Overblog
Seguir este blog Administration + Create my blog
16 marzo 2011 3 16 /03 /marzo /2011 00:54

Governo brasileiro vai defender barragen Belo Monte junto a corte internacional. OEA pediu informações sobre a usina após ser acionada por ONGs da região do Xingu.

 

 

São Paulo, 15 de Maro, 2011 -


Gobierno del Brasil defenderá faraónica represa de Belo Monte en tribunal internacional


La OEA solicitó información sobre complejo hidroeléctrico cuestionado por las ONGs en la región del río Xingu

El gobierno brasileño prepara explicaciones para defender su proyecto hidroeléctrico de Belo Monte (11.233MW) ante la Comisión Interamericana de Derechos Humanos (CIDH) de la Organización de Estados Americanos (OEA). El tribunal internacional ha solicitado información sobre el proyecto después de haber sido rechazado por el Movimiento Xingu Vivo, que agrupa a organizaciones no gubernamentales que quieren detener la construcción de la faraónica represa en el río Xingu, en el Estado de Pará
La semana pasada,  la CIDH solicitó información a Brasil sobre el proceso de concesión de licencias del proyecto hidroeléctrico de Belo Monteplanta e información relativa a las acusaciones de que atropella los derechos de las pueblos afectados. La solicitud será atendida por la División de Derechos Humanos del Ministerio de Asuntos Exteriores, sobre la base de las explicaciones transmitidas por las agencias involucradas en el proyecto de concesión de licencias - como IBAMA y la FUNAI.
En respuesta, el gobierno brasileño va a argumentar que las audiencias públicas se realizaron, según lo dispuesto por la ley, y establece que las condiciones de concesión de licencias ambientales para prevenir y compensar los impactos ambientales y sociales de la obra es de mil maravillas. De acuerdo con el IBAMA, la respuesta está siendo preparado por el Procurador General de la Unión (AGU), que ha logrado levantar una medida cautelar que suspendió el inicio de los trabajos de Belo Monte.
De acuerdo a la AGU, los argumentos que se tomarán ante la OEA se basa en la defensa, ya aceptada por la Justicia sobre la legalidad y la viabilidad de Belo Monte. La Secretaría de Derechos Humanos de la Presidencia también contribuirá con argumentos.
Después de recibir la información del gobierno brasileño, la CIDH debe evaluar la solicitud de medida cautelar realizada por las organizaciones no gubernamentales, que quieren la suspensión de las operaciones de la planta, y decidirá si desea o no hacer recomendaciones sobre el proyecto de Belo Monte. Evidentemente el gobierno a ejercido todo tipo de presión y todo tipo de lobbie para imponerse

 

 

 

--------------------------------------------------------------------------------

 

 

Nativos en la Reserva Xingú

 

 

 

 

Bianca Jagger (L-R) Bianca Jagger, Founding Patron of the Bianca Jagger Human Rights Foundation and patron of the Amazon Charitable Trust and Sheyla Yakarepi Juruna, representative of the Juruna Tribe of the Xingu River attend photocall to highlight the threat of hyrdo-power schemes in Latin America at the Amnesty International office on March 1, 2011 in London, England.

 
(L-R) Bianca Jagger, Founding Patron of the Bianca Jagger Human Rights Foundation and patron of the Amazon Charitable Trust and Sheyla Yakarepi Juruna, representative of the Juruna Tribe of the Xingu River attend photocall to highlight the threat of hyrdo-power schemes in Latin America at the Amnesty International office on March 1, 2011 in London, England.
( February 28, 2011 - Photo by Tim Whitby/Getty Images Europe

 

--------------------------------------------------------------------------------

 

 

.

 

São Paulo, 15 de Mar�o de 2011 -


Governo vai defender Belo Monte junto a corte internacional


OEA pediu informações sobre a usina após ser acionada por ONGs da região do Xingu
Da redação, com informações da Agência Brasil
O governo brasileiro prepara explicações para defender o projeto da hidrelétrica de Belo Monte (11.233MW) junto à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA). A corte internacional pediu informações sobre o empreendimento após ser acionada pelo Movimento Xingu Vivo, que reúne organizações não-governamentais (ONGs) que querem impedir a construção da usina, prevista para o rio Xingu, no Pará.
Na semana passada, a CIDH acionou o País e solicitou informações sobre o processo de licenciamento ambiental da usina e as acusações de atropelamento dos direitos dos povos atingidos. O pedido será respondido pela Divisão de Direitos Humanos do Ministério de Relações Exteriores, com base em explicações encaminhadas pelos órgãos envolvidos no licenciamento do projeto - como Ibama e Funai.
Na resposta, o governo brasileiro deverá argumentar que audiências públicas foram feitas, como prevê a legislação, e que o licenciamento ambiental prevê condicionantes para evitar e compensar impactos ambientais e sociais da obra. De acordo com o Ibama, a resposta está sendo elaborada pela Advocacia-Geral da União (AGU), que já conseguiu derrubar, na Justiça, uma liminar que suspendia o início de obras preparatórias da usina.
Segundo a AGU, os argumentos que serão levados à OEA serão baseados na defesa, já acatada pela Justiça, quanto à legalidade e viabilidade de Belo Monte. A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República também contribuirá com a resposta.
Após receber as informações do governo brasileiro, a CIDH deve avaliar o pedido de medida cautelar feito pelas ONGs, que querem a suspensão das obras da usina, e decidir se fará ou não recomendações sobre o projeto de Belo Monte.

 

 

-------------------------------------------------------------------------------

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Comitê lança manifesto em defesa do Ministério Público Federal e Estadual xingu-vivo.blogspot.com/2010_05_01_archive.html

O Comitê Metropolitano do Movimento Xingu Vivo para Sempre vem saudar e defender a atuação e coerência apresentada pelo Ministério Público Estadual (MPE) e Ministério Público Federal (MPF) no que se refere à hidrelétrica de Belo Monte.

Em relação ao MPF, desde 1997 os procuradores federais vêm acompanhando este projeto, e desenvolvendo um trabalho de forma independente, corajosa e comprometida com os interesses das populações amazônicas. Esta atitude fez com que o MPF tenha sido agravado pela Advocacia-Geral da União (AGU), e que o procurador da república Rodrigo Timóteo, juntamente com o promotor de justiça do MPE, Raimundo Moraes, estejam respondendo a processo impetrado pela AGU.

A AGU no intuito de defender os interesses políticos do Governo Federal, desconsidera os princípios da autonomia e independência da magistratura, dos procuradores da república e dos promotores estaduais, fragilizando perigosamente a democracia brasileira quando decide processar membros do Ministério Público Federal e Estadual, entidades dos movimentos sociais, e qualquer pessoa ou instituição que se contraporem ao processo de licenciamento e construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. De fato, poderia se esperar ações desse tipo em um Estado de exceção, em regimes totalitários e ditatoriais, nunca em um estado democrático e de direito.

Corroborando a postura de um estado policial, a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), que oficialmente teria como objetivo estratégico desenvolver atividades de inteligência voltadas para a defesa do Estado democrático de direito, da sociedade, da eficácia do poder público e da soberania nacional, agiu de forma arbitrária e policialesca quando solicitou informações sobre as decisões do juiz Antônio Carlos Campelo, sobre Belo Monte, uma vez que a referida agência nem mesmo é um órgão de representação judicial. Em decorrência disso, a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), do Senado Federal, vai investigar denúncia de que houve pressão dos agentes da ABIN sobre o juiz federal de Altamira (PA).

Por fim, o Leilão de Belo Monte foi emblemático no sentido de se avaliar os interesses políticos que estão por trás de todo esse processo. O Ministério Público Federal ficou um mês preparando as duas últimas ações que deu entrada. O juiz federal de Altamira ficou uma semana analisando os argumentos do MPF antes de conceder essas duas liminares, e em poucas horas após receber o recurso da AGU o presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) cassou as liminares.

Isso mostra claramente que a decisão do presidente do TRF foi política, não levando em consideração os aspectos técnicos que tanto o MPF quanto o juiz federal de Altamira levantaram no decorrer do processo, caracterizando assim uma situação de subordinação e conivência entre o executivo e o servidor público do judiciário que cassou as liminares.

Pautado nestes elementos, o Comitê Metropolitano continuará atuante e vigilante, defendendo a atuação do MPE e MPF no que diz respeito a Belo Monte e, principalmente, defendendo a vida, a floresta e os povos amazônicos.

Belém, 14 de maio de 2010

Comitê Metropolitano do Movimento Xingu Vivo para Sempre: FUNDO DEMA, FASE, IAMAS, IAGUA, APACC, CPT, SDDH, MST, SINTSEP, DCE/UFPA, DCE/UNAMA, MLC, GMB/FMAP, UNIPOP, ABONG, CIMI, MANA-MANI, COMITÊ DOROTHY, FUNDAÇÃO TOCAIA, CIA. PAPO SHOW, PSOL, PCB, MHF/NRP, COLETIVO JOVEM/REJUMA, MMCC-PA, RECID, AITESAMPA, ANDES-SN, FAOR, FSPA.

 

 

----

 

 

 

 

Compartir este post
Repost0
16 marzo 2011 3 16 /03 /marzo /2011 00:15
Ruth Buendia, leader of the Ashaninka fighting Paquitzapango Dam, Peru
 
Ruth Buendia, leader of the Ashaninka fighting Paquitzapango Dam, Peru

 

con la construcción inconsulta y al caballazo de las centrales hidroeléctricas Tambo 40 y Paquitzapango habrá una inundación de nuestras tierras, del territorio ancestral asháninka, un desplazamiento forzoso de nuestros hermanos a pesar de que las comunidades nativas son tituladas, destrucción de bosque y la afectación económica de nuestros hermanos. Cerca de 10,000 asháninkas más colonos, o sea, unas 12,000 personas. Con las grandes represas de Paquitzapango y Tambo 40 se viene un terrorismo, ya no con armas pero sí económico.

http://www.internationalrivers.org/latin-america/amazon-basin/ruth-buendia-leader-ashaninka-fighting-paquitzapango-dam-peru

.

.

Ruth Buendía: Construcción de hidroeléctricas en la selva traería "terrorismo económico"

 

 

La construcción de una central hidroeléctrica en la selva traerá un “terrorismo económico” que afectará a los ashánincas porque serán desplazados de sus tierras, advirtió Ruth Buendía Mestoquiiari presidenta de la central de dicha comunidad nativa del Río Ene.

Fue al comentar la autorización que otorgó el Ministerio de Energía y Minas a la empresa de capitales brasileños Odebrecht en el marco del inicio de los estudios de factibilidad para la construcción de la Central Hidroeléctrica Tambo 40 y a la empresa Paquitzapango Energía SAC para el inicio de la construcción de la Central Hidroeléctrica Paquitzapango.

 

enviado por Instituto de Defensa Legal - IDL publicado el 15/03/2011 a las 4:18 PM http://lamula.pe/2011/03/15/ruth-buendia-construccion-de-hidroelectricas-en-la-selva-traeria-terrorismo-economico/1435

 

 

 

“La preocupación es que con las centrales hidroeléctrica Tambo 40 y Paquitzapango habrá una inundación de nuestras tierras, un desplazamiento forzoso de nuestros hermanos a pesar de que las comunidades nativas son tituladas, destrucción de bosque y la afectación económica de nuestros hermanos. Cerca de 10 mil ashánincas más colonos, o sea, estamos hablando de 12,000 personas aproximadamente. Con Paquitzapango y Tambo 40 se viene un terrorismo, ya no con armas pero sí económico”, expresó en el programa No Hay Derecho de Ideeleradio.

“No se han dado prórrogas de concesión porque no los hemos dejado entrar; en segundo lugar, no ha habido consulta. En estos momentos, no se ha ampliado la concesión para el estudio, pero sí se lo han dado a Tambo 40 que abarca el 40% también a Paquitzapango. El año pasado ha sido la empresa peruana Energía SAC, pero este año lo ha hecho directamente con Odebrecht que capitales brasileños. Entonces, es la misma chola con otro calzón”, anotó.

Precisó que han solicitado información a los funcionarios del Ministerio de Energía y Minas sobre los avances de los estudios realizados por ambas compañía; sin embargo, mencionó que no han recibido una respuesta. “Parece que el dinero de la empresa está reinando en los funcionarios de este ministerio”, afirmó.

     
Candidatos no ven nuestra realidad

En otro momento, pidió a los candidatos presidenciales que tomen en cuenta este problema en sus planes de gobierno y que el próximo régimen pueda paralizar los acuerdos energéticos con ambas empresas, hasta que lleve a cabo la consulta con los comuneros ashánincas que habitan en la zona.

“Si no lo han tocado en sus planes de gobierno, se nota que la gobernanza en el Perú es ajena a nuestra realidad. Como pueblos indígenas vemos que los candidatos no ven los casos de nuestros pobladores. Ellos no valoran eso y vemos que los candidatos están pagados por estas empresas. Ahorita, yo les pediría [al próximo gobernante] que tiene que suspenderse los acuerdos energéticos con Brasil porque el que gane va a generar conflictos sociales en el país y eso nadie lo va a calmar”, enfatizó.

 

 

 

------------------------------------------------

 

 

 

PROTESTA | Irán a Londres y París

Tres indios amazónicos viajan a Europa para intentar parar unos pantanos

Manifestación de los indígenas.| www.survival.es

Manifestación de los indígenas.| www.survival.es

Tres indios de la región amazónica han viajado a Europa para protestar contra la construcción de unas represas que conformaran insalubles pantanos, que amenazan con destruir las tierras y los medios de vida de miles de indígenas de esa región, informó la organización no gubernamental Survival.

Ruth Buendía Mestoquiiari, de la tribu Ashaninka, del Perú, Shayla Juruna, de la tribu Juruna, de la región Xingu, y Almir Surui, de la tribu brasileña Surui, han hecho un llamamiento para que se detenga la construcción de tres pantanos en el Amazonas.

Varias empresas europeas participan en ese polémico proyecto, entre ellas las francesas GDF Suez y Alstom, la alemana Voith y la austríaca Andritz.

La delegación estará el 25 y el 26 de febrero en París, donde celebrarán el viernes una conferencia en la Casa de América Latina tras reunirse con la senadora Marie-Christine Blandin y antes de organizar al día siguiente una protesta en la plaza de los Derechos Humanos, en el Trocadéro.

A continuación los indios suramericanos viajarán a la capital británica, donde protestarán el 2 de marzo frente al local del Banco Nacional de Desenvolvimento, del Brasil, que proporciona buena parte de la financiación para esos pantanos además de entrevistarse con parlamentarios de este país.

Uno de los pantanos es el de Pakitzapango, en Perú, que amenaza con inundar una amplia zona del valle del río Ene, donde viven miles de indios de la tribu Ashaninka.

Otro es el de Madeira, cuya construcción puede atraer una fuerte inmigración y llevar a la deforestación un área en la que viven varias tribus, entre ellas algunas que no han entrado en contacto con la civilización occidental.

El tercero es el de Belo Monte, proyectado en el río Xingu, de Brasil, que sería el tercero mayor del mundo y cuya construcción destruiría amplias áreas boscosas y reduciría la fauna piscícola, de la que dependen los indígenas para su supervivencia.http://www.elmundo.es/elmundo/2011/02/22/solidaridad/1298374963.html

 

--------------

 

 

Ruth Buendia Mestoquiari (L-R) Ruth Buendia Mestoquiari, President of Central Ashaninka Del Rio Ene (CARE) of Peru, Chief Almir Narayamoga Surui, Leader of the Surui Tribe of the Madeira River and Sheyla Yakarepi Juruna, representative of the Juruna Tribe of the Xingu River attend photocall to highlight the threat of hyrdo-power schemes in Latin America at the Amnesty International office on March 1, 2011 in London, England.
Flooding Our Future - Photocall

 
 
Ruth Buendia Mestoquiari, President of Central Ashaninka Del Rio Ene (CARE) of Peru, Chief Almir Narayamoga Surui, Leader of the Surui Tribe of the Madeira River and Sheyla Yakarepi Juruna, representative of the Juruna Tribe of the Xingu River attend photocall to highlight the threat of hyrdo-power schemes in Latin America at the Amnesty International office on March 1, 2011 in London, England.
( February 28, 2011 - Photo by Tim Whitby/Getty Images Europe)
 
  
 
Ruth Buendia Mestoquiari (L-R) Chief Almir Narayamoga Surui, Leader of the Surui Tribe of the Madeira River Basin of Brazil, Bianca Jagger, Founding Patron of the Bianca Jagger Human Rights Foundation and patron of the Amazon Charitable Trust and Ruth Buendia Mestoquiari, President of Central Ashaninka Del Rio Ene (CARE) of Peru attend photocall to highlight the threat of hyrdo-power schemes in Latin America at the Amnesty International office on March 1, 2011 in London, England.
Flooding Our Future - Photocall

 
(L-R) Chief Almir Narayamoga Surui, Leader of the Surui Tribe of the Madeira River Basin of Brazil, Bianca Jagger, Founding Patron of the Bianca Jagger Human Rights Foundation and patron of the Amazon Charitable Trust and Ruth Buendia Mestoquiari, President of Central Ashaninka Del Rio Ene (CARE) of Peru attend photocall to highlight the threat of hyrdo-power schemes in Latin America at the Amnesty International office on March 1, 2011 in London, England.
 
 
Ruth Buendia Mestoquiari (L-R) Sheyla Yakarepi Juruna, representative of the Juruna Tribe of the Xingu River, Chief Almir Narayamoga Surui, Leader of the Surui Tribe of the Madeira River Basin of Brazil, Bianca Jagger, Founding Patron of the Bianca Jagger Human Rights Foundation and patron of the Amazon Charitable Trust and Ruth Buendia Mestoquiari, President of Central Ashaninka Del Rio Ene (CARE) of Peru attend photocall to highlight the threat of hyrdo-power schemes in Latin America at the Amnesty International office on March 1, 2011 in London, England.
Flooding Our Future - Photocall

 
(L-R) Sheyla Yakarepi Juruna, representative of the Juruna Tribe of the Xingu River, Chief Almir Narayamoga Surui, Leader of the Surui Tribe of the Madeira River Basin of Brazil, Bianca Jagger, Founding Patron of the Bianca Jagger Human Rights Foundation and patron of the Amazon Charitable Trust and Ruth Buendia Mestoquiari, President of Central Ashaninka Del Rio Ene (CARE) of Peru attend photocall to highlight the threat of hyrdo-power schemes in Latin America at the Amnesty International office on March 1, 2011 in London, England.
( February 28, 2011 - Photo by Tim Whitby/Getty Images Europe)
 
 
Bianca Jagger Bianca Jagger, Founding Patron of the Bianca Jagger Human Rights Foundation and patron of the Amazon Charitable Trust attends photocall to highlight the threat of hyrdo-power schemes in Latin America at the Amnesty International office on March 1, 2011 in London, England.
Flooding Our Future - Photocall

 
In This Photo: Bianca Jagger
Bianca Jagger, Founding Patron of the Bianca Jagger Human Rights Foundation and patron of the Amazon Charitable Trust attends photocall to highlight the threat of hyrdo-power schemes in Latin America at the Amnesty International office on March 1, 2011 in London, England.
( February 28, 2011 - Photo by Tim Whitby/Getty Images Europe)
 
 
Bianca Jagger (L-R) Bianca Jagger, Founding Patron of the Bianca Jagger Human Rights Foundation and patron of the Amazon Charitable Trust and Sheyla Yakarepi Juruna, representative of the Juruna Tribe of the Xingu River attend photocall to highlight the threat of hyrdo-power schemes in Latin America at the Amnesty International office on March 1, 2011 in London, England.

 
(L-R) Bianca Jagger, Founding Patron of the Bianca Jagger Human Rights Foundation and patron of the Amazon Charitable Trust and Sheyla Yakarepi Juruna, representative of the Juruna Tribe of the Xingu River attend photocall to highlight the threat of hyrdo-power schemes in Latin America at the Amnesty International office on March 1, 2011 in London, England.
( February 28, 2011 - Photo by Tim Whitby/Getty Images Europe
---------------------------------------
Amazonia indígena: el derecho a vivir
|  
En el Día Internacional de la Mujer, Ruth Buendía Mestoquiari, lider indígena asháninka de la comunidad de Cutivireni, en el valle del Ene, no estará sola; pasará este día luchando por el derecho a vivir y por la preservación de sus tierras contra las represas que amenazan con destruirla. Pertenece a la etnia Asháninka, un pueblo indígena de casi 90.000 personas que viven en la Amazonia peruana.




En Paquitzapango la “casa del Águila”, una empresa estatal brasileña, Electrobras, prevé levantar un muro alto de 165 metros, para detener el río y crear un enorme lago artificial, que en su caída dará energía eléctrica a Brasil. Se inundará un territorio de 100.000 hectáreas, afectando a la vida de más de 10.000 asháninka, a quienes nunca consultaron, y que serán desplazados de su hábitat hacia no se sabe donde. El impacto socio-ambiental se prevé catastrófico para las personas que allí habitan, para muchas especies animales de tierra, agua y aire y para la vegetación, incluso podría modificarse el clima; todo ello para favorecer el desarrollo industrial de Brasil, que pretende estimular el crecimiento económico del país mediante la construcción de una gigantesca infraestructura de carreteras y presas en la región del Amazonas.


Tramo de la carretera bioceánica en un área que será inundada

Indígenas y simpatizantes de Survival, ong que lucha por los derechos indígenas en todo el mundo, se manifestaron frente a la oficina del Banco Nacional de Desarrollo Brasileño, BNDES, que financia el coste de gran parte de las represas; en las oficinas de BNDES se negaron a cualquier tipo de diálogo. Empresas europeas involucradas en el mismo proyecto son la francesa GDF Suez y Alstom, la alemana Voith y la austriaca Andritz.



Diversificando la lucha

Ruth Buendía Mestoquiari, Presidenta desde 2006 de la Central Asháninka del río Ene, recorre desde hace dos semanas diversas ciudades de Europa como Oslo, París, Ginebra o Londres junto a Sheyla Juruna, indígena juruna de la región del Xingú de Brasil y el jefe Almir Suruí Narayamoga, líder del pueblo Suruí de la cuenca del río Madeira en Rondonia, para intentar concienciar a inversionistas y gobiernos sobre los impactos destructivos de las grandes represas, y promover alternativas respetuosas con el medio ambiente. Con el apoyo de Amazon Watch, Internacional Rivers, y Rainforest Foundation, encabezan un movimiento de protesta contra tres polémicos proyectos de presas hidroeléctricas que amenazan a la Amazonía de sus respectivos países: la represa de Belo Monte en el río Xingú, que sería la tercera presa más grande del mundo, las presas de Madeira en Brasil y de Pakitzapango en Perú. Además hay información veraz de imágenes sobre la presencia de grupos indígenas aislados muy vulnerables en zonas cercanas al lugar de las presas. http://smyma.blogspot.com/2011/03/amazonia-indigena-el-derecho-vivir.html

 

 

--------------

Compartir este post
Repost0
15 marzo 2011 2 15 /03 /marzo /2011 17:13

Un nuevo estallido ha sacudido este lunes 14 de marzo la central nuclear de Fukushima I, la más afectada de Japón por las averías derivadas del terremoto y el tsunami que sacudieron el país el viernes. Una gran columna de humo blanco emerge de las instalaciones de la planta, pero según la empresa operadora el reactor ha quedado intacto. Once personas han resultado heridas en el incidente.

 

Japón: Un drama que crece hora tras hora

 

Un nuevo estallido ha sacudido este lunes la central nuclear de Fukushima I, la más afectada de Japón por las averías derivadas del terremoto y el tsunami que sacudieron el país el viernes . Si el sábado fue el reactor número uno el que sufrió una explosión de hidrógeno , esta madrugada (hora española) se ha registrado otra similar en el número tres. Una gran columna de humo blanco emerge a estas horas de las instalaciones de la planta, pero según la empresa operadora el reactor ha quedado intacto. Once personas han resultado heridas en el incidente. Entre los heridos hay al menos un militar de las Fuerzas de Auto Defensa (Ejército) de Japón, con fracturas de varios huesos, mientras otros sufren heridas leves, según los datos difundidos por la agencia local Kyodo .
.
15-3-2011 - La cifra de muertos por el terremoto de 9 grados de magnitud en la escala de Richter que azotó a Japón y el posterior tsunami ascendió a más de 3200, según un informe oficial, aunque las autoridades reconocen que será un número de víctimas superior, por la enorme cantidad de desaparecidos. Más de 10 mil personas habrían perdido la vida en la provincia de Miyagi, una de las zonas más afectadas, de acuerdo a las autoridades policiales.

.

japan_076

.

A tres días del temblor, seguido por un tsunami, la ONU indicó que hay cerca de 600.000 evacuados por la catástrofe y por el riesgo en torno a las centrales nucleares. En medio de las tareas de rescate y en la búsqueda de los desaparecidos, la Agencia Meteorológica de Japón advirtió que existe un riesgo elevado de una réplica de magnitud 7 o superior hasta el miércoles, según estiman con una probabilidad en 70 por ciento.

.

Sin trenes, sin móviles, sin gasolina, sin agua, sin alimentos JOSÉ REINOSO | Enviado especial, Yamagata Cientos de miles de evacuados y familiares de desaparecidos deambulan entre el barro y los escombros
.
Sin trenes, sin teléfonos, sin gasolina, sin agua, sin alimentos, Cientos de miles de evacuados y familiares de desaparecidos deambulan entre el barro y los escombros.

 

A medida que pasan los días, el número de víctimas fatales por la catástrofe continúa en ascenso. En la provincia costera de Miyagi, la más cercana al epicentro y una de las regiones más afectadas, más de 10 mil personas podrían haber fallecido, según el jefe de la policía provincial, Naoto Takeuchi. En esa provincia, en la localidad de Higashimatsushima, más de 200 cuerpos fueron hallados, y en la pequeña ciudad costera de Minamisanriku, que prácticamente fue arrasada por las aguas, desaparecieron unas 10 mil personas de sus 17.000 habitantes.

.

La tierra cuarteada
La tierra cuarteada 
.

 

En el puerto de Rikuzentakata, totalmente arrasado por el tsunami, se encontraron entre 300 y 400 cadáveres, un día después de que apareciesen entre 200 y 300 cuerpos sin vida en la ciudad de Sendai. Hasta la tarde del domingo, se habían identificado los cuerpos de 1597 personas y otras 1841 están consideradas desaparecidas, cifras que no incluyen las víctimas mortales halladas en la costa de Miyagi.

.

Hallados 2.000 cadáveres en la prefectura de Miyagi. De confirmarse, este hallazgo elevaría el balance de víctimas del terremoto del pasado viernes, que hasta ahora es de 1.600 muertos, 1.419 heridos, más de 10.000 desaparecidos y 380.000 evacuados.
.
Hallados 2.000 cadáveres en la prefectura de Miyagi. De confirmarse, este hallazgo elevaría el balance de víctimas del terremoto del pasado viernes, que hasta ahora es de 1.600 muertos, 1.419 heridos, más de 10.000 desaparecidos y 380.000 evacuados.

 

Desde que tembló el Este de Japón, unas 590.000 personas debieron dejar sus hogares en busca de refugio. “Unas 380.000 personas fueron evacuadas de las zonas golpeadas por el sismo y el tsunami, y fueron trasladadas a 2050 centros de recepción”, informó la Oficina de Coordinación de Asuntos Humanitarios de la ONU. Por su parte, la Agencia Internacional de Energía Atómica (AIEA) señaló que “las autoridades evacuaron además otras 210.000 personas residentes en el radio de 20 kilómetros de la central nuclear de Fukushima”. La ONU advirtió además que “numerosas regiones de la costa nororiental permanecen aisladas”, y subrayó que las acciones de socorro se ven “obstaculizadas por las continuas réplicas de asentamiento, las alertas de tsunami y los incendios”.

.

El ministro portavoz de Japón, Yukio Edano, descarta una fuga masiva tras la explosión en el reactor tres de la central de Fukushima. En rueda de prensa, ha asegurado que, media hora después del incidente, el nivel de radiactividad a cinco kilómetros es similar al de ayer.
.
El ministro portavoz de Japón, Yukio Edano, descarta una fuga masiva tras la explosión en el reactor tres de la central de Fukushima. En rueda de prensa, ha asegurado que, media hora después del incidente, el nivel de radiactividad a cinco kilómetros es similar al de ayer.

 

Las réplicas de una magnitud de 2 hasta 7 han sido incesantes desde el viernes pasado. Soldados, médicos, sanitarios y voluntarios trabajaban intensamente en las labores de rescate. Tras sobrevolar en helicóptero las zonas devastadas por la catástrofe, el primer ministro japonés Naoto Kan manifestó: “Me di cuenta de la inmensa dimensión de los daños del tsunami”. “Zonas residenciales fueron completamente arrasadas en numerosas zonas costeras y los incendios proseguían en otros lugares”, explicó después a sus ministros durante una reunión de emergencia en Tokio.

.

Policías llevan máscaras de gas cerca de la planta nuclear de Fukushima. Foto: AFP
 .
Policías llevan máscaras de gas cerca de la planta nuclear de Fukushima. Foto: AFP

 

Con el paso de las horas, se pueden ver algunas de las consecuencias del peor terremoto de la historia de ese país. La catástrofe dejó más de 3400 edificios de viviendas en ruinas, de acuerdo a la agencia Kyodo. Un millón de casas siguen privadas de agua potable, y al menos 5,6 millones de hogares siguen sin electricidad. Incluso, como consecuencia del fenómeno, el gobierno japonés advirtió que a partir del lunes podrían producirse cortes de electricidad en Tokio y sus alrededores que durarían hasta fin de abril. El ministro de Industria y Comercio, Barni Kaieda, advirtió la posibilidad de que se produzcan interrupciones en el suministro eléctrico y pidió a las compañías que limiten el consumo. Por otra parte, algunos testigos hablaron de personas que compran abundantes provisiones en los supermercados.

.

Fuerte réplica en Japón. Un temblor de magnitud 6,2 se ha sentido a las 10.00 (02.00, hora peninsular española) en Tokio, según informan fuentes oficiales. El terremoto del viernes fue de magnitud 8.9.
.
Fuerte réplica en Japón. Un temblor de magnitud 6,2 se ha sentido a las 10.00 (20.00, hora en Cuba) en Tokio, según informan fuentes oficiales. El terremoto del viernes fue de magnitud 8.9.

 

Entre las casas destruidas y las ruinas, están los sobrevivientes y las historias de milagro: como las personas rescatados del tejado de una escuela primaria en Watiri y los 81 náufragos de un barco arrastrado por las inmensas olas del tsunami que fueron encontrados sanos y salvos. En este escenario, más de 1400 refugios de emergencia se instalaron en las cinco provincias del país, muchos de ellos en colegios y locales municipales. En las últimas 24 horas, unos 400 médicos, enfermeras y otros expertos de la Cruz Roja de Japón acudieron en ayuda con “clínicas móviles”, anunció la Federación Internacional de la Cruz Roja.

A dos días del terremoto, se mantiene la alarma por fallas en las plantas nucleares a lo largo del país. En Miyagi, se detectó un nivel de radiactividad 400 veces superior al normal, aunque un portavoz de la empresa a cargo de las plantas de la zona dijo que se encuentran en situación estable.

.

Una niña pequeña es atendida por trabajadores de auxilio, tras ser rescatada de un edificio en Kesensuma, en el noreste de Japón, un día después de que un devastador maremoto azotara la costa noreste del país. (AP Photo/Kyodo News)
.
Una niña pequeña es atendida por trabajadores de auxilio, tras ser rescatada de un edificio en Kesensuma, en el noreste de Japón, un día después de que un devastador maremoto azotara la costa noreste del país. (AP Photo/Kyodo News)

 

La alarma de tsunami dejó de regir para toda la costa pacífica del país. Sin embargo, se produjeron más temblores en el archipiélago desde el viernes. Los sismólogos advirtieron sobre réplicas de hasta una magnitud de 7 en los próximos días. Incluso, los especialistas temen que se produzca otro fuerte terremoto que pueda causar mayores daños a los reactores de las centrales nucleares Fukushima I y II.

Foto: Reuters
.
Foto: Reuters 

 

“Existe un riesgo de 70 por ciento de que se produzca una réplica de magnitud 7 o superior” en los tres próximos días, del 13 al 16 de marzo de mañana, declaró el director de la previsión sísmica de esa agencia, Takashi Yokota. La probabilidad desciende gradualmente: será de 50 por ciento del 16 al 18 de marzo.

.

El Banco Central de Japón inyecta 70.000 millones de yenes (61.500 millones de euros) en los mercados para evitar que la moneda se reevalúe demasiado. La Bolsa de Tokio sigue cayendo y baja hasta el 5%.
.
El Banco Central de Japón inyecta 70.000 millones de yenes (61.500 millones de euros) en los mercados para evitar que la moneda se reevalúe demasiado. La Bolsa de Tokio sigue cayendo y baja hasta el 5%.

 

El Instituto de Geofísica de Estados Unidos (USGS) estableció la magnitud de dicho sismo en 8,9. La Agencia Meteorológica, cuyos propios instrumentos de medición lo habían estimado inicialmente en 8,8, la elevaron el domingo a 9,0. El epicentro se situó 130 kilómetros al Este de la ciudad de Sendai y casi 400 kilómetros al Noroeste de Tokio, la capital. Se convirtió en el sismo de mayor magnitud desde que se empezaron a llevar registros, hace un siglo y medio.

(Con información de agencias y Página 12, Argentina. Fotos: AP, Reuters, AFP) http://elpolvorin.over-blog.es/article-japon-un-drama-que-crece-hora-tras-hora-69375755.html

.

JAPAN-QUAKE/ 

 .

iafp131

.

Así ha sido la explosión producida en el reactor tres de Fukushima. Una gran columna de humo blanco comenzó inmediatamente a emerger de las instalaciones.

 

Compartir este post
Repost0
15 marzo 2011 2 15 /03 /marzo /2011 16:38

Ten reasons to be antinuclear.

 

Diez razones para ser antinuclear.

 

 

 

1.- La energía Nuclear es muy peligrosa. La tragedia de Chernobil, dejo bien a las claras las posibilidades destructivas que puede acarrear esta fuente de energía.

 

2.- La nuclear es la energía mas sucia. Los residuos producidos por la energía nuclear duran miles de años y su gestión, tratamiento y desaparición aun están sin solución.

 

3.- La energia nuclear es la que crea menos puestos de trabajo. Los puesto de trabajo por unidades energéticas, están por debajo de las creadas por las energías renovables, según el informe 2008 de Comisiones Obreras de España.

 

4.- La nuclear es una energía muy cara. Las ayudas gubernamentales (que pagamos todos…) que necesita para llevar a cabo su mantenimiento son desorbitadas, por poner una cifra sobre el coste de los residuos radioactivos según La Empresa de Residuos Radioactivos de España (ENRESA) son superiores a los 13.000 millones de Euros hasta el 2070.

 

5.- La energía nuclear no es necesaria. Siempre que haya voluntad política, como sucede en Alemania o Suecia, es posible ir reduciendo su implantación, y cumplir la reducción de emisiones de CO2 como dice el Protocolo de Kyoto.

 

6.- La energía nuclear no es la solución al cambio climático. Al estar fuera de los mecanismos financieros, del Protocolo de Kyoto, no puede ser económicamente viable , menos como agente de la reducción de emisiones de CO2 y su eficiencia como reductor del Cambio Climático queda en entredicho. 

 

7.- La energía nuclear no crea independencia energética. Ante la carencia de uranio, España debe de importar el 100% , con lo que la dependencia de otros países persiste, como con los combustibles fósiles.

 

8.- La energía nuclear también es finita. La reservas del Uranio -235- (el que usan los reactores atómicos) se calcula que duraran unas décadas solamente.

 

9.- La energía nuclear tiene un rechazo social elevado. En las encuestas realizadas en España, la mayoría de la ciudadanía rechaza la energía nuclear.

 

10.- La energía nuclear no es compatible con las energías sostenibles. No reúne ninguno de los requisitos de sostenibilidad: No es eficiente desde el punto de vista económico, no tiene una viabilidad social, y no es bueno para el medioambiente.

 

https://colabora2.greenpeace.es/yosoyantinuclear/decalogo.php

 

————————————————-

 

 

Nuclear power is always unsafe: Greenpeace

The impact of any meltdown in Japanese nuclear reactors will be small, a nuclear power expert says.

 

The impact of any meltdown in Japanese nuclear reactors will be small, a nuclear power expert says.

Kelly Macnamara, AAP March 14, 2011, 10:19 am

 

.

AAP

.

.

Environmentalists say the possibly catastrophic failure of a Japanese nuclear reactor shows that nuclear power can never be safe. 

Two reactors at the Fukushima plant in north-eastern Japan have been damaged by the devastating earthquake which struck nearby on Friday, and at least one is in danger of meltdown. 

Radiation has been released into the air after an explosion at one reactor, and although authorities have said it is not intense enough to affect human health, they have ordered evacuations of people living within 20km. 

“This proves once and for all that nuclear power cannot ever be safe,” Greenpeace campaigns head Steve Campbell said on Monday. 

 

“Japan’s nuclear plants were built with the latest technology, specifically to withstand natural disasters, yet we still face potential meltdown,” he said in a statement. 

Greenpeace was also concerned about the lack of information about the total amount of radiation already released, and whether the ponds for spent radioactive fuel – outside the containment area of the reactor – were secure. 

“We request that Japan’s government share this information with the public immediately,” he said. 

Anti-nuclear campaigner Helen Caldicott said the release of radioactive caesium 137 and iodine 131 into the atmosphere from the Fukushima plant posed grave health risks. 

 

If a meltdown occurred, 200 other isotopes would be released, she said in a statement. 

“All of these substances can cause cancer and genetic diseases either in the near or long term,” said Ms Caldicott, who is president of the Foundation for a Nuclear Free Planet. 

Earthquakes were not unknown in Australia, she said. 

“Are we mad enough to introduce this disastrous form of energy into our lives?” 

 

http://au.news.yahoo.com/world/a/-/world/9003374/nuclear-power-is-always-unsafe-greenpeace/

 

————————————————

10 Reasons to Say ‘No’ to Nuclear Power in Australia

por CamWalker – Última modificación 01/09/2007 20:13
.

1. CATASTROPHIC EVENTS

In addition to the risk of accidents, nuclear power reactors are vulnerable to disasters from sabotage, terrorism, or the use of conventional forces to attack nuclear facilities during war.

More info:
* Chapter 5 in ‘Nuclear Power: No Solution to Climate Change’,
<www.foe.org.au/campaigns/anti-nuclear/issues>.
* EnergyScience Briefing Paper #10: www.energyscience.org.au.

.

2. NUCLEAR WASTE

The 2006 government-commissioned Switkowski report envisages the construction of 25 power reactors, which would produce up to 45,000 tonnes of high-level nuclear waste. There is not a single permanent repository for spent fuel or high-level nuclear waste anywhere in the world.

More info: EnergyScience Briefing Paper #8: www.energyscience.org.au.

.

3. NUCLEAR WEAPONS

Nuclear power is the one and only energy source with a direct and repeatedly-demonstrated connection to the proliferation of Weapons of Mass Destruction. As former Prime Minister Paul Keating said last year, any country with a nuclear power program “ipso facto ends up with a nuclear weapons capability”.

More info: EnergyScience Briefing Papers #9,11 and 17: www.energyscience.org.au.

.

4. REDUCED PROPERTY PRICES. COMPULSORY LAND ACQUISITION. NO INSURANCE.

A nuclear power plant would reduce local property values. The government may use compulsory land acquisition powers to seize land for reactors – just as it has previously seized land for a nuclear waste dump. Insurance companies do not insure against the risk of nuclear accidents.

.

5. COST

Too cheap to meter, or too expensive to matter? The nuclear power industry survives only because of huge taxpayer subsidies.

More info: EnergyScience Briefing Paper #1: www.energyscience.org.au.

.

6. DEMOCRACTIC RIGHTS

The federal government has sought legal advice on its powers to override state laws banning nuclear power plants. The government already has a track record of imposing unwanted nuclear facilities on states/territories and communities. For example, the federal government ignored Northern Territory legislation which prohibits the imposition of a nuclear waste dump. Instead, the government rail-roaded legislation through federal parliament in December 2005 to by-pass normal decision-making processes and to undermine environmental, public safety and Aboriginal heritage protections. Further draconian legislation was rail-roaded through the parliament in late 2006. The 2006 Commonwealth Radioactive Waste Management Legislation Amendment Act states that a nuclear dump site nomination is legally valid even without consultation with and consent from Traditional Owners. It also removes the right to appeal under the Administrative Decisions (Judicial Review) Act 1977 and it removals rights to “procedural fairness”.

.

7. WATER

Nuclear power is the most water-intensive of all the energy sources. Reactors typically consume 35-65 million litres of water per day.

More info: Impacts of Nuclear Power & Uranium Mining on Water Resources,
www.foe.org.au/campaigns/anti-nuclear/issues.

.

8. TOO SLOW

It would probably take 15 years or more to develop nuclear power in Australia. Clean energy solutions can be deployed immediately.

.

9. GREENHOUSE GASES

Nuclear power emits three times more greenhouse gases than wind power according to the 2006 Switkowski report. Nuclear power is also far more greenhouse intensive than energy efficiency measures.

More info: EnergyScience Briefing Papers #2 and 3: www.energyscience.org.au.

.

10. UNNECESSARY

We don’t need nuclear power. A clean energy future is viable and affordable. Several renewable energy sources – such as bioenergy, geothermanl hot rocks, solar thermal electricity with storage, and sometimes hydroelecticity – can provide reliable baseload electricity.

.

More info:
* Clean Energy Future Group – national & state studies: <wwf.org.au/ourwork/climatechange/cleanenergyfuture>.
* Clean Energy literature references: <www.foe.org.au/campaigns/anti-nuclear/issues>.
* EnergyScience Briefing Papers #5 and 16: <www.energyscience.org.au>.

10 Reasons to Say ‘No’ to Nuclear Power in Australia — Friends of  1 Sep 2007 10 Reasons to Say ‘No’ to Nuclear Power in Australia <www.foe.org.au/campaigns/anti-nuclear/issues>. * EnergyScience Briefing Paper #10:
www.foe.org.au/anti-nuclear/…/10-reasons-to-say-no-to-nuclear-power-in-australia En caché Similares

———-

Compartir este post
Repost0
14 marzo 2011 1 14 /03 /marzo /2011 22:37

 

 

 

 

 

 
.

 

¿MINISTRO ANTONIO BRACK, LOS DERRAMES PETROLEROS NO CONTAMINAN, POR LOS FAENONES QUE SACAN.?

 

7-3-2011 – El Ministro del Ambiente Antonio Brack, viene a Iquitos y levanta, el tema de las dragas, y se pone como fiel defensor del medio ambiente y quiere enseñar a los pobladores de la cuenca del río Tigre a defenderse de los efectos que causa dicha actividad en la salud de la población. Más no levanta un solo comentario, a los más de 90 derrames, desde el 2006 al 2010, en la cuenca del corrientes, según informe de los monitores indígenas, apoyados por la OGN Shynai y en aquellas cuencas como el Tigre, Pastaza, Marañón, que no cuentan con monitores, ¿cuántas se dieron?.

Es alarmante que el 2010 haya existido más de 24 derrames en el Corrientes, solo en un año, contaminando río, cochas, y quebradas.  Las cuales desembocan al Tigre y estas al Marañón y junto al Ucayali forman el Amazonas.

El vocero de la Pluspetrol, Félix Ordoñez, sale a denunciar que el derrame que ocurrió por Chambira en la tubería que conecta Trompeteros con Saramuro, fue un atentado, y la fiscal ya estuvo en la zona levantando información, esperemos que su actuar sea tan eficiente como lo es respecto al derrame del 19 de junio del 2010,  que a la fecha no hay nada esperando que se pierda entre los cientos de papeles.

Tuvimos acceso a la zona y vimos como están esas tuberías, tienen parche por todos lados, y según el informe de los monitores de FECONACO, reportan que de los 90 derrames que reportaron, 56 fueron por rotura de tuberías pues las mismas están en mal estado, como estas comunidades que están afectadas por la actividad petrolera no cuentan con una sistema de monitoreo nadie puede contradecir a estas empresas petroleras, y por ello salen a denunciar a los comuneros de atentar contra sus tuberías, y limpiándose de toda responsabilidad de los daños ocasionados, y la fiscal muy colaboradora ya hizo  su diligencia esperemos sus resultados, que ya suponemos cual será basados en la experiencia que tenemos, del comportamiento de todas las instituciones del estado que protegen a las petroleras.


En setiembre y diciembre del 2010, Osinergmin envió dos comunicados a FECONACO en los que informa las acciones realizadas respecto a 21 derrames denunciados por FECONACO entre el 2009 y el 2010. Osinergmin informó que 16 derrames se encuentran en etapa de instrucción preliminar a fin de evadir las responsabilidades respecto a los derrames.

Por eso ACODECOSPAT (Asociación Cocama de Desarrollo y Conservación San Pablo de Tipishca), viene trabajando para la implementación de monitores ambientales en la cuenca del Marañón, para denunciar a estas empresas petroleras que les importa nada la vida de los pobladores. Invocamos a los congresistas, a los candidatos a congresistas, a los consejeros regionales, a los alcaldes que son elegidos por el pueblo tomar conciencia de los daños irreversibles que ocaciona estos derrames en el ecosistema y en la salud de las poblaciones. Y nuestra Organización Regional de Pueblos Indigenas del Oriente donde esta, que no levanta su voz de protesta al respecto o sigue entretenido en dividir organizaciones de bases para que negocien con las petroleras, asesorando a vender los alimentos que son asignados para las comunidades afectadas por los derrames ese no es su fin, por eso las oficinas de ORPIO, están abandonadas, ni siquiera puede registrar a las otras organizaciones pues legalmente solo cuenta con 13 federaciones legalmente afiliadas pero sigue sacando su papel membretado con 24  Organizaciones, es una lástima que para el pueblo indígenas que esto pase con su casa regional.  Publicado por kukamas-kukamirias

 

.

¿MINISTRO ANTONIO BRACK, LOS DERRAMES PETROLEROS NO CONTAMINAN, POR LOS FAENONES QUE SACAN.?
El Ministro del Ambiente Antonio Brack, viene a Iquitos y levanta, el tema de las dragas, y se pone como fiel defensor del medio ambiente y quiere enseñar a los pobladores de la cuenca del río tigre a defenderse de los efectos que causa dicha actividad en la salud de la población.
Más no levanta un solo comentario, a los más de 90 derrames, desde el 2006 al 2010, en la cuenca del corrientes, según informe de los monitores indígenas, apoyados por la OGN Shynai y en aquellas cuencas como el Tigre, Pastaza, marañón, que no cuentan con monitores, ¿cuántas se dieron?.
Es alarmante que el 2010 haya existido más de 24 derrames en el corrientes, solo en un año, contaminando río, cochas, y quebradas.  Las cuales desembocan al tigre y estas al marañón y junto al Ucayali forman el Amazonas.
El, Vocero de la Pluspetrol, Félix Ordoñez, sale a denunciar que el derrame que ocurrió por chambira en la tubería que conecta trompeteros con saramuro, fue un atentado, y la fiscal ya estuvo en la zona levantando información, esperemos que su actuar sea tan eficiente como lo es respecto al derrame del 19 de junio del 2010,  que a la fecha no hay nada esperando que se pierda entre los cientos de papeles.
.
Tuvimos acceso a la zona y vimos como están esas tuberías, tienen parche por todos lados, y según el informe de los monitores de FECONACO, reportan que de los 90 derrames que reportaron, 56 fueron por rotura de tuberías pues las mismas están en mal estado, como estas comunidades que están afectadas por la actividad petrolera no cuentan con una sistema de monitoreo nadie puede contradecir a estas empresas petroleras, y por ello salen a denunciar a los comuneros de atentar contra sus tuberías, y limpiándose de toda responsabilidad de los daños ocasionados, y la fiscal muy colaboradora ya hizo  su diligencia esperemos sus resultados, que ya suponemos cual será basados en la experiencia que tenemos, del comportamiento de todas las instituciones del estado que protegen a las petroleras.
.
.
En setiembre y diciembre del 2010, Osinergmin envió dos comunicados a FECONACO en los que informa las acciones realizadas respecto a 21 derrames denunciados por FECONACO entre el 2009 y el 2010. Osinergmin informó que 16 derrames se encuentran en etapa de instrucción preliminar a fin de evadir las responsabilidades respecto a los derrames.
Por eso ACODECOSPAT, viene trabajando para la implementación de monitores ambientales en la cuenca del marañón, para denunciar a estas empresas petroleras que les importa nada la vida de los pobladores. Invocamos a los congresistas, a los candidatos a congresistas, a los consejeros regionales, a los alcaldes que son elegidos por el pueblo tomar conciencia de los daños irreversibles que ocaciona estos derrames en el ecosistema y en la salud de las poblaciones. Y nuestra Organización Regional de Pueblos Indigenas del Oriente donde esta, que no levanta su voz de protesta al respecto o sigue entretenido en dividir organizaciones de bases para que negocien con las petroleras, asesorando a vender los alimentos que son asignados para las comunidades afectadas por los derrames ese no es su fin, por eso las oficinas de ORPIO, están abandonadas, ni siquiera puede registrar a las otras organizaciones pues legalmente solo cuenta con 13 federaciones legalmente afiliadas pero sigue sacando su papel membretado con 24  Organizaciones, es una lástima que para el pueblo indígenas que esto pase con su casa regional. 
Compartir este post
Repost0
14 marzo 2011 1 14 /03 /marzo /2011 20:33

 

Puede parecer surrealista, pero en mitad de la Amazonía la gente de la etnia Kokama espera la lluvia para poder recoger agua en baldes para tomar. Eso, que pudiera ser visto como algo normal, genera un choque cultural grave.

 

 

Esperando lluvia

 

Para los kukama el agua de lluvia genera reumatismo, coto (bocio) y comezón. A sabiendas de estas consecuencias el pueblo kukama ha preferido tomar esta agua de lluvia al agua del río, al cual están acostumbrados por miles de años.

No toda la lluvia es peligrosa, pero cuando llueve despacio, con sol y el arco iris, los kukama consideran que es la “orina de la boa”, la más peligrosa de todas las aguas de lluvia.

 

Es fácilmente deducible que esto provoca malestar, desazón, ansiedad, angustia… que destruye la buena vida y es fuente de patologías mentales. Sin embargo ni el Ministerio de Salud es capaz a ver esta desazón cultural.

 

Perú: Pueblo Kukama saca los colores al Estado peruano y a Pluspetrol (dibujos)

 

 

 

                        

Esos polvos “biodegradables” que echan al río, para solucionar el problema de la contaminación por petróleo, dicen que los echan porque son “absorbentes”. Lo másprobable es que eran precipipantes para fondear el petróleo en el río. “Polvos” más dañinos que el propio petróleo.

.

. La estrategia de la Pluspetrol fue negociar, por esos días, con el distrito de Parinari por S/. 2,500.000.00. Una estrategia perfecta de despiste y de ruptura de unidad de la cuenca del Marañón. ¿También nos podrían explicar las autoridades qué ha sucedido en la zona de Grau, Payorote, Hipólito Unanue con el crudo que rebalsó? ¿No afirmaban que los “polvos” que habían echado eran reabsorventes y no precipitantes? Muchas cosas por explicar.

 

.

Por Miguel Angel Cadenas y Manolo Berjón*

 

14 de marzo, 2011.- Más niños que adultos del Marañón dibujan las consecuencias del derrame de petróleo del 19 de junio de 2010. Deslizadores potentes y helicópteros fueron ampliamente dibujados. En los relatos de Santa Rita de Castilla varar el transtur ha sido un elemento fundamental. Hay que explorar estas narrativas si queremos entender las dinámicas que genera.

.

.

.

.

. 


DIBUJOS: © Parroquia Santa Rita de Castilla

.

.

 

  

acodecospat.blogspot.com/

.

.

Trayendo agua porque el río está contaminado: Dedicado al Ministro de Energía y Minas

 

 

A los pocos días del derrame de crudo en el Marañón, el 19 de junio de 2010, el Ministro de Energía y Minas realizó unas declaraciones interesadas indicando la poca importancia del derrame y que en 10 días se limpiaría el río. Por supuesto, no es cierto, pero dejó bien clara la posición del gobierno al respecto, por si alguno tenía dudas.

 

 

Ministro de Energía y Minas: “Es un monto muy pequeño [400 barriles de petróleo, siempre cifras de la Pluspetrol, ¿se lo creen?]. En realidad, comparado con lo ocurrido en el Golfo de México, es una cosa muy pequeña que no debe ser motivo de alarma”, afirmó Pedro Sánchez en diálogo con Canal N.

 

.

.

.


Los niños quieren dibujar cosas bonitas, pero solo pueden hacerlo con un río contaminado.

.

. En una reunión en Santa Rita de Castilla ante una pregunta nuestra un representante de Pluspetrol indicó que desde hace dos o tres años se reinyectan las aguas de formación. A la indicación de un compañero rectificó afirmando que es desde hace un año. [Las aguas de formación poseen tres características: calientes (80ºC), saladas (más saladas que el agua del mar), y con metales pesados: plomo, niquel, mercurio, manganeso, hierro…] ¿Entonces porqué se mueren los peces, aguajales…, del Samiria? Alguien tendrá que dar una explicación.

 

Es difícil precisar fechas, pero unos 15 días después del derrame de crudo en el Marañón pobladores del distrito de Parinari vieron miles de peces muertos en el río Samiria: el trayecto entre el Huishto Yanayacu y la desembocadura del Samiria. Tanto el Huishto Yanayacu como el Yanayaquillo o Yanayacu Tipishca tienen sus cabeceras en el Lote 8X. Ambos fluyen con agua contaminada al Samiria, suponemos que aguas de formación, pero para eso están las autoridades, para aclararnos. ¿Se atreverán a rebatir a los pobladores de la zona? Tal vez les quede corta la nariz de Pinocho.

Los testigos relatan los acontecimientos como una inmensa “pudrición”. Para quienes, como los indígenas kukama, el olfato no es un sentido atrofiado como en los occidentales, se convirtió en un espectáculo dantesco, solo aplaudido por los gallinazos y otros carroñeros. El nivel del río estaba bajo por lo que las playas estaban llenas de peces boqueando para resistir la asfixia que supone el agua contaminada.

Los expertos pescadores que son los kukama vieron cómo los peces no se ahuyentaban y se podían picar mansamente. Pero estos expertos se dieron cuenta que algo estaba sucediendo puesto que los peces estaban hinchados e incluso los boquichicos presentaban “pocochas”, úlceras en su piel. Sin la pericia adquirida para pescar no encontrarás nada. Sin embargo, esos días picaban los peces “mansos” hasta los niños.

Bufeos muertos, vacamarinas, rayas de pecho amarillo con su pecho rojo, corvinas del fondo de los ríos en la superficie, peces con ojos blancos y rojos… son algunos de los términos que utilizan los pobladores para referirse a aquel espectáculo que tuvieron que soportar. Posteriormente irán a pescar y no encontrarán nada, excepto zancudo que les pique. Para quien la pesca, la caza y la guerra han sido actividades altamente varoniles, la falta de pescado les convertirá en “afasi”, una persona que no puede pescar no encontrará una mujer con la que vivir ni podrá mantener a su familia.

.

 

 

Dedicado al encargado de turismo de Loreto. Para que los gringos vengan a ver “bufeos”: delfines que son reflejo de los propios gringos en el espejo kukama.

.

.

 

.

.


© Parroquia Santa Rita de Castilla

 

 

 

.

 

.

.

.

 

.

.

Nos tendrían que explicar las autoridades porqué esta mortandad de peces, aguajales muertos, garzas mareadas y hasta shuyos, peces sumamente resistentes, salían a la superficie a boquear. ¿Por qué este espectáculo? La Jefatura de la Reserva Nacional Pacaya Samiria, el Ministerio del Ambiente y el de Energía y Minas se han quedado mudos. ¿A quién beneficia esta mortandad? ¿Qué intereses económicos están en juego? ¿La plata está por encima de la vida?

Los fiscales, incluidos los de medio ambiente, tienen la obligación, por oficio, de buscar y acumular pruebas

.

.


Las aguas de los ríos de la Amazonía son de “uso industrial”, pero la gente toma agua del río, lava, se baña… en el río. ¿De dónde, si no?

.

.

.


© Parroquia Santa Rita de Castilla

.

. los pobladores de esta zona encuentran dificultades en la pesca. Mientras algunos entran en supermercados para adquirir comida, los pobladores de la zona ven deteriorada la dieta cada día más. Mientras algunos compran agua embotellada para tomar en sus casas y oficinas, la población local se tiene que conformar con el agua contaminada de los ríos.

.

.

 

© Parroquia Santa Rita de Castilla

 

Agradecemos a las personas que han colaborado con los dibujos. Tenemos muchos más. Si alguien desea verlos u organizar alguna exposición puede ponerse en contacto con nosotros. Saludos a todos.

Padre Miguel Angel Cadenas, Parroquia Santa Rita de Castilla

Padre Manolo Berjón,  Parroquia Santa Rita de Castilla

Agradecemos el envío a Leonardo Tello Imaina.

 

 

 

 

 

 

 

 
.
 
 
                                                 
.
 

           

.

 

 

 

.

.

acodecospat.blogspot.com/  

Otras noticias:

 

 

.

.

.

Compartir este post
Repost0
14 marzo 2011 1 14 /03 /marzo /2011 18:17

 

Para que las familias peruanas aseguren su seguridad alimentaria necesitan alimentos nutritivos y sobre todo que estén a su alcance. Pero existe otro término que no es muy conocido y va ligado a la Seguridad Alimentaria: La Soberanía Alimentaría. Por eso  la señora Coral Calvo, coordinadora local de la Asociación para la Naturaleza y el Desarrollo Sostenible ANDES Cusco, explica lo  que significa la Soberanía Alimentaría y si existe diferencias entre este término y la Seguridad Alimentaría.

 

Soberanía alimentaria

La reivindicación de un cambio de modelo se reflejó en los debates sobre la soberanía alimentaria, un tema recurrente en el Foro Social Mundial de Dakar de principios de 2011. Organizaciones de agricultores, como Vía Campesina, insistieron en el necesario apoyo a la agricultura campesina y abogaron por la soberanía alimentaria. Aline, activista del movimiento campesino de Brasil, criticó así el agronegocio que se instauró en su país y que, en su opinión, "produce hambre, expropia a los campesinos y destruye el suelo".

 

Vía Campesina también denunció el fenómeno del "acaparamiento de tierras" en África y América Latina, especialmente por países árabes, China y fondos de inversión, con el objetivo de especular con las materias primas, lo que provoca la inseguridad alimentaria entre las poblaciones africanas.

 

 

 

.

 

 

La preocupación por la degradación del medio ambiente que requiere un cambio radical de los modelos de consumo y producción ha sido el tema dominante del Foro Social Mundial de Dakar. Fue simbólica la presencia del presidente de Bolivia, Evo Morales, el único jefe de Estado en funciones invitado por la organización. Si bien se resaltaron las contradicciones del modelo boliviano, que no ha abandonado el extractivismo, se celebraron los esfuerzos del país por introducir el concepto de "derechos de la naturaleza". Unas 45.000 personas procedentes de 1.200 organizaciones de 130 países participaron en la XI edición del Foro Social Mundial en la capital de Senegal.

 

Coral Calvo: “Soberanía Alimentaria un derecho para todos"

 

Para que las familias peruanas aseguren su seguridad alimentaria necesitan alimentos nutritivos y sobre todo que estén a su alcance. Pero existe otro término que no es muy conocido y va ligado a la Seguridad Alimentaria: La Soberanía Alimentaría. Por eso  la señora Coral Calvo, coordinadora local de la Asociación para la Naturaleza y el Desarrollo Sostenible ANDES Cusco, explica lo  que significa la Soberanía Alimentaría y si existe diferencias entre este término y la Seguridad Alimentaría.

 

Además menciona que la soberanía alimentaria para las comunidades se entiende como un derecho que tienen ellos para definir sus propias políticas que tengan que ver con alimentación.

Escuche la entrevista radial de la periodista Mayit Candela (CEPES)

“Coral Calvo” (14/03/2011)

[podcast]http://www.radiowebrural.com/radio/sites/default/files/02-coral_calvo_soberania.mp3[/podcast]

Más información en:
http://www.cepes.org.pe
http://www.facebook.com/CEPESRURAL
http://twitter.com/CEPES_RURAL
http://www.youtube.com/cepesperu
http://cepesrural.lamula.pe/
http://www.larevistaagraria.info/
http://www.radiowebrural.com

 

 

 

  

,

José Manuel Hernández: “Los candidatos no abordan el tema del desarrollo agrario”

 

El próximo 10 de abril se realizaran las elecciones presidenciales en nuestro país. Los candidatos están en campaña electoral  pero todavía no abordan en profundidad el tema del desarrollo agrario.

Al respecto, el ingeniero agrónomo José Manuel Hernández, especialista en temas agrarios,  plantea reorientar la política agraria para garantizar su desarrollo y reducción de la pobreza rural al 2021.

Escuche la entrevista radial de la periodista Nelly Rivera (CEPES)

 

.

.

“José Manuel Hernández” (14/03/2011)

[podcast]http://www.radiowebrural.com/radio/sites/default/files/esp_732_hernadez_pequena_agricultura.mp3[/podcast]

Más información en:
http://www.cepes.org.pe
http://www.facebook.com/CEPESRURAL
http://twitter.com/CEPES_RURAL
http://www.youtube.com/cepesperu
http://cepesrural.lamula.pe/
http://www.larevistaagraria.info/
http://www.radiowebrural.com

 

 

 

El Foro Social aboga por un nuevo modelo de consumo

Los ponentes defienden renunciar al crecimiento y desarrollo ilimitados

BENOÎT CROS DAKAR (SENEGAL) 12/02/2011

 

 

La capital de Senegal acogió la XI edición del Foro Social Mundial. AFP
La capital de Senegal acogió la XI edición del Foro Social Mundial. AFP 
Noticias relacionadas

La preocupación por la degradación del medio ambiente que requiere un cambio radical de los modelos de consumo y producción ha sido el tema dominante del Foro Social Mundial de Dakar que cerró ayer sus puertas tras una semana de talleres y asambleas.

 

En este sentido, fue simbólica la presencia del presidente de Bolivia, Evo Morales, el único jefe de Estado en funciones invitado por la organización. Si bien se resaltaron las contradicciones del modelo boliviano, que no ha abandonado el extractivismo, se celebraron los esfuerzos del país por introducir el concepto de "derechos de la naturaleza".

Unas 45.000 personas procedentes de 1.200 organizaciones de 130 países participaron en la XI edición del Foro Social Mundial que se celebró esta semana en la capital de Senegal.

 

Reivindican la soberanía alimentaria frente al agronegocio

 

La escritora canadiense Naomi Klein calificó de "espantosas" las tecnologías que pretenden impedir el cambio climático y apeló a un "cambio de relato". "Nos cuentan siempre las mismas historias sobre nuestra capacidad de salvar el planeta, nos dicen que no tenemos que lidiar con las consecuencias de nuestros actos ya que siempre habrá una solución", dijo la activista canadiense, que criticó así la llamada "economía verde".

 

Carles Riera, uno de los organizadores del Foro, abogó por "renunciar a los paradigmas del crecimiento y del desarrollo ilimitados" como vector de felicidad y de relaciones humanas. "Hay que apostar por el crecimiento de los bienes comunes, como las energías renovables, la educación, y el decrecimiento de los que no benefician a todos", dijo.

 

Las asambleas de movimientos sociales sirvieron para fijar una agenda común sobre esta cuestión. Las entidades se comprometieron a actuar durante la conferencia de Durban sobre cambio climático que se celebrará este año y la cumbre sobre desarrollo sostenible de 2012.

Evo Morales explicó su defensa de los derechos de la naturaleza

Soberanía alimentaria

La reivindicación de un cambio de modelo se reflejó en los debates sobre la soberanía alimentaria, un tema recurrente en Dakar. Organizaciones de agricultores, como Vía Campesina, insistieron en el necesario apoyo a la agricultura campesina y abogaron por la soberanía alimentaria. Aline, activista del movimiento campesino de Brasil, criticó así el agronegocio que se instauró en su país y que, en su opinión, "produce hambre, expropia a los campesinos y destruye el suelo".

Vía Campesina también denunció el fenómeno del "acaparamiento de tierras" en África y América Latina, especialmente por países árabes, China y fondos de inversión, con el objetivo de especular con las materias primas, lo que provoca la inseguridad alimentaria entre las poblaciones africanas.

 

Las revueltas árabes fueron un tema extraoficial muy comentado

 

Las revueltas en el mundo árabe también fueron un tema importante, a pesar de que los temas de los talleres se habían decididos anteriormente. Por eso, no hubo ninguna actividad específicamente dedicada a estas revueltas.

Para Esther Vivas, investigadora de la Universitat Pompeu Fabra de Barcelona y ponente en Dakar, la importancia de las revueltas para las luchas sociales es que rompe "la idea transmitida por los que detentan el poder según la cual no hay alternativa". Fathi Chamki, militante tunecino del Comité para la Anulación de la Deuda del Tercer Mundo, opinó que "se están escribiendo las primeras páginas de las revoluciones del siglo XXI". Los movimientos sociales decidieron celebrar una jornada mundial de apoyo a las revueltas árabes el 20 de mayo.

Los derechos de los migrantes fueron otro tema clave del Foro. Se difundió la Carta Mundial de los Migrantes que pide el derecho a la libre circulación y reclamaron que los migrantes gocen de los mismos derechos que los ciudadanos que viven en el país donde se establecen.

 

http://www.publico.es/internacional/360961/el-foro-social-aboga-por-un-nuevo-modelo-de-consumo

 

 

 

,

 

.

Compartir este post
Repost0
14 marzo 2011 1 14 /03 /marzo /2011 17:43

 

LOS POBRES SON EL NEGOCIO DE LOS NEGOCIOS

 

Un superlíder de Ashoka: Hernando de Soto: Al igual que en Avina, que cuenta entre sus filas como socio-líder a Gustavo Grobocopatel, llamado en Argentina “el rey de la soja transgénica”, Ashoka cuenta en las suyas con Hernando de Soto, famoso economista neoliberal, desde 2007. Hernando de Soto ha sido asesor de Fujimori, ha representado al Perú en las negociaciones del Tratado Libre Comercio (TCL) con EEUU y ha intervenido en los acontecimientos de Bagua (Perú), en la línea del presidente Alan García, recomendando la privatización de los bienes comunes de los indígenas. La estrategia es la INTRUSIÓN DEL GRAN CAPITAL FILANTRÓPICO EN LOS MOVIMIENTOS SOCIALES, bajo la premisa de “hacer negocio con los pobres; “los pobres son el negocio de los negocios”

 

Ashoka por sí misma. La intrusión del gran capital filantrópico en los movimientos sociales
24/09/10 Por Paco Puche

Paco Puche analiza en profundidad en este artículo a la Fundación Ashoka, para consolidar su tesis de que, al igual que sucede con una institución homóloga, Avina, es una organización que bajo una apariencia benéfica está al servicio de las grandes empresas capitalistas y está especializada en recopilar información sobre reformadores sociales “con vistas a hacer, a la vez, más negocios y de camino eliminar las resistencias. Están intentando la cuadratura del círculo: ser, simultáneamente, saqueadoras y benefactores de sus damnificados”.

Pero en este creciente auge del simulacro sobre lo real, fundamental para las nuevas formas de ejercer y legitimar el poder, juega un papel clave la industria de la comunicación, ‘Public Relations’… Una actividad que se especializa en la “ingeniería del consenso” como forma de ampliar mercados y crear un clima político-social propicio a la expansión de las grandes empresas, al tiempo que se ayuda también a desactivar y vencer las resistencias. Una actividad de promover el ‘Bussines as Usual’ muy amplia que va desde el fomento del patrocinio, la filantropía corporativa, la promoción de grandes eventos y la proyección de marcas hasta la llamada responsabilidad social y ambiental corporativa. - Ramón Fernández Durán [i]

 

http://www.ecoportal.net/Temas_Especiales/Economia/ashoka_por_si_misma_la_intrusion_del_gran_capital_filantropico_en_los_movimientos_sociales

 

El texto de Fernández Durán, que abre este artículo, nos da las claves para situar el cómo opera el poder de las grandes empresas en la actualidad con vistas a hacer, a la vez, más negocios y de camino eliminar las resistencias. Están intentando la cuadratura del círculo: ser, simultáneamente, saqueadoras y benefactores de sus damnificados.

En la actualidad, el capitalismo que se precie necesita de muchas “relaciones públicas”, de abrir nuevos mercados de la mano de asociaciones locales que le hagan propicia su entrada, desactivar las resistencias de los damnificados y activistas anticapitalistas, desprestigiar al Estado (no anularlo pues ha de salvarlo de las crisis y mantener “la chusma a raya” como diría Chomsky), legitimar a las grandes empresas y a los ricos con sus obras filantrópicas… y seguir con los negocios como es habitual, es decir intentando las máximas ganancias y convirtiendo todo en economía de mercado, incluidos los bienes públicos y los comunes. Privatizar a marchas forzadas.

El caso de la Fundación Ashoka (como el de su homóloga Avina [ii]) nos servirá de ejemplo para ratificar la tesis de Ramón Fernández Durán.

Y vamos a seguir un procedimiento que, principalmente, va a consistir a dejar “hablar” a la propia entidad filantrópica de sí misma.

.

Qué pretende Ashoka

.

Se define como una fundación sin ánimo de lucro, fundada en 1981, cuya misión consiste en “dar a conocer la profesión de empresario social (…) que es la de aquella persona que utiliza todas sus habilidades para producir un cambio social (ver).

Su visión y estrategia se sostiene sobre tres columnas, según podemos leer en el hipervínculo anterior: “1) Ashoka invierte en sus empresarios sociales o “fellows”, financiera y profesionalmente, para ayudarles a que sus ideas cristalicen en un cambio social tangible y alcanzable en campos como la educación, el medio ambiente, la salud, los derechos humanos, el desarrollo económico y la participación ciudadana. 2) Ashoka promueve el empresariado grupal, o agrupaciones de empresarios que trabajan en áreas similares y que se enfrentan a retos parecidos. 3) Ashoka trabaja para desarrollar, en las diferentes regiones donde actúa, programas innovadores capaces de crear y mejorar la arquitectura global del sector social”.

O de forma más sencilla, Ashoka trabaja en tres niveles. En primer lugar en el apoyo financiero y profesional al emprendedor social en todo su ciclo de vida. En segundo lugar para reunir a las comunidades de emprendedores sociales y difundir y potenciar sus efectos. Por último, ayudar a construir la infraestructura y los sistemas financieros necesarios para apoyar el crecimiento del sector ciudadano y facilitar la difusión de la innovación social a nivel mundial (ver).

El punto de partida es el de los individuos a los que selecciona y con los que establece un contrato de colaboración remunerado (“Ashoka no apoya proyectos sino a personas”). Aunque dice que no pacta con las organizaciones, sí que vincula a sus asociados a los proyectos organizativos por los que han sido seleccionados (ver). Posteriormente establecen reuniones y redes entre los emprendedores (lo que llaman programa E2, de emprendedor a emprendedor) y trata de hacer “franquicias” con sus ideas por todo el mundo, en un ambiente y lenguaje empresarial. Para ello cuenta también con una red de emprendedores de negocios por todo el orbe que apoyan a la de emprendedores sociales.

Según Bill Drayton, fundador y director ejecutivo de Ashoka, “la colaboración entre las empresas y los emprendedores sociales pueden crear y ampliar los mercados a una escala no vista desde la Revolución Industrial. Estos mercados alcanzarán a todos, pero especialmente a los 4 mil millones de personas que todavía no forman parte de la economía formal del mundo. (…) La colaboración entre empresas y organizaciones de la sociedad civil ha llegado a un punto de inflexión: se está convirtiendo en un procedimiento operativo estándar. De hecho, creemos que si usted no está pensando en esa colaboración pronto será culpable de una conducta estratégica incorrecta” (ver). (Harvard Bussines Review, 2010)

En la misma línea, María Calvo directora de la entidad en España, dice que “Ashoka conecta a emprendedores sociales y empresarios para construir un ecosistema de iniciativas que respondan a las crecientes demandas sociales” [iii].

Bases ideológicas

Toda esta nueva retórica de emparentar a empresarios con activistas sociales está bien recogida en dos documentos ideológicos, de otras entidades, que perfilan este nuevo rol que se quiere asignar, desde el capitalismo, a ONGs y movimientos sociales.

Uno es el titulado “Las ONG del siglo XXI. En el mercado por el cambio” (ver), aparecido en 2005, realizado entre otros por el Glogal Compat de NNUU, patrocinado por multinacionales y difundida en castellano por la Fundación Ecología y Desarrollo (ECODES) con la financiación de Avina. En él se concluye que las ONG “deben darse cuenta que los mercados son fundamentales para su futuro. Los mercados se están convirtiéndose en canales legítimos para el cambio social”.

Es el modelo en el que la economía monetaria rige la vida social y política y en el que la continuación del modelo empresarial, tal como es usual, es la única perspectiva de cambio. Implica que el capitalismo no tiene alternativa y que los negocios capitalistas (en la búsqueda del máximo beneficio) son la clave de la vida social. Es el paso de las sociedades con mercado a las sociedades de mercado.

El otro es el documento elaborado en 2007 por el World Resources Institute (WRI), con la colaboración del Banco Mundial, que se titula “Los siguientes 4 mil millones. Tamaño de mercado y estrategia de negocios en la base de la pirámide” (ver). Un documento con este nombre no podía dejar de ser patrocinado por las grandes transnacionales. En efecto, entre otras empresas, aparecen la Shell, Microsoft, Intel y Visa.

Sus descubrimientos ya nos empiezan a sonar. Dicen: “Cuatro mil millones de personas de bajos ingresos, la mayor parte de la población del mundo, constituyen la base de la pirámide. Nuevas mediciones empíricas de su poder de compra agregado y su comportamiento como consumidores sugiere oportunidades significativas para satisfacer sus necesidades a través de estrategias de mercado, aumentar su productividad e ingresos y facilitar su entrada en la economía formal”.

Esta es la cantinela que se repite por doquier: “hacer negocio con los pobres; “los pobres son el negocio de los negocios” (ver) y por tanto “los ricos tienen el legítimo derecho a hacerse más ricos” de resultas de esta pretendida subida de la marea que va a elevar a todos, chicos y grandes.

Estos documentos salieron antes de la gran crisis global en la que estamos y en la que lo único que se ha corroborado es que los ricos se están haciendo más ricos y los pobres más pobres.

Así pues, la retórica de Ashoka coincide a la perfección con la de los think tank del gran capital y, en general, de la economía neoliberal.

La retórica del cambio

Todo se encubre (función mistificadora y de lavado verde-social) en una retórica que bien vista está vacía de contenido.

El pasado enero y febrero (ver), coincidiendo con el Foro Social Mundial en Madrid, aparecieron en algunas ciudades grandes carteles propagandísticos de la Fundación Ashoka. En él se podía leer como lema de la entidad aquello de que “todos podemos cambiar el mundo”. Es una retahíla que repiten continuamente en sus escritos. El libro “oficial” de la Fundación, escrito por David Bornstein (que forma parte de la directiva de una curiosa entidad derivada de Ashoka llamada “Atlas Service Corps”), tiene por título “Cómo cambiar el mundo” [iv]

Esa retórica prometéica está vacía de contenido ¿Hacia dónde el cambio? ¿En qué dirección y en qué sentido?

Si uno recuerda unas coordenadas cartesianas sabe que hay una dirección horizontal (abcisas) y otra vertical (ordenadas), y que a la derecha de las primeras es positivo y a la izquierda negativo, igual ocurre con las ordenadas, hacia arriba es positivo y negativo hacia abajo, todo relativo al punto de cruce u origen de coordenadas. Y entre esas cuatro direcciones y sentidos hay cuatro espacios intermedios en los que pueden discurrir las los puntos, las líneas o las superficies. Igual en el espacio tridimensional.

Y es que podemos cambiar a peor, a mucho peor. Como dice Wolin [v]: “El progreso representaba un cambio constructivo... pero a partir de la segunda mitad del siglo XIX el cambio se convirtió en una empresa privada, imposible separar de la explotación y el oportunismo; éste implicaba una búsqueda incesante de todo cuanto pudiese explotarse, todo, desde la religión y la política hasta el bienestar humano... el cambio se convirtió rápidamente en estrategias premeditadas de maximizar beneficios”. Este parece el caso de Ashoka

Podemos cambiar ‘lampedusianamente’: “es necesario que algo cambie para que todo siga igual”. Este tipo de cambio también se le puede aplicar a Ashoka: retórica biensonante y negocio inclusivo al canto. No hay alternativas.

Y se puede cambiar hacia otro mundo posible, anticapitalista y verdaderamente sustentable, lejos de la retórica empresarial y de mercado total. En dirección distinta a la de las filantrópicas del gran capital y con otro sentido.

Desde la geometría del cambio, Ashoka apuntaría al favorecimiento del Norte rico mientras los movimientos sociales lo harían hacía el Sur empobrecido. E igualmente Ashoka se situaría en el eje vertical (socios-líderes carismáticos que mueven a las masas) y los movimientos antisistémicos se colocarían en el eje horizontal (de democracia asamblearia).

Ashoka, ¿filantrópica del gran capital?

Nacida en 1981, cuenta en la actualidad con unos dos mil quinientos socios emprendedores en cerca de 70 países, a los que ha financiado, al menos durante tres años, con un sueldo o estipendio mensual que puede alcanzar los 1.500 euros/mes. Por este renglón ha tenido que desembolsar alrededor de 135 millones de euros, en sus 29 años, a lo que habría que añadir el staff permanente y el asesoramiento que tienen por todo el mundo. Cantidades importantes para quién no tiene fuentes de financiación propias como Avina. Por eso se alían con grandes empresas para su financiación.

Una alianza estratégica esencial: con la Fundación (ver) Avina

Desde que 1993 hacen esta alianza, comparten ideología - “Ashoka no tiene un coemprendedor o aliado más cercano y duradero que Avina” (ver), comenta su fundador Drayton-; comparten socios líderes; comparten personas en las direcciones internacionales, por ejemplo Anamaría Schindler ocupa a la vez la co-presidencia de Ashoka y es miembro de la Junta directiva de Avina; han acordado “múltiples formas de colaboración local y global”, agendas compartidas y están juntas también en los llamados “negocios inclusivos”, en los que “las organizaciones de la sociedad civil colaboran con empresas para generar nuevos negocios rentables y con impacto social”.

Avina ha financiado, hasta 2007, “a más de 400 emprendedores sociales que se han convertido en parte integral de la red de Ashoka”.

La Fundación Avina obtiene su fuente de financiación del patrimonio de Stephan Schmidheiny, un magnate suizo que ha hecho gran parte de su fortuna (una de las 354 más grandes del mundo) del negocio del amianto (ver). En 1985 la familia suiza Schmidheiny, aliada con la belga Emsens, dominaban el 25% de todo el amianto-cemento producido en el mundo Un cálculo fiable cifra en 10 millones [vi] de personas las que habrán muerto a causa del amianto, contando desde el principio del siglo XX hasta 2030. Por eso su responsabilidad respecto a muchas de esas muertes es más que moral. En estos momentos se celebra en Turín el macrojuicio denominado del “genocidio del amianto” en la que el citado magnate es demandado por cerca de 3000 personas, dos mil de ellas ya fallecidas, y en donde se les piden indemnizaciones multimillonarias y, además, el fiscal ha solicitado cerca de 13 años de cárcel para el máximo responsable, algo a lo que los grandes poderosos no están acostumbrados dada su habitual impunidad. Por eso, ahora, Avina está en semiletargo en España y Latinoamérica, pero no así Ashoka.

En un trabajo reciente, se ha denominado la “triple A” (ver) al consorcio Amianto-Avina-Ashoka, en el que se analizan sus concatenaciones y corresponsabilidades. Va a resultar difícil para las organizaciones que han cedido su imagen, a través de sus socios cooptados y financiados por estas filantrópicas, desprenderse en alguna medida del polvo mortal del amianto.

Alianzas con grandes empresas multinacionales

Son significativas las que tiene Ashoka con tres grandes empresas (ver) que le sirven de apoyo: Mc Kinsey, la empresa líder mundial de consultoría de gestión, Hill&Knowlton, una de las principales empresas de relaciones públicas del mundo y Latham y Watkins, con más de 2.000 abogados en 26 oficinas de todo el mundo. Como se ve por todo lo alto, lo que por si solo justifica ese denominación de “filantrópica del gran capital”.

Para buscar financiación y proyectos comunes, se alía con las grandes empresas y fundaciones del mundo: por ejemplo con la UBS (Unión de Bancos Suizos) (ver) para buscar y conceder premios a los visionarios, como les llama, y que está dirigida básicamente a los miembros de su propia red de emprendedores sociales, y que trata, como dicen, de despegar hacia una senda de crecimiento de alto impacto. Se adivina, además, un intento de repescar a los emprendedores sociales becados que han terminado su contrato.

Se alía a la multinacional petrolera (ver) ExxonMobile para conceder premios en concursos de ideas innovadoras. Esta es la empresa que ha causado el mayor derrame de petróleo en la historia en Alaska que según Greenpeace aún continúa contaminando seres vivos.

.

Con Coca-Cola (ver) para buscar ideas innovadoras en las crisis del agua.

Con la banca Goldman Sachs, uno de las entidades financieras más importantes del mundo, de la que obtienen financiación.

Dicen de sí mismos: “Entre nuestros aliados estratégicos se encuentran, Bill& Melinda Gates Foundation, Robert Wood Johnson Foundation, Habitat for Humanity, Knight Foundation, National Geographic, Hewlett Foundation, Nike, Citi, y Rockefeller Foundation”

Esta alianza tiene especial importancia pues se obtiene financiación para proyectos de desarrollo rural sostenible en África la India.

El AGRA es la alianza entre la FAO y las Fundaciones Bill y Melinda Gates (ver) y Rockefeller para una nueva “revolución verde en África”. En ella no se habla de transgénicos pero sí de introducir semillas de alta tecnología [vii] con sus patentes incorporadas que sustituirán a las tradicionales. Monsanto, la multinacional que domina el 90% del mercado de las semillas transgénicas del mundo, y una parte importante de las otras semillas, presume de que se ha unido a la fundación Gates para desarrollar semillas tolerantes a las sequías. Las relaciones de ambas transnacionales son muy buenas, no en vano, en 2006, el vicepresidente de la multinacional (ver) Monsanto se unió a la fundación Gates, y el pasado mes de agosto la citada fundación ha invertido 20 millones de dólares en la compra de 500.000 acciones (ver) de Monsanto.

La alianza de 2009 entre Ashoka y la fundación Gates para África e India esta destinada a “elegir a más de 90 emprendedores sociales que difundirán prometedoras innovaciones para ayudar a salir de la pobreza a pequeños agricultores” (ver).

La Vía Campesina (ver) y la “filantropía” realmente existente

El pasado 10 de septiembre, la Vía Campesina (ver), entidad que coordina a más de 150 organizaciones miembros en 70 países de todo el mundo, emitió un comunicado de prensa en el que denuncia la compra de acciones de Monsanto por parte de la Fundación Bill y Melinda Gates.

El comunicado afirma que “desde 2006 esta Fundación ha colaborado con la Fundación Rockefeller, entusiasta promotora de cultivos transgénicos para los pobres del mundo, para implementar la Alianza de una Revolución Verde en África (AGRA), la cual está abriendo el continente a la semilla transgénica y a sustancias químicas vendidas por Monsanto, Dupont y Syngenta (…) En Kenya alrededor del 70% de los recipientes de fondos de AGRA trabajan directamente con Monsanto y sobre 100 millones de dólares en donaciones se han dado a organizaciones kenyanas conectadas a Monsanto”.

Como resultado “la Fundación Gates continúa empujando los productos de Monsanto los pobres, a pesar de la creciente evidencia de los peligros ecológicos, económicos y físicos de los cultivos transgénicos”. Concluye el comunicado diciendo, en palabras de su coordinador general en Jakarta, Henry Saragih, que “la Vía Campesina condena este desvío de la ayuda humanitaria con fines comerciales y esta privatización de las políticas alimentarias”.

Una mirada hacia dentro de la Fundación Ashoka

Su estructura de dirección se compone de un equipo de liderazgo y una junta directiva, en ambas domina la presencia del fundador Bill Drayton, que como otros directivos, procede de la consultora McKinsey & Co, una de las empresas aliadas de Ashoka. El fundador también es presidente de otra organización llamada Youth Venture, uno de cuyos miembros, Scout Beale, fundó en 2006 una ONG llamada Atlas Service Corps, dedicada a conceder becas a jóvenes para una estancia de tres años en EEUU y recibir formación en sectores no lucrativos.

Pues bien en sus órganos directivos (ver) junta de gobierno y consejo (ver) asesor compuesto de 18 personas, cuatro pertenecen a Ashoka (incluido su fundador Drayton), tres trabajan, o lo han hecho, en el Departamento de Estado de EEUU, una en el Departamento de Defensa, una para las compañías de defensa, una para la banca J.P. Morgan, una en la OEA, una para la Dupont y otra ha trabajado en el Banco Mundial.

Como se ve unos currículos muy ligados a las grandes empresas y al gobierno de los Estado Unidos, país de origen de Ashoka.

Un superlíder de Ashoka: Hernando de Soto

Al igual que en Avina, que cuenta entre sus filas como socio-líder a Gustavo Grobocopatel, llamado en Argentina “el rey de la soja transgénica”, Ashoka cuenta en las suyas con este famoso economista neoliberal, desde 2007.

Ha sido asesor del ex presidente peruano Fujimori, ha representado al Perú en las negociaciones del Tratado Libre Comercio (TCL) con EEUU y ha intervenido en los recientes acontecimientos Bagua (Perú), en la línea del presidente Alan García, recomendando la privatización de los bienes comunes de los indígenas. Su Fundación ha recibido de los gobiernos canarios y español, en los últimos años, una subvención de 700.000 euros para hacer un prediagnóstico de la situación de la economía (ver) informal de Senegal, Mali, Níger y Cabo Verde.

Su filosofía es que los problemas del capitalismo se resuelven con más capitalismo y que hay que dividir los bienes comunes y colectivos y dar títulos de propiedad que puedan servir para entrar en la economía bancarizada. Es lo que llama “integrar a los parias en el capitalismo” y explica que “los pobres son pobres porque no tienen registro de propiedad”.

Los movimientos alternativos rechazan su presencia. En 2005, la Vía Campesina pidió la sustitución de De Soto en la Comisión sobre potenciación legal de los pobres que se iba a presentar en NNUU. Decían también que “nos oponemos a que las políticas e ideología de Hernando de Soto sean la base de la comisión”.

Ashoka ha cooptado a de Soto para su Academia Global, que es esa alta instancia de la fundación formada por unos cuantos líderes mundiales que proporcionan orientación conceptual y de representación para sus emprendedores sociales (esta institución incluye también al célebre banquero de los microcréditos Yunus y al fundador de Transparencia Internacional, Peter Eigen).

La importancia de la información y la imagen

En la entrevista realizada al periodista Gabriel Sánchez, aparecida recientemente en “redes cristianas”[viii], el entrevistado argumenta a favor de la unión de todos los damnificados de la siguiente manera:

“-En la Unión de Asambleas Ciudadanas (de Argentina) desarrollamos una actividad de relación lo más amplia posible. Con reservas, por supuesto. Hay ciertas ONGs transnacionales con las que no aceptamos compartir, ni siquiera en eventos masivos, y que nos merecen el mayor de los cuidados.

- ¿Por ejemplo?

- Por ejemplo Avina.

- ¿Y por qué razones?

- Porque Avina viene desarrollando una actividad de concentración de la información que generan las personas más destacadas en estas luchas. Se preocupa por obtener contacto y lograr influencia sobre los líderes principales en este campo, a los que tratan de atraer de mil maneras, con una finalidad que no compartimos. Reúnen masas de información detallada y preciosa, de áreas, de sitios, de organizaciones, nombres de personas, en una tarea que se parece mucho a la de un servicio de inteligencia”.

Y disponen de esa información de una manera que escapa completamente a nuestro control y sin que quienes brindan la información tengan participación alguna en cuanto a decidir quién tiene acceso a ella o para qué es usada. Teniendo en cuenta que se trata de una organización transnacional, esto es doblemente inquietante. Por otro lado, lo que no es menos grave, la última versión de Avina viene adornada con la pertenencia a la misma de Grobocopatel, que es uno de sus flamantes socios. Entonces, ¿cómo vamos a poder pelear contra el glifosato, por ejemplo -que es un veneno reconocido- si pertenece a la organización el rey del glifosato y uno de sus mayores defensores?"

Claramente, es el mismo planteamiento que puede trasladarse al comportamiento de su fundación hermana Ashoka.

Como cuenta Bornstein en su libro sobre Ashoka (Ver nota 2) “una de las primeras preocupaciones (de Drayton y su equipo) era que una organización especializada en recopilar información sobre reformadores sociales despertaría sospechas de tener que ver con la CIA o el KGB (p.39)”. Sin comentarios.

Riguroso proceso de selección de “emprendedores”

Todo lo anterior tiene sentido porque la cooptación de emprendedores pasa por un riguroso filtro (ver) de selección que consta de cinco fases:

1. nominación, a través de una red extensa de “nominadores” que son como antenas de Ashoka

2. presentación preliminar en donde se pide un resumen de su idea, que rellene un cuestionario y formalice su pretensión, y después se le hace una primera entrevista;

3. la evaluación de una segunda opinión en la que el candidato es sometido a una entrevista entre 3 y 7 horas;

4. panel de selección que es un equipo dirigido por un miembro de la junta directiva internacional, y que somete al candidato a una entrevista de al menos una hora

5. aprobación de la Junta Directiva Internacional que revisa cuidadosamente el perfil de cada candidato.

Al menos en algunos casos en el proceso de selección, nos consta que los meramente presentados han de autorizar formalmente “a utilizar mi nombre, fotos y contenido de mi presentación en materiales Ashoka y Changemakers, comunidad online de innovaciones sociales (… con ello) acuerdo que no voy a recibir una compensación monetaria (…) Fotos impresas y digitales no serán devueltas”, como cuentan ellos mismos.

Ashoka en España

En 2005 la organización mundial Ashoka lanza en España su programa de apoyo a emprendedores (ver) sociales.

Según su fundador, por el perfil de las personas que cooptan, su experiencia les dice que la posibilidad de encontrar a una persona de estas características es de una por cada 10 millones. Por eso cada año en España han seleccionado una media de cinco personas, y por tanto en la actualidad han pasado o están en ello, treinta emprendedores sociales, que han recibido un sueldo mensual de unos 1.500 euros durante tres años, para que puedan liberarse de sus ocupaciones habituales y dedicar todo su tiempo a desarrollar su proyecto. Con este procedimiento no hay más de unas quince personas que simultáneamente reciban el estipendio. Como cada año los emprendedores sociales, en su calidad de “nominadores” proponen, al menos, tres personas potenciales socios de Ashoka, como mínimo examinan a más de 50 líderes sociales, con ese perfil exigente que tienen establecido. Una fuente de información de primera calidad para una fundación extranjera que por sí sola no tendría nada que hacer a este respecto.

Operan a la manera del sistema endocrino cuando una hormona auténtica ha sido sustituida por una intrusa y sigue necesitando un receptor particular con el que acoplarse para ejercer su función. Como “hormona social” impostora, busca receptores locales en los movimientos sociales, a los que llama líderes-socios o emprendedores sociales y que sigilosa e inevitablemente, produce los consabidos trastornos de confusión, división y anestesiamiento de los mismos.

Se registró en España el 25 de octubre de 2003, como se puede ver el BOE (ver) correspondiente. Se inscribe como fundación cívica. Los patronos son: Carlos Muñana que es un especialista en inversiones internacionales y que ha pasado la mayor parte de su carrera como director-gerente de la banca J.P. Morgan, en América Latina; Oliver Kayser, es Vicepresidente de Ashoka y ha trabajado mucho tiempo como director de la McKinsey&Co; la tercera es Valeria Budinich, vicepresidenta de Ashoka. María Zapata, la secretaria de la fundación, ha trabajado para la General Electric unos ocho años. Se repite la pauta de que los personajes con más poder dentro de la fundación que están, o han estado, vinculados a grandes empresas trasnacionales. Es el caso de Avina que, por ejemplo, el segundo de Schmidheiny, Brizio Biondi-Morra, fue gerente de la Du Pont para Europa. Es el gran capital claramente el que organiza y suministra las ideas a estas fundaciones.

En España han penetrado en diversos sectores de la sociedad, pero lo preocupante para los movimientos alternativos (como asociaciones en defensa del agua, plataformas para el desarrollo rural, banca ética, etc.) es que han penetrado también en ellos, bien Ashoka o bien Avina, que viene a ser lo mismo.

Aviso a los movimientos sociales

La cuestión que se plantea a los movimientos sociales alternativos es que algunos de sus líderes se están dejando cooptar con cierta facilidad. En poco tiempo, menos de diez años, Avina y Ashoka han penetrado en movimientos alternativos de agua, rurales, ecologistas, de derechos humanos, banca ética, etc. Y, aunque, unos y otros sostengan el carácter individual de sus compromisos, el hecho es que las organizaciones por las que les han financiado han quedado afectadas por estas fundaciones. No en vano siempre que aparece un socio-líder o un emprendedor social aliado a estas fundaciones, aparece el nombre de la organización de la cual es líder.

Hasta ahora ninguna de las asociaciones concernidas ha hecho, que sepamos, reclamación alguna al uso que Ashoka hace de sus siglas, sin su permiso en muchos casos. Las asociaciones que conozco en las que alguno de sus socios han pasado por Avina o Ashoka no han recibido permiso alguno, ni decisión de la asamblea correspondiente, para que estas fundaciones usen su nombre. Alguien debería pedir responsabilidades.

(Una reflexión: No habría estos problemas si no hubiese líderes carismáticos, sólo direcciones comunes y democracia asamblearia. Pero así, sostienen los empresarios capitalistas no se puede llevar una empresa. Y estamos tratando con fundaciones del gran capital que tratan convertir a cualquier clase de organización en una empresa).

Cuando los contratos de tres años con Ashoka terminan la gente se queda como los políticos profesionales, que han perdido parte de sus vinculaciones profesionales. Por eso Ashoka sigue ofreciendo la red a sus ex contratados e inventa otros medios para dar continuidad a aquellos líderes que siguen siendo de su interés. La experiencia nos dice que los líderes pasados por Avina o Ashoka, al final de su contrato, terminan sin la menor crítica a estas fundaciones e incluso dando las gracias por los servicios prestados y haciendo votos de seguir en las redes, descubiertas en ese tiempo de estancia en las filantrópicas.

Sería pertinente por parte de los movimientos sociales alternativos una resistencia [ix] o defensa propia para que no se introduzcan entre nuestras filas. Es necesario que nos planteemos con seriedad qué está pasando que ni siquiera lo hemos advertido y, partir de estas experiencias, reflexionar con quién nos aliamos y cómo nos financiamos.

Como muchos analistas están ya viendo, se está produciendo una alianza entre algunas ONGs y multinacionales para salvar el capitalismo, lo que ha sido denominado “las incestuosas relaciones de las ONG y las transnacionales” (ver).

Con un mundo en quiebra ecológica y moral a causa del capitalismo, no debe estar permitido a los movimientos sociales la menor alianza con el mismo. www.ecoportal.net

Paco Puche - Librero y ecologista - España - Colaborador de la Revista El Observador - www.revistaelobservador.com - Setiembre de 2010

Para más información, puede consultar el Informe Avina (ver) realizado por Paco Puche

Referencias:

[i] Fernández, R. (2009). La tercera piel. Sociedad de la imagen y conquista del ama, Rebelión 15.07.2009

[ii] Puche, P (2009). “El caso de Avina , Ashoka y otras entidades filantrópicas (Aviso para los movimientos sociales)”, El Observador marzo 2009

[iii] En, http://www.slideshare.net...

[iv] Bornstein, D. (2005), Cómo cambiar el mundo. Los emprendedores sociales y el poder de las nuevas ideas., Debate.

[v] ”Sheldon S. Wolin, Democracia S.A., 2008, Katz Editores.

[vi] En, http://www.proceso.com.mx/rv/modHome/detalleExclusiva/81610

[vii] Shand, H. (2008). “ Privatizar la asistencia como estrategia de mercado” Grupo ETC

[viii] http://www.redescristianas.net...

[ix] Puche, P. (2010). “Amianto, una fibra mortal e invisible”, Ecologista, nº 66, otoño 2010

 

 

 

 
 .

.

.

 

 

Stephan Schmidheiny, contaminador en Europa y filántropo del ecologismo en América Latina, financia a Avina, que a su vez financia a Ashoka, fuente de ingresos de líderes conservacionistas en España

.

.

   

El informe AVINA & ASHOKA plantea un debate sobre los límites éticos de las alianzas y los fondos de las organizaciones y de los líderes ecologistas

.

avina17/03/09. Medio Ambiente. Las repercusiones de la publicación del INFORME sobre las fundaciones Avina y Ashoka realizado por el miembro de la Coordinadora Malagueña de la Nueva Cultura del Territorio, Francisco Puche, y publicado por EL OBSERVADOR / www.revistaelobservador.com no se han hecho esperar a uno y otro lado del Atlántico. Las entidades cuestionadas junto a destacados líderes ecologistas nacionales y andaluces han expresado su opinión sobre la cuestión que pone sobre el tapete el devastador informe; los límites que deben tener las alianzas y la financiación de las organizaciones y de los líderes sociales y ecologistas. Hablan Antonio Viñas, Jerónimo Aguado, Leandro del Moral, Francisco Puche…
 
RECORDEMOS que el dossier analiza las polémicas actuaciones del multimillonario suizostefan_schmidheiny.jpg Stephan Schmidheiny, quien a la luz de lo expuesto conjuga el capitalismo y la explotación salvaje de la naturaleza bajo el gran paraguas de legitimidad que le otorgan sus actividades filantrópicas y pretendidamente desinteresadas en defensa del medio ambiente, para lo cual utiliza las dos instituciones citadas: Avina y Ashoka junto a otras entidades. Así, los gigantescos negocios de privatización de los sistemas públicos de gestión de agua, explotaciones madereras a gran escala con fertilizantes y pesticidas tóxicos, la comercialización de materiales cancerígenos como el amianto, se esconden y confunden con actuaciones de defensa de la naturaleza.
 
 LA reacción de la Fundación Avina, requerida la semana pasada a su director de comunicación ashokaMario Salimón por correo electrónico, no ha llegado todavía. Sí que lo ha hecho la Fundación Ashoka. Su directora de comunicación, María Calvo, confirma que la relación entre ambas entidades continúa vigente en 2009 en América Latina, donde Avina es desde 1993 socio patrocinador de Ashoka. Calvo evita comentar el informe -“resultaría estéril, no tiene hechos probados”- y subraya que los fondos de la institución provienen en su totalidad del sector privado, “un 45% de emprendedores de negocios, un 25% de fundaciones, un 20% de contribuciones individuales y el 10% son cuotas”. También recalca que Ashoka apoya económicamente “a personas, no a organizaciones” y no se entromete jamás en los proyectos de estas personas, que denomina socios-líderes.
 
 SIN embargo, en la página web de esta institución junto a los líderes-socios que Ashoka financia figuran las organizaciones asociadas, entre ellas, la Universidad Rural Paolo Freire (URPF) cuyas actividades también se desarrollan en Málaga, concretamente en la Serranía de Ronda. A este respecto, el secretario de URPF y responsable en la comarca de Ronda de esta organización, Antonio Viñas, afirma contundentemente: “Es falso que la URPF esté financiada por Ashoka, no hay ninguna relación financiera ni constancia documental que acredite una subvención a la institución en ningún momento”. Viñas sostiene también que es “malo que se reciba dinero de esta clase de fundaciones” y lamenta que estos vínculos hayan salido a la luz pública.
 
 EL socio-líder de la Universidad Rural Paolo Freire al que Ashoka financia es Jerónimo Aguado, quien impulsa un proyecto de repoblación en Amayuelas de Abajo (Palencia). Aguado sale ayer en defensa de esta fundación. “He leído el informe y estoy de acuerdo en que el Capital con jeronimoaguado_ashokamayúsculas quiere aterrizar en otros sectores como las energías renovables o las organizaciones ambientales. Sin embargo, no me atrevería a dar una opinión sobre el proceder de Avina. Desconozco si son ciertas las afirmaciones que se dicen en el informe. En lo que respecta a Ashoka, creo que no existen tales vinculaciones. Mi experiencia con ellos es muy positiva porque no recibo presiones y me permite seguir con mi causa, que no es otra que la de proponer otros modelos de desarrollo”. En este mismo sentido, Aguado asegura que prefiere esta vía de financiación a las subvenciones públicas que siempre “conllevan presiones”. Aguado también quiso desvincular a la URPF de su proyecto incidiendo en que la financiación “es al emprendedor y no a la institución”.
 
OTRO de los líderes sociales que patrocina Ashoka es el malagueño Antonio García Domínguez, quien encabeza una Asociación de Hombres por la Igualdad de Género.
 
 PARA el actual presidente de la Fundación Nueva Cultura del Agua (FNCA), Leandro del Moral, la financiación que recibió en España durante dos años esta entidad de Avina fue de “una francisco_puche.jpgmínima importancia y en ningún caso condicionante”. No obstante, Del Moral ratifica que el informe de Francisco Puche -uno de sus miembros destacados- ha servido para que esta clase de alianzas no se reproduzcan en el futuro ya que “desconocíamos el origen de estos fondos”. De igual manera, para el doctor en Geografía de la Universidad de Sevilla este episodio ratifica su opinión de que la actividad de la FNCA debe circunscribirse a España ya que el “ámbito latinoamericano desborda nuestra capacidad de actuación”. Han sido precisamente las vinculaciones con Avina del ex presidente de la FNCA, Pedro Arrojo, y sus apariciones públicas en varios países de América Latine las que han sido duramente censuradas en foros ecologistas latinoamericanos.
 
 TANTO unos como otros de los consultados para elaborar esta información coinciden en apuntar la necesidad de abrir un debate sobre los límites y las alianzas que deben tener tanto las organizaciones sociales y ecologistas como sus dirigentes. En este sentido, el propio autor del informe, Francisco Puche, sostiene que el dossier no está dirigido a ninguna asociación concreta sino que es “una información dirigida a los movimientos sociales, a modo de aviso”.

PUEDE ver aquí otras noticias relacionadas:
- 10/03/09 Pedro Arrojo pide en una carta abierta que se le desvincule de Avina tanto a él como a la Fundación Nueva Cultura del Agua (FNCA)
- 06/03/09 Los lazos de Pedro Arrojo con la Fundación Avina desacreditan en América Latina la labor de la Fundación Nueva Cultura del Agua
- 05/03/09 Un explosivo dossier desmonta la cara amable de dos gigantescas fundaciones, Avina y Ashoka, que bajo la bandera del ecologismo se controlan por algunos de los mayores contaminadores del planeta
-------------------------------------------------------------
.
.
.
Mil Millonarios – Stephan Schmidheiny

Edad: 60

Posición 2008: 288Billonarios Forbes

Fortuna: Heredada

Valor de dólares: 3.7 mil millones de dólares

Lugar de Nacimiento: Suiza

Empresa: Inversiones

Stephan Schmidheiny se convirtió en el presidente de la empresa de su papá, Eternit, en 1978, empresa que fabrica materiales de construcción.

En el 2003 donó mil millones de dólares para apoyar programas de desarrollo sustentable, programas educacionales y el manejo efectivo de recursos naturales.

La mayor parte de su riqueza está en un diversificado portafolio de acciones, bonos e inversiones privadas manejadas por profesionales. Le gusta coleccionar arte de pintores contemporáneos

 

 

stephan-schmidheiny

 

Compartir este post
Repost0
14 marzo 2011 1 14 /03 /marzo /2011 16:40

Invadiendo competencias ajenas, la llamada "Oficina Internacional de Migraciones" usurpando funciones de Contraloría del Perú posibilitó el PECULADO, la sobrevaluación y las "cortinas de humo" para los malos manejos de los dineros públicos en las obras civiles municipales durante toda la gestión del ahora presidenciable ex-alcalde de Lima Luis Castañeda Lossio.

La revelación la hizo la nueva alcaldesa de Lima, Susana Villarán, al informar de la auditoría realizada por la actual gestión de la municipalidad de Lima.

Cabe recordar que Luis Castañeda Lossio es entre otras cosas uno de los favoritos de Alan García, una de sus cartas bajo la manga, de la misma manera como lo es Keiko Fujimori, en quienes confía para que le guarden el puesto de Presidente del Perú hasta el 2016, ya que sueña con ser elegido por tercera vez y de esa manera tachonar 50 años de la vida política del Perú, al estilo de los autócratas gerontos de tiempos ya superados.               

  

Carlincaturas 10/03/2011

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.

 

"Consideramos además, que el mecanismo de utilizar a un organismo internacional como OIM para llevar a cabo procesos de selección y contratación de proveedores y

constructores, genera un grave problema de falta de transparencia y fiscalización en el gasto municipal. Lo que es más grave, bajo el argumento de que se trata de un organismo internacional, la administración anterior ni solicitó ni permitió que la Contraloría de la República pudiera auditar y fiscalizar estos procesos, tal y como lo ha señalado esta institución a la opinión pública. DE LAS 178 OBRAS REALIZADAS POR LA OIM, NI UNA SOLA HA SIDO AUDITADA—algo que va a cambiar radicalmente a partir de ahora: ya he solicitado a la Contraloría que realice un examen especial a la ejecución del Convenio firmado con la OIM, lo que comprende los procesos de selección desarrollados y la administración de los contratos hasta la liquidación final de las obras."

 ------------------------  INFORME DE AUDITORÍA DE LA MUNICIPALIDAD DE LIMA 2011

  

 .

  

Carlincaturas 17/02/2011

 

 .

 

 

Carlincaturas 24/02/2011

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

Cero transparencia y obras sobrevaluadas marcaron gestión edil de Castañeda Lossio.

 

 

 

 

.

 

Lima, Perú (Spacio Libre).- Cero auditorías, gastos incrementados hasta en 80% de los presupuestos iniciales, obras entregadas sin terminar y otras perlas más, son algunos de los resultados de la auditoría realizada por la actual gestión de la municipalidad de Lima, liderada por Susana Villarán al trabajo realizado por el ahora candidato presidencial Luis Castañeda Lossio, durante sus ocho años al frente de la comuna limeña.

 

En el informe presentado esta mañana por la alcaldesa de Lima y sus regidores, establece una serie de irregularidades en la gestión de Castañeda Lossio, entre los cuales destaca el nivel nulo de auditoría de las 170 obras realizadas por la Oficina Internacional de Migraciones (OIM) la cual actuó según el informe “como una de las tres services contratadas por la municipalidad de Lima”.

 

enviado por spaciolibre publicado el 14/03/2011 a las 10:11 AM http://lamula.pe/2011/03/14/cero-transparencia-y-obras-sobrevaluadas-marcaron-gestion-edil-de-castaneda-lossio/3498

 

 

Como ejemplo del problema que significó dejar toda la ejecución de obras en manos de la OIM, sin que esta responda directamente a la municipalidad, la alcaldesa expuso el caso del túnel Santa Rosa, obra que costó 79 millones y unirá Rímac y San Juan de Lurigancho, sufrió este mes un desprendimiento de rocas que ha obligado a paralizar temporalmente las obras.

Cabe señalar, que durante la anterior gestión se desestimó un informe que recomendaba reforzar la obra en mención por lo cual se ha puesto en riesgo la ejecución de esta obra, por donde transitarían cerca de 40 mil vehículos por día.

Otros casos mencionados, han sido el de aumento presupuestal como el caso del Metropolitano, o el del Intercambio Vial Primavera – Caminos del Inca en un 80% adicional al presupuesto inicial, y el del Teatro Municipal, que subió de 42 a 67 millones de soles y que incluso se inauguró sin haberse culminado, toda vez que la actual gestión está invirtiendo cerca de 7 millones de soles adicionales.

 

Más información aquí
Cifras en general del informe aquí

 

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

Carlincaturas 23/01/2011

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

 

Villarán: “La municipalidad fue una mesa de partes”

La alcaldesa de Lima presentó el primer informe de auditoría y criticó uso que dio la gestión de Castañeda a organismos internacionales.

 

http://peru21.pe/noticia/727358/vivo-villaran-presenta-auditoria-gestion-castaneda

 

La alcaldesa de Lima, Susana Villarán, cuestionó esta mañana duramente la administración edil de Luis Castañeda Lossio durante la presentación del primer informe de auditoría y dijo que la comuna se excedió en la utilización de organismos internacionales para evadir los controles y la fiscalización de obras ediles.

La burgomaestre reiteró que la anterior gestión utilizó a la Organización Internacional para las Migraciones (OIM) para ejecutar las grandes obras de la capital. Precisó que bajo esta modalidad se hizo 178 obras (33 aún sin terminar) en las que se usaron S/1,211 millones, cifra que representa el 48% de la inversión total de Lima.

“La OIM no supervisó ninguna obra, fue un service, uno de los tres que se utilizó para tercerizar las obras sin tener que rendir cuentas. (…) La municipalidad fue una mesa de partes. La OIM contrató consultores, diseñó obras y el municipio ni siquiera dio la conformidad. Solo aparecía en la foto para las inauguraciones”, indicó Villarán.

La alcaldesa capitalina confirmó también que funcionarios de la OIM renunciaron “masivamente” cuando se les pidió información detallada de sus actividades en los trabajos, como lo reveló Perú.21. “No tiene sentido gastar tanto en trabajos que la comuna podría realizar. De 178 obras, ninguna fue auditada”, añadió.

En otro momento, la burgomaestre expresó que la gestión de Castañeda Lossio dejó obras mal hechas y otras que utilizaron presupuestos mayores a los que se habían calculado. En el tema de seguridad, expresó que se han colocado cámaras en la ciudad, pero que estas están mal ubicadas.

Villarán reiteró que no tiene ningún afán político para perjudicar a Castañeda, y señaló que si la presentación del informe se da un día después de la exposición de candidatos organizada por el JNE, es porque ya había un compromiso para hacerlo. El viernes último se suspendió la conferencia para coordinar acciones preventivas en Lima por la alerta de tsunami que provocó el terremoto en Japón.

 

 

http://www.munlima.gob.pe/MuniAdmin/Archivos/Informe%20a%20Lima1.pdf

 

Carlincaturas 16/01/2011

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Carlincaturas 03/03/2011

 

 

.

Carlicanturas 27/01/2011

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.

 

--

Compartir este post
Repost0
14 marzo 2011 1 14 /03 /marzo /2011 15:24

Squatters move into Gaddafi son's £11million mansion demanding it is 'returned to the Libyan people'.

La lujosa casa que Saif al.Islam, hijo de Gadafi, tiene en el norte de Londres fue ocupada por un grupo que se hace llamar 'Abajo los tiranos'. Montgomery Jones, portavoz del grupo, ha explicado a los medios que permanecerán en la casa hasta que los activos de la propiedad sean devueltos a su verdadero dueño, el pueblo libio: la mansión, de estilo gregoriano, tiene 5 plantas, 8 dormitorios, piscina y sauna. Su valor estimado es de 17.7 millones de dólares, unos 13 millones de euros.

 

                   

 

9-3-2011 - Un grupo, que se hace llamar “Derrocar a los tiranos”, ha entrado en esta vivienda del exclusivo barrio de Hampstead.

Aseguran que la mansión es gestionada por la familia Gadafi a través de una empresa registrada en las Islas Vírgenes británicas y que permanecerán en su interior hasta que los activos de la propiedad sean devueltos a los ciudadanos libios.

“Hemos ocupado la casa de Saif al-Islam Gadafi, valorada en 10 millones de libras, en solidaridad con el pueblo libio y su lucha contra el régimen asesino de Gadafi”, declaraba un portavoz del grupo.

Saif al-Islam Gadafi es el hijo más mediático del líder libio. En numerosas ocasiones desde el estallido de la revuelta en Libia ha hecho las veces de portavoz del régimen. http://es.euronews.net/2011/03/09/okupada-la-mansion-londinense-de-saif-al-islam-gadafi/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ocupada la mansión del hijo de Gadafi en Londres

Los ocupas dicen que no la abandonarán hasta que sea devuelta al pueblo libio

11.03.11 |  INFORMATIVOS TELECINCO/AGENCIAS
 

 

 

 

La lujosa casa que Saif al.Islam, hijo de Gadafi, tiene en el norte de Londres ha sido ocupada por un grupo que se hace llamar 'Abajo los tiranos'. Montgomery Jones, portavoz del grupo, ha explicado a los medios que permanecerán en la casa hasta que los activos de la propiedad sean devueltos a su verdadero dueño, el pueblo libio.

'No confiamos en el gobierno británico para manejar apropiadamente los activos de

 

Gaddafi, por lo que tomamos el asunto en nuestras propias manos', afirma en nombre del grupo, que ha desplegado una pancarta en el techo de la casa en la cual se puede leer 'Fuera de Libia, fuera de Londres'.

La mansión, de estilo gregoriano, tiene cinco plantas, ocho dormitorios, piscina y sauna. Su valor estimado es de 17.7 millones de dólares (unos 13 millones de euros).

 

Foto: GTres  http://www.telecinco.es/informativos/internacional/noticia/100035045/Ocupada+la+mansion+del+hijo+de+Gadafi+en+Londres

.

.

Squatters move into Gaddafi son's £11million mansion demanding it is 'returned to the Libyan people'

Article image

News10/03/2011 05:21
Squatters move into Gaddafi son's £11million mansion demanding it is 'returned to the Libyan people'

By Daily Mail Reporter
Last updated at 5:21 AM on 10th March 2011

 

 

The uprising in Libya has reached a genteel residential street in Britain after squatters occupied a £10million house belonging to Colonel Gaddafi’s son.

A group calling themselves ‘Topple the Tyrants’ said they had taken over the palatial neo-Georgian townhouse belonging to Saif al-Islam Gaddafi, 38.

The squatters, some wearing balaclavas, draped a huge white banner across the building’s roof bearing the slogan ‘Out of Libya, out of London’ and showing Colonel Gaddafi’s face crossed with a thick red line.

.

Occupied: Squatters unfurl a banner on the roof of the £11million property which was on the market until last month

Occupied: Squatters unfurl a banner on the roof of the £11m property which was on the market until last month

.

The house in Hampstead Garden Suburb, north London – some 1,500 miles from the Libyan capital Tripoli – has its own swimming pool and cinema, and widescreen TVs in every room.

One squatter, who called himself Montgomery Jones, said: ‘We want to make sure the property goes back into the hands of the Libyan people who deserve it.

.

.

Property: Saif al-Islam reputedly owns the Hampstead home which has been taken over by squatters
.

Property: Saif al-Islam reputedly owns the Hampstead home which has been taken over by squatters

We’re here for a serious reason, we’re not here to luxuriate. I don’t think what we are doing is legal but I don’t think that’s relevant.’

Another group member, who would not give his name, said: ‘We didn’t trust the British government to properly seize the Gaddafi regime’s corrupt assets so we took matters into our own hands.’

The British government has seized more than £2billion in assets belonging to the Gaddafi family.

Four members of the group had been walking around the rooftop as officers took photos of them.

Police were called after residents in the well-to-do neighbourhood heard the burglar alarm going off.

 

They said they are monitoring the situation at the Hampstead property - although no arrests have been made.

The extravagant home, in one of the capital's most exclusive neighbourhoods, is fitted with a swimming pool, sauna and cinema.

It was on the market until last month but was withdrawn and instead put up for rent for more than £500,000 per year.

As well as the banner, signs on the property in English and Arabic said 'revolution' and 'solidarity'.

 

 

Saif al-Islam Gaddafi, 38, used to live in the capital when he was a PhD student at the London School of Economics.

His four-level, double-fronted property has underfloor heating throughout and was bought complete with two dishwashers, microwaves, as well as fridges and freezers.

.

 
 
Banners said 'Solidarity' and told the Gaddafi's to get 'Out of London'. The group have said they will stay until the property is returned to the Libyan people

Banners said 'Solidarity' and told the Gaddafi's to get 'Out of London'. The group have said they will stay until the property is returned to the Libyan people

.

The property is owned by a company in the Virgin Islands and was bought without a mortgage.

Jones added that they had been watching the Al Jazeera news channel inside.

The activist refused to say how many people were inside.

.

 
Squatting: Group in north London home of Seif al-Islam Gaddafi said they switched on the news as soon as they got in on the extra large television

Squatting: Group in north London home of Seif al-Islam Gaddafi said they switched on the news as soon as they got in on the extra large television

.

 

Squatter Supplies: Man arrives at home
 

Squatters covered their faces as they clambered into the property and refused to reveal their true identities

.

The property is believed to be part of £300million of assets in the capital belonging to the Gaddafi family which have been seized.

A spokesman for the Metropolitan Police said they were treating it as a civil and not a criminal matter for the time being.

.

 
Stealing in: One of the protesters clambers into the multi-million pound home     Rooftop protest: One of the protesters holds a football aloft as he stands by the banner demanding Gaddafi and his assets should get out of London
 

Demo: The squatters clambered in through the window, and then unfurled a banner on the roof

.

.

Police presence: Officers were called to the address but they have said they are currently treating it as a 'civil matter'

Police presence: Officers were called to the address but they have said they are currently treating it as a 'civil matter'

.

.

Deluxe: The cinema room in the house in one of London's wealthiest and most prestigious suburbs

Deluxe: The cinema room in the house in one of London's wealthiest and most prestigious suburbs

 

MYSTERY OF LIBYA'S VANISHING BANK CHIEF

Libya's central bank governor has surfaced after two weeks in the wilderness to confirm he has been in Istanbul, the Financial Times reported.

Rumours have been rife about the actions of Governor Farhat Omar Bengdara, with some speculating he may be trying to covertly get cash and assets out of Libya.

Upon identifying his whereabouts Bengdara did not reveal whether he remained loyal to Muammar Gaddafi or was siding with the opposition.

The Libyan government said on Tuesday that Finance Minister Abdulhafid Zlitni had taken over temporarily as head of the central bank because Bengdara was abroad. Bengdara's whereabouts had been unclear for the past few weeks.    

The FT's website said Bengdara, who it described as 'the man who holds the keys to the Gaddafi regime's finances', had contacted the paper by email late on Tuesday to say that he had been informed of the move and that he had been in Turkey.          

But he insisted that he was doing his job and was abroad because it was easier to conduct business there than in Tripoli, the FT said.

He said he would resign after the current crisis, adding that he had been working over the past two weeks to explain the central bank's position and clarify the effect of the international effort to freeze Libyan assets, the FT said.              

Unicredit said a week ago that it had restored contact after a week with Bengdara, who is vice chairman of Italy's top bank in which the Libyan central bank has a stake of nearly 5 per cent.  

The FT said international bankers and opposition figures have been scrambling to locate Bengdara and decipher his loyalties because they assume he is one of the few officials with the authority to move funds.       

The paper said Bengdara's family comes from Benghazi, the eastern city at the centre of the rebellion against Gaddafi, but added that opposition figures abroad considered him too closely tied to the regime.



Read more: http://www.dailymail.co.uk/news/article-1364611/Gaddafis-son-Seif-al-Islams-11m-London-mansion-taken-squatters-Topple-Tyrants.html#ixzz1GaL6JCGW

 

 

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

The £11million mansion owned by Colonel Gaddafi's family in North London. The detached neo-Georgian property was bought by Saif al-Islam Gaddafi, 38 - Colonel Gaddafi's favourite son - in 2009. It had previously been available to rent for £10,000 a week and then for sale at £10.9million. It boasts a swimming pool, sauna room, jacuzzi, suede-lined cinema room and underfloor heating.
Mansion owned by Colonel Gaddafi's family in North London
The £11million mansion owned by Colonel Gaddafi's family in North London. The detached neo-Georgian property was bought by Saif al-Islam Gaddafi, 38 - Colonel Gaddafi's favourite son - in 2009. It had previously been available to rent for £10,000 a week and then for sale at £10.9million. It boasts a swimming pool, sauna room, jacuzzi, suede-lined cinema room and underfloor heating.
( February 26, 2011 - Photo by PacificCoastNews.com)

.

.

 

 

 

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

 

Will Gaddafi escape from Libya on this plush private jet?

By Daily Mail Reporter
Last updated at 9:31 PM on 9th March 2011

Rumours have been rife over the past few days that Colonel Gaddafi is ready to quit Libya - and here is the jet he may use to make his escape abroad.

On Monday night it was reported the dictator was ready to relinquish his 41-year rule after proposing a meeting of the Libyan parliament to agree a transition period to pave the way for him to step down, according to Al Jazeera, the Arab TV network.

His terms include immunity from criminal prosecution and a pile of cash.

.

.

 
 
This United Aviation Bombardier Challenge 8,500 jet may be used by Gaddafi to flee Libya

This United Aviation Bombardier Challenge 8,500 jet may be used by Gaddafi to flee Libya

.

.

The fancy plane is the property of a jet company owned by the Libyan government

The fancy plane is the property of a jet company owned by the Libyan government

.

If Gaddafi and his family were to fly out of the country, they could well do so on on a United Aviation jet, such as the Bombardier Challenge 8,500.

The jet company, owned by the Libyan government, is also in possession of a Bombardier Global 5,000 and a Bombardier Challenge 3,000, which the dictator could utilise.

Gaddafi allegedly sent Jadallah Azzouz Talhi, a former prime minister, to meet Libyan rebels to work out the fine print of a deal to stand down earlier this week.

The offer proposed that the dictator would hand over power to a committee formed by the General People’s Congress.

.

 
The plush plane will allow the dictator and his family to flee Libya in luxurious comfort

The plush plane will allow the dictator and his family to flee Libya in luxurious comfort

.

However, the rebel interim council, based in the eastern city of Benghazi, reportedly rejected the offer because such an ‘honourable’ exit would offend Gaddafi’s victims.

A source close to the rebel council said he had heard that ‘one formula being proposed by the other side would see Gaddafi hand power to the head of parliament and leave the country with a certain guaranteed sum of money’.

He added: ‘I was told that this issue of money is a serious obstacle from the national council’s point of view.’

.

 
The cock pit of the private jet, which is ready to carry Gaddafi from Libya for good after his 41 years in charge

The cock pit of the private jet, which is ready to carry Gaddafi from Libya for good after his 41 years in charge

.

Meanwhile, Colonel Gaddafi's forces today blasted an oil terminal to smithereens as Libya's bloody civil war entered its blackest day.

Rebels retaliated by firing back with rockets as a fireball exploded from one of the oil tanks and the sky above the Es Sider terminal, in the east of the country, filled with hideous smoke.

A witness said one of the smoke plumes was the biggest he had seen in the conflict so far.

The fresh onslaught came as Gaddafi deployed tanks and snipers to 'shoot anything that moves'.
Forces loyal to the Libyan dictator poured into the city of Zawiyah in a desperate bid to oust the hardcore band of protesters and army defectors who have taken control.

.

 
The fully-fitted kitchen of the Bombardier 8,500. Earlier today, there were reports that three private jets owned by Gaddafi had left Libya for Vienna, Athens and Egypt

The fully-fitted kitchen of the Bombardier 8,500. Earlier today, there were reports that three private jets owned by Gaddafi had left Libya for Vienna, Athens and Egypt

.

Libya's leader Muammar Gaddafi arrives to give television interviews at a hotel in Tripoli last night

Libya's leader Muammar Gaddafi arrives to give television interviews at a hotel in Tripoli last night

 

.

Last night, the increasingly crazed despot gave his fourth rambling TV interview since protests began on February 15.

Returning to familiar themes, the Libyan leader said the rebels wanted to pave the way for a new colonial era that would allow Britain, France and the United States to divide up the country and control its oil wealth.

Making reference obliquely to unrest in the Arab world and elsewhere, he said: 'How can (Libyan) parents allow Tunisians, Egyptians, Algerians and Afghans to enrol your children?'

He said rebels were drug-addled youths and Al Qaeda-backed terrorists. One of his sons said if Gaddafi bowed to pressure and quit, Libya would descend into civil war.

He promised to fight any attempt to impose a no-fly zone on the country which he said would merely be an excuse by the West to seize Libya's oil deposits.

'If Al Qaeda seizes Libya, that will amount to a huge disaster,' Gaddafi said. 'If they (Al Qaeda fighters) take this place over, the whole region, including Israel, will be dragged into chaos,' he said.

'Then Bin Laden may seize all of north Africa that faces Europe.'

.

 
Greek officials said they spotted one Libyan Airlines Falcon 900 jet as it briefly entered airspace for around 15 minutes earlier this morning - but Gaddafi was not aboard

Greek officials said they spotted one Libyan Airlines Falcon 900 jet as it briefly entered airspace for around 15 minutes earlier this morning - but Gaddafi was not aboard

.

.

The extravagant bathroom of the private plane. Gaddafi wants immunity from criminal prosecution and a pile of cash before he considers jetting off

The extravagant bathroom of the private plane. Gaddafi wants immunity from criminal prosecution and a pile of cash before he considers jetting off

Earlier today, there were reports that three private jets owned by Gaddafi had left Libya for Vienna, Athens and Egypt.

Greek officials said they spotted one Libyan Airlines Falcon 900 jet as it briefly entered airspace for around 15 minutes earlier this morning.

The sightings prompted speculation that Gaddafi or members of his family have fled the country.

However, it later emerged that one aircraft had landed in Egypt carrying the head of the Libyan Authority for Supply and Logistics, Major-General Abdel Rahman Ben Ali al-Sayyid al-Zawy, who was carrying a message from Gaddafi.



Read more: http://www.dailymail.co.uk/news/article-1364669/Libya-Will-Gaddafi-escape-plush-private-jet.html#ixzz1GaLiQM8T

 

 

----------------------------------------------------------------------------------------

 

Cameron defends 'excellent' Hague over Libya fiasco as he tells Miliband: 'You're the only one to knife a foreign secretary'

By Daily Mail Reporter
Last updated at 2:38 AM on 10th March 2011

 

David Cameron today publicly backed William Hague over his handling of the Libya crisis after Labour leader Ed Miliband branded the Foreign Secretary incompetent.

The Prime Minister told MPs during Question Time that Mr Hague, who was not present in the Commons as he was briefing the Queen, was doing an ‘excellent’ job.

Mr Cameron’s endorsement comes after claims that a replacement Foreign Secretary had been lined up.

.

Prime Minister David Cameron Ed Miliband
 

 

 

Heated exchange: Prime Minister David Cameron hits out at Ed Miliband's rivalry with his brother after the Labour leader branded William Hague incompetent

The PM followed with jibe about Mr Miliband being the only one to ‘knife’ a foreign secretary after beating Mr Hague’s predecessor in the Labour leadership contest.

Mr Cameron said he took ‘full responsibility’ for the actions of his Government following the blunder which led to special forces troops being captured in Libya.

But Mr Miliband claimed there was ‘increasing concern’ about the handling of the crisis, adding that there was an ‘issue of competence at the heart of this Government’.

.

Under fire: Foreign Secretary William Hague has been criticised over his handling of the Libya crisis

Under fire: Foreign Secretary William Hague has been criticised over his handling of the Libya crisis

 

.

He said: ‘We have had the flights fiasco, we have had talk of Colonel Gaddafi heading to Venezuela when he wasn't, we've had overblown briefings about potential military action and we had the setback last weekend.’

Mr Miliband asked the Prime Minister: ‘Do you think it's just a problem with the Foreign Secretary or is there a wider problem in your Government?’

The Labour leader also asked Mr Cameron: ‘Can you tell us who authorised the mission in Benghazi last weekend?’

Mr Cameron hit back, saying: ‘I'm not sure I particularly want to take a lecture from Labour about dealing with Gaddafi.’

Referring to the release of Lockerbie bomber Abdelbaset al-Megrahi Mr Cameron added: ‘I think the first thing we should have from the Labour Party when it comes to Libya and Gaddafi and the release of Megrahi is an apology.’

He added: ‘When it comes to the issue of this Government's conduct, we have led the way in getting a tough UN resolution on Libya, we have led the way on getting Libya thrown out of the Human Rights Council and we have led the way in making sure the world is preparing for every eventuality including a no-fly zone.’

In response to Mr Cameron, the Labour leader said: ‘Everybody will have heard the deafening silence about the performance of the Foreign Secretary.’

.

Resistance: Rebel fighters yesterday came under constant bombardment at the rebel held position near Ras Lanuf

Resistance: Rebel fighters yesterday came under constant bombardment at the rebel held position near Ras Lanuf

 

Mr Cameron shot back with an endorsement of Mr Hague as ‘excellent’ and a jibe at Mr Miliband's relationship with his elder brother David, the former Foreign Secretary who lost his Labour leadership bid.

‘Let me tell you, I think we have an excellent Foreign Secretary. There's only one person I can remember around here knifing a foreign secretary and I think I'm looking at him.’

Mr Miliband told MPs: ‘The more he brings my relatives into this argument, the more you know he is losing the argument.

‘I've got a second cousin in Belgium that he will be going after next, I'm sure.

Next in line? International Development Secretary Andrew Mitchell has reportedly been lined up as Mr Hague's replacement should the Foreign Secretary quit

Next in line? International Development Secretary Andrew Mitchell has reportedly been lined up as Mr Hague's replacement should the Foreign Secretary quit

Allies insisted last night that Mr Hague – who has been roundly criticised for his slow response to the conflict in North Africa – is determined to stay until the next election.

But the Mail has learned the Prime Minister and Foreign Secretary met privately on Monday evening in Downing Street for a heart-to-heart.

International Development Secretary Andrew Mitchell has reportedly been lined up to step in if Mr Hague quits.

The Foreign Secretary was left on the back foot when Sir Menzies Campbell publicly criticised him over his response to the seizure of an MI6-SAS team by Libyan rebels.

The former Liberal Democrat leader, who has close links with diplomats, told BBC2’s Newsnight: ‘I’m not sure just how enthusiastic he is about this business. I mean it is very, very hard, every weekend away.’

Yesterday Mr Hague succeeded only in fuelling the speculation  when he was questioned about his appetite for the job at a conference with Palestinian President Mahmoud Abbas.

He said: ‘These are historic and momentous events. All of us shouldering responsibilities at this time will see those responsibilities through for an extended period of time in the face of any criticism or setbacks.’

Downing Street stressed that Mr Hague ‘absolutely’ has David Cameron’s support.

But No 10 yesterday referred statements on his state of mind to the Foreign Office. The Prime Minister’s spokesman said there were no plans for a Cabinet reshuffle ‘any time soon’.  Yet senior officials were openly speculating about Mr Hague’s future yesterday.

Sources said that Mr  Cameron was poised to promote Mr Mitchell when Mr Hague appeared about to renounce frontline politics last year after revelations he shared a room with a male aide.

A well-placed source said: ‘Andrew Mitchell is very well thought of and familiar with all the issues. He sits on the National Security Council. He would have been sent over last year if William had gone and he’s still the man.

‘William has lost his mojo. He seems tired and often unengaged.

'He just doesn’t seem that interested.’

Blair bypasses britain.jpg

 

 



Read more: http://www.dailymail.co.uk/news/article-1364350/Cameron-defends-William-Hague-Libya-fiasco-Ed-Milibands-knife-PMQs.html#ixzz1GaMxR3Dl

Compartir este post
Repost0

Présenta

  • : cinabrio blog
  • : Ecología y sostenibilidad socioambiental, énfasis en conservación de ríos y ecosistemas, denuncia de impacto de megaproyectos. Todo esto es indesligable de la política y por ello esta también se observa. Ecology, social and environmental sustainability, emphasis on conservation of rivers and ecosystems, denounces impact of megaprojects. All this is inseparable from politics, for it, the politics is also evaluated.
  • Contacto

Perfil

  • Malcolm Allison H malcolm.mallison@gmail.com
  • Biólogo desde hace más de treinta años, desde la época en que aún los biólogos no eran empleados de los abogados ambientalistas. Actualmente preocupado …alarmado en realidad, por el LESIVO TRATADO DE(DES)INTEGRACIÓN ENERGÉTICA CON BRASIL
  • Biólogo desde hace más de treinta años, desde la época en que aún los biólogos no eran empleados de los abogados ambientalistas. Actualmente preocupado …alarmado en realidad, por el LESIVO TRATADO DE(DES)INTEGRACIÓN ENERGÉTICA CON BRASIL

Recherche

Liens