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21 junio 2012 4 21 /06 /junio /2012 18:06

 

Diputada Luiza Erundina critica actitud del oficialista PT y desiste de ser vice del candidato a la alcaldía de Sao Paulo, Fernando Haddad, publica "O Estado de Sao Paulo". Luiza Erundina condena el modo como el Partido de los Trabajadores (PT) condujo la alianza con Paulo Maluf (ex gobernador de Sao Paulo con orden de captura de Interpol) que culminó en una foto con Lula

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Pacto Lula / Maluf provoca revuelta e ironía en Twitter

 

'Ok, ahora podemos acabar con el mundo ", dice uno de los usuarios de la red

 

Charge: Lula por Thomate

 

El ex presidente Lula y el diputado Paulo Maluf: enemigos históricos ahora en la misma alianza.

 

El lunes, los brasileños asistieron a una escena que puede entrar a la historia política del país. Luis Inácio Lula da Silva y Paulo Maluf, antagonistas históricos de lo más reñidos, de la mano para dar a luz al "nuevo hombre", Fernando Haddad, candidato del PT a la alcaldía de Sao Paulo. En la reunión se selló el apoyo del Partido Progresista (PP) de Maluf, a la alianza encabezada por el PT para las elecciones municipales de este año. "Fue por amor a Sao Paulo", dijo Maluf. Lula, de manera inusual, no dijo nada esta vez. Los usuarios de Twitter hablaron por él. Con indignación e ironía. Los siguientes son comentarios de los usuarios de Twitter respecto del nuevo acuerdo político:

 

"Lula y Maluf juntos y cogidos de la mano. Está bien, puede acabarse el mundo", dice uno, Marcio Andrade. Echa un vistazo a una selección de comentarios relativos a una inusual alianza.

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      lula e maluf vergonha 200612 rico humor politico 580x288 O Pacto de Lula com Maluf...

 

Lula e Maluf juntos, surpresa? Não, apenas mais uma decepção, afinal depois de estar junto com Sarney, nada se torna pior.

DIEGO EMIR

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Lula e Maluf juntos, quem diria hein!? era mais facil imaginar corinthianos e palmeirenses de mãos dadas

Allan Olliver

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Lula e Maluf. Piada, politicamente incorreta, pronta.

Filipe Fontes

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Lula e Maluf juntos e de mãos dadas. Ok, já pode acabar o mundo.

Marcio Andrade

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Lula e Maluf juntos. É por essas e (muitas) outras q preferi me dedicar a cuidar de cães abandonados.

Fábio

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Passei os últimos 20 anos em coma e, qdo acordei, descobri q Collor, Sarney e Maluf tornaram-se políticos 'de esquerda' e 'progressistas'.

Fábio

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http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/encontro-entre-maluf-e-lula-vira-motivo-de-piada-no-twitter

 

lula uniao com maluf 200612 sponholz humor politico Lula depois da União com Maluf...

por Sponholz exclusivo para o Humor Político

  LULA DEPOIS DA UNIÃO COM MALUF…

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Parando para pensar, Lula e Maluf juntos está longe de ser um absurdo, mas é tão vergonhoso quanto inescrupuloso.

Thiago C M N

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Um sonho para esse dia tão incrível: ver o Maluf, ao lado do Lula, num caminhão de som discursando para os Metalúrgicos do ABCD paulista.

Will+

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Lula e Maluf seria o Dick Vigarista e o Mutlley??

Márcio M.

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Lula abraçando o Maluf. É preciso ter limite.

Diego J.R. Codinhoto

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Lula e Maluf juntos? "Brasil, um país de piadas prontas!" Senador Pedro Taques, PDT - MT

Charles

 

http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/encontro-entre-maluf-e-lula-vira-motivo-de-piada-no-twitter

 

lula e maluf vergonha 200612 frank humor politico O Pacto de Lula com Maluf...

por Frank

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Redes Sociais

Pacto Lula-Maluf provoca revolta e ironia no Twitter

'Ok, já pode acabar o mundo', diz um dos usuários da rede

O ex-presidente Lula, o pré-candidato do PT, Fernando Haddad, e o deputado federal Paulo Maluf: inimigos históricos na mesma aliança

O ex-presidente Lula, o pré-candidato do PT, Fernando Haddad, e o deputado federal Paulo Maluf: inimigos históricos na mesma aliança (Brazil Photo Press/Folhapress)

Nesta segunda-feira, os brasileiros assistiram à uma cena que pode entrar para a história política do país. Luis Inácio Lula da Silva e Paulo Maluf, antagonistas históricos, e dos mais renhidos, de mãos dadas para dar à luz o "novo homem" Fernando Haddad, candidato petista à prefeitura de São Paulo. O encontro selou o apoio do Partido Progressista (PP), de Maluf, à chapa encabeçada pelo PT nas eleições municipais deste ano. "Foi por amor a São Paulo", disse Maluf. Lula, incomumente, não disse nada desta vez. Os usuários do Twitter falaram por ele. Com indignação e ironia. A seguir, alguns comentários de usuários do Twitter sobre o acordo político. "Lula e Maluf juntos e de mãos dadas. Ok, já pode acabar o mundo", diz um deles, Marcio Andrade. Confira uma seleção de comentários à inusitada aliança.

http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/encontro-entre-maluf-e-lula-vira-motivo-de-piada-no-twitter

 

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Pacto de Lula / Maluf: desastre político o impulso electoral?


El apretón de manos entre Lula y Maluf suena como el pacto de Stalin / Hitler en la Segunda Guerra Mundial. Causó espanto y reacciones apasionadas en todos lados.

El  PSBD soñaba con el apoyo del ex gobernador, ex alcalde y ex convicto Paulo Maluf. Pierde Lula, cada vez menos preocupado con que algunos arañones pueden dañar su imagen y más preocupado por que la derrota de su principal rival puede ayudar a su imagen del ganador y genio estratégico. Lula llegó al casino y apostó todo, puede perder, pero puede ganar.

Políticamente la foto es un desastre, electoralmente puede que sea lo que Haddad precisaba para ser electoralmente viable. Cada vez, la política nacional es más un juego matemático en el que la suma de los votos y las apariciones en la televisión, hacen parte de un cálculo objetivo, sustentando una imagen que se debe meter en la subjetividad del teleespectador. Un programa efectivo de gobierno... eso es cosa del pasado. El programa que más preocupa a los candidatos es el de la televisión. Lula se dio cuenta de esto hace mucho tiempo, de manera que captó para sí a los representantes de la vieja oligarquía en decadencia (tipo Sarney), pero con mucha influencia, y fustigó a los "nuevos" oligarcas,  partidarios de la privatización.

 

El pacto Hitler / Stalin permitió a la URSS tomar un respiro para hacer frente a la Segunda Guerra Mundial, mientras que las potencias europeas esperaban que Alemania invadiese el oriente y las dejese en paz. El efecto colateral fue contemporizar con el nazismo y la partición de Polonia. En el pacto Maluf / Lula, el resultado esperado es la victoria de Haddad y el fin del tucanato ( el dominio del PSDB) en su principal ciudadela. ¿Es posible? El futuro lo dirá.

A pesar de la apariencia, Maluf "lulou" parece mantenerse en la escena electoral. El retrato del acuerdo es abyecto, Maluf es uno de los artículos más podridos de Brasil, producido en esa fábrica de podredumbre que es São Paulo.  

La carrera política de Paulo Maluf también ha sido marcada por seguidas acusaciones de corrupción y otros delitos - fue preso en 2005 - y actualmente es buscado por la Interpol[1].

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http://opiniaosingela.blogspot.com/2012/06/pacto-lulamaluf-desastre-politico-ou.html

 

 

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Pacto Lula/Maluf: desastre político ou impulso eleitoral?

 

 

O aperto de mão entre Lula e Maluf soa como o pacto Stalin/Hitler na II Guerra Mundial. Causou espanto e reações passionais d etodos os lados.

O PSBD sonhava com o apoio do ex-governador, ex-prefeito e ex-presidiário Paulo Maluf. Perdeu para Lula, cada vez menos preocupado com o que alguns arranhões possam prejudicar a sua imagem e mais preocupado com o que a derrota do seu principal adversário possam ajudar sua imagem de vencedor e estrategista genial. Lula chegou no cassino e apostou tudo; pode perder, mas pode ganhar.

Políticamente a foto é um desastre, eleitoralmente pode ser o que Haddad precisava para se viabilizar eleitoralmente. Cada vez a política nacional é um jogo matemático em que a soma dos votos e tempo de TV das legendas fazem parte de um cálculo objetivo, sustentando uma imagem que deverá mexer com a subjetividade. Programa efetivo... isso é coisa do passado. O programa que preocupa os candidatos é o de televisão.Lula compreendeu isso há muito tempo. Por isso trouxe para si os representantes das velhas oligarquias (tipo Sarney), em decadência, mas com muita influência, contrapondo-se aos "novos" oligaracas, adeptos da privataria.

O Pacto Hitler/Stalin permitiu que a URSS tomasse fôlego para enfrentar a II Guerra, enquanto as potências europeias esperavam que a Alemanha invadisse o Oriente e as deixassem em paz. O efeito colateral foi a contemporização com o nazismo e a partilha da Polônia. No pacto Maluf/Lula, o resultado esperado é a vitória de Haddad e o fim do tucanato a partir de sua principal cidadela. Será possível? O futuro dirá.

Apesar da aparência em contrário, Maluf "lulou" para manter-se no cenário eleitoral. O retrato do acordo é abjeto, Maluf é um dos artigos mais podres da política brasileira produzido nessa usina de fabricação de podridões que é São Paulo. Como ele não é candidato, se fosse paulistano, fecharia o nariz e votaria em Haddad e Erundina.

Estou ficando velho, cada vez mais ranzinza e menos exigente.

 

http://opiniaosingela.blogspot.com/2012/06/pacto-lulamaluf-desastre-politico-ou.html


Charge: Ringue por Thomate
rio mais vinte resultados 200612 frank humor politico Rio + 20 com poucas perspectivas de acordos...

por Frank para A Notícia

 

 

Aliança Lula - Maluf nas eleições em São Paulo: Opinião de Frei ...
www.sitiope.com/.../alian-a-lula-maluf-nas-elei-es-em-s-o-paulo-opin... hace 7 horas – Video de Aliança Lula - Maluf nas eleições em São Paulo: Opinião de Frei ... Suposto Grampo Revela Detalhes Da Aliança Lula E Maluf ..

 

 

Juntos, Maluf e Lula fecham acordo para poiar Haddad na eielção ...
contacto-latino.com/.../juntos-maluf-e-lula-fecham-acordo-para-poiar... hace 2 días – ... política brasileira: Luis Inácio Lula da Silva e Paulo Maluf, antagonistas históricos, ... Buemba: aliança de Lula e Maluf é uma algema Band ..

 

 

Erundina critica Lula: 'fazer política com Maluf contamina' – Terra ...
contacto-latino.com/.../erundina-critica-lula-fazer-politica-com-maluf... hace 22 horas – Rádio Itaperuna Gospel FM Erundina critica Lula: 'fazer política com Maluf contamina' ... Luiz Inácio Lula da Silva à casa do deputado federal Paulo Maluf [.... Erundina diz estar 'feliz' por recusar aliança com Maluf Midiamax ..

 

 

Aliança Lula - Maluf nas eleições em São Paulo: Opinião de Frei ...
www.sitiope.com/.../alian-a-lula-maluf-nas-elei-es-em-s-o-paulo-opin... hace 7 horas – Video de Aliança Lula - Maluf nas eleições em São Paulo: Opinião de Frei ... Suposto Grampo Revela Detalhes Da Aliança Lula E Maluf ..

 

 

 

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11 junio 2012 1 11 /06 /junio /2012 19:05

 

 

      

Mapa da Corrupção Brasileira faz sucesso entre internautas

      

 

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El Mapa de la Corrupción en Brasil fue un éxito rotundo entre los usuarios de Internet.  Visite el sitio de la Corrupción de Brasil Mapa da Corrupção Brasileiracreado por la editora de imágenes Raquel Diniz. El mapa consigna acusaciones contra los representantes del PT, PSDB, DEM, el PMDB, PR y PSB. El sitio tiene un carácter colaborativo, los internautas pueden subir los casos que consideren relevantes. Se enlista las acusaciones de corrupción destacadas en la prensa, y también casos desconocidos por el público en general. Diniz remarcó el éxito de la iniciativa señalandp que "Brasil es bastante abierto a la cultura digital, y el mapa fue creado en un momento de gran inestabilidad política del país, coincidiendo con el año en el que Dilma Rousseff asumió el cargo y rodaron las cabezas de muchos ministros. Con cada político defenestrado del gobierno, el mapa se vuelven más fuertes, aparecen más casos de corrupción y se publican. " El affaire del ex ministro de la Casa Civil, Antonio Palocci, el caso de la subasta del programa asistencialista de la cesta básica en la ciudad de Ribeirão Preto, la historia de la violación del secreto bancario de Francenildo Costa dos Santos y la multiplicación de su patrimonio por 20 en escasos cuatro años, están en el mapa . El gobierno de Tocantins ha creado su propia versión del mapa de la corrupción, donde el votante puede verificar en una forma simple y directa la situación en cada municipio. Había 200 casos denunciados de corrupción de los políticos de todo Brasil para fines de 2011.

 

12 de diciembre 2011.  Autor: Instituto Milenio.
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Na rede: Mapa da Corrupção Brasileira faz sucesso entre internautas

12 de dezembro de 2011 
Autor: Instituto Millenium

mapa-corrupca.png

Mais de 100 mil acessos e 200 registros de casos de corrupção de políticos de todo o Brasil. Esses são os números alcançados pelo site o Mapa da Corrupção Brasileira, criado pela editora de imagens Raquel Diniz. O mapa traz denúncias contra representantes do PT, PSDB, DEM,PMDB, PR e PSB. O site tem caráter colaborativo, nele, os internautas podem divulgar os casos que consideram relevantes. São repercutidas denúncias de corrupção noticiadas na imprensa, mas, também, ocorre a divulgação episódios desconhecidos pelo grande público.

Diniz explica o sucesso da iniciativa.  “O Brasil é bastante aberto à cultura digital, e o mapa foi criado num momento de bastante efervescência na política do país, num ano em que Dilma Rousseff assumiu o governo e que tantos ministros caíram. A cada político que deixava o governo, o mapa ia se tornando mais forte, com mais casos de corrupção sendo publicados”.

Denúncias contra o ex-ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, aparecem no mapa. O caso da licitação de cestas básicas, na prefeitura de Ribeirão Preto, a história da violação do sigilo bancário do caseiro Francenildo dos Santos Costa e a multiplicação de seu patrimônio por 20 em quatro anos, que provocou a saída dele do governo Dilma, estão no mapa. O governo do Tocantins criou uma versão sua própria versão do mapa, onde o eleitor pode fiscalizar a atuação de seus representantes de forma simples, direta em cada município do estado.

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2 junio 2012 6 02 /06 /junio /2012 18:39


Entenda o impacto da privatização massiva de bens públicos e  toda a ideologia neoliberal que está por detrás. 

 

Brasil ha entregado a los privados más de 70 por ciento de sus Estados. Y Lula el resto. Así surgieron como hongos después de la lluvia los nuevos multimillonarios. Los Daniel Danta. Los Eike Batista. Los Carlinho Cachoeira. El 1% de brasileiros billonarios. Y el 99% del resto de brasileños son cada vez más pobres. La propaganda de la prensa comercial habla de una nueva clase media. ¿Cual? Brasil está dividido!!! … 1% de los ricos que soborna y ejercita a diario el cohecho con un poder judicial corrupto, con un legislativo y ejecutivo corruptos, con abogados palaciegos, con los gatos gordos de las empresas de servicios, de los seguros, de los organismos de salud, de la industria farmacéutica de vanguardia, una corte reducida a la que antes se llamaba “clase media alta”. 

 

Ficheiro:A Privataria Tucana.jpg

 

A Privataria Tucana é um livro de autoria do jornalista brasileiro Amaury Ribeiro Jr.resultante de 12 anos de investigação jornalística sobre a chamada "Era das Privatizações", ocorrida no governo Fernando Henrique Cardoso (FHC), sob o comando do então Ministro do Planejamento José Serra, ex-governador do Estado de São Paulo. A expressão que deu origem ao título do livro,"privataria", foi criada pelo jornalista Elio Gaspari, referindo-se à nebulosidade que envolvia as operações de privatização e ligando ao termo pirataria. Amaury Ribeiro Jr. resolveu utilizá-la pela adequação aos atos que qualificou como pirataria, que teriam sido praticados ao longo do processo de privatizações, envolvendo dinheiro público, em benefício de fortunas pessoais e realizadas por meio de lavagem de dinheiro utilizando offshores - empresas de fachada que operam em Paraísos Fiscais - no Caribe

 

‘Miseráveis entre miseráveis’, mais de 10 milhões vivem com R$ 39

  http://pcbmao.blogspot.com/2011/06/miseraveis-entre-miseraveis-mais-de-10.html

 

Pobres los pobres de Brasil, apáticos y desempleados

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29 de mayo de 2012

http://andradetalis.wordpress.com/2012/05/29/pobre-brasileiro-pobre-apatico-e-desempregado/

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Entienda el impacto de la privatización masiva de bienes públicos y de toda la ideología neoliberal que está detrás. Entienda la maldad tucana, la maldad del Partido da Social Democracia Brasileira, del PSDB de Cardoso, lea “A privataria tucana” del periodista Amaury Ribeiro Jr. Brasil ha entregado a los privados más de 70 por ciento de sus Estados. Y Lula el resto. Así surgieron como hongos después de la lluvia los nuevos multimillonarios. Los Daniel Danta. Los Eike Batista. Los Carlinho Cachoeira. El 1% de brasileiros billonarios. Y el 99% del resto de brasileños son cada vez más pobres. La propaganda de la prensa comercial habla de una nueva clase media. ¿Cual? Brasil está dividido!!! … 1% de los ricos que soborna y ejercita a diario el cohecho con un poder judicial corrupto, con un legislativo y ejecutivo corruptos, con abogados palaciegos, con los gatos gordos de las empresas de servicios, de los seguros, de los organismos de salud, de la industria farmacéutica de vanguardia, una corte reducida a la que antes se llamaba “clase media alta”. 

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Pobres y miserables

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Miserable es el programa asistencialista de la BOLSA FAMILIA que otorga menos de 270 reales al mes. Los condenados a la miseria superan los cien millones - la mitad de la población. Añadase los que ganan salarios, las pensiones de jubilación de escasos 620 reales (310 dólares) … la gran mayoría de los trabajadores brasileños.

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Datos de IBGE: En el año 2009, entre los 162,8 millones de personas de 10 años o mas años de edad, el 62,1% eran parte de la fuerza de trabajo, o estaban trabajando o buscando trabajo, por lo que se consideran económicamente activos. Este porcentaje se ha mantenido estable en relación con los años 2008 y 2004 (62% en ambos casos). De estos 101,1 millones de personas económicamente activas, el 91,7% trabajaba a fines de septiembre de 2009, y el restante 8,3% andaba de acá para allá en busca de trabajo. La población ocupada en 2009 (92,7 millones) no cambió significativamente en comparación con el 2008 (aumento  0,3%) y representó el 56,9% de personas de 10 años de edad o más.

Todas estas masas pertenecen a la clase media? En Europa en crisis, quien gane 500 euros se considera pobre.

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Lo que está pasando en Irlanda, Grecia, Portugal, España, Italia, Fernando Henrique Cardoso lo promovió en el Brasil, Lula lo promovió en el Brasil y Dilma transita en el mismo sentido … los aeropuertos y puertos están a punto de pasar a manos privadas … a manos del capital financiero y especulativo.

 

Catastroika

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Vea los vivos reclamos en la Europa de hoy: Protesta en Londres Madris Atenas …deliberadamente y con una clara motivación ideológica … guiados por el pensamiento neoliberal … los gobiernos estrangulan los servicios públicos, presentan la privatización como obvia e inevitable. Sacrifican la calidad de vida, la seguridad y sostenibilidad, conduciendo todo invariablemente a un deterioro generalizado del Estado de Bienestar de los ciudadanos. Las consecuencias más devastadoras se riegan por Europa, los países son requeridos por los prestamistas y las instituciones internacionales (instituciones como las que integran la “troika”: Comisión Europea, Banco Central Europeo y FMI), para llevar a cabo privatización en masa, so consideraciones de "rescate".

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La Catastroika prueba, por ejemplo, que el endeudamiento es una estrategia para suspender la democracia e implementar medidas que ningún régimen democrático se atrevió nunca a proponer, antes de que se ensayaran en dictaduras como las de Chile y Turquía. El objetivo es transferir a manos privadas la riqueza generada, con el tiempo, por los ciudadanos. Nada de esto sería posible en un país democrático, sin la aplicación de las medidas de austeridad que hacen de la economía un rehén de los mecanismos de especulación y chantaje - lo que implica, como estamos viendo en Grecia, la aniquilación total de las estructuras básicas de la sociedad, especialmente aquellas que garanticen el desarrollo sostenible, la cohesión social y un nivel de vida decente.

Si Grecia es hoy en día el mejor ejemplo de la relación entre dividocracia y catastroika, Grecia también, en estos días, es la prueba de que las personas no han renunciado a la responsabilidad de exigir un futuro. Aquí y allá, es importante saber lo que está en juego - la Catastroika evidencia el discurso hegemónico omnipresente en los medios de comunicación convencionales, dejando claro que el reto es elegir entre la lucha o la barbarie. Vea una película que explica la política que beneficia a sólo el 1% de la población - los ricos.  Haga clic aqui 

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desemprego.jpg

DESEMPREGO

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Pobre brasileiro pobre, apático e desempregado

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May 29, 2012

http://andradetalis.wordpress.com/2012/05/29/pobre-brasileiro-pobre-apatico-e-desempregado/

 

 

 

Entenda o impacto da privatização massiva de bens públicos e  toda a ideologia neoliberal que está por detrás. Entenda a maldade tucana de Fernando Henrique, com a privataria. O Brasil entregou mais de 70 por cento de suas estatais. E Lula presenteou o resto. Assim apareceram os nossos novos bilionários. Os Daniel Dantas. Os Eike Batista. Os Carlinhos Cachoeira. Um 1% ricos. E 99% dos brasileiros ficam cada vez mais pobres.

 

 

 

A propaganda da imprensa fala de uma nova classe média. Qual?

 

O Brasil está dividido! 1% de ricos, que suborna os corruptos do judiciário, do legislativo e do executivo, os advogados de porta de palácio, os gatos executivos das empresas de serviço, de segurança e da medicina de vanguarda, uma corte reduzida, antigamente chamada de classe média alta.

 

 Pobres & miseráveis

 

Miseráveis são os bolsas família e os que recebem menos de 270 reais por mês. Os miseráveis passam dos cem milhões – metade da população brasileira. Acrescente os que ganham salário, aposentadoria e pensão no valor mínimo de 620 reais (310 dólares hoje), a grande maioria dos trabalhadores brasileiros.

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Dados do IBGE: Em 2009, dentre as 162,8 milhões de pessoas de 10 anos ou mais de idade, 62,1% faziam parte da força de trabalho, ou seja, estavam trabalhando ou procurando trabalho e, por isso, eram consideradas economicamente ativas. Esse percentual manteve-se estável tanto em relação a 2008 quanto a 2004 (62% em ambos os anos).

 

Entre essas 101,1 milhões de pessoas economicamente ativas, 91,7% trabalhavam na última semana de setembro de 2009, e as demais 8,3% procuravam trabalho. A população ocupada em 2009 (92,7 milhões) não se alterou significativamente frente a 2008 (aumento de 0,3%) e representava 56,9% das pessoas de 10 anos ou mais de idade.

 

Todas essas multidões pertencem a classe média? Na Europa em crise, quem ganha 500 euros é considerado pobre.

 

O que está a acontecer na Irlanda, Grécia, Portugal, Espanha, Itália, Fernando Henrique promoveu no Brasil junto com Lula, e Dilma vai na mesma pisada, prometendo entregar os aeroportos e portos.

 

 

Catastroika

 

Veja o que se reclama hoje na Europa:

 

 

Protesto em Londres

De forma deliberada e com uma motivação ideológica clara, os governos estrangulam ou estrangularam serviços públicos fundamentais, elegendo os funcionários públicos como bodes expiatórios, para apresentarem, em seguida, a privatização como solução óbvia e inevitável. Sacrifica-se a qualidade, a segurança e a sustentabilidade, provocando, invariavelmente, uma deterioração generalizada da qualidade de vida dos cidadãos.

 

 

Um alegre protesto em Madri

As consequências mais devastadores registam-se nos países obrigados, por credores e instituições internacionais (como a Troika), a proceder a privatizações massivas, como contrapartida dos planos de «resgate».

 

 

Greve em Israel

Catastroika evidencia, por exemplo, que o endividamento consiste numa estratégia para suspender a democracia e implementar medidas que nunca nenhum regime democrático ousou sequer propor antes de serem testadas nas ditaduras do Chile e da Turquia. O objectivo é a transferência para mãos privadas da riqueza gerada, ao longo dos tempos, pelos cidadãos. Nada disto seria possível, num país democrático, sem a implementação de medidas de austeridade que deixem a economia refém dos mecanismos da especulação e da chantagem — o que implica, como se está a ver na Grécia, o total aniquilamento das estruturas basilares da sociedade, nomeadamente as que garantem a sustentabilidade, a coesão social e níveis de vida condignos.

 

 

 

Se a Grécia é o melhor exemplo da relação entre a dividocracia e a catastroika, ela é também, nestes dias, a prova de que as pessoas não abdicaram da responsabilidade de exigir um futuro. Cá e lá, é importante saber o que está em jogo — e Catastroika rompe com o discurso hegemónico omnipresente nos media convencionais, tornando bem claro que o desafio que temos pela frente é optar entre a luta ou a barbárie.

 

Asssista um filme que explica bem uma política que apenas beneficia 1% da populacão – os ricos.  Clique aqui

 

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mortos.jpg

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Sinopse http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Privataria_Tucana

O livro aponta o modus operandi de um suposto esquema de corrupção montado no governo de Fernando Henrique Cardoso por ocasião das privatizações. O autor revela que iniciou as investigações sobre lavagem de dinheiro quando fazia uma reportagem sobre o narcotráfico a serviço do Correio Braziliense (CB). Depois de sofrer um atentado, foi transferido para o jornal O Estado de Minas, do mesmo grupo do CB, e lá incumbido de investigar uma suposta rede de espionagem mantida por José Serra.[4]

As denúncias do livro citam uma série de casos em que propinas supostamente teriam sido pagas a Ricardo Sérgio de Oliveira e outras pessoas ligadas a José Serra em troca de benefícios nas privatizações.

 



Possível propina de Jereissati, comprador da Telemar[5]

O livro mostra que uma empresa de Ricardo Sérgio recebeu 410 mil dólares de outra empresa chamada Infinity Trading. Segundo um documento da Secretaria de Acompanhamento Econômico, o Grupo Jereissati é dono de uma Infinity Trading.[6] Os 410 mil seriam propina em troca de favorecimento na compra da Telemar, mas é possível que se esteja apenas diante de duas Infinity Trading homônimas.[carece de fontes]

Em outro caso, publicado também na revista Veja em 2002, uma empresa de consultoria financeira de Ricardo Sérgio que em 1996 faturou só 60 mil reais recebeu 1,8 milhões de reais em 1999 de uma empresa de Carlos Jereissati a título de consultoria em internet. Isso seria outra propina da privatização.[7]


Comprador da Vale diz que Ricardo Sérgio lhe cobrou comissão[8]

Em outro possível caso de dinheiro ilícito ligado às privatizações, o livro relata que dois ministros de FHC disseram ter ouvido do líder do consórcio comprador da Vale que Ricardo Sérgio exigiu dele uma comissão. A história já foi capa da revista Veja.[9]


Ricardo Sérgio ganhou dinheiro em negócios com fundos de pensão[10]

Enquanto era diretor do Banco do Brasil com influência na gestão dos fundos de pensão estatais, o faturamento das empresas de Ricardo Sérgio cresceu muito, principalmente em negócios com os próprios fundos de pensão. Para a Previ, as empresas dele venderam um prédio por 62 milhões de reais. Da Petros, compraram dois prédios por 11 milhões de reais. Tudo isso também foi publicado na já mencionada edição da revista Veja de 2002,[11] exceto por um dado a mais: o dinheiro da compra do prédio da Petros veio de uma offshore caribenha.


Banco do Brasil perdoa dívida de Gregório Preciado, ex-sócio de Serra[12]

O valor exato do perdão diverge segundo a versão, mas está na casa das dezenas de milhões de reais. Depois do perdão, Preciado, mesmo falido, conseguiu representar a espanhola Iberdrola em privatizações do setor elétrico. O próprio Preciado não nega a história. A Folha de S. Paulo publicou o caso em 2002.[13]


Possíveis transações das Verônicas Serra e Dantas

O livro diz que as Verônicas Serra e Dantas usaram três empresas chamadas Decidir para trazer 5 milhões de dólares do Citibank ao Brasil pelo trajeto Miami-Caribe-São Paulo.[14] Isso seria outra propina por favorecimento nas privatizações, já que o Citibank comprou parte da Telebrás junto com Daniel Dantas.

Nesse caso da violação de sigilo, Verônica Serra está indiciada pela Polícia Federal pelo crime de quebra de sigilo desde 2003, na 3ª Vara Criminal de São Paulo.[15] O indiciamento dela pode ser conferido no site da Justiça Federal em São Paulo, seção de Varas Federais, por meio do número do processo (2003.61.81.000370-5).[16] Em nota à imprensa, Verônica Serra desmente as informações do livro e apresenta Certidão sobre tal processo, da Terceira Vara Criminal de São Paulo, de 23/12/2011, onde se atesta que ela "não prestou declarações em sede policial, não foi indiciada nos referidos autos, tampouco houve oferecimento de denúncia em relação à mesma." Afirma ainda nunca ter sido indiciada, ouvida o ré em qualquer processo junto a Polícia Federal, e que irá abrir processo de calúnia e difamação contra o autor do referido livro.[17] O seu pronunciamento foi contestado pelo sítio Brasil247: "247 – 2003.61.81.000370-5. Este é o número do processo judicial, que corre em segredo de Justiça, contra Veronica Allende Serra. (...) ela foi indiciada pelo crime de quebra de sigilo financeiro. Isso porque sua empresa de internet, a Decidir.com, já extinta, teve acesso a todos os dados de milhões de brasileiros, depois de um convênio firmado com o Banco do Brasil (...)".[18]

Mais adiante, o livro relata que o marido de Verônica Serra usou uma empresa do Caribe para injetar 7 milhões de reais em outra no Brasil.[19] As duas se chamam IConexa. As transferências não chegam a ficar provadas, mas há um indício de que foram feitas por meio da compra de ações da empresa brasileira pela sua homônima caribenha: a ata de uma assembleia de acionistas da IConexa de São Paulo, assinada duas vezes pelo marido de Verônica, sendo uma como pessoa física e outra como representante da IConexa do Caribe.[20] Isso leva a crer que o marido de Verônica e a IConexa do Caribe eram os únicos acionistas da IConexa de São Paulo. O capital da empresa na data da assembleia era de 5,4 milhões de reais. Não há como saber qual era a porcentagem de cada sócio. Em sendo a IConexa do Caribe amplamente majoritária, é possível que tenha comprado a maior parte do capital da IConexa de São Paulo como meio de remeter o dinheiro para o Brasil. Mais tarde, o capital da IConexa de São Paulo foi aumentado para 7 milhões de reais, totalizando a soma que, segundo o livro, foi trazida do Caribe pelo marido de Verônica. Esse aumento de capital aparece em documentos da Junta Comercial,[21] mas eles não mostram quem injetou o dinheiro.


Os 2,5 bilhões de dólares que na verdade são 1,2 milhão

O livro diz que Gregório Preciado, primo de Serra, depositou 2,5 bilhões de dólares numa empresa de Ricardo Sérgio, a Franton, por meio da conta Beacon Hill, que ficou famosa no caso Banestado.[22] Mas esse valor não bate nem de longe com os extratos da Beacon Hill publicados na página 150. Eles mostram que esse total dá apenas 1.204.000 dólares, valor que bate com o que o próprio autor do livro divulgou um ano antes.[23]


Uso de arapongas por José Serra

O livro afirma ainda que José Serra, desde o seu período à frente do Ministério da Saúde, utilizou o serviços de arapongas, pagos com dinheiro público, para criar dossiês contra adversários políticos.[24] O grupo de Serra faria grande uso da tática da contra-inteligência, isto é, manobras diversionistas, antecipação e esvaziamento de possíveis denúncias e vitimização perante a opinião pública.[25] O livro também destaca como adversários políticos do mesmo partido praticaram guerras de espionagem e contra-espionagem entre si nos bastidores, tanto no PSDB (no caso, entre José Serra e Aécio Neves no capitulo 2) como no PT (entre Fernando Pimentel e Rui Falcãono capítulo 16).

 

LEIA MAIS  http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Privataria_Tucana

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1 junio 2012 5 01 /06 /junio /2012 18:22

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Escándalo en Brasil por la "propuesta indecente" de Lula al Supremo Tribunal 

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Un juez denunció que fue extorsionado por el ex mandatario para postergar el inicio de un juicio por un caso de corrupción que estalló en 2005. El objetivo sería que el hecho no empañe al oficialismo en los comicios municipales

 

 

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Cuero de chancho o "infección oportunista"

Para el magistrado Gilmar Mendes, el ex-presidente Lula da Silva está bajo presión
Mendes llamó la postura del ex presidente "infección oportunista" por pedir el aplazamiento del juicio de la "asignación mensual" ... el soborno a parlamentarios y la ilegal financiación de campañas allá por 2005 ... 

 

 

 

 

Por Eduardo Davis (EFE)

 

31-05-12 - La presunta propuesta del ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva a un juez del Supremo para que intente aplazar un juicio sobre un escándalo de corrupción que estalló en 2005 ha reanimado el debate sobre esos hechos, que aún contaminan a la política brasileña.

 

Las denuncias de sobornos a parlamentarios y de financiación ilegal de campañas que hace siete años hicieron temblar al gobierno de Lula serán juzgadas por el Supremo el próximo semestre, en un proceso que pondrá en el banquillo a 38 políticos y empresarios vinculados al ex mandatario y al gobernante Partido de los Trabajadores (PT).

 

El juicio coincidirá con la campaña para las elecciones municipales de octubre, un proceso que pondrá a prueba la unidad de la variopinta coalición de partidos que respalda a la jefa de Estado y pupila de Lula, Dilma Rousseff, pues las alianzas locales difieren y mucho de la forjada en torno al Gobierno nacional.

 

El pasado sábado, el magistrado Gilmar Mendes, uno de los doce miembros del Supremo, denunció a través de la revista Veja que Lula le había sugerido aplazar el juicio y que a cambio le ofrecía "protección política" en otro sonado caso de corrupción que se investiga actualmente, vinculado a mafias del juego ilegal.

 

Mendes denunció el asunto como un intento de manipulación de la Justicia por parte de Lula, quien confirmó el encuentro que tuvo con el juez el pasado 26 de abril pero negó, "indignado", sus acusaciones.

 

Las mafias del juego que se investigan ahora estarían dirigidas por Carlos Augusto Ramos, conocido como "Carlinhos Cachoeira", quien está preso desde febrero y ya había estado implicado en un asunto de financiación ilegal de campañas del PT en 2004, cuando Lula llevaba un año en el poder.

 

Según dijo la revista Veja esta semana, Mendes habría usado al menos dos veces, para viajes privados, unos aviones cedidos por el senador opositor Demóstenes Torres, sospechoso de formar parte de la banda de "Cachoeira", quien sería el propietario de los aparatos.

 

Fuentes del PT consultadas por la agencia EFE dijeron estar convencidas de que las acusaciones de Mendes contra Lula apuntan a "distraer la atención" de su presunta implicación con "Cachoeira" y, al mismo tiempo, a generar una corriente de opinión adversa a esa formación en vísperas del juicio por los escándalos de 2005.

 

El presidente del PT, Rui Falcao, consideró por su parte que "hay algo extraño" en las denuncias del magistrado, ya que las formuló un mes después del encuentro que tuvo con Lula. Falcao dijo a corresponsales extranjeros que Mendes está tratando de "sembrar confusión" por razones no muy claras, pero apuntó que "es muy raro" que eso suceda en medio de las investigaciones sobre la mafia del juego y poco antes del inicio de la campaña para las elecciones municipales.

 

Las denuncias de Mendes escandalizaron a la oposición, que ha encontrado en ellas un filón para arremeter contra Lula y el PT y, en forma indirecta, contra la presidente Rousseff. El senador Aloysio Nunes, del Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB), aseguró que "el clima pestilente que se vive en la política brasileña" se debe al "cadáver insepulto" del escándalo de 2005, que "envenena las relaciones en el Congreso y en el Supremo".

 

El PSDB, junto con otros partidos de la oposición, han pedido a la Procuraduría General que inicie una investigación sobre la supuesta presión de Lula a Mendes, pues de comprobarse que existió, el ex jefe de Estado debería responder ante la Justicia. La Orden de Abogados de Brasil también le pidió explicaciones a Lula y afirmó, en una nota oficial, que "de confirmarse el tenor de las acusaciones, se trata de un caso de extrema gravedad".

 

La Procuraduría aún no ha decidido si atenderá las demandas de la oposición, pero este jueves recibió otro pedido de investigación, esta vez centrado en el magistrado Mendes. Lo formuló el Partido Socialismo y Libertad (PSOL), el más activo de la oposición de izquierdas, con el argumento de que "la conducta" del juez "genera una nube que debe ser disipada, para mantener y preservar la imagen del Supremo".

 

El PSOL criticó el uso de aviones prestados para viajes privados y el hecho de que el magistrado considere eso normal, así como el prolongado silencio que mantuvo sobre la supuesta presión recibida de Lula. "Su decisión de mantenerse en silencio" durante un mes "debe ser profundamente investigada y esclarecida", sostuvo el PSOL. 

 

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http://america.infobae.com/notas/51541-Escandalo-en-Brasil-por-una-propuesta-indecente-de-Lula-al-Supremo-Tribunal

 

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http://andradetalis.wordpress.com/

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Para Gilmar Mendes, Lula está sob pressão

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Gilmar Mendes disse que Lula nunca o havia tentado persuadir antes

Em visita a Manaus, Mendes chamou o ex-presidente petista de mal informado e classificou a postura de Lula de pedir o adiamento do julgamento do mensalão como uma “infecção oportunista”

 

Manaus, 28 de Maio de 2012

ANA CAROLINA BARBOSA

 

Gilmar Mendes disse que Lula nunca o havia tentado persuadir antes (Evandro Seixas)

“Tive diversas conversar com o presidente (ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva - PT) esses anos todos e nunca tinha experimentado uma sensação desse tipo. Me parece que ele próprio esteja sob pressão”. A frase é do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, que, durante visita a Manaus, nesta segunda-feira (28/05), comentou a polêmica conversa entre ele e o ex-presidente, em abril deste ano, na qual, segundo ministro, Lula propusera o adiamento do julgamento do Mensalão em troca de proteção na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira.

 

Na ocasião, ele chamou o petista de mal informado e classificou a postura do ex-presidente como uma “infecção oportunista”.

 

 Gilmar Mendes rebateu a nota divulgada no início da noite de hoje pelo ex-presidente Lula – na qual ele demonstrava indignação com a reportagem publicada esta semana pela revista ‘Veja’ -, afirmando que as declarações de Mendes eram inverídicas. O ministro corroborou, mais uma vez, que houve o encontro para “uma conversa de velhos conhecidos” e que se sentia devedor de uma visita ao presidente, que estava em tratamento para combater um câncer de laringe.

 

“Ele insistia em falar da CPMI. Falamos sobre o julgamento do mensalão e, na opinião dele, o julgamento, este ano, seria precipitado”, frisou, completando que discordou de Lula, já que no próximo ano o STF passará por mudanças na sua composição, o que pode atrasar o processo de julgamento e até gerar uma crise na corte.

 

“O presidente falou da CPMI mais de uma vez e na terceira ou quarta vez eu quis esclarecer a ele [...]. Deixei claro que não tenho nenhuma relação indevida com o senador Demóstenes (Torres). Portanto, se lhe passaram essa informação, está baseada num equivoco”.

 

Gilmar Mendes foi lembrado por Lula de um encontro, em Berlim, entre ele e Demóstenes Torres, senador flagrado em grampos telefônicos da Polícia Federal (PF) em conversas comprometedoras com o contraventor Carlinhos Cachoeira. “Quando ele disse: e a tal viagem a Berlim? Aí, eu percebi que ele estava mal informado [...]” e que estava usando o momento “para promover algum constrangimento”.

 

Gilmar Mendes assegurou, ainda, que o ex-ministro da Defesa Nelson Jobim estava o tempo todo presente durante a conversa. “O Jobim, inclusive, complementou, dizendo que Protógenes (Queiroz, flagrado em interceptações telefônicas em contato com pessoas ligadas a Carlinhos Cachoeira) poderia querer levá-lo à CPMI, o que não o intimidou. “Não preciso de blindagem. Não fiz nada de errado no verão passado”.

 

Encontro

 

Sobre o encontro com Demóstenes Torres, Mendes explicou que foi casual, já que foi a Berlim (Alemanha), visitar a filha, estudante de doutorado. O ministro se esquivou quando questionado sobre a atitude da oposição, de ingressar com pedido na Procuradoria Geral da República (PGR) para investigar o ex-presidente Lula sob a justificativa de coação, tráfico de influência e corrupção ativa.

 

“Não vou emitir juízo sobre isso. Só acho o seguinte: infelizmente, estamos demorando muito nessa questão do julgamento do mensalão. Como estamos demorando muito nessa definição, surgem essas infecções oportunistas. Aproveitadores de toda sorte que vem tentar conturbar o ambiente do tribunal”, frisou.

 

Ele demonstrou preocupação com o que classificou como “informação que veio de pessoas confiáveis” de que mentiras estavam sendo plantadas, inclusive, com a participação “do presidente (ex-presidente)”. Para ele, Lula e Jobim concordaram que a visita seria um momento oportuno para tocar no assunto. Além disso, Lula teria dito que entraria em contato com outros membros da corte. ”Foi uma conversa de quase duas horas. Ele (Jobim) deve ter tido a intenção de propiciar esse encontro”, opinou. Mendes concluiu a coletiva que antecedeu palestra sobre ‘Direitos políticos e a jurisprudência do STF’, assegurando que “ninguém está imune ao jogo sujo”, e que o Tribunal está vacinado contra esse tipo de situação.

 

http://acritica.uol.com.br/manaus/Gilmar-Mendes-Lula-pressao-Amazonia-Amazonas-Manaus_0_708529215.html

 

 

Relacionados

      http://diariodonordeste.globo.com/img/capa2/online/%7B15A21BCE-9023-40C1-B8B1-38D91D3B9B77%7D_charge.jpg






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26 mayo 2012 6 26 /05 /mayo /2012 20:05


Presidenta Dilma veta 12 dispositivos e faz 32 alterações no Código Florestal


El gobierno de Dilma Rousseff intentó convertir la reforma forestal en una puesta al día de los agricultores con su deuda ambiental ... acepta una flexibilización a cambio de que se reforeste al menos una parte de la selva destruida y que se acepte su protección futura.

La importancia de esta ley forestal en Brasil radica en que de los 5,3 millones de km2 de selvas y bosques que tiene el país, sólo 1,7 millones están bajo protección pública, y el resto en tierras privadas de productores rurales o sin propiedad definida.

La decisión presidencial pone a Brasil en un difícil dilema, cuando el país pretende presentarse como el ejemplo del desarrollo sustentable en la cumbre de la ONU, que del 20 al 22 de junio reunirá en Rio de Janeiro a más de 100 líderes mundiales en busca de soluciones para el planeta.

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Dilma Rousseff bajo presión para vetar el polémico código forestal

25/5/212 - Por Yana Marull (AFP) – 

 

BRASILIA — La presidenta de Brasil, Dilma Rousseff, se encuentra bajo fuerte presión popular para vetar el polémico código forestal, que según ecologistas reducirá las áreas protegidas de la Amazonía, antes del plazo límite de este viernes y ante la cumbre de la ONU Rio+20 en junio.

Cargando un muñeco gigante de la mandataria y entonando una "serenata a la floresta", unas 300 personas se reunieron el jueves de noche frente a la Presidencia, reclamando un "veta Dilma" con velas encendidas para pedir el "veto total" del proyecto, que creen provocará una nueva ola de deforestación.

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La entidad Avaaz, que organiza campañas en todo el mundo, entregó al gobierno un pedido de veto con casi dos millones de firmas recogidas en internet en decenas de países, informaron sus representantes a la prensa. Poco después de la entrega, las firmas superaron los dos millones.

"Vétalo todo Dilma", pidieron a Rousseff más de 150 organizaciones del país, incluido el gremio de abogados, la Iglesia católica, pequeños agricultores, políticos y artistas, informó a la AFP la portavoz del grupo, Regina Tavini.

Rousseff se apresta a vetar parcialmente el código forestal que recibió del Congreso, para impedir que sean amnistiados quienes deforestaron en el pasado, y también para revertir retrocesos en la protección de áreas sensibles como márgenes de ríos, informó una fuente del gobierno a la AFP.

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El vicepresidente brasileño Michel Temer adelantó que el Ejecutivo aplicará "vetos parciales" en la ley, sin precisar a qué artículos.

El código forestal, aprobado hace un mes por el Congreso -donde predomina un fuerte lobby agropecuario-, define qué parte de bosque tienen que preservar los productores dueños de tierras en la Amazonía y otros grandes ecosistemas.

La reforma mantiene la obligación de mantener intacta el 80% de la selva en propiedades rurales de la Amazonía y 35% en el cerrado, que es la gran sabana brasileña, pero los ecologistas denuncian otros retrocesos, como la amnistía a deforestadores y menos protección en otras áreas.

"Si el código se queda como está, estimamos que como mínimo provocará 22.000 km2 de deforestación", el tamaño de California o Suecia, dijo a la AFP Kenzo Juca, del del Fondo Mundial para la Naturaleza (WWF).

"Es posible producir alimentos en armonía con la naturaleza o con bajo impacto", aseguró el Consejo de Seguridad Alimentaria de la Presidencia brasileña, que el miércoles recomendó a la mandataria que vete el documento.

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La poderosa Confederación Nacional de la Agricultura (CNA) afirma que "fue necesario actualizar el código para que Brasil continúe produciendo alimentos para los brasileños y para el mundo", y para llevar la seguridad jurídica al campo, y asegura que éste no significará más deforestación.

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La reforma enfrenta dos caras de Brasil: la del gigante productor y exportador agropecuario, cuyos cultivos ocupan el 27,7% del territorio, y la potencia ambiental con 60% de bosques, que consiguió reducir la deforestación amazónica de 27.000 km2 en 2004 a poco más de 6.000 km2 en 2011.

El gobierno intentó convertir la reforma en una puesta al día de los agricultores con su deuda ambiental, aceptando una flexibilización a cambio de que se reforeste al menos una parte de la selva destruida y garantizando su protección futura.

La importancia de esta ley radica en que de los 5,3 millones de km2 de selvas y bosques que tiene el país, sólo 1,7 millones están bajo protección pública, y el resto en tierras privadas de productores rurales o sin propiedad definida.

La decisión presidencial pone a Brasil en un difícil dilema, cuando el país pretende presentarse como el ejemplo del desarrollo sustentable en la cumbre de la ONU, que del 20 al 22 de junio reunirá en Rio de Janeiro a más de 100 líderes mundiales en busca de soluciones para el planeta.

 

http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5iSrw9WymNJrx-Qi0CpHSF6mJTfHg?docId=CNG.584826f5710d8df101195171b5d46b4d.11

 

      

 

  1. BRASIL A decisão de Rousseffvetarou não, o Código Florestal?
    ips.org/ipsbrasil.net/nota.php?idnews=8239 - Traducir esta página A decisão de Rousseffvetarou não, o Código Florestal? Fabiana Frayssinet Rio de Janeiro, Brasil, 3/5/2012, (IPS) - Vetarou não, a reforma do Código ...
  2. Manifestantes pressionam Dilma por veto da reforma do Código ...
    www.tribunahoje.com/.../manifestantes-pressiona... - Traducir esta página 6 dias atrás – Manifestação pede para a presidente vetar integralmente a reforma ...Ward não tocará em reunião do Black Sabbath e é excluído de fotos ... Dilma Rousseff vetar integralmente a reforma do Código Florestal, aprovada na Câmara em abril. Ela tem até o dia 25 para sancionar ou vetar o texto, na íntegra ou ...
  3. Manifestantes pressionam Dilma por veto da reforma do Código ...
    www1.folha.uol.com.br/.../1093065-manifestant... - Traducir esta página 6 dias atrás – ... Dilma Rousseff vetar integralmente a reforma do Código Florestal, aprovada na Câmara em abril. Ela tem até o dia 25 para sancionar ou vetar o texto, na íntegra ou em ... A Esquerda Que Não Teme Dizer Seu Nome ...
  4. Dilma veta reforma do Código Florestal - Globo - DN
    www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?...id... - Traducir esta página ... Rousseff , decidiu vetar parcialmente o texto de reforma do Código Florestal ... o código moral ou ético de alguns leitores, pelo que o Diário de Notícias não ...
  5. Código Florestal: 17 Estados da Federação não querem o veto
    www.agroclima.com.br/.../mais-de-1-5-milhao-d... - Traducir esta página Código Florestal: 17 Estados da Federação não querem o veto ... Rousseff sobre vetar ou não o novo texto do Código Florestal, a Associação Brasileira de ... fazer a sociedade acreditar que o Brasil está contra a reforma do Código Florestal.
  6. Ecologistas questionam veto parcial de Dilma a Código Florestal ...
    www.correiobraziliense.com.br/.../ecologistas-qu... - Traducir esta página 20 horas atrás – Caso você não tenha cadastro, Clique aqui e faça seu cadastro gratuito. ... Dilma Rousseff de vetar apenas parcialmente a reforma do Código Florestal, que os ... Clique aqui e envie seu vídeo, foto, podcast ou crie seu blog.

 

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http://www.conversaafiada.com.br/politica/2012/05/25/dilma-veta-codigo-e-prepara-rio20/

 


Presidenta Dilma veta 12 dispositivos e faz 32 alterações no Código Florestal

 

 

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3 mayo 2012 4 03 /05 /mayo /2012 22:05

The Commodity Slowdown and the End of the Magic Moment of Brazil

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Brasil, el gigante desorientado

Por Andrés Oppenheimer

Malas noticias para Brasil: su momento mágico como el mercado emergente más promisorio del mundo a los ojos de las élites económicas internacionales se está esfumando, y está siendo reemplazado por una avalancha de pronósticos sombríos.

Un artículo en el próximo número de la influyente revista, es tan solo el último de varios artículos similares publicados en las últimas semanas que pintan a Brasil como un país que se está quedando estancado.

El artículo de Foreign Affairs, un fragmento de un libro titulado Breakout Nations, de Ruchir Sharma, el jefe de mercados emergentes de Morgan Stanley, se basa en un argumento que hemos expresado muchas veces en esta columna: el crecimiento de Brasil ha dependido demasiado del precio mundial de las materias primas, y el país enfrentará graves problemas en cuanto esos precios empiecen a bajar.

Esa tendencia ya ha comenzado, dice Sharma. China, el mayor comprador de materias primas brasileras, anunció en marzo que su economía crecerá menos del ocho por ciento este año por primera vez desde 1998.

Pocas naciones en desarrollo han logrado crecer durante varias décadas seguidas gracias a sus exportaciones de materias primas, dice Sharma. Las que han crecido sostenidamente durante dos o tres décadas, como China e India, lo han hecho gracias a sus exportaciones de productos manufacturados y servicios.

Mientras que China se insertó de lleno en el comercio global y se concentró en invertir en puentes y caminos, Brasil se volcó hacia adentro y no invirtió en infraestructura. No es una sorpresa que China haya crecido cuatro veces más rápido que Brasil en las últimas tres décadas, dice Sharma.

Además, Brasil se está perjudicando al mantener una de las monedas más caras del mundo. Eso es bueno para los brasileños que quieren comprar apartamentos en Miami, pero pésimo para los exportadores de productos manufacturados o servicios del país, agrega.

“Brasil debe reconocer que la época de fácil crecimiento para los mercados emergentes y de los altos precios de las materias primas se está terminando“, y debe realizar urgentes reformas económicas, concluye Sharma.

El mes pasado, un artículo similar de la agencia de noticias Reuters dijo que, debido a que la presidenta Dilma Rousseff no ha impulsado reformas económicas audaces, Brasil se ha convertido en “un lugar cada vez más estancado”. La economía creció el 2,7 por ciento el año pasado, y se espera que crezca un promedio del 3 por ciento en los próximos años.

En Latinoamérica, la imagen de Brasil como la nueva estrella del mundo emergente también se está extinguiendo.

El excanciller de México Jorge Castaneda escribió recientemente que, contrariamente a la opinión generalizada, México está superando a Brasil en casi todos los frentes, incluidos el crecimiento económico y el índice de homicidios. La diferencia es que los brasileños saben venderse mejor, afirmó.

Y el expresidente peruano Alan García me dijo en una entrevista reciente que Brasil es “un gigante fatigado” que se está quedando cada vez más atrás. García bromeó diciendo que el grupo de los BRICS –el bloque de las potencias emergentes constituido por Brasil, Rusia, India, China y Sudáfrica– ya podría llamarse “RICS”, una sigla que incluye a los mismos países, menos Brasil.

Hasta hace muy poco, Brasil parecía imparable, entre otras cosas por haber sacado a 30 millones de personas de la pobreza, por el reciente descubrimiento de enormes reservas petroleras y por haber sido designado anfitrión de la Copa Mundial de Fútbol en el 2014 y de los Juegos Olímpicos del 2016.

Las portadas de The Economist, la revista Time y varias otras publicaciones internacionales pintaban a Brasil como la nueva estrella del mundo emergente. Hace apenas unas pocas semanas, el anuncio de que Brasil superó a Gran Bretaña como la sexta economía más grande del mundo generó una nueva seguidilla de titulares optimistas sobre el ascenso brasileño, que recién ahora se está revirtiendo.
Mi opinión: Comparto las preocupaciones sobre el futuro inmediato de Brasil, pero soy optimista sobre el futuro de Brasil a mediano y largo plazo.

A diferencia de algunos de sus vecinos como Argentina y Venezuela, Brasil piensa a largo plazo. Brasil desde hace mucho tiempo viene fomentando algunas industrias clave, como las energías alternativas y la fabricación de aviones, está tomando medidas para mejorar la calidad de su educación primaria y, recientemente, lanzó un programa para enviar 100.000 estudiantes universitarios al exterior, la mayoría de ellos para estudiar ciencias e ingeniería en universidades de Estados Unidos.

Brasil no es un gigante fatigado. Más bien, es un gigante temporalmente desorientado, que todavía no ha entendido plenamente por qué otros lo están aventajando. Una vez que salga de su estado de confusión y se inserte más plenamente en la economía global –como China e India– estará bien posicionado como para volver a competir con renovadas energías.

http://www.abc.com.py/edicion-impresa/opinion/brasil-el-gigante-desorientado-396676.html

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Brasil a la baja

La desaceleración de los commodities y el fin del Momento Mágico
Por Ruchir Sharma
Mayo / junio 2012
Hasta hace poco, la opinión de consenso entre los inversores y los expertos sobre el Brasil  era casi universalmente alcista. Bajo la presidencia histórica de Luiz Inácio Lula da Silva, el país llegó a ser conocido como un parangón de la responsabilidad financiera entre los mercados emergentes. Una vez contenida la hiperinflación y la reducida su deuda, Brasil capeó la crisis financiera de 2008 mejor que la mayoría, creciendo a una tasa promedio anual de casi el 4% en los últimos cinco años. Y en los últimos diez años, unos 30 millones de brasileños han entrado en la clase media, dando a su país, de acuerdo a los promotores de Brasil, el poder de expandirse hacia adentro a pesar de un entorno mundial turbulento y la oportunidad de reducir la desigualdad de ingresos, incluso cuando la desigualdad crecía en otras partes de América Latina.
Esta década de éxito han hecho de Brasil uno de los más publicitados mercados emergentes, uno de los dos mercados de valores de alto rendimiento en el mundo y recepcionista de más inversión extranjera directa que la mayoría de otros países. En los últimos cinco años, la lluvia de dinero extranjero en acciones y bonos brasileños subió a niveles récord, con captaciones pasando de $ 5 billones en 2007 a más de $ 70 billones.
El ascenso de Brasil ha consolidado su reputación como uno de los principales miembros de los BRIC – Brasil, Rusia, India, China y Sudáfrica – en el mundo, uno de los principales mercados emergentes, que muchos esperan suplanten a los Estados Unidos y Europa  como mayores impulsores de la la economía mundial.
Sin embargo, esta imagen radiante de Brasil se basa en una premisa muy débil: los precios de las materias primas. El país ha crecido en gran medida en concierto con la creciente demanda de su petróleo, cobre, mineral de hierro, y otros recursos naturales. El problema es que el apetito mundial por las materias primas está empezando a caer. Y si Brasil no toma medidas para diversificar y aumentar su crecimiento, es posible que pronto caiga con ellos.
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Bearish on Brazil The Commodity Slowdown and the End of the Magic Moment

By Ruchir SharmaMay/June 2012

Until recently, the consensus view of Brazil among investors and pundits was almost universally bullish. Under the landmark presidency of Luiz Inácio Lula da Silva, the country became known as a paragon of financial responsibility among emerging markets. Having contained hyperinflation and reduced its debt, Brazil weathered the 2008 financial crisis better than most, growing at an average annual rate of nearly four percent over the past five years. And in the last ten years, some 30 million Brazilians have entered the middle class, giving their country, according to Brazil’s promoters, the power to expand despite a turbulent global environment and to reduce income inequality even as it grew elsewhere in Latin America.
This decade of success has made Brazil one of the most hyped emerging-market nations, with one of the two top-performing stock markets in the world and receiving more foreign direct investment than most other countries. Over the past five years, the amount of foreign money flooding into Brazilian stocks and bonds surged to record levels, with inflows expanding from $5 billion in 2007 to more than $70 billion through this past January. Brazil’s rise has solidified its reputation as a leading member of the BRICS — Brazil, Russia, India, China, and South Africa — the world’s top emerging markets, which many expect to supplant the United States and Europe soon as the largest drivers of the global economy.
Yet this glowing image of Brazil rests on an extremely shaky premise: commodity prices. The country has grown largely in concert with surging demand for its stores of oil, copper, iron ore, and other natural resources. The problem is that the global appetite for those commodities is beginning to fall. And if Brazil does not take steps to diversify and boost its growth, it may soon fall with them.
THE COMMODITY CRAZE

Bajista para BrasilLa desaceleración de los productos básicos y el fin del Momento MágicoPor Ruchir SharmaMayo / junio 2012

Hasta hace poco, la opinión de consenso de Brasil entre los inversores y los expertos fue casi universalmente alcista. Bajo la presidencia histórica de Luiz Inácio Lula da Silva, el país llegó a ser conocido como un parangón de la responsabilidad financiera entre los mercados emergentes. Una vez contenida la hiperinflación y la reducción de su deuda, Brasil capeado la crisis financiera de 2008 mejor que la mayoría, creciendo a una tasa promedio anual de casi el cuatro por ciento en los últimos cinco años. Y en los últimos diez años, unos 30 millones de brasileños han entrado en la clase media, dando a su país, de acuerdo a los promotores de Brasil, el poder de expandirse a pesar de un entorno mundial turbulento y para reducir la desigualdad de ingresos, incluso a medida que crecía en otras partes de América Latina.
Esta década de éxito han hecho de Brasil uno de los más publicitada de los mercados emergentes naciones, con uno de los dos mercados de valores de alto rendimiento en el mundo y recibe más inversión extranjera directa que la mayoría de otros países. En los últimos cinco años, la cantidad de inundaciones dinero extranjero en acciones y bonos brasileños subieron a niveles récord, con las entradas de expansión de $ 5 millones en 2007 a más de $ 70 millones a través de este pasado mes de enero. Ascenso de Brasil ha consolidado su reputación como uno de los principales miembros de los BRIC – Brasil, Rusia, India, China y Sudáfrica – en el mundo los principales mercados emergentes, que muchos esperan a suplantar a los Estados Unidos y Europa pronto como los mayores impulsores de la la economía mundial.
Sin embargo, esta imagen radiante de Brasil se basa en una premisa muy débil: los precios de las materias primas. El país ha crecido en gran medida en concierto con la creciente demanda por sus tiendas de petróleo, cobre, mineral de hierro, y otros recursos naturales. El problema es que el apetito mundial por las materias primas está empezando a caer. Y si Brasil no toma medidas para diversificar y aumentar su crecimiento, es posible que pronto caerán con ellos.
La manía PRODUCTOS

Bearish on Brazil | Foreign Affairs

www.foreignaffairs.com/…/bearish-on-brazil -
Until recently, there seemed plenty of reasons to be bullish on Brazil. Having posted record growth for a decade and weathered the financial crisis well, the ..
 

 

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O Capitalismo brasileiro do século XXI

O Brasil atinge um hoje um momento único em sua história, a cada dia que passa indicadores econômicos mostram melhorias visíveis para praticamente toda a sociedade, no que pese uma desaceleração econômica vista no segundo semestre, e que foi provocada pelo próprio governo, o erro foi corrigido e muito provavelmente será solucionado nos próximos meses.
O país se aproveita das oportunidades que o crescimento da economia mundial atravessou antes de 2008, e estimulado pelo governo uma ampla parcela da população adentrou na economia formal, essa parcela consome como a classe média, mas está muito longe do padrão de renda dessa classe econômica (muito embora o poder de consumo da classe média caiu muito devido ao alto endividamento e perda de capital dos anos FHC).
É preciso ficar atento ao alto grau de endividamento, para não gerar uma bolha especulativa semelhante a que estourou nos EUA e deu inicio à crise. No entanto esse texto não quer ser um aviso apenas do endividamento. O processo de crescimento brasileiro começa a fazer suas vítimas entre aqueles que ainda não vivem o milagre do consumo, apesar de falarem em número de mais de 40 milhões de pessoas que migraram de classe econômica nem todos dentre desse contingente possuem casa própria, um emprego bem remunerado, diploma universitário, e por viverem em favelas localizadas a áreas valorizadas, essas pessoas vivem um processo de deslocamento urbano.
Pelo pretexto da copa do mundo, inúmeras prefeituras das capitais estão realizando o sonho de suas elites, limpando dos bairros mais bem localizados os pobres que insistiam em lembra sobre a dura realidade do capitalismo (no qual muitos são explorados, para que poucos fiquem com toda a riqueza). Não bastasse a limpeza urbana, o governo se aproveita dos grandes eventos para explorar ainda mais a população pobre, que empurrada para longe de onde trabalha precisa pegar ônibus, ou então se endividar e comprar um carro novo aquecendo a economia, o governo aprovou na calada do ano novo, o plano de mobilidade urbana do país, que mais uma vez beneficia o transporte individual, e dá condições para que as mafias que controlam o transporte público urbano continuem a explorar a população cobrando preços proibitivos para o deslocamento urbano engrossando seus lucros.
O capitalismo brasileiro no século XXI pode ter aceitado novos consumidores, mas não muda sua faceta, ele só gera dividendos para bem poucos, e continuara nessa toada pelos próximos anos ao que tudo indica.
João Vicente Nascimento Lins 05/01/2012
Charge do sempre genial Carlos Latuff
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19 abril 2012 4 19 /04 /abril /2012 00:34

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BRASIL: MOVIMIENTOS SOCIALES LANZAN AMPLIA INICIATIVA DE REFORMA POLÍTICA
Una coalición de 30 organizaciones de la sociedad civil brasileña comenzaron a mediados de agosto de 2011 a recolectar firmas para su Propuesta de Iniciativa Popular por la Reforma Política, proyecto que, de aprobarse, facilitaría la participación y el control de la ciudadanía en las cuestiones de gobierno, así como combatir la corrupción en los poderes del Estado.
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La Plataforma de Movimientos Sociales por la Reforma del Sistema Político y el Movimiento de Combate a la Corrupción Electoral (MCCE) presentaron su iniciativa y de inmediato comenzaron la recolección de firmas en la Marcha de las Margaritas en Brasilia, que contó con la presencia de 70.000 mujeres de todo el país concentradas en apoyo del movimiento de trabajadores rurales.
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Esta propuesta se presenta como diferente a las presentadas por legisladores en el Congreso nacional, explicó Jose Antonio Moroni, de la dirección del Instituto de Estudios Socioeconómicos (Inesc, uno de los puntos focales de Social Watch en Brasil).
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“El parlamento se dedica solamente a la reforma del sistema electoral, y aun así de manera muy reducida. Por lo tanto, los únicos interesados en el debate son ellos mismos. Nosotros trabajamos en el cambio del sistema político, del control y del ejercicio del poder político”, explicó Moroni.
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Los movimientos sociales proponen una reforma política amplia y democrática, que aliente la participación popular en la toma de decisiones y no sólo en la elección de representantes.
Para que la iniciativa se tramite como proyecto de ley en el Congreso, debe contar con el apoyo de un millón de firmas. Según la Constitución, se requiere la adhesión de uno por ciento del electorado nacional y de al menos cinco estados, con un apoyo de al menos 0,3% de los votantes de cada uno de ellos.
Mientras, algunos de los puntos presentados por la Iniciativa Popular fueron incorporados al debate legislativo, como el financiamiento público de las campañas electorales.
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La propuesta de Iniciativa Popular pretende rescatar la credibilidad del sistema político brasileño frente a la población y posibilitar la inclusión de la ciudadanía en el debate, agregó Carmen Silva, representante de la Articulación de las Mujeres Brasileñas. El texto final de iniciativa recoge propuestas de ciudadanos que participaron en diferentes conferencias nacionales y en los estados y en una consulta en línea. “Queremos recoger un millón de firmas para ingresar el texto en el Congreso con fuerza política”, sostuvo Silva.
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Uno de los objetivos de la Propuesta de Iniciativa Popular sobre la Reforma Política es la creación de instrumentos que eviten la corrupción en el Congreso de manera más efectiva. El principal es el financiamiento público de las campañas, que, como explicó Silva, hoy son financiadas por empresas privadas que condicionan luego la acción de los legisladores.
“Así no acabaríamos con la corrupción, pero daríamos un pasoo importante contra las posibilidades de que la haya en el Congreso”, agregó.
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También se propone la inclusión de representantes de la sociedad civil en las comisiones de ética de las cámaras legislativas, facilitar a la justicia electoral el acceso a información fiscal y financiera de los candidatos y obligar a los partidos políticos a presentar públicamente sus cuentas permanentemente y no sólo en tiempos de campaña.
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Las organizaciones integrantes de la campaña son la Asociación Brasileña de ONG (ABONG), la Articulación de Mujeres Brasileñas (AMB), la Articulación de Mujeres Negras Brasileñas (AMNB), la Asociación de Caricaturistas de Brasil (ACB), la Campaña Nacional por el Derecho a la Educación, el Consejo Latinoamericano de Educación, el Consejo Nacional de Laicos, el Comité de la Escuela de Gobierno de Sao Paulo en Defensa de la República y la Democracia, el Consejo Federal de Ingeniería, Arquitectura y Agronomía, Evangélicos por la Justicia, el Foro de Amazonia Occidental, el Foro de Amazonia Oriental, el Foro Brasil de Presupuesto, el Foro de Entidades Nacionales de Derechos Humanos, la Fundación Friedrich Ebert, el Foro de Reflexión Política, el Foro Mineiro por la Reforma Política Amplia, Democrática y Participativa, el Foro Nacional de Participación Popular, el Foro Paulista de Participación Popular, el Foro Nacional de Reforma Urbana, el Colectivo Brasil de Comunicación Social, la Liga Brasileña de Lesbianas, el Movimiento Evangélico Progresista, el Movimiento de Combate a la Corrupción Electoral, el Movimiento Nacional de Derechos Humanos, el Movimiento Pro Reforma Política con Participación Popular, el Observatorio de la Ciudadanía, el Proceso de Diálogo y Articulación de Agencias Ecuménicas y Organizaciones Brasileñas, la Red Brasil sobre Insittuciones Financieras Multilaterales, la Red Brasileña por la Integración de los Pueblos y la Red Nacional Feminista por la Salud, los Derechos Sexuales y los Derechos Reproductivos.

BRASIL: MOVIMIENTOS SOCIALES LANZAN AMPLIA INICIATIVA DE REFORMA POLÍTICA

2011-08-17

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Debate sobre reforma política y electoral  en Brasil

Instituto ALIANÇA LIVRE, OAB-DF y ESA buscan cooperación para debate sobre reforma política y electoral  en Brasil

 

 

El 23 de agosto de 2011, el Director del Centro de Estudios, Luiz Carlos Ballock, y el Asesor de Relaciones Institucionales, Juan Leal Neto, del Instituto Alianza Libre (ALIANÇA LIVRE), sostuvieron una reunión con el Secretario General de la OAB-DF, Lincoln de Oliveira. El objetivo es instalar el Fórum ALIANÇA LIVRE , en colaboración con la ESA – Facultad de Derecho, con ciclos de paneles temáticos y un debate abierto en torno a las visiones de la reforma política, la reforma electoral y la Modernización del Estado republicano, lanzado por el Instituto ALIANÇA LIVRE.

 

Las entidades estudian los protocolos de cooperación para organizar conjuntamente el foro, que convoca a la participación abierta del medio universitario, centros académicos, estudiantes graduados y egresados, en particular en las áreas de Sociología, Ciencias Políticas, Administración Pública, Derecho Constitucional e ingeniería informática, gestión de redes y de Telecomunicaciones, considerando la participación de la Fundación Getulio Vargas (FGV) y otras organizaciones no gubernamentales.

 

El objetivo del foro es desarrollar el nuevo modelo institucional de gestión política de los asuntos públicos, mejorar la democracia y la modernización del sistema político y electoral. Es el enfoque temático, los debates deben ser pragmáticos, con un comienzo, medio y fin, empezando a cuestionar el papel clásico del Estado y el modelo de la administración republicana del siglo XVIII todavía vigente, frente a los retos de la administración política del siglo XXI.

 

La audiencia se llevará a cabo bajo la perspectiva de que quién paga la factura del gasto público, es la población de contribuyentes, y para tener visiones políticas adecuadas, debe acometerse un abordaje técnico –  jurídico-técnicos devisiones políticamente reconocidas de interés público, para el examen del impacto de la reforma en el actual orden  político – jurídico, para la propuesta de anteproyectos de ley, visado e implementación de reformas.

 

La organización tiene como objetivo compartir, reflexionar y enriquecer los debates temáticos, simultaneamente en la televisión nacional, utilizando los recursos multimedia a través de foros virtuales y presenciales, videoconferencias y debates televisados, de una manera coordinada.

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Instituto ALIANÇA LIVRE, OAB | Ordem dos Advogados do Brasil OAB-DF e ESA buscam cooperação para debates, em torno de reforma política e eleitoral

Em 23 de agosto, o Diretor do Centro de Estudos, Luiz Carlos Ballock, e o Assessor de Relações Institucionais, João Leal Neto, do Instituto ALIANÇA LIVRE, estiveram em reunião com o Secretário-Geral da OAB-DF, Lincoln de Oliveira. O objetivo é a instalação do Fórum ALIANÇA LIVRE, em parceria com a ESA – Escola Superior de Advocacia, com painéis temáticos e ciclos de debates culturais abertos, em torno das visões por reformas projetadas no Ideário por Reforma Política e Eleitoral, e Modernização do Estado Republicano, recentemente lançado pelo Instituto, em sessão solene no Auditório da OAB-DF.

As entidades estudam protocolo de cooperação para organização conjunta do fórum, que ainda poderá reunir participação aberta do meio universitário, centros acadêmicos, pós-graduandos e formandos, em especial das áreas de Sociologia, Ciências Políticas, Administração Pública, Direito Constitucional e Eleitoral, Engenharia da Computação, e Gestão de Redes de Telecomunicação, cogitando-se ainda da participação da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e outras organizações não-governamentais.

O objetivo do fórum é reunir conhecimento livre para desenvolvimento institucional de novo modelo de administração política de negócios públicos, aperfeiçoamento da democracia e modernização do sistema político e eleitoral. Trata-se de abordagem temática, cujos debates deverão ser pragmáticos, com princípio, meio e fim, começando por questionar o papel clássico do estado e o modelo de administração republicana do Século XVIII, diante dos desafios de administração política do Século XXI.

Os debates serão conduzidos sob perspectiva de quem paga a conta dos gastos públicos, a população contribuinte, e, ao exame de adequação política das visões projetadas, seguir-se-á abordagem técnico-jurídica das visões politicamente reconhecidas de interesse público, para o exame de impacto da reforma sobre o ordenamento político-jurídico atual, para conseqüente proposição de anteprojetos de lei, visando à implantação das reformas.

A organização tem o propósito de compartilhar, repercutir e enriquecer os debates temáticos, simultaneamente, em rede nacional, utilizando meios de multimídia, através de foros virtuais e presenciais, vídeo conferências e debates televisivos, de forma coordenada.

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18 abril 2012 3 18 /04 /abril /2012 21:24

 Centro de Direitos Humanos e Cidadania para os Migrantes(CDHIC) indica que o aumento do fluxo de migrantes no Brasil vem de países vizinhos, como Bolívia, Paraguai e Peru.

 

 

La emergente economía brasileña, las obras de la Copa Mundial de Futbol del 2014 y el mercado laboral –con grandes negocios como el de los frigoríficos, que concentran fundamentalmente mano de obra africana-, resultan imanes para los migrantes, quienes se encuentran expuestos a la discriminación, explotación y al trabajo esclavo debido a la fragilidad de las leyes brasileñas.

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“El país se rige por una legislación que fue redactada en los ochenta, durante la dictadura militar, por lo que el extranjero es tratado como una amenaza para la seguridad nacional. Esto posibilita su cooptación por parte de la policía federal.

 

 

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¿Cómo vive un migrante en Brasil?

 

Sao Paulo, Brasil. Desde la década de los noventa y de forma creciente, Brasil se ha convertido en un receptor de migrantes. La crisis económica en Europa y Estados Unidos ha influido en este proceso al generar un flujo de retorno hacia América Latina, mismo que desemboca en la nación sudamericana. Hacia este país se redirecciona también parte del desplazamiento de africanos, tradicionalmente dirigido hacia el viejo Continente. Ante este importante flujo de migrantes, diversas organizaciones brasileñas que luchan por sus derechos, denuncian la inexistencia de una política nacional que vele por la atención, la inserción social y la seguridad de estas personas.

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http://desinformemonos.org/2012/04/como-vive-un-migrante-en-brasil/

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Paulo Illes, coordinador del Centro de Derechos Humanos y Ciudadanía del Migrante (CDHIC), indica que el mayor flujo de migrantes en Brasil proviene de naciones vecinas como Bolivia, Paraguay y Perú. Se trata de personas que llegan en busca de trabajo. Illes explica que esta situación se intensificará ya que “quienes regresan de Europa y Estados Unidos tampoco encuentran en sus países las condiciones para permanecer ahí. Por ejemplo, hay una perspectiva de que vuelvan 350 mil bolivianos para el 2012. Aunque también es probable que vayan a Argentina y Chile, su destino principal será Brasil. Argentina fue el principal receptor de inmigrantes sudamericanos hasta el 2002, pero la recesión económica que vivió el país y el aumento del desempleo hicieron que muchos migraran a Brasil. Hoy, gran parte de la migración latina en Sao Paulo proviene de ese contexto”, señala Illes.

Para Illes, la emergente economía brasileña, las obras de la Copa Mundial de Futbol del 2014 y el mercado laboral –con grandes negocios como el de los frigoríficos, que concentran fundamentalmente mano de obra africana-, resultan imanes para los migrantes, quienes se encuentran expuestos a la discriminación, explotación y al trabajo esclavo debido a la fragilidad de las leyes brasileñas.

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El país se rige por una legislación que fue redactada en los ochenta, durante la dictadura militar, por lo que el extranjero es tratado como una amenaza para la seguridad nacional. Esto posibilita su cooptación por parte de la policía federal. Es lo que vemos: la policía hace su propia ley. Brasil tampoco ratifica la convención de la ONU sobre los derechos de los migrantes; ellos no tienen derecho a votar en ninguna instancia. El propio estatuto no permite su organización política y por ello las asociaciones tienen denominaciones culturales, económicas. Todo esto genera una gran dificultad en su lucha diaria”, refiere basándose en su experiencia como articulador y vocero de algunas de estas comunidades.

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Otro obstáculo para la normalización de la migración consiste en la fragmentación existente entre las diversas instituciones relacionadas con este tema. Si bien existe una secretaría de política migratoria, “es muy específica, no hay una instancia que se preocupe íntegramente por el migrante. Se involucran el Ministerio de Relaciones Exteriores, el Ministerio de Trabajo, el Ministerio de Justicia, pero cada uno por su lado. La propia Secretaría de Justicia hace juego con la Policía Federal, es decir, quien dicta las leyes con quien no las obedece. Por otra parte, esta división política en la que cada estado dicta sus normas tampoco ayuda. En Sao Paulo no tenemos ninguna política estatal de seguridad”, afirma Illes.

Paulo Illes manifiesta además que esta situación dificulta las denuncias y la toma de medidas frente al trabajo esclavo. Recientemente, el caso Zara constituyó una muestra de la presencia de este tipo de explotación, al descubrirse en Sao Paulo dos oficinas en las que se confeccionaban de manera informal prendas de vestir para el grupo español Inditex, dueño de la reconocida marca internacional.

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migrantes brasil

 

 

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De acuerdo con Repórter Brasil, el Ministerio de Trabajo halló mediante una investigación evidencias de contratación ilegal, trabajo infantil, condiciones degradantes, jornadas de trabajo de hasta 16 horas y encierro, pues los empleados no podían abandonar el local sin autorización previa. Además, los salarios recibidos ni siquiera rozaban el salario mínimo declarado en Brasil. Uno de los cargos levantados contra la empresa fue el de “discriminación étnica e indígena quechua y aimara”.

Para Illes, éste es un ejemplo de cómo operan las transnacionales de confecciones y alimentos, entre otras: “dicen que entran al país a negociar con una empresa regularizada, en este caso la AHA, que además de sus 32 oficinas, tiene otras ramificaciones donde el trabajo es totalmente informal. Detrás siempre están los migrantes produciendo bajo una súper explotación, en condiciones de esclavitud. Es difícil descubrir sucesos como éstos en las grandes ciudades, pues se esconden entre las realidades urbanas”.

Añade: “Nosotros trabajamos con unos 100 senegaleses; son impresionantes las movidas de las empresas para no reconocer sus derechos. Ellos llegan a Sao Paulo, Paraná y Río Grande del Sur, y enseguida comienzan a trabajar en frigoríficos de Perdigão y otras compañías. Luego, como estas empresas tienen muchas ramificaciones, van pasando a los trabajadores de una a otra. Muchos migrantes no tienen más opción que hacer lo que les ordenan, pues con ese trabajo pagan a las redes que los hicieron llegar al país”.

Asimismo, resulta preocupante el hecho de que no se discuta cómo actuará el gobierno para acabar con este panorama y regularizar a los trabajadores. “En días recientes se creó una ley sobre el trabajo esclavo, pero sin realizar consulta alguna. En general, las medidas quedan dentro del marco de la empresa, que hará todo por limpiar su nombre”.

Junto con otras organizaciones, el CDHIC defiende la creación de una política nacional de migración segura. En ese sentido ha encaminado diferentes iniciativas. Con el apoyo de los movimientos sociales, el Consejo Nacional de Migraciones presentó al Ministerio de Justicia una propuesta que aún no ha recibido respuesta. Igualmente, una Ley de Migraciones se encuentra empantanada en la Comisión de Turismo de la Cámara de Diputados en Brasilia. Una suerte similar corre la Convención de la ONU sobre los Derechos de los Migrantes y sus Familiares, archivada en la Casa Civil del gobierno. En Sao Paulo, la propuesta de una Coordinadora del Migrante aguarda por una luz verde en el gabinete de la prefectura.

La migración es la falta de todas las cuestiones por las que luchan los movimientos sociales. Hoy, como fruto de la crisis económica y del sistema capitalista en general, las personas se ven orilladas a seguir este proceso. Nosotros queremos abrir en el Foro de las Migraciones un debate en torno a si continuaremos hablando de la eliminación de la pobreza o de la distribución de la riqueza, pues algunos gobiernos pretenden combatir la pobreza por medio de subsidios, pero no a partir de la generación de empleos y del cuestionamiento al modelo capitalista”, argumenta Illes. En este momento la integración recobra su importancia, principalmente “para que los movimientos sociales ayuden no sólo a la constitución de una nueva ciudadanía, sino para convertir el continente en un lugar de todos.”

Pero, a la vez, recuerda que son grandes los desafíos en este camino por los derechos de los migrantes. “Aún estamos en lo básico: conseguir que estas personas tengan sus papeles, que logren existir. Por esa razón, considero que los movimientos sociales no deben esperar a que sean los migrantes quienes se acerquen. El proceso tiene que darse de otra forma. Hay que darles confianza, ver cómo viven, cómo trabajan, integrarnos nosotros a su lucha”.

 

 

 

 

No s. XXI hai máis escravos que nos 200 anos previos


Entre 14 e 25 millóns de persoas están a vivir unha situación laboral de extrema precariedade



Posted By Arthur On abril 1, 2012

 

Article printed from Desinformémonos: http://desinformemonos.org

URL to article: http://desinformemonos.org/2012/04/como-vive-un-migrante-en-brasil/

 

 

 


 1ª Fiesta Cultura de Carnaval Andino Peruano YUNSA 2012

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São Paulo, 23 de Marzo del 2012  http://www.cdhic.org.br/v01/?p=921

 

 1ª Fiesta Cultura de Carnaval Andino Peruano YUNSA 2012 contó con la asistencia de más de 4,000 personas que estuvieron presentes en el área de entretenimiento del Parque Ecológico Tietê

 

 

 


 

Migrantes pedem direito de voto no Brasil, artigo de Paulo Illes ...

educarparaomundo.wordpress.com/.../migrantes-pedem-direito-de-v...
9 Nov 2011 – Migrantes pedem direito de voto no Brasil, artigo de Paulo Illes ... delCentro de Derechos Humanos y Ciudadanía del Inmigrante/ Espacio sin ..
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Décima segunda edição do Jornal Conexión Migrante

by wilbert rivas on 8 de março de 2012

Leia Conexión Migrante em PDF

Leia Conexión Migrante em formato de livro

 

 

 

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Após a repercussão do conflito agrário entre imigrantes brasileiros e sem-terra paraguaios em Ñacunday, no Paraguai, o Conexión Migrante viajou até o país vizinho para fazer uma ampla e profunda análise sobre a disputa de terras. Esta reflexão, feita por Paulo Illes e Lindomar Albuquerque, pode ser conferida nesta 12ª edição do jornal.

Outros destaques: saiba como se tornar um Microempreendedor Individual, a primeira edição do Yunsa – carnaval peruano, uma entrevista de Aída Garcia Naranjo e informações úteis para a regularização da situação migratória para os nacionais dos países que aderiram ao Acordo de Livre Residência do Mercosul.

Leia Conexión Migrante em PDF

Conexión Migrante 12

www.youblisher.com/p/257276-Conexion-Migrante-12/
sÃo paulo marÇo 2012 aÑo.03 num.12 conexiÓn migrante la voz del pueblo en ... 2conexiÓn migrante sÃo paulo marzo 2012 aÑo 03 num.12 me defino como ...

 

 

   

 

 

http://www.infraest-energ-sudamerica.org/2010/05/megaproyectos-bid-desplazamiento-migracion/

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No s. XXI hai máis escravos que nos 200 anos previos



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11 abril 2012 3 11 /04 /abril /2012 21:24

Fabiano Accorsi
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Las formas de corrupción clásicas en el Brasil, las más tradicionales son: el clientelismo (la práctica de nombrar a los amigos, y a sus amigos, para los cargos públicos), el intercambio de favores y el patrimonialismo, esto es, la confusión entre lo público y lo privado, entre el Estado y la familia …  este es el Modelito Brasil añorado …
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CRISIS SIN CASTIGO
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Por el ex-presidente de Brasil FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
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Hubo un tiempo en que se decía que si Brasil no acababa con la hormiga cortadora, la hormiga acabaría con Brasil. Las hormigas andan por ahí todavía y Brasil no se ha acabado. ¿Será la misma cosa con la corrupción?
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De que ésta sigue viva por ahí no quedan dudas; que acabe con Brasil es poco probable, como también lo es que se acabe en Brasil. Pero que causa daños enormes es indiscutible. Habrá quien diga que siempre ha habido corrupción en el país y en el mundo exterior, cosa que probablemente sea cierta, pero a partir de cierto nivel de su existencia y, peor aún, de aceptación tácita de sus prácticas como “hechos de la vida”, si bien no acaba con el país, sí lo deforma de manera inaceptable. Y nos estamos acercando a ese umbral.
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Hay formas y formas de corrupción, especialmente en las instituciones y la vida política.Las más tradicionales entre nosotros son el clientelismo (la práctica de nombrar a los amigos, y a sus amigos, para los cargos públicos), el intercambio de favores y el patrimonialismo, esto es, la confusión entre lo público y lo privado, entre el Estado y la familia.
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La famosa frase “dar para recibir”, supuestamente de inspiración franciscana, se refiere más al intercambio de favores que a recibir dinero. Por cierto, un sistema político asentado en estas prácticas ya supone el desdén por la ley y tiende a permitir deslices más calificados propiamente como corrupción.
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Incluso cuando no haya soborno de funcionarios ni ventaja pecuniaria por la concesión de favores, práctica que los juristas llaman prevaricación, los apoyos políticos obtenidos de esa manera están basados en nombramientos que afectan el gasto público.
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En los días que corren, empero, no se trata solamente de clientelismo, que por cierto sigue existiendo, por lo menos parcialmente, sino de algo más complejo. Si el sistema patrimonialista tradicional ya contaminaba nuestra vida política, a eso ahora se le suma algo más grave.
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Con el desarrollo acelerado del capitalismo y con la presencia ubicua de los gobiernos en la vida económica nacional, las oportunidades de negocios caracterizados por decisiones dependientes del poder público se amplían considerablemente. Y las presiones políticas se desplazan del simple favoritismo hacia el “negocismo”.
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Por todas partes hay contratos a ser firmados con entidades públicas.
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Cada vez más, los apoyos políticos pasan a depender de la atención al apetito voraz de sectores partidarios que sólo están dispuestos a “colaborar” si están debidamente aceitados con el control de partes del gobierno que permitan tomar decisiones sobre obras y contratos.
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No obstante, ha cambiado el tipo de corrupción predominante y el papel de ésta en el engranaje del poder.
No es por casualidad que se oigan voces, cada vez más numerosas, en los medios, en el Congreso e incluso en el gobierno, que claman en contra de la corrupción. Y lo que es más triste, algunas lo hacen por puro fariseísmo, como todavía ahora, en el escandaloso caso que afecta al Senado y sabrá Dios a qué otras ramas del poder.
El peligro, no obstante, es que se genere la expectativa de que un líder autoritario o un partido salvador sean el antídoto para impedir la diseminación de tales prácticas.
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A despecho del desánimo causado por la multiplicación de las prácticas corruptas y por la impunidad vigente, hay señales auspiciosas.
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Es innegable que los sistemas de control, tanto los tribunales de cuentas como las auditorías gubernamentales y las promotorías, están más alertas y los medios han clamado en contra del mal uso del dinero y el patrimonio públicos.
La acción del Consejo Nacional de Justicia y las decisiones del Supremo Tribunal Federal sobre la validez de la Ley de Ficha Limpia que impide al político condenado por órganos colegiados disputar cargos de elección muestran que el clamor empieza a suscitar reacciones.
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Pero es preciso más.
Sólo cuando se echen a prisión a los poderosos que hayan sido condenados por crímenes de cuello blanco, el temor, no de la vergüenza sino de la cárcel, cohibirá los abusos.
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Empero, no olvidemos que existe una cultura de tolerancia que necesitamos modificar. No faltan corruptos conocidos que son celebrados en fiestas elegantes y que quienes los oyen los consideran impolutos. Los cambios culturales son lentos y dependen de la predicación, la pedagogía y el ejemplo.
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¿Será pedir mucho?.
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LOS LOBBYS EMPRESARIALES PULULAN EN LOS INTESTINOS BUROCRÁTICOS DE LOS MINISTERIOS BRASILEIROS REBUSCANDO JUGOSOS CONTRATOS … ELLO CONSTITUYE UNA DE LAS CAUSAS DE QUE YA HALLAN RODADO SIETE CABEZAS DE MINISTROS DILMISTAS/ LULISTAS. http://malcolmallison.lamula.pe/2012/02/07/brasil-ruedan-nuevas-cabezas-ministeriales-por-corrupcion/malcolmallison

 

Christiane Araújo de Oliviera, poder, sexo y espionaje en el Lulismo/Dilmismo

Miércoles, febrero 15th, 2012

Christiane Araújo de Oliveira revela que mantinha relações íntimas com políticos e figuras-chave que o governo federal usou  para conseguir material contra adversários políticos.

A Lula se la introdujo una mafia que se calcula se llevó de los cofres públicos del Brasil, 1,000 millones de reales.

  

Escândalos nacionais

VEJA.com: Corrupção no Brasil - Veja – Abril.com

veja.abril.com.br/…/corrupcao_brasil/index.html -
Os principais casos de corrupção e fraudes que chocaram os brasileiros, Personagens ‘ilustres’ Os políticos, juízes e empresários acusados de envolvimento ..
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17 febrero 2012 5 17 /02 /febrero /2012 19:11

Brasil quer acelerar usinas em vizinhos para garantir energia.


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Perú produciría energía para Brasil 33% más barata la producida en territorio brasileiro. El gobierno de Brasil quiere importar en cuotas que varían del 70% al 80% de la energía producida por sus atrasados vecinos.

Obras hidroeléctricas en cinco países costarían por lo menos R$ 58,000 millones y el BNDES podrá financiarlas, siempre y cuando sean controlados por empresas de Brasil. Ya no hay ríos en Brasil con el potencial para generar tanta hidroenergía como la que produciría Belo Monte. En Perú,  Inambari produciría energía barata para Brasil, a US$ 52 el MWh.  Bolivia, produciría energía para Brasil a US$ 58el MWh en la represa de Cachuela Esperanza. Todo esto es muy ventajoso para Brasil, ya que el MWh costaría US$ 77 en el territorio brasileiro, de acuerdo con las proyecciones de la consultora PSR.

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Gobierno brasileño acelera usinas en los países vecinos para asegurar energía

14/02/2012 - escribe JULIO WIZIACK desde SÃO PAULO

El gobierno brasileño creó un “plan B” para ampliar la oferta de energía. Para esto, está acelerando un proyecto de integración con los países vecinos, en el que pretende construir hidroeléctricas conectadas con Brasil.

El principal proyecto es con Perú. Folha averiguó que el acuerdo binacional con ese país está a punto de ser enviado al Congreso Nacional (en ambos países).

También avanzaron las negociaciones con Uruguay, Argentina, Bolivia y Venezuela para nuevos negocios (no solamente de hidroeléctricas). Colombia, Guyana y Surinam mantienen diálogos.

A parte del gobierno federal, la Eletrobras también sería el eje del programa, que contará además con participación del sector privado.

Solamente Eletrobras pretende agregar 18 GW al sistema con unidades en el exterior hasta 2020. La cuantía representa casi un tercio de lo que Brasil necesita hasta esa fecha. Esas usinas estarán interconectadas por 10 mil kilómetros de cables.

Al romper las fronteras, Brasil trata de ampliar el margen de seguridad para la distribución interna de energía en el futuro, ya previendo los atrasos en el cronograma de las hidroeléctricas que serán implantadas en el territorio nacional.

El pronóstico del gobierno afirma que, para atender el crecimiento de la demanda, será necesario agregar 70 GW de capacidad en la generación de energía hasta 2020.

Según lo que declara el secretario de Planificación Energética del Ministerio de las Minas y Energía, Altino Ventura, los proyectos del propio gobierno en el exterior serán responsables por un “aumento marginal”.

Sin embargo, sumando los proyectos de Eletrobras y del sector privado que prevén la interconexión con el sistema eléctrico brasileño, habrá un aumento de capacidad de casi 30 GW -más que el doble de Belo Monte, la hidroeléctrica más grande que se está construyendo, en el río Xingu (Estado de Pará).

En conjunto, estas obras consumirán recursos de por lo menos R$ 58,000 millones y el BNDES podrá financiar la totalidad de estos negocios, siempre y cuando sean controlados por empresas de Brasil.

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1° Cumbre Regional Amazónica denuncia hipocresía en TODAS las políticas globales y nacionales SIN EXCEPCIÓN

Lunes, agosto 22nd, 2011

Brasil – Marcha em Brasília reúne 20 mil manifestantes e pede investimentos em saúde, educação e reforma agrária


Trabalhadores também exigiram o fim da corrupção no governo, e prisão e confisco dos bens dos corruptos e dos corruptores

Brasil: “Carta del cacique Mutua a todos los pueblos de la Tierra”

Cacique Mutua de la comunidad del río Xingu en Brasil.

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ENERGÍA MÁS BARATA

Otro motivo que estimula al gobierno brasileño es el futuro costo de la energía.

Actualmente, no hay más ríos en el país con el potencial para generadores del tamaño de Belo Monte, que producirían energía a bajo costo.

En Perú, donde el potencial hídrico es prácticamente sin explotar, el MWh de energía generada por Inambari costaría US$ 52. En Cachuela Esperanza, en Bolivia, saldría por US$ 58. En el caso de que fueran implantadas en Brasil, el MWh costaría US$ 77, de acuerdo con las proyecciones de la consultora PSR.

Folha investigó que, debido a esto, el gobierno quiere importar en cuotas que varían de los 70% a los 80% de la energía producida por los vecinos.

La mayoría de los grandes negocios en desarrollo o en estudio están en los países de la región Amazónica: Perú, Bolivia, Colombia, Guyana, Surinam y Venezuela.

Perú es el objetivo prioritario porque posee una baja demanda de energía, la que corresponde al 14% del potencial hídrico de Latinoamérica.

La primera etapa del programa con el gobierno peruano prevé seis usinas con una capacidad para generar 22 GW, casi dos Belo Monte. La inversión es de US$ 16 mil millones.

A pesar del enfoque en la Amazonía, otros países también son atrayentes. En Argentina, el gobierno construye una usina binacional de US$ 4,9 mil millones. En Bolivia, se está estudiando la construcción de otra obra binacional.

Protesta contra el “imperialismo” es un obstáculo para la expansión brasileira

 

Aunque los países con los cuales Brasil está negociando, son favorables para compartir energía, las organizaciones de defensa de los derechos civiles en esos países acusan a Brasil de “imperialismo”.

 

Los principales frentes de resistencia se encuentran en Perú, donde el gobierno tuvo que eliminar una cláusula del proyecto donde se evidenciaba que casi toda la energía generada por la represa de Inambari en los primeros años iría a parar a Brasil. Ahora el proyecto será enviado al Congreso del Perú.

Esta vez, Brasil negociará recibir un tercio de la energía de Inambari, con opción de recibir más si no hay demanda interna en el Perú.

Para cambiar las condiciones del Acuerdo energético Brasil/Perú, las comunidades locales hicieron protestas coordinadas. Por ejemplo, la ONG DAR (Derecho Ambiente y Recursos Naturales), llegó a imprimir “cuentas de luz” con una advertencia: “racionen la energía porque estamos abasteciendo a los consumidores brasileños”. La presión dio sus frutos y las autoridades peruanas fueron obligadas a incluir una cláusula más favorable para el país. Los ambientalistas peruanos critican aún la exportación a Brasil, debido a los pasivos ambientales, debido a los daños al medio ambiente resultantes de construir represas en su territorio.

 

Parte de las obras en el Perú, serán financiadas con fondos del BNDES, que también autorizó el dinero para la construcción de la hidroeléctrica Tumarín en Nicaragua. Ambos son proyectos con la participación de Eletrobrás. “La empresa es un socio importante”, dice Luciene Machado, superintendente de comercio exterior del BNDES.

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NO EXPORTAMOS PASIVOS AMBIENTALES, dice el ministerio brasileiro.

 

El gobierno niega que las plantas en el extranjero son un “plan B”. El Ministerio de Minas y Energía del Brasil dice que el aumento de la capacidad del sistema energético será suministrado por las nuevas hidroeléctricas a ser construidas en el país hasta 2020.

También de acuerdo con el gobierno, la construcción de plantas en el extranjero es parte de una estrategia para la integración energética en América Latina con el objetivo de eficiencia de costos. Los cálculos de Eletrobras indican que “compartir” podría generar ahorros de energía de US $ 1,000 millones al año a los consumidores “integrados”.

 

“Lo que tenemos es un interés compartido”, dice Altino Ventura, secretario del ministerio de planificación energética. “Si Brasil no lidera este proceso [de integración], no va a suceder.”Según Ventura, el gobierno está interesado en todas las posibilidades de obtener energía firme a precios más bajos, que pueda llegar a los consumidores.

Para lograr esto, estarían los acuerdos con Paraguay, Argentina, Bolivia y Perú. Ventura dice que hay negociaciones con Venezuela e interés de Colombia, a pesar de las barreras geográficas amazónicas que dificultan la conexión.

 

El gobierno brasileiro niega las críticas que señalan que se exporta “responsabilidad ambiental”, o la que alegan que se está implementando una “política imperialista”.

 

Eletrobrás también refuta las acusaciones de los ecologistas, sosteniendo que sólo participará en proyectos que cumplan con la legislación ambiental de los países involucrados y las posiciones de las comunidades locales.

 

POTENCIAL

Sin embargo, dijo, América Latina tiene el 18% del potencial hídrico del planeta y sólo el 24% de él es exportado.

 

Odebrecht dijo que los problemas en la represa hidroeléctrica de San Francisco, en Ecuador no tuvieron que ver con la ejecución de la obra o fallas en el proyecto. Debido a la erupción de uno de los volcanes en Ecuador, la lava mezclada con agua pasó a las turbinas, dañándolas y paralizando la planta. Los argumentos han sido probados y aceptados por el tribunal internacional que juzgó el caso en 2008

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http://www1.folha.uol.com.br/internacional/es/mercado/1048413-gobierno-brasileno-acelera-usinas-en-los-paises-vecinos-para-asegurar-energia.shtml

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Brasil quer acelerar usinas em vizinhos para garantir energia

15 DE FEBRERO DE 2012 - O governo brasileiro criou um “plano B” para ampliar a oferta de energia. Para isso, está acelerando um projeto de integração com os países vizinhos, onde pretende construir hidrelétricas conectadas ao Brasil.
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A reportagem é de Júlio Wiziack e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 14-02-2012.

 

O principal projeto é com o Peru. A Folha apurou que o acordo binacional com o país está prestes a ser enviado ao Congresso Nacional (nos dois países).

Também avançaram as negociações com Uruguai, Argentina, Bolívia e Venezuela para novos empreendimentos (não somente hidrelétricas). Colômbia, Guiana e Suriname mantêm conversas.

Além do governo federal, a Eletrobras é outro pivô desse programa, que também contará com o setor privado.

Só a Eletrobras pretende acrescentar 18 GW ao sistema com unidades no exterior até 2020. A quantia representa quase um terço do que o Brasil precisa até lá. Essas usinas estarão interligadas por 10 mil quilômetros de cabos.

Ao romper as fronteiras, o Brasil tenta ampliar a margem de segurança para o fornecimento interno de energia no futuro, já prevendo atrasos no cronograma das hidrelétricas que serão implantadas em território nacional.

Estimativas do governo mostram que, para atender ao crescimento da demanda, será preciso acrescentar 70 GW de capacidade de geração de energia até 2020.

Segundo o secretário de Planejamento Energético do Ministério das Minas e Energia,Altino Ventura, os projetos do próprio governo no exterior responderão por um “acréscimo marginal”.

Mas, somando com os projetos da Eletrobras e da iniciativa privada que preveem interconexão com o sistema elétrico brasileiro, haveria um aumento de capacidade de quase 30 GW – mais que o dobro de Belo Monte, a maior hidrelétrica em construção, no rio Xingu (PA).

Juntas, essas obras consumirão recursos de pelo menos R$ 58 bilhões e o BNDES poderá financiar a totalidade desses empreendimentos, desde que sejam controlados por empresas nacionais.

ENERGIA MAIS BARATA

Outro motivo que estimula o governo brasileiro é o custo futuro da energia.

Atualmente, não há mais rios no país com potencial para geradoras do porte de Belo Monte, que produziriam energia a preço baixo.

No Peru, onde o potencial hídrico é praticamente inexplorado, o MWh de energia gerada por Inambari custaria US$ 52. Em Cachuela Esperanza, na Bolívia, sairia por US$ 58. Caso fossem implantadas no Brasil, o MWh custaria US$ 77, segundo projeções da consultoria PSR.

A Folha apurou que, por isso, o governo quer importar em cotas que variam de 70% a 80% da energia produzida pelos vizinhos.

A maioria dos grandes empreendimentos em andamento ou estudo fica nos países da região amazônica – Peru, Bolívia, Colômbia, Guiana, Suriname e Venezuela.

Peru é o alvo prioritário porque tem uma demanda baixa de energia e responde por 14% do potencial hídrico da América Latina.

A primeira fase do programa com o governo peruano prevê seis usinas com capacidade de gerar 22 GW, quase duas Belo Monte. O investimento é de US$ 16 bilhões.

Apesar do foco na Amazônia, outros países atraem. Na Argentina, o governo constrói uma usina binacional de US$ 4,8 bilhões. Na Bolívia, estuda-se a construção de outra obra binacional.

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Protesto contra ‘imperialismo’ é obstáculo à expansão

 

Embora os países com os quais o Brasil negocia sejam favoráveis ao “compartilhamento energético”, organizações de defesa de direitos civis nesses países acusam o Brasil de “imperialismo”.

As maiores frentes de resistência estão no Peru, onde o governo teve de retirar uma cláusula do projeto que será enviado ao Congresso, prevendo que o Brasil importaria quase toda a energia gerada pela usina de Inambari, nos primeiros anos.

Agora, o Brasil ficará com um terço e com a opção de importar mais caso não haja demanda interna no Peru.

Para a mudança, as comunidades locais fizeram protestos coordenados. A DAR (Derecho Ambiente e Recursos Naturales), por exemplo, chegou a imprimir “contas de luz” com um alerta: “Racionem energia porque estamos abastecendo os consumidores brasileiros”.

A pressão surtiu efeito e as autoridades peruanas foram obrigadas a incluir uma cláusula mais favorável ao país.

Os ambientalistas peruanos criticam ainda a “exportação” para lá do passivo ambiental brasileiro (prejuízos ao ambiente, caso o país construísse as usinas planejadas para o Peruem seu próprio território).

Parte das obras no Peru será financiada com recursos do BNDES, que também liberou dinheiro para a construção da hidrelétrica de Tumarín, na Nicarágua. Ambos são projetos com a participação da Eletrobras. “A empresa é uma parceira importante”, diz Luciene Machado, superintendente de comércio exterior do BNDES.

Não exportamos passivo ambiental, diz ministério

O governo nega que as usinas no exterior sejam “plano B”. O Ministério de Minas e Energia diz que o aumento de capacidade do sistema será suprido por novas usinas em território nacional até 2020.

Ainda segundo o governo, a construção de usinas no exterior faz parte de uma estratégia de integração energética da América Latina com o objetivo de eficiência de custos. Cálculos da Eletrobras indicam que o “compartilhamento” energético poderia gerar economias de R$ 1 bilhão ao ano aos consumidores “integrados”.

“O que existe é um interesse compartilhado”, diz Altino Ventura, secretário de planejamento energético do ministério. “Se o Brasil não sair na frente desse processo [de integração], ele não acontecerá.”

Segundo Ventura, o governo tem interesse em todas as possibilidades de conseguir energia firme a preços mais baixos, que possam ser repassados para o consumidor.

Para isso, há acordos com o Paraguai, a Argentina, a Bolívia e o Peru. Ventura diz que há negociações com a Venezuela e o interesse da Colômbia, apesar das barreiras geográficas amazônicas, algo que dificultaria a conexão.

O governo nega as críticas de que estaria exportando “passivo ambiental” ou implementando uma “política imperialista”.

Por meio de sua assessoria, a Eletrobras também refuta as acusações de ambientalistas, dizendo que só vai participar de projetos que respeitem a legislação ambiental dos países envolvidos e as posições das comunidades locais.

POTENCIAL

Ainda segundo ele, a América Latina dispõe de 18% do potencial hídrico do planeta e somente 24% dele está explorado. “Mesmo que essa energia não seja consumida internamente, poderia ser importada ou exportada.”

Odebrecht informou que os problemas na usina de San Francisco, no Equador, não tiveram a ver com a execução da obra ou falhas no projeto.

Após a conclusão, um dos vulcões na região entrou em erupção e a lava misturada à água comprometeu as turbinas, paralisando a usina. Os argumentos foram comprovados e aceitos pelo tribunal internacional que julgou o caso, em 2008.

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  • : Ecología y sostenibilidad socioambiental, énfasis en conservación de ríos y ecosistemas, denuncia de impacto de megaproyectos. Todo esto es indesligable de la política y por ello esta también se observa. Ecology, social and environmental sustainability, emphasis on conservation of rivers and ecosystems, denounces impact of megaprojects. All this is inseparable from politics, for it, the politics is also evaluated.
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  • Malcolm Allison H malcolm.mallison@gmail.com
  • Biólogo desde hace más de treinta años, desde la época en que aún los biólogos no eran empleados de los abogados ambientalistas. Actualmente preocupado …alarmado en realidad, por el LESIVO TRATADO DE(DES)INTEGRACIÓN ENERGÉTICA CON BRASIL
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