en obras como la monografía de Antonio de BofarullLa confederación catalano-aragonesa(Barcelona, Luis Tasso, 1872).18 Por último, cabe señalar que tampoco el propio término Corona de Aragón, a pesar de su mayor arraigo y amplio uso en la historiografía actual en castellano, se encuentra libre de polémica entre especialistas.19

https://es.wikipedia.org/wiki/Corona_de_Aragon.

 

 

 

El independentismo catalán o separatismo catalán es en la actualidad una corriente política izquierdista y antiblanca que busca la independencia de Cataluña y otras comunidades españolas respecto de España, llegando incluso a reclamar territorios que pertenecen actualmente a Francia y a Italia, para anexarlos a lo que denominan los "Países Catalanes".

Desde sus inicios y hasta la década de los ochenta recurrió al terrorismo y la lucha armada para lograr sus fines, buscando apoyos entre sus aliados de ETA, los grupos separatistas gallegos o hasta los comunistas de Stalin en 1926.

Busca además la imposición obligatoria de la lengua y cultura catalanas en todo el territorio que reclama como suyo. Para ello utiliza fondos públicos para promover el odio a España y un persistente acoso social y legal de aquellas personas que prefieren hablar el idioma español, al que los independentistas denominan eufemísticamente "castellano".

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La acción violenta de los independentistas en contra de aquellos que aspiran a ejercer su derecho de hablar español en tierras españolas no es nada nuevo en Cataluña. Ya en 1981, un grupo de 2300 intelectuales de diferentes ámbitos culturales y políticos firman el llamado Manifiesto de los 2300. El mismo denunciaba la discriminación de los hispanoparlantes en Cataluña, exponiendo problemas tan actuales como el derecho a la enseñanza en lengua materna, la exclusión del español en los documentos oficiales o la pretensión de los catalanistas de unir la lengua valenciana con el catalán. Dicho manifiesto enfadó tanto al grupo terrorista independentista Terra LLiure que el 21 de mayo de aquel año secuestraron y tirotearon en la rodilla al entonces profesor y hoy periodista Federico Jiménez Lo Santos. Junto con éste también secuestraron a otra profesora que fue liberada poco después.

Los independentistas de Terra LLiure cometieron mas de 200 atentados tomando de rehenes a los propios catalates con la esperanza de que el estado español sucumbiera al terror y las amenazas. Pero a diferencia de ETA que logró apoyo popular en algunos sectores de la sociedad vasca y un gran número de victimas incluyendo algunos policías y militares, Terra LLiure se desenvolvió de forma mucho mas torpe e ineficaz, consiguiendo asesinar únicamente a una anciana de 62 años y el desprecio de la inmensa mayoría de la sociedad catalana. Viendo frustrados sus objetivos la organización se autodisolvió en la década de los noventas. En 2009 los independentistas de ERC comenzaron a preparar el terreno para reescribir la vergonzosa historia de Terra LLiure a los ojos de las futuras generaciones al rendirle un sentido homenaje a Martí Martó[3], fundador de la banda terrorista abatido a tiros por la policía en 1979. El ayuntamiento de Barcelona prestó un local para la realización del acto consistente en la exaltación y reivindicación de este personaje, pese a las quejas de AVT (asociación catalana de víctimas del terrorismo).

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30 octubre 2015 5 30 /10 /octubre /2015 18:53

Análisis de Xinhua: Nuevo plan quinquenal conducirá a China hacia prosperidad

 

BEIJING, 29 oct (Xinhua) -- El Partido Comunista de China (PCCh) decidió el curso del país para los próximos cinco años, que apunta hacia un crecimiento económico medio-alto, subraya la innovación y abandona la política de décadas de existencia de hijo único, luego de una reunión clave hoy.

La V Sesión Plenaria de cuatro días del XVIII Comité Central del PCCh adoptó las propuestas para el desarrollo económico y social en el XIII Plan Quinquenal (de 2016 a 2020).

El programa nuevo es vital para la cuenta regresiva final para alcanzar la primera Meta Centenaria de China que, en la celebración del 100° aniversario de la fundación del PCCh en 1921, es duplicar el producto interno bruto (PIB) de 2010 y el ingreso per cápita 2010 de los residentes tanto urbanos como rurales para el año 2020, y así completar la construcción de una sociedad modestamente acomodada.

El XIII Plan Quinquenal, el primero bajo el liderazgo del presidente Xi Jinping, surge en momentos en que la segunda mayor economía del mundo se está ajustando a un crecimiento estabilizador.

La economía creció 6,9 por ciento interanual en el tercer trimestre de 2015, la cifra más baja desde el segundo trimestre de 2009, pero la estructura económica está mejorando y los nuevos motores económicos, incluido el sector servicios, están creciendo.

 

Titulares de China: China permitirá a todas las parejas tener dos hijos

China permitirá que todas las parejas tengan dos hijos, lo que pondrá fin a su política del hijo único aplicada durante décadas, anunció el Partido Comunista de China (PCCh) después de una reunión clave. 

 

 

China ampliará pensión de vejez a toda la población

China ampliará la pensión de vejez a toda su población, decidió la dirigencia china en una reunión clave que concluyó hoy. 

 

 

China impulsa transparencia para atraer a inversionistas extranjeros  

China atraerá a más inversionistas extranjeros por medio de la promoción de la transparencia de las reglas que se les apliquen, señala un comunicado emitido hoy luego de la V Sesión Plenaria del XVIII Comité Central del Partido Comunista de China (PCCh). 

 
¿Por qué estamos viviendo una "Encrucijada Sistémica?
¿Por qué estamos viviendo una "Encrucijada Sistémica?

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Después de varios años de "crisis", empezamos a ver que el Sistema se tambalea, el paradigma del crecimiento económico perpetuo se cae por su propio peso, y vemos una ralentización de la economía a nivel global y local, pese a los intentos de mantener artificial y agónicamente este "sacrosanto" crecimiento económico, sin tener en cuenta el impacto ambiental o social que implique mantener tal y como conocemos el modelo de nuestra civilización. No importa fracturar la corteza marina para obtener petróleos no convencionales o condenar a la pobreza y excluir del sistema a gran parte de la población más desprotegida socialmente, lo importante, es el "crecimiento económico", nuestro becerro de oro particular. Max Rokata

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Actualmente, al mundo de las inversiones le fascinan las ilusiones. Por eso, mucha gente cree que el crecimiento seguirá proliferando, lo cual ha dado lugar a mercados bursátiles al alza en todo el mundo. Este mito es peligroso.

http://www.eldiariony.com/2015/06/17/mito-crecimiento-perpetuo/

En caso de que no se haya enterado, hasta el Nasdaq finalmente superó sus antiguos máximos, tan solo 15 años después de registrar el último. Otros índices también registran récords. Sin dudas, Jeremy Siegel, el profesor de Wharton defensor de los mercados alcistas, pronto citará esto como prueba adicional de que nada es más imbatible que la estrategia de invertir y conservar la inversión por mucho tiempo (aunque en términos ajustados por inflación, el índice aún tiene mucho por mejorar). Es razonable. Si usted vive lo suficiente, la mayoría de sus malas adquisiciones terminarán recuperando su antiguo valor.

¿Por qué se registran estos máximos sin precedentes, pese al producto interno bruto negativo del primer trimestre? Antes que nada, estamos en la primavera estival y el mercado se recupera en esta época, incluso en años de recesión. En segundo lugar, cada ciclo trae consigo su propia cura para el ciclo económico, y éste no será la excepción. A fines de los noventa, el paradigma de la “nueva economía” de crecimiento perpetuo fue devorado ávidamente. Luego, se instauró el lema de que el precio de los inmuebles nunca baja, generando así una fuente perfecta e inagotable de financiamiento, crédito y una oportunidad de complementar la pérdida de ingresos.

Ahora es el estímulo del banco central, nacional o extranjero. En los Estados Unidos, ese incentivo está dado por “tasas de interés más bajas durante más tiempo” – donde muchos creen que la Reserva Federal mantendrá las tasas bajas durante algún tiempo. Además, existe la falacia generalizada de que el ciclo económico recién finalizacuando la Reserva Federal sube las tasas de interés al punto de sofocar a la economía, hecho que viene sucediendo desde 1980.

En China (y en otras partes del mundo), la creencia generalizada es que la desaceleración del crecimiento del país – su economía creció apenas un 7.4% el año pasado, tras décadas de crecimiento de dos dígitos – es un maravilloso golpe de suerte para los inversionistas. El precio de las acciones está atractivamente bajo en términos históricos. El mercado bursátil de China se ha activado mucho recientemente, a medida que su gobierno inyecta estímulos económicos.

Por lo tanto, los inversionistas creen que solo deben colocar su dinero en el pozo de estímulos obligatorios para ver sus fortunas aflorar. Seguramente, esta burbuja no se reventará. Mientras tanto, el mercado inmobiliario recalentado de China se está quedando sin aire. Esta circunstancia no tendrá ningún efecto sobre las acciones, ¿verdad?

Mientras tanto, los inversionistas inteligentes están colocando su dinero en Europa. Una razón que se plantea: “las valuaciones son más baratas allí” (apenas, y con menos crecimiento). Una segunda razón más importante aúnla expansión cuantitativa, el programa de estímulo para la compra de bonos de los Bancos Centrales Europeos acaba de comenzar, entonces, ¿a quién le importa el crecimiento económico?

Según el índice MSCI de Continent, el valor de las acciones europeas incrementó en un 10% en términos de dólares en lo que va del año. Es decir, estas acciones han de incrementar aproximadamente un 30%-50% más, ¿no es cierto? Analice el índice de confianza empresarial de Alemania, que incrementó a su máximo nivel desde junio del año pasado.

Sin dudas, la economía más orientada a las exportaciones del mundo occidental no va a sufrir porque su moneda se devalúe un 25% en seis meses. Otras empresas de exportación europeas deberían beneficiarse también, aunque dentro de la zona euro, no será tan significativo.

La caída de los precios del petróleo no va a afectar tampoco al continente europeo, donde ese recurso no abunda. Pero la economía sigue frágil, la austeridad no va a solucionar el problema (sin importar cuánto pueda complacer a los alemanes), China sigue pagando el costo de su burbuja. Y el ciclo económico estadounidense va a finalizar de todos modos, mucho antes de lo que la mayoría de la gente cree, inevitablemente dentro de unos años de donde sea que se encuentre hoy.

Pero el ciclo no está por finalizar aún. El segundo y el tercer trimestre deberían ser mejores que el primero, aunque la recuperación no será tan buena como la del año pasado. La apreciación del dólar respecto al euro prácticamente ha terminado.

En cuanto a la Reserva Federal, quién sabe – en los últimos años, el banco ha tenido pánico de desbaratar los planes de los operadores, pero usted puede ir a la quiebra por tratar de predecir las decisiones en materia de política. El vicepresidente Stanley Fischer ha insistido en su mensaje de que las tasas incrementarán. Pero eso no significa que su visión prevalecerá cuando Janet Yellen tenga que cerrar los ojos y tomar una medida. Si es que lo hace.

Mientras tanto, la economía financiera se seguirá apartando de la economía real: las utilidades “mejoraron las expectativas” este trimestre, así dicen los eruditos. Desde luego que las mejoraron, caso contrario, estaríamos en una franca recesión. SegúnFactSet, las utilidades de las empresas que componen el índice Standard & Poor’s 500 incrementaron apenas un 0.7% durante el primer trimestre, los peores resultados obtenidos desde el tercer período de 2012.

Según los últimos rumores, es posible que la Reserva Federal avance de a incrementos ínfimos de un octavo de punto porcentual, un suceso que puede generar una euforia (efímera) en los mercados. Desde luego, eso significa que el índice registrará nuevos máximos sin precedentes, hasta que deje de hacerlo. Solo tenga presente la máxima que se comprueba sistemáticamente a lo largo del tiempo: cuanto más alto es el aumento, más fuerte es la caída.

– Kevin Flynn/AdviceIQ

 

El mito del crecimiento perpetuo | El Diario NY

www.eldiariony.com/2015/06/17/mito-crecimiento-perpetuo/

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El mito del crecimiento económico infinito es un fracaso - BBC

www.bbc.com/.../110929_economia_capitalismo_occidente_tim_jackson...

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[PDF]El mito del perpetuo crecimiento económico

www.icesi.edu.co/.../Lectura-No.2-El-mito-del-perpetuo-crecimiento-eco...

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[PDF]Crecimiento económico y medio ambiente - Cepal

www.cepal.org/.../49578-Hoja-Crecimiento-REVISTACEPAL-Figueroa-...

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THE LIMITS TO GROWTH

The "limits to growth" debate has some roots in Malthusianism. Much of the debate in recent times was prompted by the 1972 Club of Rome study Limits to Growth, which considers the ecological impact of growth and wealth creation. Many of the activities required for economic growth use non-renewable resources. Many researchers feel these sustained environmental effects can have an effect on the whole ecosystem. They argue that the accumulated effects on the ecosystem put a theoretical limit on growth. Some draw on archaeology to cite examples of cultures they say have disappeared because they grew beyond the ability of their ecosystems to support them.[9] The argument is that the limits to growth will eventually make growth in resource consumption impossible.

Others are more optimistic and believe that, although localized environmental effects may occur, large-scale ecological effects are minor. The optimists suggest that if these global-scale ecological effects exist, human ingenuity will find ways of adapting to them.

The rate or type of economic growth may have important consequences for the environment (the climate and natural capitalof ecologies). Concerns about possible negative effects of growth on the environment and society led some to advocate lower levels of growth, from which comes the idea of uneconomic growth, and Green parties which argue that economies are part of a global society and a global ecology and cannot outstrip their natural growth without damaging them.

Canadian scientist David Suzuki argued in the 1990s that ecologies can only sustain typically about 1.5–3% new growth per year, and thus any requirement for greater returns from agriculture or forestry will necessarily cannibalize the natural capitalof soil or forest. Some think this argument can be applied even to more developed economies.

 

https://en.wikipedia.org/wiki/Uneconomic_growth

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  • : Ecología y sostenibilidad socioambiental, énfasis en conservación de ríos y ecosistemas, denuncia de impacto de megaproyectos. Todo esto es indesligable de la política y por ello esta también se observa. Ecology, social and environmental sustainability, emphasis on conservation of rivers and ecosystems, denounces impact of megaprojects. All this is inseparable from politics, for it, the politics is also evaluated.
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  • Biólogo desde hace más de treinta años, desde la época en que aún los biólogos no eran empleados de los abogados ambientalistas. Actualmente preocupado …alarmado en realidad, por el LESIVO TRATADO DE(DES)INTEGRACIÓN ENERGÉTICA CON BRASIL
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