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19 julio 2013 5 19 /07 /julio /2013 18:33

DILMA ROUSSEFF 30% APROBACIÓN

 

 La aprobación de Dilma Rousseff cae 24 puntos en un mes

 16/Julio/2013 

La aprobación de Dilma Rousseff cae 24 puntos en un mes

La aprobación de la presidenta de Brasil, Dilma Rousseff, cayó más de 24 puntos porcentuales tras las protestas que acontecieron en el país durante junio, según una encuesta difundida hoy por el instituto MDA.

El sondeo confirma la gran bajada constatada a finales de junio por otro sondeo, de la empresa Datafolha.

En estudio de MDA, realizado del 7 al 10 de julio, el índice de aprobación del "desempeño personal" de Rousseff al frente del Gobierno pasó del 73,7% de junio al 49,3% actual.

Además, la valoración positiva del Gobierno descendió más de 20 puntos, del 54,2% de junio al 31,3% actual.

Un 38,7% de los brasileños creen que el trabajo de Rousseff es regular, mientras que un 24,5% opina que es bueno y solo un 6,8% opina que es óptimo, según ese sondeo.

Además, la valoración negativa del Gobierno de Brasilia subió del 9% de junio al 29,5% actual.

Aún así, Rousseff es la candidata presidencial con una mayor intención de voto para las elecciones de 2014, con un 39,6% en el primer turno, frente al 20,7% de la exministra Marina Silva y un 15,2% de Aecio Neves, líder del principal partido de la oposición, el PSDB y muy probable candidato por esta formación en los próximos comicios.

El estudio del instituto MDA, encargado por la Confederación Nacional de Transportes (CNT), fue realizada a 2.002 personas de 134 municipios de Brasil, con un margen de error del 2,2%.

Esta es la segunda encuesta que documenta la caída de popularidad de Rousseff tras las protestas de junio, que llevaron a millones de brasileños a las calles de las principales ciudades del país para protestar por la corrupción política, mayor inversión en salud y educación públicas y los gastos en los megaeventos como la Copa de las Confederaciones y el Mundial de Fútbol.

La primera, difundida por el instituto Datafolha a finales de junio, mostraba un descenso del apoyo del 575 al 30%, el nivel más bajo de aprobación de su gestión.

Esa caída fue la mayor de un presidente brasileño desde 1990, cuando el entonces mandatario Fernando Collor de Mello confiscó los ahorros de los brasileños y su popularidad entre marzo y junio de ese año pasó del 71% al 36%, porcentaje que aun así supera el actual de Rousseff, según la encuesta de Datafolha. (EFE)

 

Avaliação positiva do governo Dilma cai de 54,2% para31,3%, diz pesquisa

 

Globo.com ‎

 

 

Estadão‎ -

Avaliação positiva do governo cai para 31,3%, mostra CNT - A Tarde

atarde.uol.com.br/.../1518639-avaliacao-positiva-do...

http://amigo-leitor.blogspot.com/

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Avaliação positiva do governo Dilma cai de 54,2% para 31,3%, diz pesquisa

 

Pesquisa foi encomendada pela CNT e realizada pelo instituto MDA.

Avaliação pessoal de Dilma caiu de 73,7%, em junho, para 49,3%.

 

 

Nathalia Passarinho Do G1, em Brasília

 

 

A avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff caiu de 54,2%, em 11 de junho, para 31,3% nesta terça-feira (16), segunda pesquisa encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) e realizada pelo instituto MDA. É a primeira pesquisa encomendada pela instituição depois da onda de protestos que atingiu o país.

 

A pesquisa, divulgada nesta terça, ouviu 2.002 pessoas entre os dias 7 e 10 deste mês. As entrevistas foram realizadas em 134 municípios de 20 unidades da federação nas cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

 

De acordo com o levantamento, 6,8% dos entrevistados disseram considerar o governo da presidente Dilma “ótimo”, enquanto 24,5% o avaliam como “bom”. Consideram o governo “regular” 38,7%. O percentual dos que acham a gestão “ruim” é de 13,9%. Consideram o governo “péssimo” 15,6% dos entrevistados.

 

Desse modo, a avaliação “positiva” do governo, conforme os cálculos da pesquisa, atingiu 31,3%. A maioria considera a gestão “regular”- 38,7%. E 29,5% têm uma avaliação “negativa”.

 

O percentual de aprovação pessoal da presidente passou de 73,7%, em junho, para 49,3% em julho. Esta é a terceira vez que a CNT realiza a pesquisa com o instituto MDA.

 

A metodologia utilizada segue o seguinte critério, conforme a CNT: “As entrevistas são feitas de forma proporcional ao tamanho das cinco regiões e 20 unidades da federação, com sorteio aleatório de 134 municípios, com probabilidade de seleção proporcional ao tamanho considerando cotas em função do porte do município”.

 

Eleições 2014

A pesquisa MDA fez uma simulação da disputa da eleição presidencial de 2014. Conforme a pesquisa, num cenário em que concorressem Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB), Marina Silva (Rede Sustentabilidade) e Eduardo Campos (PSB), a atual presidente teria vantagem, mas menor que a verificada no levantamento de junho. Diferentemente da pesquisa anterior, a presidente não venceria no primeiro turno.

 

Pelo levantamento deste mês, Dilma obteria 33,4% dos votos. Marina Silva avançou nas intenções de voto e ultrapassou Aécio Neves. Ela ficaria, pelo levantamento, em segundo lugar, com 20,7%. Já o tucano ficaria em terceiro, com 15,2%. Eduardo Campos alcançaria 7,4%. Votariam em branco ou nulo 17,9% dos entrevistados. Outros 5,4% não responderam. Num segundo turno entre Dilma e Marina Silva, a atual presidente obteria 38,2% dos votos, contra 30,5% da ex-ministra do Meio Ambiente, conforme a pesquisa.

 

De acordo com a pesquisa, num cenário de segundo turno entre Dilma e Aécio Neves, a presidente teria vantagem, com 39,6%. O tucano receberia 26,2%. O restante dos entrevistados disse que votaria branco, nulo ou não respondeu. O levantamento mostra ainda que, se Dilma disputasse o segundo turno com Eduardo Campos, ela receberia 42,1% dos votos, contra 17,7% do atual governador de Pernambuco. Na simulação feita em junho, Dilma obteria, no primeiro turno, 52,8% votos. Aécio Neves ficaria em segundo lugar, com 17%, seguido por Marina Silva (12,5%) e Eduardo Campos (3,7%).

 

O levantamento MDA deste mês também fez uma pesquisa "espontânea" de intenção de voto, quando não é apresentada uma lista taxativa de candidatos. Pelos resultados, Dilma receberia 14,8% dos votos, seguida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (10,5%), Marina Silva (5,9%), Aécio Neves (4,9%), Eduardo Campos (1,4%) e José Serra (1,2%). Pela pesquisa, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, receberia 0,7% dos votos.

 

Manifestações

A pesquisa MDA também fez perguntas aos entrevistados sobre as manifestações que tomaram as ruas do país neste mês. De acordo com o levantamento, 84,3% aprovam os protestos, contra 13,9% que desaprovam. Pela pesquisa, a maioria dos participantes das manifestações tomou conhecimento dos movimentos pelo Facebook (60,7), outros 38,5% souberam por sites de notícia.

 

Grande parte dos entrevistados (40,3%) disseram que a presidente Dilma atuou de forma "regular" frente às manifestações. 21,2% consideraram a resposta de Dilma "boa", 3,4% acharam "ótima". Outros 14,3% consideraram a atuação "ruim" e 16,4% acharam "péssima".

 

A maioria dos entrevistados- 49,7%- disse que os protestos de dirigem principalmente “aos políticos em geral”. Outros 21% afirmaram que as manifestações são contra o “sistema político no Brasil”. Quase 16% dos entrevistados disseram protestar contra a presidente da República. Outros 5,9% afirmaram que os protestos se dirigem aos governadores e prefeitos, e 2,1% disseram que são contra deputados e senadores.

 

Para a maioria dos entrevistados no levantamento- 40,3%- a reivindicação mais importante das manifestações é o fim da corrupção, seguida por melhorias na saúde, com 24,6%, e a reforma política, com 16,5%. Melhorias na educação foram citadas como foco dos protestos por 7,8%, e melhorias no transporte público, por 4,6%. A segurança pública foi mencionada por 3,7%.

 

Plebiscito e médicos 

Pela pesquisa, a proposta de Dilma de realizar um plebiscito para a reforma política é apoiada por 67,9% dos entrevistados, contra 26,1% que acham que as mudanças na legislação podem avançar mais rapidamente sem esse tipo de consulta popular.

 

A opinião está mais dividida, contudo, com relação à ideia do governo de contratar médicos estrangeiros para atuar nas regiões pobres do país. São a favor da proposta 49,7% dos entrevistados contra 47,4% que responderam ser contra.

 

Indicadores sociais e econômicos

A pesquisa aponta uma piora na expectativa do brasileiro com relação aos indicadores econômicos e melhora no tocante a alguns indicadores sociais, como saúde e educação.

 

Pelo levantamento, o percentual da população que acreditava que o emprego melhoraria em seis meses passou de 39,6% em junho deste ano para 32% em julho. A expectativa positiva com relação ao aumento de renda passou de 35,8% para 29,6%. As duas quedas superam a margem de erro de dois pontos percentuais.

 

Já a expectativa sobre a situação da saúde melhorou- 31,5% acreditam que o setor terá melhoras nos próximos seis meses. Em junho, a expectativa positiva era de 26,2%. O levantamento revela ainda que 34,7% dos brasileiros acreditam em melhoras na educação, contra 33,1% na última pesquisa.

 

Quanto à segurança pública, houve queda na expectativa positiva- 31,6% esperam avanços nos próximos seis meses, contra 39,1% em junho.

 

 

 

http://tribunadonorte.com.br/noticia/avaliacao-positiva-do-governo-cai-23-pontos/255826

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19 julio 2013 5 19 /07 /julio /2013 18:33

     O governo petista vive hoje um de seus maiores desafios desde que subiu o Planalto, em 2003. 

 

Gigante dormindo à força    

 

 

  
  
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Cabral e Globo juntos contra o povo do Rio de Janeiro  

 

ScreenHunter_2080 Jul. 18 11.52

La popularidad de Dilma Rousseff y las elecciones de 2014

http://www.tijolaco.com.br/index.php/a-popularidade-da-presidente-e-as-eleicoes-de-2014/

18 de julio 2013 - Las encuestas son herramientas importantes para el análisis de políticas. Más que eso, las mismas fuerzas políticas, las utilizan a menudo, en el juego político y en la busqueda de apoyo y aliados, que caracteriza a la democracia representativa. Las cifras indican una disminución sustancial en la popularidad de la presidenta Dilma y una mayor número y distribución de alternativas en función del 2014. Partidos, cuadros y donadores, están siempre en busca de para donde soplan los vientos del poder.

El gobierno del PT, el gobierno del "Partido de los Trabajadores", está viviendo uno de sus mayores desafíos desde que llegó a ocupar el gobierno en 2003. En cifras absolutas, la popularidad del gobierno y de lal presidenta son razonables: aún son positivas, por lo menos. El gobierno tiene una aprobación del 31% y una desaprobación del 29,5%. El 38,7% de los encuestados lo califica de regular. El desempeño de la presidenta, a su vez, es aprobado por el 49% de los encuestados frente al 47% que la desaprueba.

 

 

Dilma e Guidinho Mantega
Dilma e Guido Mantega
  
Dilminha e Guidinho

A popularidade da presidente e as eleições de 2014

http://www.tijolaco.com.br/index.php/a-popularidade-da-presidente-e-as-eleicoes-de-2014/

Pesquisas eleitorais são importantes instrumentos para análise política. Mais que isso, as próprias forças políticas costumam usá-las no jogo de apoios e exigências que caracteriza a democracia representativa. Os números apontam uma queda substancial da popularidade da presidenta Dilma e um acirramento do quadro eleitoral para 2014. Partidos, quadros e doadores estão sempre de olho para onde sopram os ventos do poder.

O governo petista vive hoje um de seus maiores desafios desde que subiu o Planalto, em 2003.  Considerados absolutamente, a popularidade do governo e da presidenta são razoáveis: ainda estão no positivo, ao menos.  O governo tem 31% de avaliação positiva e 29,5% de negativa; mais 38,7% de regular. O desempenho da presidenta, por suavez, é aprovado por 49%, contra 47% que não aprovam.

ScreenHunter_2089 Jul. 18 11.56

 

 

Dilma escorregando na popularidade

http://www.humorpolitico.com.br/page/3/

 

 

ScreenHunter_2092 Jul. 18 11.58

Bem melhor do que a situação de Obama, nos EUA, de Hollande, na França, de Cristina Kirchner, na Argentina.

O que surpreende na pesquisa é a velocidade da queda, de um mês para outro, sugerindo uma brusca oscilação de fundo principalmente emocional, pois só emoções conseguem se espalhar de maneira tão rápida e homogênea no corpo social.

O lado bom é que a revelação de que a política está viva, e nenhum candidato, por mais favorito que seja, ganhará as eleições de 2014 apenas com operações de marketing, mesmo que faça um bom governo. É preciso combater o bom combate, no campo político. E para isso, é necessário entender a comunicação do governo como um instrumento democrático de luta política.

Não se trata de “antecipar” o debate eleitoral. Isso é papo udenista. O exercício da luta política ajuda a aprimorar a gestão do Estado, porque obriga o administrador a intensificar os esforços de mostrar à população as coisas que estão sendo realizadas. E não tiver nada de bom sendo realizado, perderá a luta política. A democracia brasileira atingiu um estágio em que o custo de iludir o povo com propaganda enganosa cresceu um bocado. Às vezes é mais fácil, para um governante, fazer alguma coisa concreta, e faturar politicamente com isso, do que não fazer nada e gastar tempo, energia e recursos para fingir que fez.

Fernando Henrique Cardoso encerrou seu governo com desaprovação de 54%, e um governo avaliado negativamente por 34% da população, segundo o mesmo instituto de pesquisa. Lula terminou seu mandato com aprovação de 87% do eleitorado, e um governo avaliado positivamente por 83%.

Os serviços públicos ao final de 2010 não estavam muito melhores do que hoje. Em vários casos, estavam piores. Estamos diante de uma mudança de mentalidade do eleitorado, o que deflagrou uma nova campanha midiática para conduzir a transição para o campo conservador. Mas esse movimento foi detectado, e há tempo para revertê-lo.

As intenções de voto ainda asseguram uma margem de vitória razoável para DIlma Rousseff, talvez não num primeiro turno, mas num segundo.

A íntegra da pesquisa do CNT/MDA está aqui.

http://www.tijolaco.com.br/index.php/a-popularidade-da-presidente-e-as-eleicoes-de-2014/

 

ScreenHunter_2083 Jul. 18 11.54

 

Políticos fazendo de tudo para manter privilégios

 

 

ScreenHunter_2085 Jul. 18 11.54

 


  
Brasil
Brasil
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Dilma explodindo
DILMATÓNICA
Brasil
Dilma perde metade da popularidade em 1 mêsA segurança do Papa Francisco no Brasil  
Brasil

 

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11 julio 2013 4 11 /07 /julio /2013 21:33

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 Han sido las ocho mayores centrales sindicales del país, del Gobierno y de la oposición las que han organizado la huelga general de hoy. Dichas centrales pertenecen a diez partidos, del gobierno y de la oposición, y suman 7.165 sindicatos.

 

Durante el gobierno del expresidente y exsindicalista Lula da Silva, los sindicatos recibieron el regalo de un día de trabajo obligatorio de cada trabajador. Las centrales pueden disponer de esa financiación sin tener que rendir cuentas.

 

El total recibido por los sindicatos anualmente es de 142 millones de reales (70 millones de dólares).

 

Los sindicatos decidieron antes de la convocación de la huelga que no sería “ni contra Dilma ni a favor de ella”. Sin embargo, dado que a la huelga se han sumado otras organizaciones políticas y sociales como el Partido de los Trabajadores (PT) y la Unión Nacional de los Estudiantes (UNE), los responsables de las centrales sindicales han advertido que no podrán evitar que singularmente los militantes puedan aparecer con pancartas a favor o en contra de la mandataria y de su gobierno.

 

El mayor sindicato, el de la Central Única de Trabajadores (CUT) del PT, ha presentado un video a los militantes para incitarles a participar a la huelga de los trabajadores. El video había sido realizado con motivo de la elección de la presidenta Dilma Rousseff. En él aparece, el líder de la CUT, Wagner Freitas, tapando la imagen de la mandataria a la derecha, mientras queda visible el expresiden te Lula a la izquierda.

 

Una parte del Partido de los Trabajadores trabaja, en efecto, a favor de una vuelta al gobierno del exsindicalista dadas las dificultades que Dilma presenta para reanimar la economía y para un mayor entendimiento con la base aliada y el Congreso.

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Brasil asistirá este jueves a protesta nacional

 

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Los sindicatos alzan la voz con una huelga general en Brasil

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El gigante sudamericano vive su primera huelga general en 22 años

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Los cortes de carreteras y las protestas afectan a grandes ciudades de una decena de Estados

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 11 JUL 2013 - JUAN ARIAS - Río de Janeiro

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Los sindicatos salen a la calle tras las protestas civiles

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La primera huelga general en Brasil en 22 años, la segunda desde la recuperación de la democracia, en 1985, supone un claro llamamiento de los trabajadores. Exigen recibir una mayor tajada de la bonanza económica del gigante sudamericano. El paro, convocado por el grueso de las grandes centrales sindicales brasileñas, se sintió con fuerza en más de 20 grandes ciudades en más de una decena de Estados. Las organizaciones convocantes, que incluían desde la poderosa Central Única de Trabajadores (CUT) —afín al gobernante Partido de los Trabajadores (PT) de la presidenta Dilma Rousseff—, hasta el Movimiento de los Sin Tierra (MST), no solo reivindican mejoras laborales, sino también más inversión en educación, sanidad, y una reforma agraria en un país de grandes latifundistas.

 

La huelga sin duda sigue la estela de las manifestaciones que mantuvieron en vilo al país y en especial a su corazón económico, São Paulo, a mediados de junio. Aunque la movilización no ha logrado reunir a tanta gente en la calle como aquellas manifestaciones de los sin partido, ha impedido sobre todo el funcionamiento del transporte público en muchas urbes. Los huelguistas llegaron a cortar 38 carreteras nacionales. Y, en algunas ciudades donde los trenes y autobuses pretendieron funcionar, los vehículos fueron obligados a parar a pedradas. También tres de los principales puertos, entre ellos el mayor, el de Santos (São Paulo), fueron paralizados por los huelguistas.

 

Los sindicatos decidieron no incluir entre sus lemas el de “Fuera Dilma”, pero las manifestaciones en bastiones del PT, como las de São Bernardo do Campo, en la periferia de São Paulo —capital de la industria automotriz brasileña y el lugar donde el expresidente Lula saltó a la fama como líder sindical—, se interpretan como un mensaje de descontento desde las filas de un sector del partido y sus aliados. En el paro están participando ocho de las mayores centrales sindicales, que reúnen a más de 7.000 gremios, y que están vinculadas a nueve partidos políticos, tanto del Gobierno como de la oposición.

 

 

El líder de la segunda mayor central sindical, Paulo Pereira (alias Paulinho da Força), de Fuerza Sindical, llegó a calificar la huelga de este jueves como un “calentar motores” para una “verdadera huelga general” que debería producirse en agosto, si el Gobierno de Dilma Rousseff no aceptara sus reivindicaciones. Ante un millar de metalúrgicos, Pereira les preguntó si estarían dispuestos a ir a una “huelga general”, como si la de este jueves no hubiese sido convocada como tal.

 

En la mayor ciudad del país, São Paulo, un juez ordenó servicios mínimos de metro a las horas punta, pero después los empleados votaron no sumarse al paro. Los manifestantes bloquearon varias vías de acceso a la capital económica del país y dentro de ella. Una marcha recorrió la calle 25 de Marzo, una de las principales arterias comerciales del casco viejo, y los piquetes ordenaron a los comerciantes que cerraran. Otra manifestación, de mensajeros en moto, cortó la avenida Bandeirantes, cercana al área de negocios de la zona sur.

 

A pesar de que los transportes públicos no se sumaron a la huelga, en Río de Janeiro cerraron las puertas muchas escuelas públicas y privadas, bancos y oficinas de correos. El comercio, sin embargo, funcionó normalmente. Los dirigentes sindicales esperaban mayor afluencia de trabajadores a las manifestaciones durante la mañana. La actuación de los piquetes para impedir trabajar a todo tipo de empleados fue más eficaz en crear entusiasmo en la población por la huelga.

 

En Belo Horizonte, en el estado de Minas Gerais, la huelga afectó al transporte público: el metro no tenía previsto reestablecer el servicio hasta este viernes. La huelga también paralizó de forma parcial las escuelas (cerró en torno a un 20%) y los centros sanitarios, aunque en este último caso la atención de urgencias discurrió con normalidad, según fuentes médicas.

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En ciudades como Salvador de Bahía y Porto Alegre, los autobuses y el metro dejaron de funcionar desde la mañana. En esta última ciudad, capital de Río Grande do Sul, los trenes urbanos tuvieron que parar porque los que habían salido de cocheras fueron apedreados por los manifestantes.

 

Algunos analistas destacaron la diferencia entre las manifestaciones de la huelga general de este jueves y las protestas callejeras del pasado mes de junio que, convocadas mediante las redes sociales, llevaron a las calles a más de un millón de personas y que se caracterizaron estar protagonizadas por gentes “sin partido, sin líderes y sin banderas”.

 

Mientras los de las protestas callejeras, fundamentalmente jóvenes de clase media, centraron sus quejas en la condena de la corrupción política y en la reivindicación de mejores servicios públicos como escuelas, hospitales y transportes, en la huelga de este jueves no hubo una sola pancarta contra la corrupción ni contra los políticos.

 

En los comentarios de los lectores en las ediciones digitales de los grandes diarios y en las redes sociales se ironizó con preguntas sobre dónde estaban este jueves los antidisturbios cuando los huelguistas apedreaban autobuses o encendían hogueras para cortar carreteras, en contraste con la dureza exhibida contra los manifestantes las semanas pasadas. La huelga se ve como un intento de quitarle la calle al movimiento espontáneo de protesta, dirigido fundamentalmente contra los partidos políticos.

 

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http://internacional.elpais.com/internacional/2013/07/11/actualidad/1373560655_881358.html

 

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24 junio 2013 1 24 /06 /junio /2013 22:34

Se iniciaron las marchas fue en contra de PEC 37, una enmienda constitucional que está siendo estudiada por el Congreso para reducir los poderes de investigación del Ministerio Publico, la cual es vista como algo que favorecería la impunidad.

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Protestan 4 mil brasileños contra enmienda constitucional "de la impunidad"

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La concentración de los inconformes se dio en la playa de esta zona visitada anualmente por millones de turistas, desde donde avanzaron para dejar en claro que su lucha no ha terminado solo con haber parado el aumento al precio del pasaje.

dom 23 jun 2013 21:28

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Río de Janeiro, Bra., 23 Jun. (Notimex).- Unas cuatro mil personas se manifestaron este domingo en la zona de Copacabana en contra de una enmienda constitucional llamada PEC 37 o "PEC de la impunidad", sin que se registraran hechos violentos hasta el momento.

 

La concentración de los inconformes se dio en la playa de esta zona visitada anualmente por millones de turistas, desde donde avanzaron para dejar en claro que su lucha no ha terminado solo con haber parado el aumento al precio del pasaje.

 

Este domingo, la marcha fue en contra de PEC 37, una enmienda constitucional que está siendo estudiada por el Congreso para reducir los poderes de investigación del Ministerio Publico, la cual es vista como algo que favorecería la impunidad.

 

Conforme las horas pasaron el número de personas fue aumentando hasta un estimado de cuatro mil, quienes avanzaron hacia las playas de Ipanema y Leblon, donde el objetivo era la casa del gobernador de Río de Janeiro, Sergio Cabral.

 

Ahí, en el cruce de la calles Delfim Moreira y Arístides Espindola, sitio donde habita Cabral, la gente se reunió para gritar consignas y unirse a un grupo pequeño que acampa desde el pasado viernes en este sitio.

 

En el lugar ya había presencia policial, la cual con vallas, impedía el paso de las personas, pero éstas, contrario a otras ocasiones, no entraron en confrontación directa, al contrario, inclusive algunos platicaban con los representantes de la ley de manera amistosa.

 

 

http://www.sdpnoticias.com/internacional/2013/06/23/protestan-4-mil-brasilenos-contra-enmienda-constitucional-de-la-impunidad

 

 

Manifestações em 80 cidades do Brasil após redução da tarifa do transporte

 

  IRA EN LAS CALLES DEL BRASIL: el fútbol dejó de ser el engaña-muchachos nacional

 

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 Yo voto por Alí Babá; él sólo tiene 40 ladrones”

 

Crónica

 

Lunes 24 de junio de 2013   José Vales Enviado | El Universal

 

RÍO DE JANEIRO.— “En el 2014, yo voto por Alí Babá. Él sólo tiene 40 ladrones”. Esta fue una de las primeras pancartas en aparecer ayer en las manifestaciones que ayer alteraron la placidez dominical en la Avenida Atlántica, en Copacabana, donde turistas y vecinos van adquiriendo una dinámica propia ante la inminencia de las protestas, que amenazan con quedarse por mucho tiempo.

Como en otros puntos de Río de Janeiro, y del país, donde las protestas ayer se repitieron, aunque con menor asistencia que otros días, en Copacabana comercios y supermercados se apuraban a cerrar sus puertas antes del mediodía. Justo la hora para la que las redes sociales habían convocado una la marcha contra la PEC 37, la enmienda presidencial para restarle atribuciones investigativas al Ministerio Público.

El frente de los supermercados cubierto con maderas; panaderías despachando por la ventana con las persianas bajas y policías por doquiera que se dirigiera la mirada, era el panorama en la Rua Toneleroo. Lo mismo en la Avenida Barata Ribeiro y por la calle Siqueira Campos, donde la gente, a diferencia de cualquier domingo, se apuraba para llegar al supermercado o su casa ante el temor de disturbios.

Un par de horas después de iniciada la manifestación, que reunió a unas cuatro mil personas, la tensión y el miedo, la bronca y las ganas de gritar a los cuatro vientos “basta de corrupción” se trasladó a la Avenida Atlántica. Más precisamente en el puesto 4, de donde arrancó la manifestación sin olvidarse de nadie, ni de Renan Calheiros, el presidente del Senado, ni de Sergio Cabral, el gobernador, a cuya casa se dirigieron los brasileños para confluir con el grupo que acampa desde hace 72 horas en frente, y hasta contra la cadena Globo de Televisión. “La verdad es dura, la red Globo apoyó la dictadura…” , fue una de las consignas preferidas.

En Ceará y en Bahía también se realizaron marchas, que igual que en Río terminaron pacíficamente, mientras en el gobierno la presidenta Dilma Rousseff se preparaba para enfrentar una semana más que dura. Las versiones de que le pediría la renuncia al ministro Guido Mántega, ministro de Fianzas, para designar en su lugar al ex banquero Henrique Meirelles, ex presidente del Banco Central, no paraban de crecer. Pero intuye la presidenta que con eso no alcanzará para apagar el fuego de las protestas.

“Queremos que dejen de robar, que dejen de buscar impunidad, que dejen de mentir y de prometer. Usted lo ve aquí. El pueblo unido no necesita de partidos”, resumía Alexandre Binis, 26 años y estudiante de Farmacia, con una pancarta en la que pide “No a la impunidad, No al PEC 37”.

Una compañera de manifestación, Roseana Alves de Oliveiram 45 años, casada y contadora pública, bajó por un momento su pancarta con el pedido “Ven a la calle!!!” para contradecir a Binis. “No existe democracia sin partidos. En todo caso pueden surgir nuevas expresiones, porque las protestas seguirán. Puede evolucionar o no pero van a seguir, al menos hasta que lofremos una reforma política que frene la corrupción”.

La marcha recorrió tres kilómetros con el mismo ímpetu con el que comenzó. La festejaban desde los balcones y hasta los empleados de los hoteles. Los manifestantes iban “recordando” a Fernando Henrique Cardoso, a la presidenta Dilma...

Los manifestantes, expresiones variopintas de la clase media brasileña están cada vez más lejos de los políticos y de los partidos. Tal vez la pancarta que mejor resume lo que pasa en el Brasil es la que llevaba Clarisa Rodrigues, de 27 años, asistente en un juzgado, quien asegura haber votado al Partido de los Trabajadores las primeras dos veces que lo hizo. No encontró mejor forma que pedir el divorcio de la política que esta: “Lula, se acabó el amor; quiero mis bienes…”.

 

 

 

 

  

Prepara Brasil nuevas protestas contra la PEC 37

 

Brasilia / Agencias / Hace sólo una semana era impensable que decenas de miles de brasileños salieran a manifestarse en Brasil contra la Propuesta de Enmienda Constitucional 37 (PEC 37).

Una cosa es protestar contra la subida en el billete del transporte público y otra es hacerlo contra algo como la PEC 37. O sea, contra el proyecto de ley que pretende limitar los poderes de investigación de la fiscalía general.

Sin embargo, a pesar de la supuesta complejidad de los vericuetos legales, unas 30 mil personas marcharon el sábado en São Paulo contra la PEC 37, cuyo proyecto será sometido a votación en la Cámara de Diputados en los próximos días. Detrás de esa norma, los convocantes ven un terreno abierto a la impunidad y también a la corrupción.

Después de las rebajas en las tarifas del transporte y del discurso pronunciado por la presidenta Dilma Rousseff el pasado viernes, las protestas se han vuelto más minoritarias y fragmentadas. Pero no han cesado.

Se preparan protestas esta semana contra un proyecto que pretende “curar” a los homosexuales y contra otro que concederá subsidios a las mujeres violadas que declaren su intención de no abortar.

Las redes sociales siguen echando humo. Un usuario de Facebook ha convocado una huelga general para el próximo lunes 1 de julio que cuenta ya con más de 700 mil adhesiones. “Vamos a demostrar al Gobierno que quien hace un país es el pueblo, no los políticos. (…) Basta de impunidad, basta de dinero del pueblo siendo usado por los gobernantes de las formas más absurdas. ¡O el Gobierno nos escucha o todo para!”, señala su página.

 

http://heraldodepuebla.com.mx/2013-06-24/internacional/prepara-brasil-nuevas-protestas-contra-la-pec-37

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20 junio 2013 4 20 /06 /junio /2013 21:39

      Após redução da tarifa, atos são mantidos. Além de São Paulo e Rio, mais de 80 cidades do País realizam manifestações nesta quinta-feira 20Mais de 80 cidades serão palco de protestos pelo Brasil nesta quinta-feira 20.

 

 

Nueva jornada de marchas en Brasil, pese a rebaja de tarifa del transporte  

 

 Sao Paulo, 20 jun (PL) Una nueva jornada de manifestaciones se realizará hoy en unas 80 ciudades brasileñas, a pesar de las revocaciones anunciadas al aumento del pasaje del transporte público.

 

La convocatoria, hecha hace dos días por varios sitios sociales de internet, recibió el respaldo de ciudadanos de unas 80 ciudades, incluidas 17 capitales de estados.

 

La cifra de confirmados en esta urbe a través del página web del movimiento Passe Lire, impulsor de estas movilizaciones en contra del alza del pasaje del transporte público, asciende a 200 mil, mientras en Río de Janeiro, donde se registraron en los últimos días violentos choques con fuerzas policiales, se espera 231 mil personas en las calles.

 

Se prevé asimismo que en Recife se movilicen 97 mil y Campinas (66 mil), mientras en Brasilia más de 50 mil capitalinos anunciaron su participación en la protesta a través del sitio web "Despierta Brasilia".

 

Otras ciudades importantes como Belo Horizonte, Fortaleza y Porto Alegre, así como municipios de Sao Paulo Y Río de Janeiro serán escenarios este jueves mítines y marchas.

 

Estas manifestaciones se llevarán a cabo para festejar la victoria de la ciudadanía, que tras siete días de protestas forzó a autoridades municipales y estaduales de una veintena de territorios a revocar los aumentos de las tarifas de ómnibus, trenes y metros, aplicados desde inicio de este mes.

 

Sin embargo, los protestantes, en su mayoría jóvenes, reclaman también mejoras en los servicios de salud y educación, menos corrupción y critican los excesivos egresos públicos desembolsados para la organización de la Copa de Confederaciones y el Mundial de fútbol de 2014.

 

Un último comunicado, difundido por el sitio de Passe Libre en Facebook confirma la continuación de las acciones pacíficas en demanda de la recuperación de los plenos derechos de los ciudadanos.

 

El pueblo en las avenidas de Sao Paulo fue el protagonista de la caída del aumento del pasaje del transporte público y este mismo será el impulsor de otros cambios, refleja la nota de Passe Libre.

 

En este contexto, autoridades federales, estaduales y municipales confirmaron un reforzamiento de la vigilancia de instalaciones públicas, gubernamentales, así como de comercios para evitar desmanes y agresiones contra los inmuebles.

 

 

 

Manifestações realizadas em diferentes cidades do Brasil repercutem no Congresso Nacional

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Mais de 80 cidades realizam manifestações hoje no Brasil

Postado em: 20 jun 2013 às 12:14

Após redução da tarifa, atos são mantidos. Além de São Paulo e Rio, mais de 80 cidades do País realizam manifestações nesta quinta-feira 20Mais de 80 cidades serão palco de protestos pelo Brasil nesta quinta-feira 20.

O atos, convocados inicialmente contra o aumento das tarifas e as más condições do transporte público, continuam mantidos mesmo depois de cidades como São Paulo e Rio de Janeiro terem anunciado a redução da passagem na quarta-feira 19. Os manifestantes são chamados às ruas para comemorar as vitórias e fortalecer as manifestações das outras cidades do País que ainda não tiveram as reduções anunciadas.

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Em São Paulo, a manifestação partirá da Praça do Ciclista, às 17 horas. A página do evento no Facebook tem mais de 179 mil confirmados. No interior, outras 19 cidades terão protestos:AdamantinaAmericanaBotucatuCampinas - com mais de 60 mil confirmados nas redes sociaiso maior número de adeptos depois da capital -, CaraguatatubaCruzeiroFranca,GuaratinguetáIlhabelaIlha SolteiraIndaiatubaItu,JaúJundiaí,  LorenaNova OdessaPiracicabaRibeirão Preto,Rio ClaroSantosSão CarlosSão José dos Campos,SertãozinhoSorocaba e Taubaté.

No Rio de Janeiro, mais de 200 mil pessoas confirmaram a participação em eventos organizados pelo Facebook. O ponto de partida será a Candelária. Campos dos Goytacazes,MacaéResendeSaquaremaVolta Redonda também terão protestos.

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Em Vitória, capital capixaba, a concentração será na Universidade Federal no Espírito Santo (UFES). Já em Belo Horizonte, onde os últimos protestos foram marcados por confronto entre policiais e manifestantes, um ato está marcado para o próximo sábado 22. AraguariDiamantinaItajaíItajubá,ItaúnaLavrasMuriaéPoços de CaldasRibeirão das Neves,Uberlândia também têm protesto agendados.

Na Bahia, diversos protestos aconteceram na quarta-feira 19, dentre elas Itabuna e Vitória da Conquista. Moradores da capitalSalvador se mobilizam nesta quinta-feira 20. Em AmargosaBarreirasFeira de SantanaIlhéusIpiaúItaberabaJequiéPorto SeguroJuazeiro e Petrolina haverá uma manifestação conjunta programada. – 53

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No Rio Grande do Norte, a previsão é que manifestações tomem as ruas de Natal, em Mossoró e Parnamirim. Já em João Pessoa, apesar do anúncio da redução da tarifa a partir do dia 1º de julho, de 2,30 reais para 2,20 reais, haverá protesto nesta quinta-feira 20. A organização do evento chama para o ato dizendo que outras bandeiras precisam ser carregadas, dentre elas o passe livre para estudantes, desempregados e grupos vulneráveis e a melhoria no serviço dos transportes públicos.

Em Maceió, capital alagoana, a concentração acontecerá na Praça Centenário, a partir das 17 horas. Já no Recife mais de 90 mil estão confirmados para o protesto desta quinta-feira 20. Em Pernambuco, a cidade de Garanhuns também se mobiliza nesta quinta. – 60

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Na região Sul, protestos estão previstos nas cidades catarinenses de: BlumenauCuritibanosJaraguá do SulJoinvilleLagesRio do SulXanxerê e Florianópolis. No Rio Grande do Sul, manifestações estão programadas para ocorrer em Alegrete,JaguarãoPasso FundoPelotas e Rio Grande. No Paraná, mais de 96 mil pessoas confirmaram presença em ao menos dois atos marcados para esta quinta 20 e sexta-feira 21 na capital, Curitiba, além de protestos nas cidades de CascavelCornélio ProcópioIrati. Em Manaus, cerca de 50 mil manifestantes confirmados pedirão a redução das passagens para 2 reais e o passe livre estudantil.

Em Palmas, no Tocantins, manifestantes se reunirão na Praça dos Girassóis. Em Brasília, a concentração foi chamada para partir da rodoviária do Plano Piloto, enquanto em Goiânia já são cerca de 60 mil confirmados.

A previsão é que as capitais de Porto VelhoFortalezaCuiabáAracaju também tenham protestos nesta quinta-feira 20.

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CartaCapital

http://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/06/mais-de-80-cidades-realizam-manifestacoes-hoje-no-brasil.html

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Jueves, 20 de Junio de 2013 06:00
Brasil:É preciso mudar o sistema!
Mas é importante chamar a atenção para as raízes dos problemas que nos levam a indignar e não apenas para as causas. Quanto mais capitalismo, mais injustiça, mais exclusão. O centro da luta tem que ser contra o sistema capitalista e por uma sociedade socialista.

 

 

Brasil: Entrevista com Caio Martins do MPL
O integrante do Movimento Passe Livre MPL, Caio Martins, explica que, em meio às demandas que surgiram durante as manifestações, o foco da luta continua sendo a revogação do aumento

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Brasil: Os perigos da “pátria amada”

por Camila Petroni Débora Lessa

 

Brasil: Os perigos da “pátria amada”
Estamos preocupados com o rumo que esse levante popular pode tomar e com a associação dele a um discurso midiático vazio

IRA EN LAS CALLES DEL BRASIL: el fútbol dejó de ser el engaña-muchachos nacional

 

Brasil: hay desperdicio de potencial hidroeléctrico según Senado

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18 junio 2013 2 18 /06 /junio /2013 16:11

Protesters outside the national congress building in Brasilia

 

Protesters gathered outside the National Congress building in Brasilia and climbed on the roof. There were violent clashes overnight in Brasilia and Rio.

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Officers in Rio fired tear gas and rubber bullets when a group of protesters invaded the state legislative assembly and threw rocks and flares at police.

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Officers in Rio fired tear gas and rubber bullets when a group of protesters invaded the state legislative assembly and threw rocks and flares at police.

 

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Las mayores protestas vistas en dos décadas en Brasil se extienden por Sao Paulo, Brasilia, Río do Janeiro y otras ciudades

200.000 personas se han manifestado por las calles brasileñas, con protestas por el aumento de los costos de transporte público y el gasto de organizar la Copa del Mundo 2014. 

 

La mayor manifestación fue en Río de Janeiro, donde 100.000 personas se unieron a una marcha mayormente pacífica.

En la capital, Brasilia, la multitud violó la seguridad en el edificio del Congreso Nacional y escaló el techo. En Sao Paulo, cerca de 65.000 personas protestaban por las calles.

 

La forma en que estas manifestaciones inicialmente pacíficas fueron reprimidas con balas de goma y gases lacrimógenos,   indignó aún más a los paulistas y cambió el enfoque reivindicativo, de la subida de los costes de transporte a cuestiones más amplias.

 

A las manifestaciones se han unido personas que se oponen a las altas sumas de dinero invertidas en la organización de la Copa Confederaciones y del Mundial.

 

 

Demonstrators hold up the Brazilian flag as they protest against the Confederation's Cup and the government of Brazil's President Dilma Rousseff.

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Demonstrators hold up the Brazilian flag as they protest against the Confederation's Cup and the government of Brazil's President Dilma Rousseff.

Read more: http://www.nydailynews.com/news/world/tens-thousands-riot-brazil-article-1.1375313#ixzz2Wa2OLzRu

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Las razones de la ira en las calles de Brasil

 

Varias semanas han pasado desde que se produjo la primera protesta contra el aumento del pasaje de autobús en Brasil. Lejos de apaciguarse, la ira entre los manifestantes ha conquistado nuevos seguidores y se ha aliado con otras causas. http://www.bbc.co.uk/mundo/noticias/2013/06/130618_brasil_preguntas_manifestaciones_mr.shtml

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martes 18 jun 2013 - El lunes, decenas de miles de personas salieron a las calles de distintas ciudades de Brasil para expresar su descontento con las autoridades.

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¿Qué desató las protestas?

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Las manifestaciones empezaron como una reacción al aumento del precio de autobús, metro y tren, dispuesto a inicios de junio, de 0.20 reales, alcanzando ahora los 3,20 reales. El valor del pasaje en Sao Paulo pasó de 3,00 reales (unos 1,5 dólares) a 3,20 reales (unos 1,6 dólares), lo que llevó desde el lunes 10 de mayo a numerosos ciudadanos a protestar en las calles de la mayor metrópoli del país.

Pero a medida de que se desarrollaron las protestas, un nuevo incentivo surgió para que muchos brasileños salieran a las calles: las tácticas policiales para frenarlas.

El jueves, en Sao Paulo, testigos aseguraron haber visto a la policía disparando balas de goma a manifestantes pacíficos. Muchos funcionarios -dijeron los testigos- ocultaron sus identificaciones para evitar que sus nombres fueran vistos. Más de 100 personas resultaron heridas y 190 fueron detenidas.

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Este lunes, en una marcha en Belo Horizonte que reunió cerca de 20 mil personas según medios locales, la policía utilizó gases lacrimógenos y balas de goma para evitar que manifestantes se acercaran al estadio mundialista Mineirao.

En Porto Alegre también hubo enfrentamientos entre policías y manifestantes, con gases lacrimógenos y balas de goma lanzadas en el centro de la ciudad tras una marcha que congregó más de 10 mil personas.

Según analistas, los enfrentamientos muestran un desconcierto de las autoridades brasileñas para lidiar con protestas callejeras atípicas en este país y exponen una herencia que la policía arrastra del gobierno militar (1964-1985).

Sin embargo, las autoridades negaron un desempeño erróneo por parte de sus agentes y prometieron que investigarían las denuncias de exceso policial.

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¿Es sólo el aumento del pasaje lo que ha provocado el descontento?

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No. Observadores aseguran que el aumento del pasaje fue sólo la chispa que desató la ira.

En sus interpretaciones de las causas de las protestas, los sociólogos y politólogos destacan la insatisfacción de los jóvenes con el gobierno y con las condiciones de vida en las grandes ciudades.

"Hay una especie de malestar generalizado, sin un enfoque claro. Hay una especie de resentimiento y frustración de orden social, alimentada por un estilo de gestión que no ofrece un diálogo público", le dijo a BBC Brasil el sociólogo Gabriel Cohn.

 

Es así como al aumento del transporte público ahora se suma una gama de temas que han provocado descontento entre los brasileños.

Los altos costos de organizar la Copa Confederaciones de Fútbol (en plena celebración) y de la Copa de la FIFA 2014 son cuestionados, pues los manifestantes aseguran que mayores inversiones son necesarias en los sectores de la educación y la salud.

"Renuncio a la Copa del Mundo. Quiero dinero para la educación y la salud", gritaban los manifestantes en la capital, Brasilia.

Gary Duffy, editor de la BBC en Brasil, señaló que la corrupción política también está presente en la agenda de los movilizados.

"Algunos políticos son acusados de otorgarse salarios altos y nombrar a familiares en puestos de trabajo inexistentes en la capital", indicó el periodista.

Entre las manifestaciones pacíficas y violentas, lo que parece evidente es la profunda división que hay entre muchos brasileños y los políticos.

clic Lea: Descontento en Brasil genera la mayor ola de protestas en años

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¿Quién está detrás de las protestas?

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La primeras protestas fueron convocadas por la organización Movimiento Pase Libre (MPL), una agrupación de base estudiantil que promueve políticas de transporte público gratuito de carácter masivo.

Ese grupo se convirtió en el principal impulsor de las manifestaciones que se extendieron por Sao Paulo primero, y a continuación por varias ciudades de Brasil.

Después de varias semanas, decenas de miles de personas, la mayoría de ellas jóvenes, han salido a las calles a expresar colectivamente su descontento.

A los grupos de jóvenes se ha unido el movimiento Copa Pra Quem? (¿Copa para quién?), que protesta por el alto costo de la celebración del torneo y las repercusiones de las obras en construcción en el terreno sobre las comunidades.

Alberto Almeida, experto en opinión pública del Instituto Análise, en Sao Paulo, señala que las protestas son impulsadas por "radicales de izquierda" que buscan explotar políticamente el descontento por los precios del transporte urbano.

Organizadores de las protestas han intentado evitar los actos de violencia y vandalismo, pero a veces no lo han conseguido.

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¿Cómo ha reaccionado el gobierno?

 

La presidente Dilma Rousseff, quien fue abucheada en la inauguración de la Copa de Confederaciones el sábado, dijo que las protestas son "legítimas" y que forman parte de la democracia.

Pero expertos aseguran que el liderazgo político no veía venir el surgimiento de un fenómeno social que cada semana cobra más fuerza.

"Perplejos y con un paso atrás, tienen que decidir cómo responder en un país que está en el centro de la atención internacional", indica Duffy.

Dos encuestas realizadas la semana pasada mostraron caídas en los niveles de aprobación al gobierno.

El descenso fue de ocho puntos en uno de esos sondeos, realizado por Datafolha: de 64% de aprobación en marzo a 57% en junio.

Es la primera vez que la firma registra una caída de popularidad de Rousseff desde que comenzó su gobierno en 2011.

Cuatro de cada cinco encuestados dijeron sentir el aumento de los precios de alimentos.

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¿Por qué en Brasil?

 

Como señala Duffy, en los últimos años los titulares sobre Brasil reflejan un país que quiere mostrarse como una potencia agrícola y en el que millones de personas han sido sacadas de la pobreza. "Es un país que está aprovechando la oportunidad de destacarse en el ámbito internacional".

Brasil es una de las principales economías del mundo y es integrante -junto a Rusia, India, China y Sudáfrica- de los BRICS, las naciones emergentes más poderosas del mundo. El Mundial de 2014 y las Olimpiadas de 2016 son parte de las banderas que la nación sudamericana enarbola.

Pero para muchos brasileños, el aumento de las expectativas económicas no tiene ninguna relación con los resultados reales.

Pese a las mejoras de infraestructura en algunas ciudades, la delincuencia continúa siendo un grave problema.

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Chased by demonstrators , police officers retreat during a protest near the state legislative assembly in Rio de Janeiro, Brazil.

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Chased by demonstrators , police officers retreat during a protest near the state legislative assembly in Rio de Janeiro, Brazil.

Read more: http://www.nydailynews.com/news/world/tens-thousands-riot-brazil-article-1.1375313#ixzz2Wa2f7tH6

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Quién es quién en las calles de Brasil

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Gerardo Lissardy, Río de Janeiro

La cuestión de quién organizó inicialmente las protestas intriga a políticos y analistas, ya que se trata de un fenómeno sorpresivo en Brasil. Pero la respuesta no es simple.

Lejos de ser algo nuevo, el Movimiento Pase Libre, que usó las redes sociales para su convocatoria, cobró forma en 2005, primero para reclamar libre acceso al transporte público para estudiantes y luego para todos.

Se define como un grupo autónomo y sin partido político, algo que parece haberlo ayudado en las protestas: una encuesta de Datafolha indicó que 84% de los 65 mil manifestantes el lunes en Sao Paulo carece de preferencias partidarias.

Sin embargo, el propio MPL ha reconocido que no tiene control completo de las manifestaciones ni de los grupos involucrados, algo que ha quedado en evidencia a medida que las manifestaciones han estado creciendo.

Por otro lado, "¿Copa para quién?" es un movimiento social que protesta por el impacto de las obras del Mundial y los Olímpicos de 2016 en barrios humildes en riesgo de desalojo o ya desplazados.

Lo que sí es nuevo en Brasil es el apoyo masivo que han tenido en las calles estos reclamos, pese a la falta de una única estructura orgánica para canalizarlos. O tal vez, precisamente, debido a esa ausencia.

 

http://www.bbc.co.uk/mundo/noticias/2013/06/130618_brasil_preguntas_manifestaciones_mr.shtml

 

Contenido relacionado

 

 

http://www.americaeconomia.com/politica-sociedad/mundo/miles-de-personas-protestan-en-brasil-por-alza-del-transporte-publico

 

 

Protesters tried to get close to the stadium, police responded with tear gas

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A car burns during a protest in downtown Rio de Janeiro June 17.

 

A car burns during a protest in downtown Rio de Janeiro June 17.

Read more: http://www.nydailynews.com/news/world/tens-thousands-riot-brazil-article-1.1375313#ixzz2Wa1h6E2c

 

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Brazil Maracana stadium protest ends in clashes

 

Hundreds of protesters in Brazil have clashed with riot police near Rio de Janeiro's Maracana football stadium.

 

Police fired tear gas minutes before the kick-off of a Confederations Cup tie between Italy and Mexico.

 

Protesters were complaining about the high cost of the tournament and the 2014 World Cup, in a country still lacking in public services.

 

A similar protest took place before the opening match on Saturday. Further protests are planned across Brazil.

 

The clashes on Sunday took place outside one of the metro stations near the Maracana stadium.

 

An estimated 600 people joined the demonstration against an increase in bus ticket prices and the use of public funds spent on the Confederations Cup and next year's World Cup.

 

Riot police fired tear gas and rubber bullets to disperse the crowd.

 

Some fans trying to reach the stadium for the match were caught in the middle of the trouble, BBC Rio correspondent Julia Carneiro reports.

 

The Confederations Cup is seen as the key test event for the 2014 tournament.

 

Italy beat Mexico 2-1 in Sunday's Group A match, with Mario Balotelli scoring the winner in the 78th minute.

 

Vinegar allowed

Brazil's opening Confederations Cup match in the capital Brasilia, on Saturday, was affected by protests that left 39 people injured.

 

Up to 1,000 Brazilians demonstrated outside the country's national stadium to vent their anger at the amount of money the country is spending on staging next year's World Cup.

 

 

Brazilians are unhappy about rising costs of living and the expense of World Cup stadiums

Police used tear gas and pepper spray to control protestors before the match, in which Brazil beat Japan 3-0.

 

There were also reports rubber bullets were used and 30 arrests were made.

 

Demonstrators held up posters reading: "We don't need the World Cup" and "We need money for hospitals and education".

 

In Sao Paulo, where protesters clashed with police on Tuesday after a demonstration against an increase in bus ticket prices, authorities have announced that people will not be arrested in future for carrying vinegar - a substance known to minimise the effects of tear gas.

 

The Sao Paulo authorities were accused of using excessive force in last week's demonstration. A further protest is expected in the city on Monday and officials say they intend to be better prepared.

 

"The important thing is drawing up a route for the demonstration. That way we can set up road blocks to prevent problems for the population," Fernando Grella, Sao Paulo's Security secretary told reporters

 

 

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Brazil protests spread in Sao Paulo, Brasilia and Rio

 

As many as 200,000 people have marched through the streets of Brazil's biggest cities, as protests over rising public transport costs and the expense of staging the 2014 World Cup have spread.

 

18 June 2013 - The biggest demonstration was in Rio de Janeiro, where 100,000 people joined a mainly peaceful march.

 

In the capital, Brasilia, people breached security at the National Congress building and scaled its roof.

 

The protests are the largest seen in Brazil for more than 20 years.

 

'Not satisfied'

In Brazil's largest city, Sao Paulo, about 65,000 people took to the streets.

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The wave of protests kicked off earlier this month when Sao Paulo residents marched against an increase in the price of a single bus fare, from 3 reals ($1.40, £0.90) to 3.20.

 

Authorities said the rise was well below inflation, which since the last price increase in January 2011 has been 15.5%, according to official figures.

 

The way these initial marches were policed - with officers accused of firing rubber bullets and tear gas at peaceful protesters - further incensed Sao Paulo residents and shifted the focus from rising transport costs to wider issues.

 

"For many years, the government has been feeding corruption, people are demonstrating against the system," Graciela Cacador told Reuters news agency.

 

Others complained about vast sums of money spent on hosting the 2014 World Cup and the 2016 Olympics instead of being invested in health and education.

 

"This is a communal cry saying: 'We're not satisfied!'," Maria Claudia Cardoso told the Associated Press news agency.

 

"We don't have good schools for our kids. Our hospitals are in awful shape. Corruption is rife. These protests will make history and wake our politicians up to the fact we're not taking it anymore," she said.

 

"We need better education, hospitals and security, not billions spent on the World Cup," said one mother who attended the Sao Paulo march with her daughter.

 

"We're a rich country with a lot of potential but the money doesn't go to those who need it most," 26-year-old photographer Manoela Chiabai told the Associated Press.

 

Demonstrators chanted slogans, including "The people have awakened", BBC Brasil's Julia Carneiro reports from Sao Paulo.

 

Police took a hands-off approach at Monday's demonstration following an earlier meeting between protest organisers and security chiefs at which they had agreed that regular police would not carry rubber bullet guns.

 

'Legitimate'

Protests were reported in as many as 11 cities on Monday.

 

In Rio 100,000 people took part in a mainly peaceful march, although a small group threw rocks at police, wounding five officers. They also set fire to a car and vandalised the state assembly building.

 

 

Police there reportedly used tear gas, pepper spray and rubber bullets to disperse them.

 

There were also clashes with police in Belo Horizonte, which was hosting the latest game in the Confederations Cup, the warm-up tournament for the World Cup.

 

An 18-year-old is reportedly in a stable condition in hospital after falling from an overpass in the city. 

 

And in Brasilia, more than 200 protesters managed to get onto the roof of the National Congress building. After negotiations with police, the crowd agreed to leave. Later, youths formed a human chain around the building, the AFP news agency said.

 

"Peaceful demonstrations are legitimate," President Dilma Rousseff said in a statement. "It is natural for the young to demonstrate."

 

However, Sports Minister Aldo Rebelo warned protesters that the authorities would not allow them to disrupt the Confederations Cup or next year's World Cup.

 

"The government assumed the responsibility and the honour to stage these two international events, and will do so, ensuring the security and integrity of the fans and tourists," he said.

 

The United Nations High Commissioner for Human Rights, Navi Pillay, called on both sides to remain calm.

 

"We urge the Brazilian authorities to exercise restraint in dealing with spreading social protests in the country, and also call on demonstrators not to resort to acts of violence in pursuit of their demands," said a spokesman for the High Commissioner.

 

"With further protests planned, we are however concerned that the reported excessive use of police force in recent days should not be repeated.". 

 

http://www.bbc.co.uk/news/world-latin-america-22946736

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Analysis Julia Carneiro - BBC Brasil, Sao Paulo

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Reuters

Demonstrators protesting against the government in Sao Paulo on Friday.

The mass of people gathered at Sao Paulo's Largo da Batata was impressive - but more impressive was that after the demonstration began, thousands more kept arriving, streaming peacefully towards the city's main avenues in a constant flow.

 

Their bright banners bore diverse demands - but all reflected a fatigue with what people here get from the state. I repeatedly heard the word "tired": protesters told me they were tired of corruption, of nepotism, of high taxes paid for poor public services.

 

People chanted that others should join the movement and that "the people have awakened". They warned foreigners not to come to the World Cup - because of the billions of dollars being spent on stadiums.

 

Soon Sao Paulo's main avenues were blocked and part of the demonstration headed towards the state's Government Palace. There were clashes with police, but nothing like the crackdown seen last week.

 

This protest was mirrored on the streets of Rio, Brasilia, Belo Horizonte and other cities. Brazilians are asking for change - in a scale the country hasn't seen for decades.

 

 

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15 junio 2013 6 15 /06 /junio /2013 19:47

Poder para o Povo

b

 

A ritmo de las llamadas "marchinhas" de la movilización que recuerdan a las comparsas del carnaval de Río, jóvenes, mayores y familias vienen alzando la voz para expresar un abanico de reivindicaciones, de lo más diverso, como remarcan las pancartas: "No es por 20 centavos es por derechos".

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La abogada de la Federación Internacionalista de los Sin Techo, Andrea de Paula, considera que su colectivo es el más perjudicado por los eventos deportivos de los próximos tres años: "La Copa y el Mundial provocan desalojos de miles de familias por unas obras volcadas a las instalaciones deportivas y a la promoción turística".

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"Dicen que somos clase media, pero si yo tengo hambre nadie me va a ayudar, estamos aquí por todos", "tenemos unos gobernantes que han sido condenados y encima quieren quitarle poder a las instituciones jurídicas del país" señalan las banderolas.

 

El "Brasil de clase media" al que afirmó aspirar Dilma Rousseff, es el que viene increpado a la presidenta con carteles como "Dilma, tú ya estuviste aquí", en alusión al pasado izquierdista de la mandataria durante la dictadura militar brasileña. Sobre estos reclamos que ya han dado la vuelta al mundo, Dilma se ha limitado a balbucear "las manifestaciones pacíficas son legítimas y son propias de la democracia y de los jóvenes" tratando de contemporizar con la astucia de los políticos viejos.

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O povo acordou

  

 

  

IRA EN LAS CALLES DEL BRASIL: el fútbol dejó de ser el engaña-muchachos nacional

 

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Dilma realizando todos os pedidos da Fifa

 

Integración Brasil/Perú: “Solos podemos ir más rápido, pero juntos podemos avanzar más lejos” dijo Ollanta Humala

 

TUESDAY 18 DECEMBER 2012
THURSDAY 27 DECEMBER 2012
WEDNESDAY 24 APRIL 2013

BRASIL: HACIA EL EXTERMINIO INDÍGENA GRACIAS A ENMIENDA CONSTITUCIONAL PEC-215 

 

THURSDAY 29 NOVEMBER 2012

 

 

O Povo Existe
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CHEGA DE CORRUPCAO  !!!! ... BASTA DE CORRUPCIÓN   !!!!
Las manifestaciones empezaron como una reacción al aumento del precio de autobús, metro y tren, dispuesto a inicios de junio, de 0.20 reales, alcanzando ahora los 3,20 reales. El valor del pasaje en Sao Paulo pasó de 3,00 reales (unos 1,5 dólares) a 3,20 reales (unos 1,6 dólares), lo que llevó desde el lunes 10 de mayo a numerosos ciudadanos a protestar en las calles de la mayor metrópoli del país.
Esta alza de 10 centavos de dólar en el valor del transporte público se ha convertido en el estopín que saca a las calles a miles de manifestantes en todo Brasil para reclamar mejores servicios públicos, criticar el gasto en infraestructuras para eventos futbolísticos y la corrupción: "El objetivo de la protesta ha ido más allá de 20 centavos, es contra la corrupción, contra toda la suciedad de Brasil", aseguran los manifestantes.
Las manifestaciones comenzaron hace casi una semana incitadas por el Movimiento Pase Libre, que a través de las redes sociales ha recibido apoyo de decenas de ciudades y también de brasileños que residen en otros países.
 
  
Photo: Por Chargista Cazo
  
O Brasil hoje ficou assim
  
Tomada do Congresso Nacional
por Samuca para o Diário de Pernambuco cedido ao Humor Político

Read more:http://www.humorpolitico.com.br/#ixzz2WaK8P9tf
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Photo: Protestos...
Photo: Armamento...
  
CAIXIROLA
  
Carlinhos Brown, junto a la presidenta Rousseff y su instrumento. | Afp
Carlinhos Brown, junto a la presidenta Rousseff y su instrumento.

 El fracaso de la 'caxirola' de Carlinhos Brown

La 'vuvuzela brasileña', diseñada por el cantante Carlinhos Brown, apenas vende ...
El instrumento ha sido vetado por el Gobierno
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14/06/2013 Germán Aranda | Río de Janeiro
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El instrumento llamado a ser sucesor en Brasil de la ruidosa 'vuvuzela' del Mundial de Sudáfrica va camino de ser un gran fiasco debido al veto de los organizadores. Durante la Copa del Mundo de 2010, la peculiar corneta generó una gran polémica porque dificultaba la comunicación incluso entre los jugadores, si bien los autóctonos defendían que daba mucha alegría a los animadores y que formaba parte de la cultura propia del país.
El archiconocido músico Carlinhos Brown vio la gran oportunidad de negocio reinventando el concepto de la vuvuzela con un instrumento llamado 'caxirola', una especie de maraca pequeña con forma de taza, inspirada en un instrumento africano llamado 'caxixi', que se utiliza para las canciones que ponen sonido a la capoeira.
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La puesta de largo del juguetito que debía convertirse en icono del país del fútbol, sin embargo, no pudo dar peor augurio. Durante un partido entre el Vitória y el Bahía en el campo de estos últimos, centenares de ellas fueron lanzadas al césped en el tramo final del encuentro, que tuvo que ser suspendido.
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Poco después, el Comité Organizador Local (COL) del Mundial vetó el uso de cualquier instrumento musical en los estadios, entre los cuales se encuentra también dicha 'caxirola'. La normativa se aplica también en la Confederaciones que arranca el sábado.
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De todos modos, aún quedan en stock ejemplares que intentan ser vendidos. Según publicó el diario 'Folha de São Paulo', sólo existe un lugar donde aún se venda la Caxirola. En el Hipermercado Andorinha, en São Paulo, el gerente de la tienda asegura que se venden unas "tres unidades por día" a dicho diario. El precio del artefacto, de 29.90 reales (unos 10.5 euros) sería otra de las causas del fracaso de ventas del invento de Carlinhos Brown.

  
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Los veinte centavos que rebalsaron la copa

 

Miles de personas se juntaron anoche en el centro de Río de Janeiro para protestar contra el aumento del pasaje de ómnibus, que puede subir a R$2,95. Apenas 20 centavos más de lo que ya cuesta, pero ese apenas ya es suficiente para colmar la paciencia y el bolsillo de la gente.

Publicado el 14.06.2013

La mayoría de las veces, cuando el pueblo brasileño sale a la calle lo hace para festejar, pero hasta el país más alegre del mundo se cansa. Las manifestaciones también sucedieron en São Paulo y Porto Alegre, y en todas hubo balas de goma, quema de basura, gas lacrimógeno y muchísimos detenidos.

Esta mañana en Brasilia hubo otra manifestación frente al Estadio Nacional, para protestar contra la Copa Confederaciones que empieza el sábado. Para que Brasil se levante contra su deporte favorito las cosas tienen que estar más que convulsionadas.
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Según O Globo los manifestantes en Río de Janeiro eran dos mil, según Anonymus Rio en Facebook, el número llegó a diez mil. Lo único que puedo decir es que en los seis años que llevo viviendo en esta ciudad, nunca ví algo parecido. Y aunque la situación sea triste y Río esté cada vez más cara (un pan cuesta R$ 0,85 en el supermercado y un alquiler de un cuarto en una favela en el barrio de Leme, R$ 1.000) me alegra, la gente de un país de esta magnitud puede cambiar lo que quiera, si así lo quiere.
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Por que o Brasil é um dos países mais corruptos do mundo ... - Veja

veja.abril.com.br/.../por-que-o-brasil-e-um-dos-paise...06/04/2012
  
 

 

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      https://www.facebook.com/luizfernando.cazo

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6 junio 2013 4 06 /06 /junio /2013 15:59

“Sozinhos podemos ser mais rápidos, mas juntos podemos avançar mais longe”, resumiu o presidente peruano ao final de seu discurso.  

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Ao lado da primeira-dama Nadine Heredia, Ollanta Humala cumprimenta o ex-presidente Lula Foto: EFE

Ao lado da primeira-dama Nadine Heredia, Ollanta Humala

cumprimenta o ex-presidente Lula Foto: EFE

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“Solos podemos ir más rápido, pero juntos podemos avanzar más lejos”, dijo el presidente del Perú sobre la integración 

 "En el lugar donde estoy, en esta hora, la integración de América Latina, para mí, es una profesión de fe. Porque no puedo concebir que hemos nacido para ser pobres " dijo el presidente Lula, al lado del presidente de Perú, Ollanta Humala,  cuando habló la mañana del miércoles 5 de junio, ante una audiencia de empresarios y políticos peruanos y brasileños, en la celebración de los 10 años de la alianza estratégica entre los dos países, firmada por Lula con el entonces presidente peruano, Alejandro Toledo, en 2003.

 

"Solos podemos ser más rápidos, pero juntos podemos avanzar más", resumió el presidente del Perú, al final de su discurso. Humala recordó que Perú tiene un gran potencial para las exportaciones agrícolas, pero no sólo quieren vender productos básicos, también está interesado en la transferencia de tecnología, de manera de cambiar el perfil del comercio peruano.

 

Lula Humala y celebra los logros de estos últimos diez años:

 

- El comercio entre Brasil y Perú aumentó de US$ 650 millones en 2002 a US$ 3,7 millones en 2012;

 

- Desde 2012, casi todos los productos peruanos entran en el mercado brasileño, con una tasa cero. En 2017, lo mismo debería ocurrir con los productos brasileños vendidos a Perú.

 

- La integración física también dinamizar el tránsito por la carretera Transoceánica, que conecta Brasil con la costa peruana, que ofrece una alternativa de transporte de los productos brasileños hacia el Pacífico, e impulsa la integración entre los dos países. Para Humala, el Perú es la salida natural del Brasil al Pacífico y Brasil es la salida natural de Perú al Atlántico.

 

- En los últimos 10 años, Brasil y Perú tienen más reuniones de negocios que en los 280 años anteriores.

 

El mandatario peruano dijo que uno de los retos, es precisamente la violencia, que a menudo está acompañada por el narcotráfico. Humala dijo que la preocupación de los políticos debe ser una sociedad más igualitaria y adoptar políticas  para combatir la pobreza, siguiendo el ejemplo de Lula en Brasil. Lula, por su parte, dijo que la inversión en los pobres es fundamental para el éxito económico de Brasil, incluso durante la crisis y que esto se traduce en menos violencia y más ciudadanos.

 

El papel de los empresarios

 

Hablando ante una audiencia de empresarios, Humala dijo que sería una locura no para apoyar la inversión en esta integración. Lula dijo que los presidentes siempre deben viajar con los empresarios, porque son ellos los que tienen la capacidad de transformar las decisiones de los gobernantes en cosas prácticas. "Los empresarios deben asumir el papel de concretar lo que los presidentes firmaron, de llevarlo a la práctica." (Com informações do Instituto Lula)

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2013_06_01_archive.html 

 

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 “Sozinhos, podemos ser mais rápidos, mas juntos podemos avançar mais longe”, diz presidente do Peru sobre integração

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 “No lugar onde eu estiver, na hora que for, a integração da América Latina para mim será uma profissão de fé. Porque não posso conceber que nascemos para ser pobres”. Ao lado do presidente peruano Ollanta Humala, o presidente Lula falou na manhã desta quarta-feira (5) a uma platéia de empresários e políticos peruanos e brasileiros na celebração dos 10 anos da Aliança Estratégica entre os dois países, firmada por Lula com o então presidente peruano Alejandro Toledo, em 2003.
“Sozinhos podemos ser mais rápidos, mas juntos podemos avançar mais longe”, resumiu o presidente peruano ao final de seu discurso. Humala lembrou que o Peru tem um grande potencial na agroexportação, mas não pretende vender apenas commodities, por isso está interessado também na transferência de tecnologia, para mudar o perfil do comércio peruano.
Lula e Humala comemoraram as conquistas desses últimos dez anos:
- o comércio entre Brasil e Peru passou de US$ 650 milhões em 2002, para US$ 3,7 bilhões em 2012;
- Desde 2012, praticamente todos os produtos peruanos entram no mercado brasileiro com alíquota zero. Em 2017, o mesmo deve ocorrer com produtos brasileiros vendidos ao Peru. 
- A integração física também avançou com a rodovia Transoceânica, que liga o Brasil ao litoral peruano, oferecendo uma alternativa de transporte de produtos brasileiros para o Pacífico e impulsionando a integração entre os dois países. Para Humala, o Peru é a saída natural do Brasil ao Pacífico e o Brasil é a saída natural do Peru ao Atlântico.
- Nos últimos 10 anos, Brasil e Peru tiveram mais encontros empresariais do que nos 280 anos precedentes.
O presidente peruano disse que um dos desafios é exatamente a violência, muitas vezes acompanhada do narcotráfico. Humala disse que a preocupação dos políticos deve ser por uma sociedade mais igualitária e, para isso adotou políticas de combate à pobreza, seguindo o exemplo de Lula no Brasil. Lula, por sua vez, disse que investir no pobre foi fundamental para o sucesso econômico do Brasil mesmo durante a crise internacional e que isso resulta em menos violência e mais cidadãos.
O papel dos empresários
Falando a uma platéia de empresários, Humala disse que seria loucura não apoiar os investimentos nessa integração. Lula disse que os presidentes deveriam sempre viajar com empresários, porque são eles que têm a capacidade de transformar as decisões dos governantes em coisas práticas. “Os empresários devem ter o papel de cobrar que aquilo que os presidentes assinaram está acontecendo”. (Com informações do Instituto Lula)

 

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2013_06_01_archive.html 

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 O ex-presidente brasileiro inaugurará amanhã junto a Humala um fórum que reunirá cerca de 300 empresários de ambos os países, organizado pela câmara Peruano-Brasileira (Capebras) por causa do 10º aniversário do estabelecimento de uma aliança econômica estratégica bilateral

 

 

 

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  1. El lobby de Lula en Costa Rica - América Economía
    www.americaeconomia.com › Análisis & Opinión
     
    Desde que salió del poder en el 2010, Lula ha viajado a diferentes países ... Gobierno boliviano niega haber tratado una salida de senador asilado hacia Perú ...

 

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  1. Folha de S.Paulo - Poder - Lula defende parcerias do governo com ...
    www1.folha.uol.com.br/.../1290650-lula-defende-pa... -  
    hace 2 horas – Lula viajou ao Peru a convite do grupo Brasil, composto por 45 empresas brasileiras com investimentos no país, e da Câmara Binacional de ...

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  1. Lula diz a executivos do Peru que influi em decisões de Dilma - Lula ...
    www.novojornal.jor.br/_.../14596-lula-diz-a-executi... -  
    hace 2 horas – Ex-presidente viaja a Lima a convite do Grupo Brasil, que é ...POLÍTICA Lula diz a executivos do Peru que influi em decisões de Dilma ...

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  1. Lula da Silva: Ningún diario o canal de televisión dejó de recibir ...
    www.larepublica.pe/.../lula-da-silva-ningun-diario-o-canal-de-television-...
    hace 3 días – A pocos días de venir al Perú, el ex presidente Lula nos recibe en la .....nuestra carretera transoceánica por la que yo todavía no he viajado.

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Lula recebe título de doutor Honoris Causa no Peru e Equador ...

www.advivo.com.br › Blogs 
hace 3 días – Lula visita Colômbia, Peru e Equador ... O ex-presidente Luiz Inácio Lulada Silva viaja neste segunda-feira (3) para a Colômbia, primeira ..

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  1. Lula viaja nesta semana para Colômbia, Peru e Equador - Terra Brasil
    noticias.terra.com.br/.../lula-viaja-nesta-semana-para... 
    hace 5 días – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva viajará na próxima semana para Colômbia, Peru e Equador para se reunir com os chefes de Estado ...

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LA PRÓXIMA INVASIÓN

Medio centenar de empresas brasileñas operan hoy en el Perú, con un total de inversiones acumuladas que supera los US$ 3.500 millones. En los próximos diez años se espera la llegada de una nueva ola de capitales por más de US$ 15.000 millones, como parte de una estrategia para consolidar una plataforma exportadora en el Pacífico. Esta ola dependerá de gestos amigables del nuevo gobierno peruano, mientras crece a ritmo de samba una nueva invasión: el turismo.

Por Redacción PODER

http://www.poder360.com/article_detail.php?id_article=5980

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24 abril 2013 3 24 /04 /abril /2013 20:11

 

Los derechos territoriales de los pueblos se ven amenazados por enmienda constitucional PEC-215 

El 16 de abril, cientos de nativos de 73 pueblos indígenas ocuparon la sala de la Cámara de Representantes en protesta contra la propuesta de enmienda constitucional PEC 215, que propone transferir al Congreso Nacional la decisión sobre la delimitación y asignación de tierras a los indígenas y mestizos, decisión que es prerrogativa de la Unión, a la que se arrancaría tal facultad.

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De esta manera, los ruralistas, el mayor bloque en el Congreso, los grandes agricultores terratenientes, tendría una influencia directa en las decisiones de las demarcaciones. 

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El PEC 215 viola los derechos constitucionales garantizados a los pueblos indígenas y representa un movimiento caucus para descarrilar su derecho al territorio.

 

Para los pueblos indígenas, el proceso de demarcación ha sido muy lento. Según la última encuesta, 335 tierras están aún en demarcación que en muchos casos se han prolongado durante más de 20 años, mientras que por reclamos de tierras, sigue habiendo 348 extensiones de tierras en espera del inicio del proceso.

 

Mientras que los indígenas ocupan el Congreso con la realización de actividades de movilización a lo largo de esta semana, los trabajadores sin tierra también están luchando. Marcharon a Brasilia y se movilizaron en varias otras capitales para denunciar la paralización de la creación de asentamientos rurales, la lentitud del Poder Ejecutivo y el bloqueo del Poder Judicial de la distribución de tierra.

 

Los datos indican que hay 523 demandas relacionadas con la reforma agraria en Brasil, de los cuales 234 se encuentran todavía en la Corte Federal. Y no es por falta de tierras que no se están creando los asentamientos. En Brasil tenemos más de 60.000 grandes propiedades improductivas, que controlan cerca de 228 millones de hectáreas de tierra, según el último censo. Está previsto en nuestra Constitución que la tierra improductiva deben ser expropiadas por no cumplir con su función social y la intención de la reforma agraria.

 

El 17 de abril es un día de lucha por el derecho al acceso a la tierra, en memoria de los 19 trabajadores sin tierra asesinados en la masacre de Eldorado dos Carajás, en 1996 y contra la impunidad perpetúa así como las desigualdades sociales en las zonas rurales.

 

http://www.actionaid.org.br/2013/04/direitos-territoriais-dos-povos-estao-sendo-ameacados-hoje-e-dia-de-luta

 

 

 

Direitos territoriais dos povos estão sendo ameaçados! 

 

No dia 16 de abril, centenas de indígenas de 73 povos ocuparam o plenário da Câmara dos Deputados em protesto contra a PEC 215, que propõe transferir para o Congresso Nacional a decisão sobre a demarcação e homologação de terras indígenas e quilombolas, decisão que cabe a União. Com a maior bancada no Congresso Nacional, os ruralistas passariam a ter influência direta nas decisões de demarcações. A PEC 215 fere os direitos constitucionais garantidos aos indígenas e representa uma manobra da bancada ruralista para inviabilizar seu direito ao território.

 

Para os povos indígenas o processo de demarcação tem sido muito lento. De acordo com o último levantamento, 335 terras estão em fase de demarcação, e muitos desses processos se arrastam por mais de 20 anos, ao mesmo tempo que ainda há 348 terras reivindicadas aguardando o início do processo.

 

Enquanto os indígenas ocupam o Congresso com a realização de atividades de mobilização ao longo desta semana, os trabalhadores sem terra também estão em luta. Marcham em Brasília e se mobilizam em diversas outras capitais para denunciar a paralização da criação dos assentamentos rurais, a lentidão do poder Executivo e o bloqueio do Judiciário a distribuição de terras.

 

Dados apontam que há 523 processos judiciais envolvendo a reforma agrária no Brasil, dos quais 234 estão parados na Justiça Federal. E não é por falta de terra que os assentamentos não estão sendo criados. No Brasil temos mais de 60.000 grandes propriedades improdutivas, que controlam cerca de 228 milhões de hectares de terra, de acordo com último censo. Está previsto na nossa Constituição que as terras improdutivas deveriam ser desapropriadas por não cumprirem sua função social e destinadas para fins de reforma agrária.

 

O 17 de abril é dia de luta pelo direito ao acesso a terra, em memória aos 19 trabalhadores sem terra assassinados no Massacre de Eldorado dos Carajás, em 1996. A impunidade perpetua assim como as desigualdades sociais no meio rural brasileiro.

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http://www.actionaid.org.br/2013/04/direitos-territoriais-dos-povos-estao-sendo-ameacados-hoje-e-dia-de-luta

 

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HACIA EL EXTERMINIO INDÍGENA

Brasil:

Los pueblos indígenas amenazados por propuesta de enmienda constitucional (PEC-215)  

 

 24 de abril 2013 13:20 por Dermi Azevedo

 

Conferencia Nacional de Obispos de Brasil (CNBB), el Consejo Indigenista Misionero (CIMI) y Amnistía Internacional dieron a conocer públicamente su posición contra el proyecto de reforma constitucional que transfiere al Poder Legislativo la competencia de demarcación de las tierras indígenas.

 

 

La propuesta de enmienda constitucional (PEC) 215, que está en debate en el Congreso de Brasil, representa la mayor amenaza para la supervivencia de los 78 grupos étnicos de las 5 regiones del país habitadas por pueblos indígenas. La propuesta transfiere al Poder Legislativo la demarcación de las tierras indígenas, en un período de seis meses, a partir de su aprobación. Las organizaciones indígenas y otras organizaciones de la sociedad civil, que apoyan una vida con dignidad y autonomía de los indígenas, son unánimes al afirmar que el proyecto, si se convierte en ley, dará lugar a la desesperación de los indios y facilitará su exterminio en el mediano plazo.

 

La reunión de la Conferencia Nacional de Obispos de Brasil (CNBB), en la ciudad de Aparecida (Sao Paulo) en su Asamblea General dedicó una misa a rezar por los indios. El Obispo de Roraima, d. Roque Paloschi, en un tributo a los indios, resumió el sentimiento para con los indígenas en "lgratitud, compromiso y memoria". 

Fueron honrados por su compromiso con los indios, el obispo de Altamira (PA), d. Erwin Krautler y el Consejo Indigenista Misionero (CIMI Conselho Indigenista Missionário), una organización vinculada a la Iglesia Católica Romana de acción ecuménica.

 

LEER MÁS

 

Brasil:Povos indígenas ameaçados pela PEC 215-Nota Pública ...

mediosalt.wordpress.com/.../brasilpovos-indigenas-ameacados-pela-pec-...
24/04/2013 

 

http://kaosenlared.net/america-latina/item/54648-brasilpovos-ind%C3%ADgenas-amea%C3%A7ados-pela-pec-215-nota-p%C3%BAblica.html

 

Direitos territoriais dos povos estão sendo ameaçados: hoje é dia ...

www.actionaid.org.br/.../direitos-territoriais-dos-pov...Traducir esta página
17/04/2013 

 

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Brasil: Povos indígenas ameaçados pela PEC 215-Nota Pública  

 

24 de Abril de 2013 por Dermi Azevedo

 

Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNNB), Conselho Missionário Indigenista (Cimi) e Anistia Internacional divulgam notas públicas contra proposta de emenda constitucional que transfere ao poder legislativo a competência de demarcar terras dos índios.

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A proposta de emenda constitucional (PEC) 215, que está em tramitação no Congresso Nacional, representa a maior ameaça à sobrevivência das 78 etnias das cinco regiões do Brasil habitadas pelos povos originários. 

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A proposta transfere ao poder legislativo a competência de demarcar terras dos índios, durante o período de seis meses, a partir de sua aprovação. As organizações indígenas e outras entidades da sociedade civil que apoiam uma vida digna e autônoma para esses povos são unânimes em afirmar que o projeto, se transformado em lei, levará ao desespero os índios e facilitará o seu extermínio a médio prazo. 

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A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNNB), reunida em Aparecida (SP), em sua assembleia geral, dedicou uma missa pelos indígenas. O bispo de Roraima, d. Roque Paloschi, resumiu a homenagem aos índios nas palavras “gratidão, compromisso e memória!”. Foram também homenageados, pelo compromisso com os índios, o bispo de Altamira (PA), d. Erwin Krautler, e o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), organização ligada à Igreja Católica Romana, com atuação ecumênica.

 

 

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LETRA MUERTA ...

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  1. Conferencia General del Episcopado Latinoamericano y del Caribe
    es.wikipedia.org/.../V_Conferencia_General_del_Episcopado_Latinoame...
    La V Conferencia General del Episcopado Latinoamericano y del Caribe, oConferencia de Aparecida, fue inaugurada por el Papa Benedicto XVI, enAparecida ...

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  1. Moradias de pescadores, índios, quilombolas, trabalhadores rurais ...
    agenciabrasil.ebc.com.br/.../moradias-de-pescadores-...Traducir esta página
    22/05/2013 – ... quilombolas, trabalhadores rurais e de favelas estão ameaçadas, diz Anistia Internacional ... ao próprio marco legal, como foi o caso dos povos indígenas”.... (PEC215, que transferiria a demarcação de terras indígenas e ...


    Brasil:Povos indígenas ameaçados pela PEC 215-Nota Pública

     Brasil:Povos indígenas ameaçados pela PEC 215-Nota Pública
    Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNNB), Conselho Missionário Indigenista (Cimi) e Anistia Internacional divulgam notas públicas contra proposta de emenda constitucional que transfere ao poder legislativo a competência de demarcar terras dos índios.

    via AMÉRICA LATINA http://www.kaosenlared.net/america-latina/item/54648-brasilpovos-indígenas-ameaçados-pela-pec-215-nota-pública.html

 

  1. Ato Público em solidariedade aos povos indígenas ameaçados pelo ...
    racismoambiental.net.br/.../ato-publico-em-solidarie... 
    29/05/2013 – Ato Público em solidariedade aos povos indígenas ameaçados pelo Governo Federal, .... Total repúdio à PEC 215, à AGU 303 e à ADI 3239.
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27 diciembre 2012 4 27 /12 /diciembre /2012 20:58

 

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Figura2. Desmatamento e Degradação Florestal em outubro de 2012 na Amazônia Legal (Fonte: Imazon/ SAD).

       
BRASIL: municípios com maiores áreas desmatadas em outubro de 2012 (Fonte: Imazon/SAD).

Los municipios brasileiros con las mayores áreas deforestadas en octubre de 2012 (Fuente: Imazon / SAD).

 

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Boletín de Deforestación del Brasil (SAD) octubre 2012

 

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En octubre de 2012, el Sistema de Alerta de Deforestación (SAD / Sistema de Alerta de Desmatamento ) ha detectado 487 km2 de deforestación en la Amazonia de Brasil. Esto representó un aumento de 377% en comparación con octubre de 2011, cuando la deforestación fue de 102 km2. Debido a la menor nubosidad, se logró monitorear el 83% del territorio, un valor muy por encima del de octubre de 2011 (51%).

La deforestación acumulada agosto- octubre 2012 fue de 1,151.6 km2. Se ha producido un incremento del 125% con respecto al periodo anterior (agosto -octubre 2011), cuando la deforestación alcanzó 511 km2.

En octubre de 2012, poco más de un tercio (36%) de la deforestación ocurrió en Pará,  un 30% en Mato Grosso. El resto se produjo en los Estados de Amazonas 17% , Rondonia  12% y otros estados (Acre, Roraima y Tocantins).

     

 

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Los bosques degradados en la Amazonía Legal sumaron 266,5 km2 en octubre de 2012. En comparación con octubre de 2011, cuando la degradación de los bosques fue de 456 km2, se produjo un descenso del 42% de los bosques degradados.

La degradación forestal acumulada agosto-octubre 2012 alcanzó 611 km2. En el período anterior (agosto -octubre 2011,  la degradación fue de 1.245 km2, lo que significa una reducción del 51% de los bosques degradados.

En octubre de 2012, la deforestación detectada por el Sistema de Alerta de Deforestación SAD comprometió 26 millones de toneladas de CO2 equivalente. En el período acumulado agosto-octubre 2012, las emisiones de CO2 equivalente comprometidas debidas a la deforestación ascendió a 57 millones de toneladas, lo que representa un aumento del 27% con respecto al periodo anterior (agosto-octubre 2011).

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http://alecrimcosta.zip.net/

 

ESTADÍSTICAS DE DEFORESTACIÓN

De acuerdo con SAD, la deforestación  (supresión total de los bosques para usos alternativos del suelo) alcanzó 487 km2 en octubre de 2012 (Figura 1 y Figura 2). Esto representó un aumento de 377% en comparación con octubre de 2011, cuando la deforestación alcanzó 102 km2.

 

 La deforestación acumulada  agosto-octubre 2012 [1], que corresponde a los tres meses del calendario oficial de medición de deforestación alcanzó 1,151.6 km2. Hubo un aumento del 125% en comparación con la deforestación del período anterior (agosto-octubre 2011), cuando alcanzó 511,7 km2.

En octubre de 2012, poco más de un tercio (36%) de la deforestación ocurrió en Pará, en Mato Grosso fue de 30%. El resto de la deforestación se produjo en Amazonas 17%, Rondônia 12%, Acre (2%), Tocantins (2%) y Roraima (0,5%).

Teniendo en cuenta la deforestación acumulada en los tres meses del calendario actual de deforestación (agosto -octubre 2012), Pará lidera el ranking con el 51% de la deforestación total. A continuación, aparece Mato Grosso con el 22%, sigue Rondônia con un 13% y Amazonas con 12%. Estos cuatro estados representaron el 97% de la deforestación en la Amazonia en este período.

 

Hubo un aumento del 125% en la deforestación ocurrida entre agosto-octubre 2012 en comparación con el período anterior (agosto -octubre 2011) (Tabla 1). En términos relativos, hubo una reducción del 73% sólo en los Estados de Roraima y una reducción del 41% en Acre. Además, hubo un aumento en la deforestación del 235% en Amazonas, 167% en Pará, 154% en Mato Grosso, 82% en Tocantins y 27% en Rondônia.

En términos absolutos, Pará lidera la deforestación con 591km2, seguido de Mato Grosso (249 km2), Rondônia (145 km2), Amazonas (134 km2), Tocantins (20 km2), Acre (10 km2) y Tocantins (3 km2).

 

 

     dia do meio ambiente 050612 alecrim humor politico Dia do Meio Ambiente em Tempos de Código Florestal

por Alecrim para o Humor Político

 

  BRASIL:1,206 km2 de selva deforestados entre agosto y noviembre de 2012

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Boletim do Desmatamento (SAD) Outubro de 2012 (HTML)

 

Em outubro de 2012, o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) detectou 487 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal. Isso representou um aumento de 377% em relação a outubro de 2011 quando o desmatamento somou 102 quilômetros quadrados. Devido a cobertura de nuvens, foi possível monitorar 83% do território, um valor bem superior a outubro de 2011 (51%).

O desmatamento acumulado no período de agosto de 2012 a outubro de 2012 totalizou 1.151,6 quilômetros quadrados. Houve aumento de 125% em relação ao período anterior (agosto de 2011 a outubro de 2011) quando o desmatamento somou 511 quilômetros quadrados.

Em outubro de 2012, pouco mais de um terço (36%) do desmatamento ocorreu no Pará e um pouco menos (30%) em Mato Grosso. O restante ocorreu no Amazonas com 17%, Rondônia com 12% e outros Estados (Acre, Tocantins e Roraima).

As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 266,5 quilômetros quadrados em outubro de 2012. Em relação a outubro de 2011, quando a degradação florestal somou 456 quilômetros quadrados, houve uma diminuição de 42%.

A degradação florestal acumulada no período (agosto 2012 a outubro 2012) atingiu 611 quilômetros quadrados. Em relação ao período anterior (agosto de 2011 a outubro de 2011), quando a degradação somou 1.245 quilômetros quadrados, houve redução de 51%.

Em outubro de 2012, o desmatamento detectado pelo SAD comprometeu 26 milhões de toneladas de CO2 equivalente. No acumulado do período (agosto 2012 a outubro de 2012) as emissões de CO2 equivalentes comprometidas com o desmatamento totalizaram 57 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 27% em relação ao período anterior (agosto de 2011 a outubro de 2011).

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ESTATÍSTICA DE DESMATAMENTO

De acordo com o SAD, o desmatamento (supressão total da floresta para outros usos alternativo do solo) atingiu 487 quilômetros quadrados em outubro de 2012 (Figura 1 e Figura 2). Isso representou um aumento de 377% em relação a outubro de 2011 quando o desmatamento atingiu 102 quilômetros quadrados.

 

 

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Figura 1. Desmatamento de agosto de 2011 a outubro de 2012 na Amazônia Legal (Fonte: Imazon/SAD)

Figura 1. Desmatamento de agosto de 2011 a outubro de 2012 na Amazônia Legal (Fonte: Imazon/SAD).

 

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Figura2. Desmatamento e Degradação Florestal em outubro de 2012 na Amazônia Legal (Fonte: Imazon/ SAD).

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Figura 2. Desmatamento e Degradação Florestal em outubro de 2012 na Amazônia Legal (Fonte: Imazon/ SAD).

O desmatamento acumulado no período de agosto de 2012 a outubro de 2012[1], correspondendo aos três meses do calendário oficial de medição do desmatamento, atingiu 1.151,6 quilômetros quadrados. Houve aumento de 125% do desmatamento em relação período anterior (agosto de 2011 a outubro de 2011) quando atingiu 511,7 quilômetros quadrados.

Em outubro de 2012 pouco mais de um terço (36%) do desmatamento ocorreu no Pará enquanto um pouco menos de um terço (30%) no Mato Grosso com 30%. O restante do desmatamento ocorreu no Amazonas com 17%, Rondônia com 12%, Acre (2%), Tocantins (2%) e Roraima (0,5%).

 

 

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Figura 3. Percentual do desmatamento nos Estados da Amazônia Legal em outubro de 2012 (Fonte: Imazon/SAD).

Figura 3. Percentual do desmatamento nos Estados da Amazônia Legal em outubro de 2012 (Fonte: Imazon/SAD).

 

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Considerando o desmatamento acumulado nos três meses do calendário atual de desmatamento (agosto de 2012 a outubro de 2012), o Pará lidera o ranking com 51% do total desmatado. Em seguida aparece o Mato Grosso com 22%, Rondônia com 13% e o Amazonas com 12%. Esses quatros estados foram responsáveis por 97% do desmatamento ocorrido na Amazônia Legal nesse período.

Houve aumento de 125% no desmatamento ocorrido em agosto de 2012 a outubro de 2012 quando comparado com o período anterior (agosto de 2011 a outubro de 2011) (Tabela 1). Em termos relativos, houve redução de 73% apenas em Roraima e 41% no Acre. Por outro lado, houve aumento de 235% no Amazonas, 167% no Pará, 154% no Mato Grosso, 82% no Tocantins e 27% em Rondônia.

Em termos absolutos, o Pará lidera o ranking do desmatamento acumulado com 591quilômetros quadrados, seguido pelo Mato Grosso (249 quilômetros quadrados), Rondônia (145 quilômetros quadrados), Amazonas (134 quilômetros quadrados),Tocantins (20 quilômetros quadrados), Acre (10 quilômetros quadrados) e Tocantins (3 quilômetros quadrados).

 

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Tabela 1. Evolução do desmatamento entre os Estados da Amazônia Legal de agosto de 2011 a outubro de 2011 e de agosto de 2012 a outubro de 2012 (Fonte: Imazon/SAD).

Tabela 1. Evolução do desmatamento entre os Estados da Amazônia Legal de agosto de 2011 a outubro de 2011 e de agosto de 2012 a outubro de 2012 (Fonte: Imazon/SAD).

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[1] O calendário oficial de medição do desmatamento tem início no mês de agosto e término no mês de julho.

 

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Resumo

Degradação Florestal

Carbono comprometido pelo desmatamento

Geografia do Desmatamento

Assentamentos de Reforma Agrária

Áreas Protegidas

Municípios Críticos

Cobertura de Nuvem e Sombra

SAD-EE

Notas

 

 

 

 

 

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DEGRADAÇÃO FLORESTAL

Em outubro de 2012, o SAD registrou 266,5 quilômetros quadrados de florestas degradadas (florestas intensamente exploradas pela atividade madeireira e/ou queimadas) (Figuras 2 e 4). Em relação ao mesmo período do ano anterior (agosto de 2011 a outubro de 2011) houve uma diminuição de 42% quando a degradação florestal atingiu 456 quilômetros quadrados.

 

 

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Figura 4. Degradação Florestal de agosto de 2011 a outubro de 2012 na Amazônia Legal (Fonte: Imazon/SAD).

 

 

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Figura 4. Degradação Florestal de agosto de 2011 a outubro de 2012 na Amazônia Legal (Fonte: Imazon/SAD).

A degradação florestal acumulada no período de agosto de 2012 a outubro de 2012[2] atingiu 611 quilômetros quadrados. Isso representa uma redução de 51% na degradação florestal acumulada nesse período (agosto de 2012 a outubro de 2012) em relação ao mesmo período anterior (agosto de 2011 a outubro de 2011) quando a degradação florestal somou 1.245 quilômetros quadrados (Tabela 2). As maiores reduções foram Acre (-100%), Roraima (-100%), Mato Grosso (-71%), Amazonas (-69%), Rondônia (-25%). No Pará houve aumento (+33%).

Em termos absolutos, o Mato Grosso lidera o ranking da degradação florestal acumulada com 283 quilômetros quadrados (46%), seguido pelo Pará com 250 quilômetros quadrados (41%). O restante (13%) ocorreu em Rondônia (48,5quilômetros quadrados), Tocantins (25 quilômetros quadrados) e Amazonas (4,7quilômetros quadrados).

 

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Tabela 2. Evolução da degradação florestal entre os Estados da Amazônia Legal de agosto de 2011 a outubro de 2011 e de agosto de 2012 a outubro de 2012 (Fonte: Imazon/SAD).

Tabela 2. Evolução da degradação florestal entre os Estados da Amazônia Legal de agosto de 2011 a outubro de 2011 e de agosto de 2012 a outubro de 2012 (Fonte: Imazon/SAD).

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[2] O calendário oficial de medição do desmatamento tem início no mês de agosto e término no mês de julho.

 

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CARBONO COMPROMETIDO PELO DESMATAMENTO

Em outubro de 2012, os 487 quilômetros quadrados de desmatamento detectado pelo SAD na Amazônia Legal comprometeram 7 milhões de toneladas de carbono (com margem de erro de 451 mil toneladas de carbono). Essa quantidade de carbono comprometido pode resultar em emissões de 26 milhões de toneladas de CO2 equivalente (Figura 6).

O carbono florestal comprometido pelo desmatamento no período de agosto de 2012 a outubro de 2012 foi de 15 milhões de toneladas (com margem de erro de 385 mil toneladas), o que representou cerca de 57 milhões de toneladas de CO2 equivalente (Figura 6). Em relação ao mesmo período do ano anterior (agosto de 2011 a outubro de 2011) quando o carbono florestal comprometido foi de 8,7 milhões de toneladas, houve aumento de 72% na quantidade de carbono comprometido pelo desmatamento.

 

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Figura 6. Desmatamento e emissões de Dióxido de Carbono (CO2) equivalente total de agosto de 2011 a outubro de 2012 na Amazônia Legal (Fonte: Imazon).

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GEOGRAFIA DO DESMATAMENTO

Em outubro de 2012, grande parte (62%) do desmatamento ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse. O restante do desmatamento foi registrado em Unidade de Conservação (12%), Terra Indígena (3%) e Assentamentos de Reforma Agrária (23%) (Tabela 3).

 

 

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Tabela 3. Desmatamento por categoria fundiária em outubro de 2012 na Amazônia Legal (Fonte: Imazon/ SAD).

Tabela 3. Desmatamento por categoria fundiária em outubro de 2012 na Amazônia Legal (Fonte: Imazon/ SAD).

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ASSENTAMENTOS DE REFORMA AGRÁRIA

O SAD registrou 111 quilômetros quadrado de desmatamento nos Assentamentos de Reforma Agrária durante outubro de 2012 (Figura 7). Os 10 Assentamentos mais afetados pelo desmatamento foram PA Rio Juma (Apuí; Amazonas), PA Nova Cotriguaçu (Cotriguaçu, Mato Grosso), PA Tibaji (Brasnorte, Mato Grosso), PA Monte (Lábrea, Amazonas), PA Acari (Novo Aripuanã, Amazonas), PA Boa Esperança I e II (Nova Ubiratã, Mato Grosso), PDS Terra Nossa (Altamira, Pará), PA Mutupi (Manicoré, Amazonas), PDS Cernambi (Machadinho do d'Oeste, Rondônia) e PDS Mãe Menininha (Altamira, Pará).

 

 

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Figura 7. Assentamentos de Reforma Agrária desmatados em outubro de 2012 na Amazônia Legal (Fonte: Imazon/SAD).

Figura 7. Assentamentos de Reforma Agrária desmatados em outubro de 2012 na Amazônia Legal (Fonte: Imazon/SAD).

 

 

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[3] Inclui áreas privadas (tituladas ou não) e florestas públicas não protegidas.

 

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ÁREAS PROTEGIDAS

O SAD detectou 58 quilômetros quadrados de desmatamento em Unidade de Conservação em outubro (Figura 8)[4]. As Unidades de Conservação mais desmatadas foram a APA Triunfo do Xingu (Pará), FLOREX Rio Preto-Jacundá (Rondônia), APA Rio Pardo (Rondônia), FLONA do Jamanxim (Pará), FLONA do Bom Futuro (Rondônia), FLORSU Mutum (Rondônia), APA do Igarapé São Francisco (Acre), APA Margem Esquerda do Rio Negro (Amazonas), APA Caverna do Maroaga (Amazonas) e APA Leandro (Ilha do Bananal/Cantão) (Tocantins). No caso das Terras Indígenas, em outubro de 2012 foi detectado 17 quilômetros quadrados de desmatamento nas Terras Apyterewa (Pará), Poyanawa (Acre), Panará (Mato Grosso), Kayabi (Pará), Gavião (Amazonas), Arara do Rio Branco (Mato Grosso), Tenharim Marmelos (Gleba B) (Amazonas) e Karitiana ( Rondônia) (Figura 9).

 

 

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Figura 8. Unidade de Conservação desmatada na Amazônia Legal em Outubro de 2012 (Fonte: Imazon /SAD).

Figura 8. Unidade de Conservação desmatada na Amazônia Legal em Outubro de 2012 (Fonte: Imazon /SAD).

 

 

 

 

 

.Figura 9. Terra Indígena desmatadas na Amazônia Legal em outubro de 2012 (Fonte: Imazon /SAD).

Figura 9. Terra Indígena desmatadas na Amazônia Legal em outubro de 2012 (Fonte: Imazon /SAD).

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[4] Nesse mês de outubro adotamos o limite redefinido pelo ICMBio para a Flona de Altamira (http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/unidades-de-conservacao/biomas-brasileiros/amazonia/unidades-de-conservacao-amazonia/1923-flona-altamira.html).

 

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MUNICÍPIOS CRÍTICOS

Em outubro de 2012, os municípios mais desmatados foram: Colniza (Mato Grosso) e São Félix do Xingu (Pará) (Figura 10 e 11).

 

 

 

 

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Figura 10. Municípios mais desmatados na Amazônia Legal em outubro de 2012 (Fonte: Imazon /SAD).

Figura 10. Municípios mais desmatados na Amazônia Legal em outubro de 2012 (Fonte: Imazon /SAD).

 

 

 

.Figura 11. Municípios com maiores áreas desmatadas em outubro de 2012 (Fonte: Imazon/SAD).

Figura 11. Municípios com maiores áreas desmatadas em outubro de 2012 (Fonte: Imazon/SAD).

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COBERTURA DE NUVEM E SOMBRA

Em outubro de 2012, foi possível monitorar com o SAD 83% da área florestal na Amazônia Legal. Os outros 17% do território florestal estavam cobertos por nuvens o que dificultou a detecção do desmatamento e da degradação florestal. Os Estados com maior cobertura de nuvem foram Amapá (50%), Pará (20%), Amazonas (17%) e Acre (17%). Em virtude disso, os dados de desmatamento e degradação florestal em outubro de 2012 podem estar subestimados (Figura 12).

 

 

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Figura 12. Área com nuvem e sombra em outubro de 2012 na Amazônia Legal.

Figura 12. Área com nuvem e sombra em outubro de 2012 na Amazônia Legal.

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GOOGLE SAD-EE

Desde junho de 2012 a detecção de alertas desmatamento e de degradação florestal vem sendo realizada na plataforma Google Earth Engine (EE), com a nova versão SAD EE. Esse sistema foi desenvolvido em colaboração com a Google e utiliza o mesmo processo já utilizado pelo SAD, com imagens de reflectância do MODIS para gerar os alertas de desmatamento e degradação florestal.

 

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NOTAS

Equipe Responsável:

Coordenação Geral: Antônio Fonseca, Heron Martins, Carlos Souza Jr, e Adalberto Veríssimo (Imazon)

Equipe: Marcio Sales (Modelagem e estatística), Rodney Salomão, Amintas Brandão Jr. (Geoprocessamento), João Siqueira, Marcelo Justino e Júlia Ribeiro (Intrepretação de imagem), Kátia Pereira e Victor Lins (ImazonGeo) e Bruno Oliveira e Stefânia Costa (Comunicação)

Fonte de Dados:

As estatísticas de desmatamento são geradas a partir dos dados do SAD (Imazon) e dados do INPE - Desmatamento (PRODES)

 

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Agradecimento:

Google Earth Engine Team http://earthengine.google.org/

Apoio:

ClimateWorks através da Climate Land Use Aliance (CLUA), Fundação Gordon & Betty Moore, Fundo Vale e Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA-PA).

Parcerias:

Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Pará (SEMA), Secretaria de Meio Ambiente do Mato Grosso (SEMA), Secretaria de Meio Ambiente do Pará (SEMA), Ministério Público Federal do Pará, Ministério Público Estadual do Pará, Ministério Público Estadual de Roraima, Ministério Público Estadual do Amapá, Ministério Público Estadual de Mato Grosso E Instituto Centro de Vida (ICV- Mato Grosso).

 

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  • : Ecología y sostenibilidad socioambiental, énfasis en conservación de ríos y ecosistemas, denuncia de impacto de megaproyectos. Todo esto es indesligable de la política y por ello esta también se observa. Ecology, social and environmental sustainability, emphasis on conservation of rivers and ecosystems, denounces impact of megaprojects. All this is inseparable from politics, for it, the politics is also evaluated.
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  • Malcolm Allison H malcolm.mallison@gmail.com
  • Biólogo desde hace más de treinta años, desde la época en que aún los biólogos no eran empleados de los abogados ambientalistas. Actualmente preocupado …alarmado en realidad, por el LESIVO TRATADO DE(DES)INTEGRACIÓN ENERGÉTICA CON BRASIL
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