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3 noviembre 2015 2 03 /11 /noviembre /2015 16:35

O ANO DO LOBO-GUARÁ | SZB Blog

szb.org.br/blog/?p=1530

Em 2015, será desenvolvida a campanha “O Ano do Lobo-Guará”, uma... e pecuária, com a possibilidade de contato com animais doméstico.

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Chrysocyon brachyurus // aguará guazú, lobo de crin, maned wolf

El lobo de crin (lobo-guará, nombre científico: Chrysocyon brachyurus) es un cánido endémico de América del Sur y el único miembro del género Chrysocyon. Es probable que la especie viviente más cercana sea el perro de monte (cachorro-vinagre // Speothos venaticus). El lobo-guará vive en las sabanas y áreas abiertas en el centro de Brasil, Paraguay, Argentina y Bolivia, siendo un típico animal de Cerrado, una amplia ecorregión de sabana tropical de Brasil que cubre 1.916.900 km² . Se extinguió en parte de su hàbitat al sur de Brasil, pero aún debe sobrevivir en el Uruguay.

Es el mayor cánido de América del Sur, puede alcanzar entre 20 y 30 kg de peso y 90 cm de altura a la cruz. Sus piernas largas y delgadas y su capa rojiza gruesa le dan un aspecto inconfundible. El lobo de crin es un animal de crepúsculo, omnívoro, con un papel importante en la dispersión de semillas de frutas del Cerrado, especialmente la lobeira (Solanum Lycocarpum). Solitario, los territorios se dividen entre parejas en período de celo de la hembra. Estos territorios son bastante grandes y pueden tener un área de hasta 123 kilómetros cuadrados. La comunicación se realiza principalmente a través de marcado de aroma, pero también se producen vocalizaciones como ladridos. La gestación dura hasta 65 días y las crìas de color negro pesan 340 a 430 gramos al nacer.


Aunque la IUCN no lo considera en peligro de extinción, todos los países en los que habita el lobo-guará lo clasifican con algún grado de amenaza, a pesar de no conocerse la situación real de la población. Se estima que hay aproximadamente 23.000 animales en la naturaleza, y es un animal muy popular en todos los zoológicos. Está amenazado principalmente por la destrucción del cerrado para expandir la agricultura, las muertes en las carreteras por atropello, la caza y las enfermedades contagiadas por los perros domésticos. Sin embargo, es adaptable y tolerante a los cambios causados ​​por los seres humanos. El aguará guazú medra actualmente en áreas del Bosque Atlántico ya deforestadas, donde no viviò originalmente.

Algunas comunidades tienen supersticiones sobre el lobo de crin y pueden incluso alimentar aversión al animal. Pero, en general, el lobo-guará provoca simpatía en los seres humanos y por lo tanto se le tiene como especie arquetìpica y emblemàtica para la conservación animal del Cerrado.

 

 

Maned Wolf area.png

 

lobo-guará (Chrysocyon brachyurus) é uma espécie decanídeo endêmico da América do Sul e único integrante do gênero Chrysocyon. Provavelmente, a espécie vivente mais próxima é o cachorro-vinagre (Speothos venaticus). Ocorre em savanas e áreas abertas no centro do BrasilParaguai,Argentina e Bolívia, sendo um animal típico do Cerrado. Foi extinto em parte de sua ocorrência ao sul, mas ainda deve ocorrer no Uruguai.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Lobo-guara

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Un lobo de crin en el Bosque del Lápiz

 

O ANO DO LOBO-GUARÁ

 

Bosques propios de Faber-Castell en Brasil fueron plantados hace más de 30 años con el objetivo de garantizar un suministro sostenible de madera. Hoy en día, estos bosques son también un refugio para especies animales y vegetales exóticas. Entre ellos se encuentra el lobo de crin, al cual Brasil acaba de designar Animal del Año 2015.

 

 
 

De hábitos solitarios y de aspecto peligroso, el lobo de crin colorada de los esteros conocido por su nombre guaraní  “Aguará Guazú”, es totalmente inofensivo para el hombre. Es un animal solitario, sumamente tímido y cauteloso, de hábitos nocturnos o crepusculares.

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El Aguará Guazú (Chrysocyon brachyurus) se caracteriza por sus largas patas, su altura y su cabeza pequeña en proporción al resto del cuerpo.

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Su pelaje, largo y áspero, le permite desplazarse en áreas de vegetación intrincada y cortante como campos de espartillo. Vive en zonas abiertas (inundables o inundadas), con pastizales y pajonales salpicados de isletas de monte fuerte y palmares de caranday.

 

Está extinto en algunos lugares del noroeste del Chaco por la transformación de grandes extensiones en pasturas para el ganado. Los capataces de las estancias los persiguen hasta matarlos.

 

LEER MAS

 

LOBO DE CRIN COLORADA DE LOS ESTEROS AMENAZADO POR TRANSFORMACIÓN DE SU HÁBITAT EN GANADERÍAS

 

Lobo Guará (Chrysocyon brachyurus) Lobo guará avistado nas imediações do alojamento da fazenda tanguro - MT - Publicado el 19/12/2013

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Ecology and Conservation of the Maned Wolf: ...

https://books.google.com.pe/books?isbn... - Traducir esta página

Adriana G. Consorte-McCrea, ‎Eliana Ferraz Santos - 2013 - ‎Nature

 

[PDF]Evaluación del estado de conocimiento del aguará guazú ...

programs.wcs.org/manejofauna/Inicio/.../tabid/.../Default.aspx?...

610. Evaluación del estado de conocimiento del aguará guazú (Chrysocyon brachyurus) en Argentina. Lucía Soler1, Jean Marie Carenton 2,Valeria Salvatori 3,

 

O ANO DO LOBO-GUARÁ

 

O ANO DO LOBO-GUARÁ

A Sociedade de Zoológicos e Aquários do Brasil (SZB) tem como um de seus objetivos promover o desenvolvimento dos zoológicos e aquários brasileiros membros como instituições de ensino, pesquisa científica, conservação, recreação e cultura.

Desde 2013 estamos desenvolvendo campanhas de educação ambiental e conscientização em âmbito local e global, em parceria com projetos de conservação em campo. A ideia é estabelecer um link entre os esforços de campo e cativeiro, e desta forma trabalhar a conservação de forma integrada.

Os zoológicos e aquários brasileiros, com seus 20 milhões de visitantes anuais, podem ser vistos como uma grande e eclética sala de aula que atinge um público de todas as idades e de diferentes níveis culturais e econômicos. Desta forma, zoos podem ajudar a espalhar a mensagem de conservação e potencializar os esforços dos pesquisadores em campo e aumentar a conscientização e envolvimento da população com as espécies ameaçadas.

Em 2015, será desenvolvida a campanha “O Ano do Lobo-Guará”, uma parceria da SZB com o “Programa para a Conservação do Lobo-Guará – Lobos da Canastra”, através de seu coordenador, Rogério Cunha, do Centro Nacional de Predadores/CENAP – ICMBio.

O “Programa para a Conservação do Lobo-Guará – Lobos da Canastra” acumula 10 anos de pesquisas e ações práticas direcionadas à conservação do lobo-guará na região da Serra da Canastra, Minas Gerais.  As ações em andamento buscam reduzir a pressão sobre a espécie em uma área que está sob conflito permanente, através de propostas diretas de mitigação de impactos, do aumento e disseminação de conhecimento sobre a espécie e pela alteração da relação da população local com o lobo.

O componente educativo do Programa é o projeto “Sou Amigo do Lobo”, que busca informar e envolver de toda a sociedade, não só os moradores da Serra da Canastra, na conservação da espécie. Este projeto serviu como modelo, e hoje as estratégias de promoção da participação comunitária já são adotadas também em outros locais de conflitos com a fauna. A partir dos resultados positivos do programa permite-se comprovar para uma população que a convivência pacífica com a fauna é possível.

A campanha O Ano do Lobo-Guará permite que a SZB ajude a envolver, através dos zoos e aquários, não apenas a população local, mas todo o país na conservação dos lobos-guarás.

O lançamento da campanha foi em março de 2015, durante o Congresso da SZB, em Foz do Iguaçu, com a participação do Coordenador do “Programa de Conservação do Lobo-Guará – Lobos da Canastra”, Rogério Cunha de Paula e com a equipe do projeto. O pesquisador ainda participará, junto com o co-autor, o fotógrafo Adriano

Gambarini, de uma noite de autógrafos do livro “Histórias de um Lobo”.

A campanha tem material que os zoos e aquários podem baixar  no site (cartilhas, adesivos, carteirinha, cartazes), que também terá informações sobre o projeto quanto atividades lúdicas e didáticas que possam ser utilizadas tanto em sala de aula quanto por equipes de educação ambiental dos zoos.

Se a sua instituição possui material didático sobre o lobo-guará, seria incrível podermos incluir este material no site e trabalharmos em parceria.

Queremos que esta seja uma campanha internacional de conscientização sobre a necessidade de conservação do lobo-guará, e pedimos sua colaboração para nos ajudar a divulgar esta ideia.

Vejam o site da campanha:

www.amigodolobo.org

PROGRAMA PARA A CONSERVAÇÃO DO LOBO-GUARÁ – LOBOS DA CANASTRA

O Programa para a Conservação do Lobo-Guará – Lobos da Canastra,  teve início em 2004, inicialmente trabalhando com o lobo-guará na região da Serra da Canastra, Minas Gerais, e depois se expandindo em um programa transdisciplinar e abrangente. O Programa é conduzido pela associação de uma ONG, o Instituto Pró-Carnívoros com um centro de pesquisa vinculado ao governo federal, o CENAP/ICMBio.

O programa tem três pilares de ação: Pesquisa, Educação-Comunicação e Conservação direta do lobo-guará. Novos achados científicos na ecologia, saúde, genética e reprodução da espécie foram obtidos ao longo desses anos. Além da pesquisa, atividades junto à comunidade foram realizadas com o envolvimento de mais de 3.500 pessoas, disseminando informações por meio de atividades educacionais locais e de campanhas de comunicação.

Os dados científicos coletados têm o propósito de melhorar a situação da espécie. Informações obtidas a partir das pesquisas possibilitam atuações diretas na conservação dos lobos.

Atualmente, o projeto pesquisa a influência da presença humana na conservação da espécie, pois os lobos sobrevivem em paisagens dominadas pela agricultura e pecuária, com a possibilidade de contato com animais doméstico.

Como resultado deste Programa,  já houve uma transformação na relação entre a comunidade local e a fauna. Os moradores da Canastra hoje conhecem e apreciam não apenas o lobo-guará, mas também outros animais que habitam a região. Com as ações do programa, a caça aos lobos foi praticamente erradicada na região.

O objetivo final do Programa é conseguir, além da conscientização pública crescente, uma nova política de uso dos recursos naturais do Cerrado e consequentemente melhores condições de existência para o lobo-guará.

CONTATOS:

Programa para a Conservação do Lobo-Guará

Rogério Cunha de Paula rogercunha@gmail.com

Sociedade de Zoológicos e Aquários do Brasil

Yara de Melo Barros

yarambarros@yahoo.com.br

 

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Aguara Guasu (Chrysocyon brachyurus) Breve vídeo informativo sobre el cánido mas grande de América del Sur y que se encuentra en peligro de extinción. NaturalezaParaguay Subido el 10/03/2011

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Conde-Anton-Wolfgang-von-Faber-Castell

Con motivo de la 30° conferencia anual de la Asociación Alemana de Gestión Medioambiental (BAUM eV), el Conde Anton-Wolfgang von Faber-Castell recibió el Premio Medio Ambiente BAUM por sus logros de vida. Cada año, la asociación rinde homenaje a aquellas personas que han sido capaces de lograr un equilibrio entre la economía y la ecología.

Con motivo de la 30° conferencia anual de la Asociación Alemana de Gestión Medioambiental (BAUM eV), el Conde Anton-Wolfgang von Faber-Castell recibió el Premio Medio Ambiente BAUM por sus logros de vida. Cada año, la asociación rinde homenaje a aquellas personas que han sido capaces de lograr un equilibrio entre la economía y la ecología.

Hace más de 30 años de Faber-Castell lanzó un proyecto forestal sostenible único que abarca unas 10.000 hectáreas de tierra en el sureste de Brasil, desoladas como resultado de la ganadería excesiva. El rápido crecimiento del pino con certificación FSC de los bosques de Brasil hoy abastece la planta de producción del lápiz más grande del mundo en São Carlos (SP), que produce más de dos mil millones de lápices de madera por año.

Mucho antes de que la sustentabilidad a largo plazo se convirtiera en una palabra de moda, Faber-Castell se estaba esforzando por tratar a la naturaleza con respeto. Ya en la década de los ´80s, Faber-Castell atribuye suma importancia no sólo a criterios tales como el forestal ambientalmente adecuado, socialmente responsable y económicamente sostenible, sino también la preservación de la biodiversidad y el reasentamiento de las especies vegetales y animales en peligro de extinción. Por esta razón, aproximadamente 2.300 hectáreas de bosque de pinos se han dejado en su estado natural lo que ofrece un área de protección ideal para la flora y la fauna en lenta expansión. Más de 40.000 plántulas endémicas se plantaron con el fin de proporcionar los habitantes del bosque con su ingesta nutricional natural.

Los expertos están rastreando animales en los bosques de Faber-Castell con el fin obtener información sobre sus poblaciones y formas de vida. El equipo de investigación de Brasil identificó recientemente 64 tipos diferentes de mamíferos y 237 especies de aves, y se emocionó particularmente cuando, además de especies como el coatí, ñandú y garza silbando, avistaron el lobo de crin extremadamente tímido, que ha sido declarado Animal del Año 2015 en Brasil. El hábitat del lobo de crin está bajo amenaza específica debido a la extensión de los asentamientos humanos, por lo que ya no se puede encontrar en algunas zonas de América del Sur.

 

Faber-Castell ha ganado premios internacionales por su compromiso con la silvicultura sustentable en Brasil, y más recientemente, en Colombia. En octubre 2014 el CEO, Conde Anton Wolfgang von Faber-Castell, recibió el Premio BAUM Ambiental por la obra de toda su vida. La responsabilidad ambiental es un principio rector para el empresario, quien forma parte de la octava generación de la familia Faber-Castell en dirigir la compañía: “Uno no tiene que ser un visionario para darse cuenta que la garantía de los recursos es de vital importancia para las generaciones futuras.”

 

Faber-Castell es uno de los principales fabricantes y vendedores de lápices de madera, pero cuenta con una gama de más de dos mil de productos de alta calidad para el dibujo, la escritura y el diseño creativo. Faber-Castell generó ventas por aproximadamente 531 millones de euros en el ejercicio 2013-14. La compañía espera aumentar las ventas en todo el Grupo en el año en curso en un 5%.

 

 

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27 octubre 2015 2 27 /10 /octubre /2015 18:23

Biodegradable Plastics: Let’s Clear Up The Confusion

 

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Investigadores trabajan la biodegradación del plástico por anaerobia

El proyecto propone solución al impacto ambiental por uso de plásticos de larga vida

QUERÉTARO (26/OCT/2015).- Académicos e investigadores de la Universidad Autónoma de Querétaro (UAQ) trabajan en un proyecto de biodegradación de plásticos de forma anaerobia, como una solución a partir del uso de compuestos orgánicos como material principal.

El director del Centro de Estudios de Estudios en Ciencias Económico Administrativas, Jaime Manuel Peña Aguilar, señaló que el proyecto se lleva a cabo en el Laboratorio de Gestión Tecnológica e Innovación de la División de Posgrado e Investigación, de la Facultad de Contaduría y Administración.

 

http://www.informador.com.mx/tecnologia/2015/622213/6/investigadores-trabajan-la-biodegradacion-del-plastico-por-anaerobia.htm



''El proyecto se denomina Diseño, desarrollo y aplicación de aditivo orgánico, promotor de la biodegradación anaerobia en plásticos, una vez finalizada su vida útil, cuyo propósito es dar a conocer las nuevas alternativas de negocio con el plástico y buscar la aceleración de su biodegradación'', puntualizó el académico.

Este producto propone una solución constructiva a partir del uso de compuestos orgánicos como material principal, con un precio competitivo, de ágil implementación, durable, de confiable desempeño estructural, con un diseño estéticamente práctico, adaptable a las necesidades de la industria del plástico y con un bajo impacto ambiental, detalló.

 

 

 

Please note that biodegradability must be well-defined

and guarded by the following elements:

© european-bioplastics.org

http://www.foresightusa.com/#!Biodegradable-Plastics-Let’s-Clear-Up-The-Confusion/c1s4d/6605C003-50E3-4499-8706-FEE3CAC6564E
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Plásticos oxo-degradables son plásticos formados de plastícos comúnes, como polietileno (PE), polipropileno (PP), poliestireno (PS) y tereftalato de polietileno (PET), a los cuales se añadieron aditivos con el objetivo de (bio)degradar los plásticos por un proceso iniciado por oxígeno y acelerado por luz y/o calor.

Por muchos años, la norma ASTM D 6954 ha sido la única guía disponible para la prueba de plásticos oxo-degradables. Desde 2009, distintas otras normas han sido desarolladas en Europa y el Medio Oriente, incluyendo entre otras, UAE.S 5009 (Emiratos Árabes Unidos), BS 8472 (Reino Unido) y SPCR 141 (Suecia).

http://www.ows.be/es/tests/abiotic-degradation-of-oxo-degradable-plastics/

OWS es una empresa líder mundial en la construcción y el funcionamiento de plantas de digestión anaerobia, pruebas de biodegradabilidad de biopolímeros y consultoría de gestión de residuos.

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Jaime Manuel Peña Aguilar, director del Centro de Estudios de Estudios en Ciencias Económico Administrativas de la UAQ, indicó que consiste en el acondicionamiento de la materia orgánica con el uso de nanopartículas, para generar ''biodegradación en los plásticos'' de forma más rápida.

Una vez terminada su vida útil y siendo depositados en los vertederos de basura, la ventaja financiera del compuesto es que puede ser procesado fácilmente en los equipos de transformación de aplicaciones plásticas, señaló.

Peña Ahilar aseguró que uno de los principales compuestos que se utilizan para la biodegradación de este material son los oxo-degradables, pero tienen el problema de que buscan oxidar el plástico al momento de que entra en contacto con el oxígeno.

Sin embargo, además de que se pierden algunas propiedades de la materia prima antes de tiempo, el producto dura menos y cuando éste es transportado a los rellenos sanitarios, llega un momento en el que es cubierto por más basura y es cuando pierde el contacto con el oxígeno y se descompone de forma más lenta.

El investigador acotó que el prototipo será desarrollado y validado por la empresa ''GEA Biodegradables'' y será probado en resistencia y capacidad de carga, así como evaluado físicamente en el proceso de fabricación para su producción en serie.

Luego de esto, el producto será implementado en un caso piloto, con el fin de identificar aspectos constructivos y el nivel de aceptación en los usuarios finales, finalizó el investigador.

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Biodegradable Plastics: Let’s Clear Up The Confusion
Biodegradable Plastics: Let’s Clear Up The Confusion

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Los plásticos son de gran utilidad y versatilidad gracias a sus
propiedades físicas y químicas; pero cuando estos materiales se convierten en
desperdicio, esas mismas propiedades los convierten en un complejo problema
ambiental. Para poder resolver el problema se han planteado, entre otras, dos soluciones fundamentalmente diferentes:
-La adición de catalizadores químicos a las mismas poliolefinas (plásticos sintéticos) y
-Plásticos provenientes de sustancias susceptibles de ser degradadas biológicamente.


Para el caso de los plásticos sintéticos adicionados con algún catalizador químico se deben cumplir ciertas condiciones para que la degradación ocurra eficientemente. Principalmente los materiales plásticos deben estar sometidos a la presencia de oxígeno molecular, acompañados, preferiblemente por esfuerzo físico, alta temperatura (mayor de 60°C) y la acción de luz ultravioleta. Los plásticos de origen natural no requieren someterse a condiciones de degradación física previa, ya que el material puede ser atacado de forma directa por la acción enzimática.

Se puede comprobar la efectividad de la degradación/biodegradación bajo condiciones anaerobias de los plásticos como el polietileno de alta densidad, HDPE, adicionados con oxo-catalizadores como plásticos naturales “biodegradables” del tipo PLA, polímero del ácido láctico.

La biodegradabilidad de plásticos denominados “biodegradables” sometidos a condiciones anaerobias se guìa por las normas ASTM D 5526, D 5511, D882 y D3826 en el mercado colombiano

Los plásticos oxo-HDPE y PLA se someten a condiciones anaeróbicas al sumergirlos en un lodo anaeróbico inoculado con biomasa proveniente de un digestor de lodo primario de planta de tratamiento de aguas residuales.
Para determinar la extensión de degradación/biodegradación de los plásticos bajo estas condiciones se mide el desarrollo, con respecto al tiempo, de los siguientes parámetros:
-Masa
-Demanda Química de Oxígeno, DQO
-Módulo de elasticidad (pruebas de esfuerzo mecánico - tensión)


oab.ambientebogota.gov.co/.../estudio_biodegradabilidad_de_plasticos_

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27 octubre 2015 2 27 /10 /octubre /2015 15:59

Bill Gates explains why the climate crisis will not be solved by the free market




Bill Gates explica por qué la crisis climática no la resolverá el libre mercado


BILL GATES: ‘sólo el socialismo puede salvar el clima, El sector privado es inepto‘

Octubre 26, 2015 - En una reciente entrevista con The Atlantic, el multimillonario magnate de tecnología Bill Gates anunció su plan para gastar US$ 2000 millones de su propia riqueza en inversiones en energía verde, y pidió a sus compañeros, los multimillonarios del sector privado, ayudar a que los EEUU se libre de los combustibles fósiles para el año 2050.

Pero al hacerlo, Gates admitió que el sector privado es demasiado egoísta e ineficaz para hacer el trabajo por sí mismo, y que la mitigación del cambio climático no sería posible sin la ayuda de investigación y desarrollo del gobierno.

"No hay una fortuna para hacerlo. Incluso si usted tiene una nueva fuente de energía que cuesta lo mismo que la de hoy y no emite CO2, será incierta en comparación con la que está probada y ya operan a escala increíble y ha sorteado todos los problemas de regulación ", dijo Gates. "Sin un impuesto sustancial a la emisiòn de carbono, no hay incentivo para que los innovadores o compradores de centrales energèticas cambien."

Gates, incluso remarcò las palabras pronunciadas por la izquierda y que pocos inversores multimillonarios se atreverían a repetir: "la investigación y desarrollo del gobierno es mucho más eficaz y eficiente que cualquier cosa que el sector privado pueda hacer".

 

gates pushing cashless society

 

"Desde la Segunda Guerra Mundial, la investigación y desarrollo (I + D) del gobierno de los Estados Unidos ha definido "el estado del arte" en casi todas las áreas", dijo Bill Gates y agregò: "El sector privado es en general inepto."

"Cuando comprendì esto por primera vez, pensé: '¿Qué tan bien gastar su presupuesto en I + D el Departamento de Energía?' Yo estaba preocupado: 'Dios mío, si yo voy a estar diciendo que debería duplicar su presupuesto, si resulta que no está muy bien gastado, ¿cómo me voy a sentir al respecto? '", dijo Gates a The Atlantic. "Pero a medida que realmente he profundizado en ello, he visto que el dinero de la DARPA está muy bien gastado, he visto que el dinero de la Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA) y el dinero gastado en ciencia básica, está muy bien gastado. El gobierno tiene "Centros de Excelencia". Ellos deberìa tener el doble de muchos de esos "Centros de Excelencia" y deberìan recibir cuatro veces la cantidad de dinero que hoy reciben".

Al hacer apologìa por la excelencia del sector público, el fundador de Microsoft, mencionó el éxito de la internet:

"En el caso de las tecnologías digitales, rastrear el camino de la I + D del gobierno es un poco más complejo, porque hoy en día la mayor parte de la I + D se ha trasladado al sector privado. Sin embargo, el Internet original, proviene del gobierno, los chips y soportes materiales originales de las tecnologías digitales provienen del gobierno, y aún hoy en día hay algo de dinero del gobierno en algunas de las cosas más avanzadas de las universidades para asegurárse de que las universidades mantengan el liderazgo. Así que yo diría que el record general de los Estados Unidos, el I + D del gobierno es muy, muy bueno".

 

El programa de "Centros de Excelencia" que Bill Gates mencionó es el de Centro de Excelencia en Energía Renovable (CERE), que es financiado en parte por la National Science Foundation (NSF). La NSF, que gastaba unos US$ 7,100 millones en 2014, es la fuente de una cuarta parte de los fondos federales para proyectos de investigación en más de 2.000 colegios, universidades, escuelas K-12, organizaciones no lucrativas y empresas. La NSF incluso ha financiado la investigación de más de 200 premios Nobel, entre ellos 26 en tan sólo los últimos 5 años. La NSF recibe más de 40.000 propuestas cada año en investigación y desarrollo (I + D) , pero sólo llega a financiar alrededor de 11.000 de ellas. Bill Gates quiere que este financiamiento se incremente grandemente.

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"Me encantaría ver que se triplique, a US$ 18,000 millones al año, por parte del gobierno de Estados Unidos, para financiar sòlo la investigación básica", dijo Gates. "Ahora, como un porcentaje del presupuesto del gobierno, que no es gigantesco ... esta no es una cantidad inalcanzable de dinero."

Los EEUU no tienen que reinventar la rueda para ser un gigante de la energía verde - puede simplemente mirar los ejemplos actualmente existentes en los países con políticas socialistas, como Alemania y China, por ejemplo, sobre cómo convertirse en un líder en energía verde. Y de acuerdo con Bill Gates, el resto del mundo va a seguir el ejemplo, si los países más grandes ponen la exigencia mìnima, ponen la valla.

"El problema del clima tiene que ser resuelto en los países ricos", dijo Gates. "China, EEUU y Europa tienen que resolver las emisiones de CO2, y cuando lo hagan, es de esperar que lo hagan lo suficientemente barato, como para que todos los demás puedan hacerlo."

El pasado julio, Alemania estableció un nuevo récord al generar el 78% de su electricidad de fuentes renovables, batiendo su récord anterior de 74% de mayo de 2014. Alemania generó 40,65 gigavatios con energía eólica y solar; 4,85 gigavatios a partir de biomasa; y 2,4 gigavatios de la energía hidroeléctrica; un total de 47,9 gigavatios de energía verde cuando la demanda total de electricidad estaba en 61,1 gigavatios. El año pasado, Alemania disminuyó su emisiòn a la atmòsfera de CO2 en un 4,3%. Esto significa que las emisiones de gases de efecto invernadero en Alemania están en su punto más bajo desde 1990.

Pero en términos de inversión en bruto, los US$ 80,000 millones, en inversión en energía verde de China, es más que la de EEUU ($ 34,000 millones) y Europa ($ 46,000 millones), combinada. Y esas inversiones ya están pagando dividendos. Mientras que el carbón sigue siendo la mayor fuente de electricidad de China, el mayor contaminante del mundo aspira a tener su pico de emisiones de CO2 equivalentes por quema de combustibles fósiles en 2030, y luego iniciar una tendencia a la baja. Además, la producción de energía solar de China supera a todos los demás países juntos.



China también abastece más hogares con energía eólica que lo que lograrìa con todas las centrales de energía nuclear de los EEUU juntas. La producción eólica de China proporciona electricidad a 110 millones de hogares al 2014, ya que sus parques eólicos generan 16% más energía que en 2013, y 77 gigavatios de energía eólica adicional se encuentran actualmente en desarrollo. La Red de Energía de China está alimentada actualmente por 100 gigavatios de energía verde, y tiene como meta duplicar la producción de energía verde para 2020.

Bill Gates quiere que EEUU sea un líder en energía verde y expresa la esperanza de que todavía puede estar a tiempo para tomar la inversión en energía verde en serio, y que el sector público puede ser fundamental en la prevención de un aumento de 2 grados en la temperatura planetaria.

"No creo que ya no haya esperanza, porque se trata de la innovación estadounidense, se trata de empleos en Estados Unidos, se trata del liderazgo estadounidense, y hay ejemplos en los que esto ha ido muy, muy bien", concluyò Bill Gates.

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TRADUCCIÒN: MALCOLM ALLISON H 2015

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Bill Gates explains why the climate crisis will not be solved by the free market

 

Bill Gates: Only Socialism Can Save the Climate, ‘The Private Sector is Inept’t.

 

Oct 26,2015 - In a recent interview with The Atlantic, billionaire tech magnate Bill Gates announced his game plan to spend $2 billion of his own wealth on green energy investments, and called on his fellow private sector billionaires to help make the U.S. fossil-free by 2050.

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http://usuncut.com/climate/bill-gates-only-socialism-can-save-us-from-climate-change/

http://usuncut.com/climate/bill-gates-only-socialism-can-save-us-from-climate-change/

http://usuncut.com/climate/bill-gates-only-socialism-can-save-us-from-climate-change/

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But in doing so, Gates admitted that the private sector is too selfish and inefficient to do the work on its own, and that mitigating climate change would be impossible without the help of government research and development.

“There’s no fortune to be made. Even if you have a new energy source that costs the same as today’s and emits no CO2, it will be uncertain compared with what’s tried-and-true and already operating at unbelievable scale and has gotten through all the regulatory problems,” Gates said. “Without a substantial carbon tax, there’s no incentive for innovators or plant buyers to switch.”

Gates even tacked to the left and uttered words that few other billionaire investors would dare to say: government R&D is far more effective and efficient than anything the private sector could do.

“Since World War II, U.S.-government R&D has defined the state of the art in almost every area,” Gates said. “The private sector is in general inept.”

“When I first got into this I thought, ‘How well does the Department of Energy spend its R&D budget?’ And I was worried: ‘Gosh, if I’m going to be saying it should double its budget, if it turns out it’s not very well spent, how am I going to feel about that?'” Gates told The Atlantic. “But as I’ve really dug into it, the DARPA money is very well spent, and the basic-science money is very well spent. The government has these ‘Centers of Excellence.’ They should have twice as many of those things, and those things should get about four times as much money as they do.”

In making his case for public sector excellence, the Microsoft founder mentioned the success of the internet:

“In the case of the digital technologies, the path back to government R&D is a bit more complex, because nowadays most of the R&D has moved to the private sector. But the original Internet comes from the government, the original chip-foundry stuff comes from the government—and even today there’s some government money taking on some of the more advanced things and making sure the universities have the knowledge base that maintains that lead. So I’d say the overall record for the United States on government R&D is very, very good.”

The ‘Centers for Excellence’ program Bill Gates mentioned is the Center for Excellence in Renewable Energy (CERE), which is funded in part by the National Science Foundation (NSF). The NSF, which operated with roughly $7.1 billion in 2014, is the source of one-fourth of federal funding for research projects at over 2,000 colleges, universities, K-12 schools, nonprofits, and businesses. The NSF has even funded research by over 200 Nobel laureates, including 26 in just the last 5 years alone. The NSF receives more than 40,000 proposals each year, but only gets to fund about 11,000 of them. Bill Gates wants this funding to be dramatically increased.

“I would love to see a tripling, to $18 billion a year from the U.S. government to fund basic research alone,” Gates said. “Now, as a percentage of the government budget, that’s not gigantic… This is not an unachievable amount of money.”

As evidence around the world shows, the U.S. doesn’t have to reinvent the wheel to be a green energy juggernaut — it can simply look to currently-existing examples in countries with socialist policies — like Germany and China, for instance — on how to become a leader in green energy. And according to Bill Gates, the rest of the world will follow the lead if the biggest countries set the bar.

“The climate problem has to be solved in the rich countries,” Gates said. “China and the U.S. and Europe have to solve CO2 emissions, and when they do, hopefully they’ll make it cheap enough for everyone else.”

This past July, Germany set a new record by generating 78 percent of its electricity from renewable sources, beating its previous record of 74 percent in May of 2014. Germany generated 40.65 gigawatts from wind and solar energy, 4.85 gigawatts from biomass, and 2.4 gigawatts from hydropower, for a total of 47.9 gigawatts of green energy when total electricity demand was at 61.1 gigawatts. Over the past year, Germany decreased its CO2 output by 4.3 percent. This means greenhouse gas emissions in Germany are at their lowest point since 1990.

But in terms of raw investment, China’s $80 billion green energy investment is more than both the U.S. ($34 billion) and Europe ($46 billion), combined. And those investments are already paying dividends. While coal is still China’s biggest source of electricity, the world’s biggest polluter aims to have its use of fossil fuels peak in 2030, and trend downward after that. Additionally, China’s solar production outpaces all other countries combined.

Between 2000 and 2012, China’s solar energy output increased dramatically from 3 megawatts to 21,000 megawatts. And its solar output increased by 67 percent between 2013 and 2014 alone. In 2014, China actually managed to decrease its CO2 emissions by 1 percent, with further reductions expected in the coming years.

China also powers more homes with wind energy than every nuclear power plant in the U.S. put together. China’s wind output provided electricity to 110 million homes in 2014, as its wind farms generated 16 percent more power than in 2013, and 77 gigawatts of additional wind power are currently under construction. China’s energy grid is currently powered by 100 gigawatts of green energy, and aims to double green energy output to 200 gigawatts by 2020.

Bill Gates wants the U.S. to be an additional green energy leader, and expresses hope that there may still be enough time for the U.S. to take green energy investment seriously, and that the public sector can be instrumental in preventing a 2-degree increase in global temperatures.

“I don’t think it’s hopeless, because it’s about American innovation, American jobs, American leadership, and there are examples where this has gone very, very well,” Gates said.

Tom Cahill | October 26, 2015

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22 octubre 2015 4 22 /10 /octubre /2015 16:13
Dans la plus grande discrétion, quatre décrets ont été publiés le 25 septembre au Journal officiel fixant les limites extérieures du plateau continental français au large de ses possessions d’outre-mer au nord de l’océan Atlantique (Martinique, Guadeloupe, Guyane), au sud de l’océan Indien (archipel des Kerguelen) et dans l’océan Pacifique (Nouvelle-Calédonie).
Dans la plus grande discrétion, quatre décrets ont été publiés le 25 septembre au Journal officiel fixant les limites extérieures du plateau continental français au large de ses possessions d’outre-mer au nord de l’océan Atlantique (Martinique, Guadeloupe, Guyane), au sud de l’océan Indien (archipel des Kerguelen) et dans l’océan Pacifique (Nouvelle-Calédonie).

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Francia acaba de doblar su superficie, acaba de crecer en 579.000 km2, vía cuatro decretos que oficializaron los límites exteriores de la meseta continental a lo largo de las islas antillanas de Martinica y Guadalupe, y las mesetas continentales de Guyana, islas Kerguelen y Nueva Caledonia.

Ahora, gracias a estos territorios de ultramar, Francia ocupa el segundo lugar mundial como potencia marítima, detrás de Estados Unidos, con 11 millones de km2 de Zona Económica Exclusiva (ZEE) ... y EL REPARTO DEL MUNDO CONTINÙA ...

La Comisión de Límites de la Plataforma Continental todavía tiene que decidir sobre las solicitudes relativas a la isla Reunión, archipiélago subantártico ìndico Crozet, Saint-Paul y Amsterdam (dos islas separada por 85 km en el océano Índico), Wallis y Futuna (tres islas tropicales de origen volcánico localizadas en el océano Pacífico Sur) y Saint-Pierre-y-Miquelon (un archipiélago situado en América del Norte, frente a las costas canadienses de Terranova). En la Polinesia Francesa, Francia está preparando otro expediente de reclamo de plataformas continentales. Si se validaran todas las solicitudes presentadas por Francia, el dominio marítimo bajo jurisdicción francesa podría alcanzar "un millón de kilómetros cuadrados mínimos", afirma Benoît Loubrieu ... CON ESTOS RECLAMOS, FRANCIA TRIPLICARÌA SU ACTUAL SUPERFICIE

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http://www.espanol.rfi.fr/francia/20151022-francia-se-agranda-500000-km2-gracias-sus-suelos-marinos

 

Barrera de coral en Nueva Caledonia.

Barrera de coral en Nueva Caledonia.

 

Por RFI

Una convención de Naciones Unidas permitió a París reivindicar su soberanía sobre más de medio millón de kilómetros cuadrados alrededor de sus territorios en las Antillas, el Atlántico sur y el Pacífico sur. Esta extensión es clave para la futura explotación del suelo y subsuelo marítimo.

Francia acaba de crecer en 579.000 km2, es decir el equivalente de la actual superficie del país. A fines de septiembre fueron firmados cuatro decretos que oficializaron los límites exteriores de la meseta continental a lo largo de las islas de Martinica y Guadalupe (Antillas), de la Guyana, de las islas Kerguelen (Atlántico sur) y de Nueva Caledonia (Pacífico sur).

Es gracias a estos territorios de ultramar que Francia ocupa el segundo lugar mundial como potencia marítima, detrás de Estados Unidos, con 11 millones de km2 de zona económica exclusiva (ZEE).

La reivindicación de Francia se apoya en las recomendaciones de la Comisión de Límites de la Plataforma Continental (CLPC), un órgano establecido por la convención de Naciones Unidas sobre el Derecho del Mar de 1982.

La convención, llamada de Montego Bay (Jamaica), permite a los países costeros extender su meseta continental más allá de las 200 millas (unos 370 kilómetros) de su ZEE -hasta un límite de 350 millas- si demuestran que su territorio terrestre se prolonga sobre el fondo de los océanos.

Sin embargo, cabe destacar que los derechos de un Estado en esta zona no se ejercen más que en el suelo y subsuelo marino y no sobre la columna de agua (desde la superficie hasta los sedimentos del fondo), que sigue siendo de dominio internacional.

“Está en juego por supuesto el tema de la soberanía, pero la cuestión principal es la explotación de los recursos del suelo y el subsuelo submarino”, explica Walter Roest, miembro de la CLPC.

Algunos países han emprendido campañas de exploración en estas zonas, pero ninguno está por ahora en condiciones de explotar las riquezas que podrían encontrar: hidrocarburos, recursos biológicos o metales necesarios para las nuevas tecnologías. 

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Con la mayor discreción, cuatro decretos fueron publicados el 25 de septiembre de 2015 en el Diario oficial de Francia, estableciendo los límites exteriores de la plataforma continental francesa frente a las costas de sus dominios de ultramar en el norte del océano Atlántico (Martinica, Guadalupe, Guayana Francesa), al sur del océano Índico en el archipiélago de las islas Kerguelen y en el océano Pacífico (Nueva Caledonia).

Es gracias a estos territorios que Francia puede reclamar el segundo lugar en términos de poder marítimo, justo por detrás de Estados Unidos, con más de 10 millones de kilómetros cuadrados de zona económica exclusiva (ZEE).

La publicación de estos decretos es consistente con las recomendaciones de la Comisión de Límites de la Plataforma Continental (CLCS Commission on the Limits of the Continental Shelf), un comité establecido por la Convención de Naciones Unidas sobre el Derecho del Mar (1982), pero que no entró en vigor hasta 1994.

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La convención, denominada Convención de Naciones Unidas sobre el Derecho del Mar de Bahìa Montego (Jamaica), permite a los países costeros extender su plataforma continental más allá de 200 millas náuticas (unos 370 kms) de su ZEE, hasta un límite máximo de 350 millas náuticas (650 kms), si se demuestra que la geología de su tierra se extiende en el fondo de los océanos.

Francia está, a través de un programa nacional cuidadosamente pensado, expandiendo su plataforma continental (Extraplac). Esta maniobra, dirigida por geólogos y cartógrafos del Instituto Francés de Investigación para la Explotación del Mar (IFREMER), el IFP Energies Nouvelles y el French Polar Institute (IPEV), prepara los casos en los que están tratando de demostrar la continuidad geológica entre el continente y los fondos marinos.

"Gracias a nuestras mediciones y batimetría utilizando ecosondas acústicas, podemos trazar en 3D el terreno bajo el agua y así resaltar la continuidad natural entre el continente y las tierras sumergidas, explica Benoît Loubrieu, de Ifremer, responsable del programa EXTRAPLAC.

 

EL ACCESO A LOS RECURSOS NATURALES
En general, la plataforma continental termina por una pendiente que conduce a un gran fondo: "el límite de la meseta se determina a partir de la base de la pendiente por las normas establecidas por la Convención", dice el cartógrafo. En la gran mayoría de los casos, los geólogos han sido capaces de demostrar la continuidad geológica. Una excepción, sin embargo la constituye: la isla desierta "Europa", posesión francesa en que se emplaza una base militar, que forma parte de las îles Eparses, entre Mozambique y Madagascar.

Sin embargo, hay casos de delimitaciòn más complejos, como los de las islas volcánicas con pendientes pronunciadas hundiendose directamente en el fondo del océano. En estos casos, el establecimiento de una continuidad territorial se vuelve difícil.

Este nuevo derecho de acceso a los recursos naturales del suelo y subsuelo abre el apetito. Sin embargo, los derechos a estas áreas está restringidos únicamente en el suelo y subsuelo, y no en la "columna de agua" sobre el mismo en el que cualquiera puede navegar y pescar.

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EXPLOTAR O PROTEGER
El acceso al subsuelo y fondo marino significa poder explotar los recursos que allí se encuentran, como hidrocarburos, sulfuros, fuentes hidrotermales, costras de cobalto, nódulos polimetálicos (manganeso, hierro, aluminio, níquel, cobre), tierras raras (itrio, lantano, neodimio) o recursos biológicos. Pero, el país soberano, puede también decidir proteger esas àreas de la perforación.

Al día de hoy, algunos países han comenzado a llevar a cabo campañas de exploración en sus áreas, pero ninguno está actualmente en condiciones de operar, tanto por razones técnicas (distancia a la costa, profundidad, vulnerabilidad a las condiciones climáticas) y financieras, ya que el costo es generalmente diez veces mayor que en la exploración en tierra.

Si hay explotación, la regulaciòn prevé la introducción de un impuesto de hasta el 12% de los beneficios de la explotación de estos recursos, destinado a proporcionar asistencia a los países en desarrollo.

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Traducciòn: Malcolm Allison H  2015

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http://www.vliz.be/projects/marineworldheritage/sites/3.4_Kerguelen.php?item=The%20Indian%20Ocean

 

423,000 Km2 ALREDEDOR DE LAS ISLAS KERGUELÈN
Francia ya ha invertido 25 millones de euros desde 2003 para extender su plataforma continental, "un presupuesto entre los más modesto de los grandes países marítimos", remarca Walter Roest, geólogo de IFREMER y miembro de la Comisión de Límites, que cita presupuesto de 100 millones de euros para Dinamarca, 150 para Canadá, 200 para Rusia y hasta 750 millones de dólares para Japón. Todos presupuestos para extender sus respectivas plataformas continentales.

Las zonas afectadas por estas extensiones en Francia ocupan una superficie de 423,000 km2 alrededor de las islas Kerguelen, con mucho, la mayor superficie. No resultan despreciables, las otras áreas: unos 76,000 km2 fuera de la costa de Nueva Caledonia, 72,000 km2 fuera de la costa de Guyana y 8,000 km2 fuera de la costa de Martinica y Guadalupe.

 

POLYPLAC

The Polyplac cruise, conducted from 1-12 September 2012 on board the R/V L'Atalante is part of the Extraplac project whose objective is to submit and convince submissions for extension of the French continental shelf within the frame of the convention of the United Nations law of the sea.

This cruise is the first operation of the project in the region of French Polynesia and was concentrated in a zone to the east of the Marquesas Islands. It took place on board R/VL'Atalante with a scientific Ifremer team including personnel from the centres in Brest and the delegation in New Caledonia. According to the directives for the constitution of a submission for extension, the main objectives of the Polyplac cruise were to determine the features of the natural extension from the terrestrial mass of the Marquesas Islands to the edge of the continental shelf and to supply the characteristics of the foot of slope, limit from which the extension of 60 miles may be proposed. Within this context, the Polyplac cruise was mainly based on the acquisition of multibeam acoustic data in order to map the region, associated with magnetism and sediment coring data and samples made with the rock dredger.

http://wwz.ifremer.fr/drogm_eng/Activities/Key-events/Key-events-in-2012

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France doubles its surface… under the sea | archyfra.com

In the utmost discretion, four decrees were published on 25 September in the official Journal , establishing the outer limits of the French continental shelf off the coast of its overseas dominions in the north of the Atlantic ocean (Martinique, Guadeloupe, Guyane), to the south of the Indian ocean archipelago of the Kerguelen islands) and the Pacific ocean (New Caledonia).

It is thanks to these territories that France may claim the second place in terms of maritime power, just behind the United States, with more than 10 million square kilometres of exclusive economic zone (EEZ).

The publication of these decrees is consistent with the recommendations of the Commission on the limits of the continental shelf (CLCS), a committee established by the united Nations convention on the law of the sea (1982), but which did not enter into force until 1994.

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Demonstrate the geological continuity between the continent and the area underwater

This convention, called Montego Bay (Jamaica), allows coastal countries to extend their continental shelf beyond 200 nautical miles (about 370 km) of their EEZ, but up to a maximum limit of 350 nautical miles (650 km), if they demonstrate that their geology land extends on the bottom of the oceans.

 

This is what France is doing through the national programme of carefully thought out expansion of the continental shelf (Extraplac). The latter, led by geologists and cartographers from the French research Institute for exploitation of the sea (Ifremer), the marine (Shom), IFP Energies nouvelles and the French polar Institute (Ipev), prepares the cases in which they are trying to demonstrate the geological continuity between the continent and the area underwater.

Thanks to our measurements and bathymetry using echosounders acoustic, we can plot in 3D the underwater terrain and thus highlight the natural continuity between the continent and submerged lands, explains Benoît Loubrieu, Ifremer, responsible for the programme Extraplac.

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ACCESS TO NATURAL RESOURCES

Generally, the continental shelf ends by a slope leading to a large background : “the limit of The plateau is determined from the base of the slope by the rules laid down by the Convention , “says the cartographer. In the vast majority of cases, geologists have been able to demonstrate the geological continuity. An exception, however : the island desert of Europa, the French possession in which is installed a military base, forming part of the îles Eparses, between Mozambique and Madagascar.

 > Read also : France, as a Pacific nation, too often ignorant of its advantages

However, there are more complex cases such as those of the volcanic islands with steep slopes plunging directly to the bottom of the ocean. In these cases, establishing a territorial continuity becomes difficult.

This new right of access to natural resources of the soil and sub-soil opens the appetite. However, rights to these areas is restricted only on the ground and sub-soil, and not on the “column of water” over it where anyone can sail and fish.

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EXPLOIT OR PROTECT

Access to the subsoil and seabed means the ability to exploit the resources found there, such as hydrocarbons, sulfides, hydrothermal, cobalt-rich crusts, polymetallic nodules (manganese, iron, aluminum, nickel, copper), rare earths (yttrium, lanthanum, neodymium) or biological resources. But, the sovereign, the country can also decide to protect drilling.

 > To read : The control of the Arctic, an issue of power

To this day, some countries have started to conduct exploration campaigns in their areas, but none is currently able to operate, both for technical reasons (distance to coast, depth, vulnerability to weather conditions) and financial, the cost is generally ten times higher than earth.

If there is exploitation, the regulation envisages introducing a tax of up to 12 % of the profits from the exploitation of these resources and is intended to provide assistance to developing countries.

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 423 000 Km2 around the Kerguelen islands

France has already invested 25 million euros since 2003 to extend its continental shelf, a budget ” among the most modest of the great maritime countries “, note by Walter Roest, a geologist at the Ifremer and a member of the CLCS, which cites envelopes of 100 million euros for Denmark, 150 for Canada, 200 for Russia and even 750 million for Japan.

The areas affected by these extensions in France cover an area of 423 000 km2 around the Kerguelen islands, by far the largest surface area. Non-negligible, the other areas are evaluated to 76 000 km2 off the coast of New Caledonia, 72 000 km2 off the coast of Guyana and 8 000 km2 off the coast of Martinique and Guadeloupe.

The Commission on the limits of the continental shelf has yet to decide on applications relating to The Meeting, Crozet, Saint-Paul and Amsterdam, Wallis-and-Futuna and Saint-Pierre-and-Miquelon. In French Polynesia, France is currently preparing its folder. If all the requests submitted by France were validated, the maritime domain is under French jurisdiction could increase to at “ least one million square kilometres , “says Benoît Loubrieu.

> Find this interactive map in full-screen format by clicking here

 

 

France doubles its surface… under the sea | archyfra.com

archyfra.com/.../france-doubles-its-surface-under-th...

 

La France double sa surface... sous les mers | La-Croix.com ...

www.la-croix.com › ... › Economie - Traducir esta página

 

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19 octubre 2015 1 19 /10 /octubre /2015 17:49

La contaminación de los acuíferos con compuestos organoclorados es uno de los problemas ambientales más graves de Europa y en general, del Mundo. Estos contaminantes se han usado ampliamente en la industria y llegan a las aguas subterráneas accidente o por una mala disposición de sus residuos. Una vez en los acuíferos, pueden acumularse durante años debido a su baja biodegradabilidad, suponiendo un peligro por su elevada toxicidad.

Un 8% de los suelos contaminados en Cataluña, censados en 2014, contienen compuestos organoclorados, de los cuales 77% superan las concentraciones máximas de referencia de compuestos organoclorados.

 

Dehalogenimonas_lykanthroporepellens

Dehalogenimonas lykanthroporepellens (cepa ATCC BAA-1523 / JCM 15061 / BL-DC-9), una bacteria Gram-negativa estrictamente anaeróbica que por reducción declora aguas subterráneas cerca de Baton Rouge, Louisiana EEUU, en una zona contaminada por altas concentraciones de varios alcanos y alquenos clorados.  http://bacmap.wishartlab.com/organisms/1131

en.wikipedia.org/wiki/Dehalogenimonas

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Una bacteria del río Besós para descontaminar el agua

 

Investigadores de la UAB han identificado en la desembocadura del río Besós (Cataluña) una bacteria del género Dehalogenimonas que tiene capacidad para transformar ciertos compuestos contaminantes organoclorados tóxicos en otros inocuos.

El género bacteriano Dehalogenimonas se describió hace relativamente poco –en 2009- y hasta ahora solo se han conseguido aislar dos cepas en acuíferos contaminados con cloroalcanos en Luisiana (Estados Unidos). A pesar de que se han identificado secuencias de su genoma en diferentes localizaciones geográficas, como el Océano Ártico, Mar Báltico, Canadá, China, Alemania, Hungría, España, Taiwán o Estados Unidos, esta es la primera vez que se ha descrito la caracterización y el cultivo de una Dehalogenimonas en Europa.

Se trata de una bacteria que solo puede utilizar compuestos organoclorados como fuente de energía durante su proceso de respiración, transformándolos en productos menos clorados, más biodegradables y, en algunos casos, inocuos.

El Besós es un río español localizado en la provincia de Barcelona con sòlo 17,7 km de recorrido. Nace en la comarca del Vallés Oriental, al unirse los ríos Mogent y Congost, y desemboca en el Barcelonés, en el término municipal de San Adrián de Besós. Su cuenca fluvial cruza o pasa por 12 ciudades.
Ahora, una bacteria del género Dehalogenimonas, del río Besós, aparece como promisoria para descontaminar aguas echadas a perder por altas concentraciones de varios alcanos y alquenos clorados.

El género bacteriano Dehalogenimonas se describió en 2009 y hasta ahora solo se han conseguido aislar dos cepas en acuíferos contaminados con cloroalcanos en Luisiana (Estados Unidos). A pesar de que se han identificado secuencias de su genoma en diferentes localizaciones geográficas, como el Océano Ártico, Mar Báltico, Canadá, China, Alemania, Hungría, España, Taiwán o Estados Unidos, esta es la primera vez que se ha descrito la caracterización y el cultivo de una Dehalogenimonas en Europa.

Se trata de una bacteria que solo puede utilizar compuestos organoclorados como fuente de energía durante su proceso de respiración, transformándolos en productos menos clorados, más biodegradables y, en algunos casos, inocuos.

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Parc Fluvial del Besòs a su paso por Santa Coloma de Gramenet

http://apiedales.com/mtb/de-cerdanyola-barcelona-por-el-rio/

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A partir de los sedimentos del río Besós y tras tres años de investigación, los investigadores han obtenido un cultivo bacteriano estable y han demostrado su capacidad para transformar algunos de los hidrocarburos alifáticos clorados que se encuentran más frecuentemente en los acuíferos, tales como el 1,2-dicloroetano y el 1,2-dicloropropano, en productos inocuos como el etileno y el propileno, respectivamente.

Los investigadores también han utilizado una técnica analítica para determinar el fraccionamiento de los isótopos estables de uno de estos contaminantes, que permite demostrar in situ que las bacterias contribuyen a la desaparición de los contaminantes estudiados, distinguiéndola así de aquella provocada por procesos fisicoquímicos de origen natural, como la dilución del contaminante debido a lluvias; adsorción a la materia orgánica o su volatilización.

Poder cultivar estas bacterias en Europa permite abaratar significativamente los costes para su aplicación

La obtención del consorcio bacteriano abre las puertas a su producción y posterior aplicación en acuíferos contaminados, mediante la estrategia de bioaumentación, que consiste en la adición de bacterias con capacidades catabólicas específicas para eliminar estos contaminantes. A pesar de que esta tecnología no ha sido utilizada en Cataluña, se considera una técnica madura, con centenares de casos de éxito en Estados Unidos y Canadá.

“Poder cultivar estas bacterias en Europa permite abaratar significativamente los costes para su aplicación, puesto que las empresas que las comercializan se encuentran mayoritariamente en Norteamérica. Esto, sumado al hecho que esta bacteria crece de forma óptima en las condiciones anóxicas de los acuíferos y que la bioaumentación es una tecnología económica, eficiente y compatible con otros tratamientos de remediación podría favorecer incluso su aplicación en origen, en las propias plantas industriales”, explica Ernest Marco, coordinador de la investigación.

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Enlace del Rio Ripoll con el Besos, por dentro de la población de Montcada i Reixac

Enlace del Rio Ripoll con el Besos, por dentro de la población de Montcada i Reixac

 

Un grave problema ambiental

La contaminación de los acuíferos con compuestos organoclorados es uno de los problemas ambientales más graves en nuestro país y en el resto de Europa. Estos contaminantes se han usado ampliamente en la industria y llegan a las aguas subterráneas por accidentes o por una mala disposición de sus residuos. Una vez en los acuíferos, pueden acumularse durante años debido a su baja biodegradabilidad, suponiendo un peligro por su elevada toxicidad. Según los datos de la Agencia de Residuos de Cataluña, un 8% de los suelos contaminados censados en 2014 contienen compuestos organoclorados, de los cuales 77 superaban las concentraciones máximas de referencia.

El estudio dirigido por el Dr. Ernest Marco-Urrea y publicado en Environmental Science & Technology, se ha llevado a cabo en la Universitat Autònoma de Barcelona (Departamento de Ingeniería Química y Departamento de Genética y Microbiología) en colaboración con la Universitat de Barcelona (Grupo de investigación de Mineralogía Aplicada y Geoquímica de Fluidos) y el Helmholtz-Centre for Environmental Research –UFZ (ISOBIO) de Leipzig (Alemania).

Referencia bibliográfica:

Referencia: Martín-González et al. (2015). Stable Carbon Isotope Fractionation During 1,2-Dichloropropane-to-Propene Transformation by an Enrichment Culture Containing Dehalogenimonas Strains and a dcpA Gene. Environ Sci Technol. 21; 49(14):8666-74. doi: 10.1021/acs.est.5b00929.

 

Identifican en el río Besós una bacteria apta como ...

www.uab.cat/.../identifican-en-el-rio-besos-una-bacteria-apta-como-desc.

 

Parque fluvial del Besós, desde Montcada i Reixac hasta Santa Coloma de Gramenet

Parque fluvial del Besòs, desde Montcada i Reixac hasta Santa Coloma de Gramenet

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14 octubre 2015 3 14 /10 /octubre /2015 21:09

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Cuando pensamos en huevos, son los de la gallina los que se vienen a la cabeza. La imagen del óvulo no fecundado de esta ave, que consumimos desde niños, cobra protagonismo hoy en el Día Mundial del Huevo por sus beneficios nutricionales, solo superado por la leche materna.

Sin embargo, el huevo de las aves presenta multitud de formas y tamaños en función de cada especie. Destaca el de la avestruz (Struthio camelus) con un peso de hasta 1,5 kg –el mayor que se conoce–, y el del colibrí zunzucito (Mellisuga helenae), que con medio gramo es el más pequeño.

emú_Barry Armstead Photography

Los huevos de emú son de color verde oscuro. / Barry Armstead Photography

En cuanto a la textura, en general todos los cascarones comparten una superficie lisa, salvo excepciones como en el caso de los cormoranes. Pero es sobre todo en los colores con los que cada especie se distingue de las demás, para adaptarse a su entorno y a sus depredadores: blancos, camuflados, con o sin machas, de tonos pardos, brillantes o coloridos, como los del emú (Dromaius novaehollandiae), que son verde oscuros y de un tamaño equivalente al de 10 o 12 huevos de gallina. 

Los huevos de las aves: blancos, camuflados, con o sin machas, de tonos pardos, brillantes o coloridos

Coloridos y diminutos

Infinitamente más pequeños son los huevos de los insectos, aunque su proceso de formación varía en función del grupo al que pertenecen. Existen tres tipos de ovogénesis o creación del huevo, que difiere entre cucarachas, escarabajos, y otros como las moscas, abejas y mariposas.

La cáscara se forma en el aparato reproductor de la madre y el macho la fecunda con su esperma. Una vez formados los embriones, la hembra deposita estratégicamente los huevos en el exterior ya que suelen poseer un apéndice abdominal modificado que se convierte en un órgano adaptado a esta función. Esto les permite insertarlos en lugares difíciles de alcanzar.

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Los huevos de la chinche arlequín ('Murganta histriónica') son irregulares y blancos y negros. Se realizan entre cinco y siete puestas de varias decenas de huevos que tardan 15 días en eclosionar. / USGS Bee Inventory and Monitoring Lab

De manera general los camufla en el sustrato: en hojarasca, bajo tierra, bajo la corteza, sobre o dentro de las plantas, sobre o dentro de otros animales (en el caso de especies parasitarias como el piojo, en el hospedador), bajo el agua o en lugares que se inundan periódicamente. Las formas varían también mucho. Pueden ser redondos o semicriculares, irregulares, cilíndricos con puntas esféricas o puntiagudas.

Una hembra de tiburón ballena tenía más de 300 embriones en su interior en diferentes etapas del desarrollo

Más de 300 huevos a la vez

Si bien es cierto que la reproducción en los peces también se realiza mediante huevos, entre especies el proceso es muy diferente. Pueden ser ovíparos (los huevos son expulsados al agua y la fecundación es externa), vivíparos (la cría nace ya formada y con capacidad para nadar) y ovovivíparos (nacen alevines bien formados en el interior de la madre donde se han desarrollado los huevos), como es el caso de los tiburones ballena (Rhincodon typus), el pez más grande del mundo.

A principios del siglo XX, se había deducido que este animal era vivíparo al encontrar en su oviducto varios huevos. A mediados de siglo se modificó esta hipótesis y se indicó que eran ovíparos. Pero no fue hasta 1996 que se llegó a la conclusión de que eran ovovivíparos al encontrar una hembra en las costas de Taiwán con más de 300 embriones en su interior en diferentes etapas del desarrollo: unos estaban aún en el huevo y otros ya estaban totalmente formados. Lo sorprendente del hallazgo es que todas las crías eran del mismo padre, por lo que los científicos sugieren que las hembras de esta especie almacenan esperma de un solo acto sexual y lo fertilizan con el tiempo.

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Huevo de alitán ('Scyliorhinus stellaris'). / Alfiero Brisotto

En general, los peces ovíparos tienden a proteger sus huevos de diferentes maneras, construyendo nidos con burbujas o en objetos flotantes, como es el caso de los peces voladores. Algunos incluso los mantienen en su boca hasta que los alevines eclosionan.

Huevos de hermafroditas

Un solo caracol puede llevar hasta 100 huevos a la vez, y los pone en lugares frescos

Aunque existen muchos grupos de moluscos (calamares, ostras, almejas, pulpos, babosas y caracoles, entre otros), todos son ovíparos, pero su modo de reproducción puede ser unisexual (con individuos macho y hembra), para los mejillones, ostras y almejas, entre otros, o hermafrodita, en el caso de los gasterópodos (caracoles y babosas, entre otros), en ocasiones con capacidad de autofecundación.

A pesar de ser hermafroditas, para reproducirse los caracoles necesitan dos individuos. Esta pareja interactuará durante horas hasta que cada uno fertilice los huevos en el otro. Un solo caracol puede llevar hasta 100 huevos a la vez, y los pone en lugares frescos, en el caso de los terrestres, o cerca de una zona sólida como en una roca, en el de los marinos, para que los huevos permanezcan en un mismo lugar sin sufrir daños. Tardarán por lo general entre dos y cuatro semanas en desarrollarse.

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Huevos de caracol manzana ('Pomacea canaliculata') puestos en una planta acuática. / Shan Lv, National Institute of Parasitic Diseases

Los anfibios también suelen presentar sexos separados y son en su mayor parte ovíparos. La puesta se realiza en agua dulce y está conformada por multitud de pequeños huevos sin caparazón unidos entre sí por una sustancia gelatinosa y varias membranas que los protegen de los golpes, patógenos externos y depredadores, en el caso de la fecundación externa. De los huevos salen renacuajos, aún por pasar la metamorfosis ya en un ambiente externo.

Las tortugas hacen entre tres y ocho nidos y alcanzan los mil huevos

Proteger los huevos a toda costa

Cien huevos es la media que ponen también las tortugas marinas después de arrastrarse por la arena de la playa, elegir un lugar adecuado, y cavan un nido del tamaño de su cuerpo. Cuando depositan los huevos, el reptil cubre de arena el agujero y lo camufla antes de regresar al mar.

Este proceso se repite varias veces cada dos semanas, por lo que en el periodo de reproducción puede hacer entre tres y ocho nidos y alcanzar los 1.000 huevos. Esta es la manera de asegurarse la supervivencia de la mayor parte de las crías.

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Una cría de tortuga mapa del norte ('Graptemys geographica') eclosiona de su huevo. / James H. Harding

Los reptiles pueden ser ovovivíparos u ovíparos. Estos últimos incuban sus huevos en nidos en diferentes lugares: en la tierra en suelos arenosos o arcillosos que actúan como incubadoras naturales, bajo las piedras o en general en sitios alejados de los depredadores.

La cobra es la única serpiente que permanece junto al nido para defender a sus futuras crías con agresividad

Aunque la mayoría de las hembras abandonan el nido una vez depositados los huevos, la cobra (Ophiophagus Hannah) es la única serpiente que permanece junto al nido que ella misma ha fabricado arrastrando hierbas y ramas con su cola para defender a sus futuras crías con agresividad, hasta que estas eclosionan. Cuando nacen, se separa de ellas.

Tampoco las abandona la pitón que se enrosca alrededor de los nidos para controlar la temperatura, pero al ser ectotermo (regula su temperatura corporal en función de la ambiente), no puede incubarlos. Para compensarlo, produce una serie de espasmos o escalofríos en su cuerpo alrededor de la puesta para aumentar la temperatura.

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Ovúlo humano durante el proceso de fecundación 'in vitro'. / Fotolia

Los mamíferos también ponen huevos

Aunque todos las hembras mamíferos (incluidos los humanos) tienen óvulos para la reproducción, existen cinco especies que pueden poner huevos como las aves o los reptiles. Además de las cuatro especies de equidna –similares a los erizos–, destaca el ornitorrinco (Ornithorhynchus anatinus), que en lugar de dar a luz a crías vivas, pone huevos, generalmente dos, y de pequeño tamaño.

Estos huevos, de cáscara fina y pegajosos, se desarrollan en el útero materno durante 28 días y son incubados durante otros diez en el exterior. Son parecidos al de los reptiles y más redondeados que el de las aves. Al nacer, como le ocurre a muchas otras especies, son muy vulnerables.

Zona geográfica: España
Fuente: SINC

Adeline Marcos

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5 octubre 2015 1 05 /10 /octubre /2015 17:32

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The resplendent quetzal is Guatemala's national bird, and an image of it is on the flag and coat of arms of Guatemala.

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UNA APP PARA EL AVITURISMO

 

 

“Una nueva herramienta de ciencia ciudadana, llamada eBird (disponible como aplicación para smartphones, y en Internet en www.eBird.org/camerica) está haciendo mucho para promover sitios específicos como destinos para aviturismo. Hay más de 100 puntos de Guatemala registrados en eBird, y el público puede seguir todos los avistamientos de aves hechos en estos lugares. eBird genera cientos de páginas de información sobre las aves en cada uno de los sitios de interés para la observación de las aves. Cada día, la cantidad de información en cada área está aumentando, y haciendo más atractivos todos estos destinos turísticos”, añade el ornitólogo.
A esto se puede agregar las charlas sobre el cuidado, conservación y protección de las aves que habitan y visitan nuestro país. “Otra opción podría ser la creación de eventos de avistamientos de aves, y a la vez crear campañas que promuevan específicamente el aviturismo. También se puede capacitar a las personas que viven en las áreas aledañas y así crear campañas que promuevan específicamente el aviturismo. También se puede capacitar a las personas que viven en las áreas aledañas y así crear una fuente local de ingresos”, concluye Komar.

 

BOOM de las aves del istmo en Ebird
En Guatemala hay cada vez más birders (observadores de aves). Cada 9 de mayo se realiza un evento a nivel mundial denominado Global Big Day (Gran Día Mundial). El fin de este evento es contar todas las aves migratorias que sean posibles en todo el mundo y registrarlas a través de la página www.ebird.org y su versión en español destinada a Centroamérica, www.ebird.org/content/camerica en la cual se suben los registros de todas las aves observadas durante ese evento. Este año, Centroamérica reportó 872 especies, 1,396 listados y 249 participantes. Guatemala logró contabilizar 371 especies gracias a la participación de 30 birders, y se proyecta que en 2016 crezca el número de participantes.

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Las aves son el grupo más numeroso de vertebrados en Guatemala. Se encuentran organizadas en 20 órdenes, 67 familias y 388 géneros. Se cuenta con un total de 734 especies de aves. Algunos registros oscilan entre unas 400 especies residentes, de las cuales 34 son endémicas en la zona comprendida entre el sur de México y Nicaragua, como el pavo de cacho (oreophasis derbianus) y el chompipe de cabeza rosada (ortalis leucogastra). Existen dos especies introducidas por el hombre, y 23 han llegado a Guatemala por accidente. Según la Lista Roja Mundial, un 13% de las 10,425 especies de aves en el mundo, 2,013 están en peligro de extinción, 419 están en peligro y 741 son vulnerables.

PENELOPE NIGRA - Male (blue-black) and female (brown) The highland guan (Penelopina nigra) is a species of bird in the family Cracidae. It is found in the highlands of El Salvador, Guatemala, Honduras, southern Mexico, and Nicaragua.
PENELOPE NIGRA - Male (blue-black) and female (brown) The highland guan (Penelopina nigra) is a species of bird in the family Cracidae. It is found in the highlands of El Salvador, Guatemala, Honduras, southern Mexico, and Nicaragua.

Una pareja de turistas se abre paso de madrugada por el bosque nuboso de Baja Verapaz, con una herramienta esencial colgada a sus cuellos: un par de binoculares. Son avistadores de aves, o birders, y su misión es observar un quetzal. Durante su estadía contribuyen a la economía guatemalteca, y de regreso a su país se encargan de promocionar Guatemala como un destino ideal para observar aves en su hábitat natural.

· http://www.s21.com.gt/aves/2015/07/05/aviturismo-una-alternativa-peligro-extincion


La imagen anterior no es ficticia pero, de acuerdo con ornitólogos y aficionados al birding, podría ser más frecuente, debido a la riqueza de especies de aves, tanto endémicas como migratorias con las que cuenta el país. Sin embargo, los malos manejos del medioambiente y su aprovechamiento no sostenible han provocado la extinción de especies como la guacamaya verde y el pato poc, y ha puesto en peligro la supervivencia de numerosas especies.
Edgardo Díaz, de la organización Aves de Guatemala, afirma que la población de aves de Guatemala ha disminuido. “Los factores principales son, por ejemplo, saqueos de nidos y destrucción de áreas de anidación debido al corte de la vegetación y destrucción de bosques, incendios, la comercialización de ejemplares como aves de ornato, así como la colocación de trampas caseras o el hecho de tomar pichones del nido para que sean más domésticas a la hora de comercializarlas. También influyen la caza furtiva y, a veces, la cacería como deporte utilizando armas de fuego, ondas o hules”.
Díaz afirma que los más recientes registros de aves en Guatemala reportan 734 especies. De estas, 486 se reproducen en el país y el resto son especies migratorias; es decir, pasan por nuestro territorio en busca de alimento o refugio, provenientes de cuatro rutas principales desde Norteamérica.
“Más de la mitad de las especies de aves han sufrido fuertes declives en los últimos 25 años. El principal problema ha sido la destrucción de sus hábitats, debido a deforestación, expansión de la frontera agrícola, invasiones a las áreas protegidas, aun la expansión urbana y suburbana. La población humana de toda Centroamérica se ha duplicado en corto tiempo, poniendo fuerte presión sobre los ecosistemas naturales, y muchas especies nativas han sufrido. Las aves migratorias, que visitan durante 6 u 8 meses cada año, pero no se reproducen en Guatemala, también han sufrido reducciones, pero no tanto como los ejemplares de bosque tropical. Son más adaptables a los rápidos cambios que han afectado al país”, opina el ornitólogo Oliver Komar, de la Universidad Zamorano de Honduras.

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ESPECIES AMENAZADAS EN GUATEMALA
Guatemala ya experimentó la extinción de una especie endémica, el zambullidor del Lago Atitlán (podylimbus gigas), también conocido como pato poc, que desapareció en la década de 1980. Pero hay otras en riesgo de desaparecer. “La próxima especie podría ser el icónico pavón cornudo (oreophasis derbianus), un ave grande y espectacular que subsiste en algunos de los bosques nublados del país. Los bosques tienen cierto grado de protección, pero van a sufrir de los efectos del cambio climático durante lo que queda del presente siglo, que puede reducir demasiado la disponibilidad de los frutos que el pavón requiere para sobrevivir. La especie se considera en peligro de extinción, y solo sobrevive en Guatemala y la Sierra Madre de Chiapas. En total hay cuatro especies de aves en peligro de extinción, y 11 vulnerables en Guatemala, según la Lista Roja de la Unión Internacional para la Conservación de la Naturaleza (UICN). En la medida que las presiones sigan en los próximos años, podemos esperar que muchas más especies de aves sean calificadas como vulnerables y en peligro de extinción”, explica Komar.
La asociación Proeval Raxmu, dedicada a la conservación de naturaleza en el país, cuenta con un programa de monitoreo de aves. Según este, son cuatro las especies amenazadas: El tecolote barbudo (megascops barbarus), que se encuentra en la Lista Roja de BirdLife International/ UICN, y en 2012 pasó de Casi Amenazado a Vulnerable. La tangara de cabanis (tangara cabanisi), que debido al uso de su hábitat, ecología de anidación y vocalizaciones, fue declarada en peligro de extinción en 2012. La codorniz ocelada (cyrtonyx ocellatus), que en 2010, cambió de casi amenazada a vulnerable, según el Center for the Study of Tropical Birds y Proeval Raxmu. Y la cayaya (penelopina nigra), que en 2007 pasó de casi amenazada a vulnerable.

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EL BIRDING COMO ALTERNATIVA TURÍSTICA
La observación de aves (birding) es una actividad que cuenta con millones de entusiastas en el mundo. Actualmente existen varias asociaciones de birding en Guatemala: Peten Birders Club, Birders Guatemala y Birders San Marcos Gt, entre otras.
Hace algunas semanas, el doctor Jack Schuster, director del Laboratorio de Entomología Sistemática de la Universidad del Valle de Guatemala, publicó en la columna de opinión que mantiene en Magacín, que solamente en Estados Unidos hay 80 millones de entusiastas de la observación de aves. “¡Si podemos atraer tan solo al 1% de esta gente tendríamos 800 mil turistas más! Y esto es solo en EE. UU. En Europa les gusta aún más observar aves”, comentó.
Lugares para la observación de aves no faltan en Guatemala, según afirma Edgardo Díaz. “Está la estación biológica Las Guacamayas y el Parque Nacional Tikal, en Petén; el Parque Cayalá, en la ciudad de Guatemala; el Cerro San Gil, en Izabal; el volcán San Pedro, en Sololá (especial para observar aves endémicas del país); las Fuentes Georginas, en Quetzalenango; los altos de la Finca Filadelfia, en Antigua Guatemala, y el Biotopo del Quetzal, en Purulhá, Baja Verapaz, donde se puede observar a nuestra ave nacional, el quetzal (pharomachrus mocinno).
Si se lograra esto, el ingreso de divisas al país por concepto de turismo de observación de aves sería enorme. Pero, ¿qué hace falta en nuestro país para alcanzar este objetivo, aparte del esfuerzo de instituciones como el Instituto Guatemalteco de Turismo (Inguat) y el Consejo Nacional de Áreas Protegidas (Conap)?
“Lo principal es educar a nuestra gente sobre el tema, incentivándola a proteger y preservar nuestra fauna y nuestros bosques”, reflexiona Díaz. “Muchas personas atrapan aves para venderlas en mercados locales o de puerta en puerta. Muchas veces las atrapan del nido para que sean más domésticas, y para evitar esto es necesario realizar campañas promoviendo la no compra de aves silvestres. Así evitaríamos el comercio ilegal de aves canoras y ayudaríamos a que ya no las comercialicen”.

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5 octubre 2015 1 05 /10 /octubre /2015 16:28

El Consejo Agropecuario Centroamericano, compuesto por los ministerios de Agricultura de la región, acordó en Managua solicitar a organismos internacionales apoyo técnico y financiero para enfrentar el cambio climático, el fenómeno de El Niño y la sequía que azota a buena parte de Centroamérica. El 24 de septiembre de 2015 se hizo pùblico el acuerdo.

"Hemos acordado hacer un llamado a la comunidad internacional para financiar aquellas medidas estructurales como el uso y la conservación del agua y aquellos sistemas de riego necesarios para sostener la agricultura familiar y garantizar la estrategia de seguridad alimentaria" en Centroamérica y República Dominicana, dijo el presidente temporal del consejo, Oreste Ortéz.

Ortéz, ministro de Agricultura de El Salvador, aseguró que El Niño "ha alcanzado dimensiones bastantes fuertes", que han provocado afectaciones en la producción de granos básicos, como maíz y fríjol, y en la ganadería, que no cuantificó.

 

 

 

SEQUÌA EN CENTROAMÈRICA
Como consecuencia del cambio climático, en Centroamérica, las sequías son cada vez más recurrentes, los daños asociados más frecuentes y por períodos cada vez más extensos. Es por ello que la gestión integrada del recurso hídrico (GIRH), es clave para la adaptación a la sequía y para una región con seguridad hídrica

http://www.droughtmanagement.info/

Las sequías son una adversidad climática que tiene presencia en todas las regiones del planeta, con afecciones muy diversas, muchas de ellas con grandes repercusiones en la sociedad. La Organización Meteorológica Mundial (OMM) define la sequía como “un período con condiciones meteorológicas anormalmente secas, suficientemente prolongado como para que la falta de precipitación cause un grave desequilibrio hidrológico” (Crespo, 2008).


En la región centroamericana, la sequía no se manifiesta de la misma forma que en África u otros referentes mundiales (períodos prolongados, incluso anuales, de ausencia de precipitación). Sin embargo, ha adquirido un carácter recurrente, especialmente
en las zonas ubicadas en el Corredor Seco Centroamericano (CSC). Con el cambio climático, los daños asociados han tendido a ser más frecuentes y por períodos crónicos, lo que afecta la calidad de vida de las personas y está generando impactos negativos para sectores como el energético, agrícola, agua potable y saneamiento, entre otros.
La severidad de la sequía depende tanto de la magnitud de la reducción de la lluvia, de la duración de ese periodo y del área afectada por sus efectos,como de la demanda de agua que proviene de los ecosistemas y de las actividades humanas. En este sentido, la GIRH es importante para la adaptación a la
sequía.
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ANTE EL RETO
Dada la creciente importancia que tiene la gestión de la sequía para el desarrollo de la región, GWP Centroamérica y el Comité Regional de Recursos Hidráulicos (CRRH) ha estado fortaleciendo las capacidades de los servicios hidrometerologicos de los países de Centroamérica para su monitoreo.
Además, han trabajado en estudios sobre la temática para contar con información confiable sobre las características de este fenómeno y su relación con la seguridad hídrica, y con retos como el manejo integral de cuencas y la seguridad alimentaria y nutricional.
En noviembre del 2013 se llevó a cabo un taller sobre sequías y sus efectos en México, Centroamérica y el Caribe que fue organizado por Agencia Estatal de Meteorología de España (AEMET), OMM, CRRH y GWP, entre otros. En dicho taller, se concluyó que el Índice
Estandarizado de Precipitación (SPI, por sus siglas en inglés) es la herramienta más adecuada para el monitoreo de la sequía en la región debido a su alta aplicabilidad en relación a las características de los datos existentes.
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PATRONES DE SEQUÌA

Para conocer mejor el fenómeno de la sequía en la región y así tomar acciones que permitan reducir la vulnerabilidad y contribuir a la adaptación de la población ante su ocurrencia, GWP Centroamérica, junto con CRRH y con el apoyo de la Agencia Suiza para el Desarrollo y la Cooperación (COSUDE), elaboró un estudio sobre la caracterización de las sequías en el corredor seco centroamericano y su impacto sobre la producción de maíz y frijol. El documento incluye un análisis de los impactos de la disminución de la precipitación en la producción de granos básicos, las áreas geográficas más propensas a la sequía y la frecuencia en que estos eventos adquieren una connotación de sequía. Además, relaciona esta información con la seguridad alimentaria y nutricional y con el potencial del SPI para el monitoreo de sequías. Se analizan algunos de los elementos que deben ser considerados para el establecimiento de un Sistema de Alerta Temprana (SAT) para sequías y se formulan algunas recomendaciones relacionadas con la gestión de la sequía y la producción de granos básicos a nivel regional.
Este estudio fue publicado en noviembre del 2014 y fue distribuido con los usuarios de la información climática, con representantes de los servicios hidrometeorológicos a nivel nacional y con gestores del agua a nivel nacional y regional, quienes están utilizando la información generada como base para la gestión de las sequías.

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MONITOREO DE LA SEQUÌA A MARZO DE 2015

El SPI no estaba siendo utilizada amplia y consistentemente en los países de la región, por ello, se llevaron a cabo dos talleres (junio y noviembre 2014) con los funcionarios de los servicios hidrometeorológicos de la región para fortalecer sus capacidades en el uso de dicha herramienta, así como en la generación, manejo e interpretación de los datos relacionados a las sequías de acuerdo a las características de este fenómeno en la región. Como parte de los resultados de este proceso, se estableció el grupo de trabajo de sequía, que velará por una continua comunicación e intercambio de datos, métodos y experiencias relacionadas con el SPI, así como del fortalecimiento de capacidades de los servicios meteorológicos en el monitoreo de la sequía en la región. Los resultados que genera el grupo de trabajo de sequía, constituyen ahora una herramienta fundamental en la generación cuatrimestral de la “Perspectiva del Clima” que coordina el CRRH, ya que ahora se considera información más acertada en términos de los pronósticos de reducción de la precipitación. Se han publicado datos sobre el tema, desde la Perspectiva del Clima del período Diciembre 2014 - Marzo 2015.

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IMPACTOS DE LA SEQUÌA 2014 EN CENTROAMÈRICA

Durante 2014 tuvo lugar un evento de sequía en la región Centroamericana, con efectos severos, vinculado a un período de manifestación de El Niño. Ha sido importante documentar el caso para analizar el nivel de impacto en los distintos sectores, relacionar esta información con el SPI, e ir estableciendo las bases para la definición de umbrales según los datos del 2014. Esta información es un paso adelante para el establecimiento de un SAT de sequía en la región. El estudio sobre la sequía del 2014, es un informe preliminar, elaborado por GWP Centroamérica y el CRRH, e incluye una síntesis por país, de los principales impactos para el sector agrícola, con énfasis en la seguridad alimentaria y las medidas inmediatas tomadas por los gobiernos. Se produjeron entre 30 y 60 días secos, en distintas regiones en cada país, ubicadas dentro del CSC. Los meses más secos fueron julio y agosto, aunque en algunos países, la canícula inició desde junio. La precipitación comenzó a normalizarse en agosto, pero el impacto fue severo puesto que el déficit fue históricamente significativo en todos los casos, afectando la producción. Actualmente se está completando el estudio, con la documentación del impacto de la sequía en los sectores de agua potable y generación hidroeléctrica. Se enfatiza la necesidad de monitorear de forma sistemática los impactos de este fenómeno, como una herramienta para la toma de decisiones de los sectores estratégicos que toman acciones para hacer frente a la variabilidad climática.

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Crearán web geoespacial para mejorar agricultura en corredor de Centroamérica

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Índice Estandarizado de Precipitación para la toma de decisiones

GWP Centroamérica apoyará la realización del II Foro Hidrológico de Centroamérica (2015), en donde se espera generar un espacio de coordinación entre los representantes de los países para apoyar el uso y diseminación de la
información climática en la predicción hidrológica, promoviendo el uso de los resultados en la gestión del recurso hídrico y los principales sectores
usuarios.

UN SISTEMA DE ALERTA TEMPRANA DE SEQUÌAS
La información generada en los estudios mencionados anteriormente, sientan las bases para establecer umbrales y valores que permitan configurar la emisión de alertas según los registros históricos. Se espera iniciar un proyecto piloto
sobre un SAT para sequías, junto con CRRH, OMM.

Políticas nacionales de sequía
Así mismo, se estará diseminando la información a tomadores de decisión, para promover el inicio de procesos nacionales de formulación de políticas que permitan la gestión integrada de la sequía, con una visión de mediano plazo.

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GeoWeb para mejorar productividad y competitividad en el Corredor Seco Centroamericano y el Arco Seco de Panamá

22/1/2015 -

Especialistas desarrollarán una web geoespacial (GeoWeb) para mejorar la productividad y competitividad del sector agrícola en el Corredor Seco Centroamericano y el Arco Seco de Panamá, informaron hoy los promotores.

La GeoWeb contendrá información geoespacial fisiográfica, de recursos naturales, de uso del suelo, tendencias demográficas, económicas, sociales y climáticas.

Uno de los objetivos del sistema de información es crear un espacio de interacción entre diferentes tipos de actores del ámbito gubernamental, productivo y académico.

El proyecto es impulsado por el Instituto Interamericano de Cooperación para la Agricultura (IICA) y el Centro de Investigación en Geografía y Geomática (Centrogeo).

"Con la plataforma GeoWeb, la información geoespacial se aplica a líneas de investigación y proyectos específicos del corredor, de forma tal que se genera información y conocimiento en torno a las problemáticas, modelos de intervención territorial y escenarios", indicaron las entidades en un comunicado.

El convenio a través de cual se desarrollará la plataforma fue firmado por los directores del IICA, Víctor Villalobos, y del Centrogeo, José Ignacio Chapela, y contempla tres etapas.

Una de ellas es el diseño y desarrollo básico de la plataforma GeoWeb y de la red formal de conocimiento para el corredor, otra será el desarrollo del sistema de información geoespacial y la revisión del acervo documental con avances y resultados de líneas de investigación y proyectos relacionados con el corredor.

La tercera etapa consiste en la incorporación de un sistema de monitoreo del Corredor Seco Centroamericano y el Arco Seco de Panamá.

El Corredor Seco Centroamericano es una región que presenta una mayor vulnerabilidad a los riesgos climáticos y a los desastres naturales debido que se encuentra dentro de un istmo.

· http://www.el19digital.com/articulos/ver/titulo:25529-crearan-web-geoespacial-para-mejorar-agricultura-en-corredor-de-centroamerica

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28 septiembre 2015 1 28 /09 /septiembre /2015 16:33
Volkswagen emissions scandal: VW boss investigated amid claims Merkel government knew of rigged emissions tests
Volkswagen emissions scandal: VW boss investigated amid claims Merkel government knew of rigged emissions tests

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Volkswagen colocó en 11 millones de vehículos diésel un dispositivo para burlar los controles anticontaminación y hacerlos pasar, ante los consumidores y las autoridades, por vehículos más ecológicos.

Menos de una semana despuès que reventara el escándalo de motores trucados volkswagen, otro fabricante de autos, Audi, reconoció también haber equipado 2,1 millones de sus vehículos con el software de Volkswagen diseñado para falsear los controles de emisiones contaminantes de los motores diésel.

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Volkswagen amenaza a Alemania

 

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El expresidente de Volkswagen, Martin Winterkorn, investigado por fraude

El expresidente de Volkswagen, Martin Winterkorn, de 68 años.

El expresidente de Volkswagen, Martin Winterkorn, de 68 años.

 

Por RFI

La fiscalía de Brunswick en Alemania abrió una investigación por fraude en contra de Martin Winterkorn, el expresidente de Volkswagen que renunció la semana pasada por el escándalo de motores trucados. Berlín dio diez días a la compañía automotriz para presentar un plan y una solución técnica con el fin de dejar los autos conformes con la legislación en materia de contaminantes.

 

En Alemania, el departamento de criminalidad económica de la fiscalía de Brunswick, en el norte del país, anunció que investiga por fraude al expresidente de Volkswagen, Martin Winterkorn, obligado a renunciar la semana pasada en medio del escándalo de los motores trucados. Se trata de esclarecer "cuales son las responsabilidades", explicó la institución en un comunicado, después de que el constructor automóvil alemán confesara que colocó en 11 millones de vehículos diésel en todo el mundo un dispositivo para burlar los controles anticontaminación y hacerlos pasar, ante los consumidores y las autoridades, por vehículos más ecológicos. Tres altos directivos de la marca también fueron suspendidos.

Este lunes, otro fabricante de autos, Audi, reconoció también haber equipado 2,1 millones de sus vehículos con el software de Volkswagen diseñado para falsear los controles de emisiones contaminantes de los motores diésel. La mayoría de estos fueron destinados al mercado europeo pero unos 13.000 llegaron a EE.UU.

Por otra parte, el gobierno alemán ha dado un plazo de diez días (hasta el 7 de octubre) a Volkswagen para presentar un plan y una solución técnica con el fin de dejar los autos conformes con la legislación en materia de contaminantes mientras la acción del gigante automotriz, que la semana pasada se desplomó cerca de un 35%, seguía cayendo este lunes en la Bolsa de Fráncfort.

Según la prensa alemana, Volkswagen había sido advertido hace años sobre los riesgos que corría con el programa para trucar los controles anticontaminación de sus motores diésel.

Con AFP.

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Portada Portada Portada

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Volkswagen emissions violations - Wikipedia, the free ...

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Platinum is an unexpected victim of the Volkswagen scandal.

 
On Wednesday the price of Platinum fell to a six-year low of $925.3 a troy ounce.
 
Platinum is used to make diesel catalysts fitted in some of the vehicles embroiled in the scandal.
 
Platinum price over three years (Nasdaq) 

Around 40% of platinum demand comes from car catalysts, which are mainly used for diesel-fuelled cars, according to Carsten Menke, Commodities Research Analyst, Julius Baer.
 
The price of platinum will likely go up again, according to Menke, because platinum is becoming rarer and therefore more valuable in the long term
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Check the pollution levels on your street using How Polluted Is My Road.
 
 
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The structure of the VW emission system. The software comprises about 20,000 lines of code for the whole car.
The structure of the VW emission system. The software comprises about 20,000 lines of code for the whole car.

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At least in the US, there are approximately 500,000 TDI-branded cars on the roads that routinely spew up to 40 times the legal amount of nitrogen oxide, which leads to increased air pollution.

For the tech minded, see below for the structure of the VW emission system. The software comprises about 20,000 lines of code for the whole car.

For an in-depth analysis of how it’s rigged, see this Reuters article.

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The damage runs deep as car giant pollutes its reputation

These are the Volkswagen cars affected

The other scandal to hit Volkswagen this year

Volkswagen sets aside €6.5 billion to win back trust

Shares dive €15bn after the revelations

Volkswagen Q&A: what is the emissions scandal and how should drivers react?

Volkswagen amenaza a Alemania
El escándalo de las emisiones ataca no solo a la mayor empresa alemana, sino que también supone un riesgo para todo el país, muy dependiente del automóvil.
Wolfsburgo, alma de la compañía, observa preocupada los acontecimientos
El fraude afecta de forma masiva a los Volkswagen Golf, Passat y Tiguan
Audi admite que 2,1 millones de sus coches llevan el 'software' fraudulento

economia.elpais.com/economia/2015/09/26/actualidad/

El expresidente de Volkswagen, Martin Winterkorn, investigado por escándalo de motores trucados

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Volkswagen amenaza a Alemania

Cuando a los seis años viajó por primera vez a París, Gabriele Paschek preguntó a sus padres por qué allí los coches eran tan antiguos y feos. En su ciudad, ella solo veía modelos nuevos. Y todos de la misma marca. Paschek es de Wolfsburgo, el lugar donde nacióVolkswagen y donde, se mire por donde se mire, todo recuerda a lo mismo. Nada más llegar a la estación de tren, aparecen la V y la W que decoran la gigantesca fábrica de automóviles. En esta ciudad de 122.000 habitantes, 60.000 personas trabajan Volkswagen. Aquí se vive con especial preocupación el escándalo de la empresa que hasta la semana pasada era sinónimo de la tecnología, el buen hacer y la seriedad de los alemanes.

"El Gobierno está con Volkswagen. Es una parte fantástica de Alemania". Probablemente la canciller Angela Merkel no suscribiría hoy estas palabras que pronunció en Wolfsburgo en 2008 frente a 20.000 empleados de la compañía. Entonces no podía sospechar que la empresa pasaría en pocos meses de conquistar la corona mundial de ventas —superó a su rival Toyota en el primer semestre de este año— a una crisis descomunal que le expone a la humillación, el descrédito y unas sanciones que prometen ser millonarias.

Un escarabajo de 1949 preside la entrada del sindicato IG Metall. Es el mayor de Alemania, con más de 86.000 afiliados en Wolfsburgo, ciudad fundada en 1938 por el régimen nazi para alimentar la producción de automóviles. El líder del sindicato, Hartwig Erb, fuma un cigarro con cara de preocupación en un pequeño recinto antihumos del edificio. "Es increíble lo que está en juego. Es increíble", dice a modo de saludo.

Esta crisis puede dañar más a la economía que la de Grecia, según ING

Su biografía es muy parecida a la de tantos otros por aquí. Antes de dar el salto al mundo sindical, trabajó dos décadas para la planta de automoción, al igual que dos hijos suyos. Algunos de los nuevos contratados siguen los pasos de sus padres, abuelos y bisabuelos. Cuatro generaciones dedicadas a los coches. "Aquí todos nos identificamos no solo con la empresa, también con el producto. La decepción es enorme", explica el sindicalista.

"Wolfsburgo es Volkswagen y Volkswagen es Wolfsburgo", repiten muchos de los consultados. Pero si la primera parte de esta ecuación es ajustada, la segunda no tanto. Porque que el gigante que emplea a 600.000 personas y que tiene 119 plantas en cuatro continentes excede con mucho el ámbito de esta pequeña localidad.

Volkswagen y Alemania han funcionado durante años casi como sinónimos. "Isn't it time for German engineering?" ("¿No es la hora de la ingeniería alemana?"), preguntaba la empresa en un anuncio emitido en EE UU en el que se repetía machaconamente la palabra "alemán". Y el Gobierno se enorgullecía de la compañía que Merkel consideraba "una parte fantástica" de su país. Esta identificación mutua puede resultar muy dañina para el país que en los últimos años, ya sea con la crisis griega o la de los refugiados, se ha presentado como el adalid del respeto a las normas, a la ortodoxia y a los valores comunes.

En Alemania, uno de cada siete puestos de trabajo depende directa o indirectamente de la automoción. Y de las cuatro mayores empresas, tres son de automóviles. Volkswagen, BMW y Daimler facturaron el año pasado más de 400.000 millones de euros. El país debe su bienestar al tubo de escape. "Tenemos que preocuparnos de que todo esto no desencadene en un debate sobre la industria de la automoción o sobre toda la economía alemana", dijo el miércoles el ministro de Economía y líder socialdemócrata, Sigmar Gabriel.

Pero estas palabras pueden llegar tarde. La Bolsa se ha ensañado con Volkswagen, que esta semana se dejó un 34%, pero también con las otras dos grandes, con pérdidas cercanas al 9%. "Si las ventas caen, el impacto se notará en todo el país. De repente, Volkswagen se ha convertido en un riesgo para la economía alemana mayor que la crisis griega", señaló a Reuters el analista jefe de ING, Carsten Brzeski.

"Esto es una catástrofe para las empresas del sector. Pero el problema es más grande. Estamos ante la punta del iceberg. El Gobierno tiene una responsabilidad porque, pese a todas las evidencias, no tomó ninguna medida para evitar las manipulaciones. Simplemente, dejó hacer a la industria", asegura Oliver Krischer, el diputado de Los Verdes que esta semana despertó la ira del ministro de Transportes cuando le acusó de conocer con antelación el mecanismo con el que Volkswagen engañaba.

Mientras, en Wolfsburgo muchos prefieren no creer a los más catastrofistas. En una tienda de bebidas cercana a la factoría, unos empleados comentan que, si la empresa lo necesita, están dispuestos a hacer sacrificios. Recuerdan que le deben a Volkswagen casi todo lo que tienen. Y que deben estar agradecidos.

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23 septiembre 2015 3 23 /09 /septiembre /2015 21:59

Sept. 23, 2015: Volkswagen is under a cloud of emissions scandal.

http://edmontonjournal.com/gallery/gallery-malcolm-mayes-cartoons-for-september

 

 

Cuàl es el escándalo de emisiones de Volkswagen y por qué es tan importante

Volkswagen se encuentra en mitad de una crisis importante. El fabricante automotriz está siendo investigado en Estados Unidos por trucar las emisiones de sus vehículos diesel. El escándalo no se limita solo a ese país. Ahora las autoridades francesas y alemanas piden que se investigue a la compañía en todo el mundo.

Sep 22 2015 escribe Carlos Zahumenszky

http://es.gizmodo.com/que-es-el-escandalo-de-emisiones-de-volkswagen-y-por-qu-1732282541

El escándalo saltó el pasado viernes 18 de septiembre, cuando la Agencia de Protección Medioambiental Estadounidense (EPA) descubrió que Volkswagen había manipulado el funcionamiento de sus coches para maquillar las cifras de emisiones contaminantes a la baja. En otras palabras, cuando los vehículos eran puestos a a prueba para medir sus emisiones no daban una medida exacta de lo que realmente contaminaban. Según la EPA, en circunstancias reales de conducción, los niveles de contaminantes son 40 veces mayores.
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¿En qué consiste el fraude?

La respuesta está en el uso abusivo de un test que se emplea precisamente para probar el funcionamiento de los coches sobre rodillos estáticos en un taller. Este test de prueba no es malo por si mismo, y lo utilizan muchas compañías, pero Volkswagen lo manipuló para engañar a la EPA y a la agencia responsable de la calidad del aire en California. Ambos organismos realizan sus pruebas de emisiones colocando los coches sobre rodillos en un taller, y Volkswagen altero el funcionamiento del modo test para que el motor trabajara en un régimen con emisiones controladas durante la prueba. En carretera este control deja de funcionar por completo.
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¿A qué vehículos afecta?
El trucaje del modo test afecta a varios modelos diesel comercializados entre 2008 y 2015, entre ellos los Volkswagen Jetta, Beetle, Audi A3 y Golf, además de los Passat fabricados entre 2014 y 2015. Solo en Estados Unidos, las agencias de protección medioambiental han ordenado la revisión de casi medio millón de vehículos (482.000).


ACTUALIZACIÒN

Volkswagen ha reconocido públicamente que hay más de 11 millones de vehículos afectados por el fraude de la medición de emisiones. El motor concreto que sufre este problema es el Type EA 189 common rail diesel. La compañía ha reservado 7.200 millones de dólares para mitigar los gastos derivados del escándalo. Según la revista alemana Der Tagesspiegel, el CEO de la compañía, CEO Martin Winterkorn, acaba de ser reemplazado por Matthias Mueller.
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¿Es un caso único de Estados Unidos?

En Estados Unidos es donde se ha destapado el escándalo, pero las autoridades europeas comienzan a sospechar que el fraude es a nivel mundial. Oficiales franceses y alemanes han solicitado a la Comisión Europea que investigue el asunto en el viejo continente. De momento no se ha puesto en marcha una comisión de investigación como tal, pero la UE lleva años luchando por regular de manera más drástica las emisiones de los diesel, algo a lo que grupos de presión del mundo del motor siempre se han opuesto.
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¿Qué pasará en Europa?

En Europa, la nueva normativa que regula especialmente los motores se conoce como Euro 6. Afecta a la homologación de nuevos modelos y es obligatoria desde el día 1 de septiembre de 2015 para todos los vehículos matriculados en la UE. En lo que respecta a homologación de vehículos en circulación, es aplicable desde el 1 de septiembre de 2014.

La norma Euro 6 es muy drástica con los diesel. Reduce a la mitad las emisiones contaminantes de óxidos de nitrógeno respecto a la Euro 5 (80 miligramos por kilómetro). Si supera esa cifra, los estados miembros están obligados a retirar la homologación del vehículo de manera inmediata, lo que impediría su circulación legal. Solo los vehículos destinados al transporte de mercancías y usos especiales tienen una moratoria especial de un año para adaptar sus emisiones.
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¿A qué sanciones se enfrenta Volkswagen?

De momento no está claro. Solo en Estados Unidos, esta manipulación le podría valer una multa de hasta 38.500 dólares por cada vehículo, lo que se traduciría en una sanción por encima de los 18.000 millones de dólares.

La peor parte no es la multa, sino el daño a la imagen de la compañía. Las acciones de Volkswagen han bajado un 20% solo durante el lunes inmediatamente posterior al escándalo. Se prevé que también afecten a las ventas de vehículos de la compañía. En unas recientes declaraciones, el jefe de Volkswagen en Estados Unidos, Michael Horn ha pedido disculpas por el escándalo y ha asegurado que la compañía “pagará lo que tenga que pagar” para restaurar la confianza y reparar el daño.
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ACTUALIZACIÒN
Según informa Bloomberg, las acciones de Volkswagen han caído nada menos que un 38% en solo dos días. Es el equivalente a unos 25.000 millones de euros en valor de mercado.
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¿Qué pasa si tengo un coche afectado?
Aún es muy pronto para saberlo. Si vives en Estados Unidos, es probable que ya se hayan puesto en contacto contigo para una revisión extraordinaria. Si vives fuera de Estados Unidos, todo depende de la normativa de emisiones de tu país, y de si la administración decide tomar cartas en el asunto. Si se detecta el mismo fraude en Europa, la normativa comunitaria exigirá con toda seguridad que se revisen los vehículos afectados, y es probable que Volkswagen tenga que hacerse cargo de los gastos.

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  • : Ecología y sostenibilidad socioambiental, énfasis en conservación de ríos y ecosistemas, denuncia de impacto de megaproyectos. Todo esto es indesligable de la política y por ello esta también se observa. Ecology, social and environmental sustainability, emphasis on conservation of rivers and ecosystems, denounces impact of megaprojects. All this is inseparable from politics, for it, the politics is also evaluated.
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  • Malcolm Allison H malcolm.mallison@gmail.com
  • Biólogo desde hace más de treinta años, desde la época en que aún los biólogos no eran empleados de los abogados ambientalistas. Actualmente preocupado …alarmado en realidad, por el LESIVO TRATADO DE(DES)INTEGRACIÓN ENERGÉTICA CON BRASIL
  • Biólogo desde hace más de treinta años, desde la época en que aún los biólogos no eran empleados de los abogados ambientalistas. Actualmente preocupado …alarmado en realidad, por el LESIVO TRATADO DE(DES)INTEGRACIÓN ENERGÉTICA CON BRASIL

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